sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Eleições 2014

Para presidente: um leviano ou mentiroso
por Pedro Cardoso da Costa*
           Tornou-se consenso pelo país de que o eleitor é responsável pelos políticos que fazem trapaças com dinheiro público por ser ele quem “faz o político”.
           Sempre ao se aproximar das eleições, começa um bombardeio de propaganda e vinhetas com o objetivo de cobrar do eleitor o exercício da cidadania por meio do chamado voto consciente. Até da Justiça Eleitoral aparecem mensagens reiteradas no mesmo sentido que, definitivamente, extrapola seu papel institucional.
Nesse aspecto da cidadania ninguém diz que o cidadão deveria participar antes para influenciar numa boa escolha dentro dos partidos.
A escolha de candidatos é feita por dois os três dirigentes dos partidos. Todos, indistintamente, agem assim. Selecionam seus fanfarrões por considerarem puxadores de voto. São ex-famosos do esporte, da música, das bizarrices da televisão, até as vítimas de violência de caso de grande repercussão.
Não existe nenhuma correlação entre o que o candidato fez na carreira com sua posição política. Por exemplo, qual fora a posição de Marcelinho Carioca e de uma mulher-fruta com relação ao impeachment de Collor? Não se sabe nada sobre a posição deles sobre o voto  obrigatório e a diminuição da maioridade penal; enfim, sobre nada, simplesmente porque eles nunca deram uma opinião. Parece fazer parte dessas atividades não opinar sobre nada.
Depois dessa leva de anencéfalos ser escolhida, aí lhes atribuem a responsabilidade pela qualidade de quem você vai ficar lá em cima.
Alguns defendem que a propaganda eleitoral e os debates existem para os candidatos mostrarem suas propostas e programas de governo no percurso até a eleição. Pelo contrário: essas propagandas tornam-se um festival de acusações, ofensas e baixaria.
Nessas eleições de 2014, Marina Silva foi a vítima do primeiro turno e agora os dois candidatos à Presidência da República sobem num estúdio como se estivesse subindo num ringue.
No primeiro debate do segundo turno, na TV Bandeirantes, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) extrapolaram na baixeza e ambos chamaram um ao outro de leviano. Aécio terceirizava ao afirmar que era o governo. Dilma o chamava diretamente. Isso carimbou meu voto nulo.
Todos os candidatos dizem que seus governos darão prioridade à saúde, à educação, à segurança, à diminuição de impostos; aos aeroportos, portos, ferrovias e às estradas; ao salário, aos bolsas-tudo; às creches, aos jovens, às crianças, aos adultos e idosos. Só se esquecem do significado de que a prioridade de uma coisa em função de outras. Esquecem até da velha máxima de “quem prioriza tudo, não prioriza nada”.
Pelos insultos na TV Bandeirantes, conclui-se que a partir de 2015 ou o Brasil será governado por um leviano ou por um mentiroso. Anular torna meu voto mais condizente do que colocar uma figura com esse perfil na Presidência da República. E não vou mais assistir às acusações recíprocas com ou sem o nome de debate.
*Pedro Cardoso da Costa (Interlagos/SP) é Bacharel em direito

domingo, 12 de outubro de 2014

Literatura

“História do Círio e da Festa de Nazaré"
A publicação é uma edição ampliada da obra do jornalista, historiador, escritor e ex-presidente da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), Carlos Roque, editado em 1981. O novo conteúdo reúne textos do secretário de Estado de Turismo, Adenauer Góes, e do gerente de promoção da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), Carlos Figueira, que numa produção conjunta expõem as mudanças e transformações ocorridas 33 anos após a publicação original.

A nova edição totaliza 221 paginas, incluindo a terceira parte do livro que contém os temas “O Círio de Nazaré na atualidade”, “A Romaria Fluvial como motivadora das atuais romarias”, “O circuito das romarias”, “As festas populares do Círio”, “A Paratur e a promoção do Círio de Nazaré” e “A evolução do Círio sob a ótica do turismo”.

sábado, 11 de outubro de 2014

Eleições 2014

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já informa, com detalhes, as votações dos candidatos no primeiro turno das eleições 2014.
Os candidatos com domicílio eleitoral em Juiz de Fora

Estaduais:
- Antônio Jorge (PPS), eleito com 93.034 votos, foi votado em 590 dos 853 municípios de Minas, sendo votado por pelo menos um eleitor em cerca de 70% dos municípios, obtendo 20.182 votos em Juiz de Fora.
- Márcio Santiago (PTB), eleito com 76.551 votos, foi votado em 830 municípios dos atuais 853, (97% do território), com 7.655 em Belo Horizonte e 7.329, em Juiz de Fora
- Lafayette Andrada (PSDB), eleito com 58.088 votos, votado em quase todo o estado, obteve em Barbacena, sua principal base eleitoral, 7.050 votos (12,13% dos votos).
- Noraldino Júnior (PSC), eleito com 51.871 votos, foi o "campeão de votos em Juiz de Fora, com 38.471 eleitores (74,16% dos votos), obteve votação em 360 municípios do estado;
- Isauro Calais (PMN), eleito com 51.569 votos, obtendo 67,6% de seus votos em Juiz de Fora, sendo votado em 283 das 853 cidades mineiras

Cabe aqui ressaltar, que se retirar as votações recebidas em Juiz de Fora por Antonio Jorge e Márcio Santiago, ainda assim, permanecem com as vagas. O mesmo não acontece com os atuais vereadores Noraldino Júnior e Isauro Calais.

Na Cãmara municipal, o ex-vereador José Emanuel vai assumir a vaga de Noraldino Júnior, enquanto que o radialista Léo de Oliveira (Leonídio de Oliveira Souza), vai assumir a vaga do vereador do PMN.

Os candidatos com domicílio eleitoral em Juiz de Fora:
- Leonardo Moreira (PSDB) - 50.306 votos,
- Roberto Cupolillo (PT) - 17.188 votos,
- Wanderson Castelar (PT) - 13.462 votos,
- Luiz Otávio Pardal (PTC) - 11.574 votos
- Hitler Wagner de Oliveira (PR) - 9.366 votos
- Hilda da Maçã do Amor (PSL) - 3.798 votos,
- Luiz Carlos Mata Cobra (PC do B) - 1.650 votos,
- Laurindo Rodrigues (PSDB) - 896 votos

Obs: Tanto Lafayette Andrada (embora já tenha sido eleito vereador por Juiz de Fora) e Leonardo Moreira, o eleitor de Juiz de Fora tem dificuldades em identificá-los como "candidatos da cidade"

Literatura

"Santa Maria de Itabira: na lavra do tempo"
A professora e escritora Joana d’Arc Torres de Assis resgatou precioso acervo, caro não só à gente de Santa Maria de Itabira, município da Região Central do estado. Afinal de contas, o dono dos guardados, Francisco de Assis Gonçalves (1847-1926), o Sô Cotta, foi guardião de um pedaço dos séculos 19 e 20 que agora nos chega. Cuidadosamente, esse fazendeiro, comerciante, político e rábula (advogado sem diploma, de muita serventia aos conterrâneos) juntou 12,4 mil manuscritos e impressos com registros da economia, dos costumes e da cultura de seu arraial.

No livro "Santa Maria de Itabira: na lavra do tempo", editado pela Fundação Francisco de Assis, Joana d’Arc não revela apenas a história de sua terra, que se tornou município nos anos 1940, mas já no século 18 via passar gente em busca de ouro e riqueza. Ali está um pouco das Minas Gerais que não se limitavam a Ouro Preto, Mariana, São João del-Rei, Sabará e Pitangui – joias da coroa de nossas pesquisas históricas. Sobretudo, conhece-se um pouco do dia a dia da Minas provincial.

Aquele arraial não era um ponto fora da curva, como se diz. Pelo contrário: a papelada de Sô Cotta registra a labuta do povoado (vizinho de Itabira) para plantar algodão e café; testemunha a saga dos tropeiros; informa sobre a luta para fazer sal, tecidos, louças e artigos finos chegarem à Minas profunda; explica também como se fazia para transportar café, gado e produtos da região até o Rio de Janeiro. Autora de vários títulos – boa parte deles remete a seu rincão –, Joana Torres não é historiadora e nem escreveu propriamente um livro de história. Ancorada em farta documentação, ela tece o que chama de “miúda contação”, garimpando pepitas entre as memórias de sua gente e de famílias que lá se radicaram e se entrelaçaram – entre Drummonds, Lages, Alvarengas, Guerras, Bretas, Andrades, Sampaios, Rosas, etc .

Se o boom do ouro foi breve no estado, limitando-se a poucos anos do século 18, esse livro, por meio das anotações e documentos de Sô Cotta, mostra que o pequeno povoado sempre tratou de cuidar de seu “mercado interno”. Seja plantando algodão ou café, procurando pedras preciosas (vem de lá a famosa água-marinha Santa Maria), cuidando de bois e porcos. Interessante notar a força do comércio, que, de acordo com a autora, está no DNA dos santa-marienses. Sô Cotta e A Primavera não negociavam apenas com Itabira ou Sabará, mas com firmas de Juiz de Fora, Carangola, Sete Lagoas, Ponte Nova, Ouro Preto, Mariana, Conceição do Mato Dentro e, claro, Rio de Janeiro. No século 19, havia 18 empresas no pequeno povoado vendendo pano, armarinho, louça, chapéu, ferragens, calçados, ferro de passar – várias delas ofereciam também pasto para a tropa ou acomodações para os chamados cometas, caixeiros-viajantes.

Eleições 2014

Brasil, socorro!!!
Hoje, sábado, 11/10, resolvi acompanhar a propaganda eleitoral pelo rádio. Que caos! Os dez minutos do pt foram dedicados a ataques ao candidato tucano e seu partido. O pt tentou justificar o injustificável, explicar, se é que consegue, a roubalheira na Petrobras. Quanto aos ataques ao adversário, afirmar que em Minas, nos últimos doze anos, a imprensa, ou foi chapa branca ou foi silenciada, isso é fato, mas as propostas que o eleitor aguarda, não vieram. Isso, num sinal claro de que o projeto de se perpetuar no poder do pt, está, claramente ameaçado. A candidata da situação falou em imprensa livre num governo que tem como meta controlar a mídia porque não tolera o contraditório.

Já nos dez minutos do psdb, algumas propostas, mesmo que vagas, foram citadas, o fator previdenciário, criado no governo tucano, também foi lembrado, mas sem propostas claras e reais. A necessidade clara e imediata de baixar a maioridade, com punições rigorosas aos bandidos, assaltantes com mão armada, homicidas e latrocidas, planos rodoviários e ferroviários relevantes e concretos, aumento, com responsabilidade social, da fronteira agrícola. Nas vezes em que vejo o candidato do psdb na tv, tão afável e solícito, eu fico a imaginar de que eleição não é santa mas faz milagre. E eu explico: nas algumas, poucas, entrevistas coletivas que o então governador de Minas, concedeu à imprensa aqui em Juiz de Fora, das quais, eu contra a minha vontade participava, mas cumprindo pauta das redações em que eu trabalhava, não se via nada disso.

Nas inserções de 30 segundos da TV, o pt tem usado para atacar a candidatura tucana. Numa delas afirma "Aécio, quem conhece não vota", numa clara referência às derrotas do psdb em Minas, tanto no âmbito estadual, quando, depois de 12 anos no poder, perdeu o governo. Quanto no federal, quando Aécio Neves ficou atrás de Dilma Rousseff (43,48% a 39,75%). Pode ser até uma afirmativa próxima da verdade, por vários fatores. Denuncias, mesmo que tímidas, de perseguição à imprensa, "ordem superiores" para mascarar a violência, omitindo número de mortos, exemplo: "tiroteio na rua, cinco feridos, dois morrem no local, um morre a caminho do hospital, outro morre no hospital e o quinto e último morre em casa, após receber alta, por consequência dos tiros". Na estatística tucana só se contabiliza os dois que morreram no local. Os demais são solenemente ignorados. Quanto a afirmativa "Aécio, quem conhece não vota", não deve ser considerada, já que Minas não decide eleição, contribui mas não decide. Por isso, não é exagero concluir que os demais eleitores não o conhecem, o que valida as primeiras pesquisas de intenção de votos que indicam o candidato do psdb na frente e em franco processo de crescimento. Mas cabe aqui ressaltar que Aécio Neves foi visivelmente prejudicado pelas pesquisas no primeiro turno. Nenhuma delas o apontou próximo dos 30%, mas no pleito, o candidato emplacou 33,55% dos votos válidos.

Já o pt, que se julga "acima do bem e do mal", "raça pura", mas que nos episódios do mensalão e assalto à petrobras, para citar apenas dois, se mostrou igual ou pior que os demais partidos, tem omitido, a sigla partidária na campanha. Na verdade, eu até tenho dúvida se é um partido, ou uma seita, uma facção, ou algo parecido. Em Juiz de Fora, aqui o pt tem várias correntes. Nesta eleição, lançou os dois veredores que possui na câmara, ao cargo de estadual, recebendo ou dois juntos, 30.650 votos. Votação insuficiente para eleger um deputado pelo partido. O eleito com menor votação do pt em Minas recebeu 46.730 votos. Na primeira eleição de Lula, o pt lançou por aqui um vereador candidato a estadual. Ancorado na onda vermelha e com apoio explícito de parte da igreja Católica, o vereador foi eleito. Quatro anos depois, na reeleição de Lula, o deputado estadual se lançou a reeleição, embora tenha tido uma atuação pífia na Assembléia. O pt local, ao invés de unir forças para a reeleição do deputado, lançou candidato um vereador, que era de uma corrente contrária ao então deputado. Resultado: os dois foram derrotados. Embora eu acredito que nessas eleições separadas, os vereadores que lançam candidatura, na verdade, estão fazendo uma campanha antecipada para o próximo pleito.
Um horror!

No projeto dos tucanos de volta ao poder, na avidez de retirar/expulsar os petistas do palácio do Planalto, fez com que o psdb de São Paulo esquecesse que na eleição de 2010 os tucanos mineiros foram acusados de abandonar a campanha "Serra presidente". Exemplo  maior de esquecimento foi a votação do atual candidato no estado paulista(44,22% a 25,82%). Por aqui, quem não se lembra da expressão "dilmasia", numa alusão/junção Anastasia estadual e Dilma federal.

O pleito eleitoral está se encaminhando para o seu final é nós sentimos, claramente, a falta de estadistas, de pessoas, candidatos (as), compromissados com o bem comum, com o coletivo. Isso nos faz ter saudades de estadista no âmbito nacional, do nível de Juscelino Kubitschek (1902-1976), Itamar Franco (1930-2011), Miguel Arraes (1916-2005), Mário Covas (1930-2001), Darcy Ribeiro (1922-1997). No estadual, Israel Pinheiro (1896-1973), Aureliano Chaves (1929-2003), Rondon Pacheco, em Minas; Negrão de Lima (1901-1981), Chagas Freitas (1914-1991), no Rio e no âmbito local, Mello Reis em Juiz de Fora, Luiz Teixeira, em Palma-MG, José Teixeira, em Recreio-MG, Abel Malafaia, em Pádua-RJ, Zezé Barbosa (1930-2011), em Campos-RJ, Roberto Silveira (1923-1961), em Niterói-RJ, e muitos outros.

Tivemos nessas eleições candidatos homofóbicos, demagogos, defensores da "erva do mal", patricinha, mas estadistas mesmo...

Porque dessa falta de estadistas?
Há quem afirme de que é ainda um resquício da ditadura militar, que assolou o país, à partir de 1964, dos terríveis anos de chumbo. Na sua implacável "caça aos comunistas", cujo maior defeito, ou perigo para a sociedade na visão deles, "comunistas comiam criancinhas", os ditadores aniquilaram, dizimaram muitas cabeças pensantes, futuros dirigentes, estadistas, com visão e projeto de futuro. O que vemos hoje são politiqueiros, com suas politicagens, com raríssimas e honrosas exceções, pensando sempre, nas próximas eleições, e raramente, nas próximas gerações.
Brasil, socorro!!!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Literatura

"Zeca Pagodinho - Deixa a vida me levar"

A vida de Zeca Pagodinho (Jessé Gomes da Silva Filho), é pautada pela música, que por sua vez em muito espelha a vida do artista. Com esse livro, novo projeto da série "Samba Book", os autores Leonardo Bruno e Jane Barboza traçam efetiva biografia musical do artista, contando fatos, causos e até anedotas da vida profissional, entremeados por histórias de bastidores que ajudam a situar, no tempo e na história, os mais de 20 álbuns de sucesso de Zeca Pagodinho, ao longo de quase 30 anos de carreira.

Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Venezuela e Uruguai)

Foi apresentada em Buenos Aires, na Argentina, a nova placa de identificação para os veículos dos países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Venezuela e Uruguai). O novo sistema entrará em vigor em 2016, quando será obrigatório para todos os veículos de transporte de mercadoria e passageiros registrados no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. Dois anos depois, será a vez dos carros de passeio.

A nova placa conta com sete caracteres, entre letras e números, além da identificação do país de origem, com nome e bandeira. Feita em tamanho único, a placa também traz o símbolo do bloco comercial e medidas de segurança para evitar clonagem.

O desenho da nova “Placa Mercosul” vai permitir até 450 milhões de combinações. O número é muito superior à atual frota dos cinco países: 110 milhões de veículos – apenas como comparação, em todo o Mercosul são cerca de  280 milhões de pessoas.

Junto com o nova placa, os países apresentaram um novo sistema de consulta regional para trocar informações sobre os seguintes dados: proprietário do veículo, número da placa, marca, modelo, tipo de veículo, número de chassi, ano de fabricação e histórico de roubo e furto.

A nova placa do Mercosul chega justamente quando o atual sistema utilizado na Argentina está se esgotando: a configuração de três letras e três números utilizado no país vizinho conta com menos de 2 milhões de combinações possíveis. No Brasil, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), até o fim de 2013 foram utilizadas 81.600.729 das 175.742.424 combinações possíveis. Ou seja, ainda há mais de 94 milhões placas disponíveis, o suficiente para 15 anos.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Literatura

“No ar: Carnaval de Juiz de Fora Meio Século de Identidade”
A obra descreve os cinquenta anos dos Desfiles Oficiais das Escolas de Samba de Juiz de Fora, além de apresentar a identidade do carnaval da cidade e a identidade das Agremiações juiz-foranas. Quatorze Escolas são citadas no livro, além dos tradicionais blocos do Beco, Domésticas de Luxo e da Banda Daki. Outro detalhe é a referência às coberturas radiofônicas de carnaval realizadas no Brasil e em Juiz de Fora, desde as primeiras transmissões de rádio até as atuais divulgações.

Escrito pela jornalista Rosiléa Archanjo de Almeida, o livro, que é inteiramente dedicado ao tema carnaval, vem acompanhado de um CD com 50 sambas de enredo clássicos do carnaval juiz-forano. A mídia foi produzida a partir de outros trabalhos fonográficos feitos na cidade. A obra foi concebida sem patrocinadores comerciais e após a venda de sua tiragem mínima será comercializada por encomenda.

Pedidos:
E-mail: rosileaarchanjo@yahoo.com.br
Cel.: (32) 8806-7845

Eleições

Deputado mais jovem exalta Câmara renovada; mais velho vai para 10º mandato

O deputado federal eleito mais novo e o mais velho a se elegerem no último dia 05 de outubro têm em comum o contato com a política por boa parte da vida, apesar dos 62 anos de diferença de idade entre si. Uldurico Junior (PTC-BA), 22 anos, diz gostar de política desde a infância e vem de uma família de políticos. Bonifácio Andrada (PSDB-MG), de 84 anos, começou como vereador de Barbacena (MG) com 22 anos.

Uldurico foi eleito em uma idade que muitos jovens mal sabem qual profissão seguir. Ele mesmo ainda não completou o ensino superior, está no terceiro ano do curso de Agronomia, que interrompeu há um ano para se dedicar à candidatura. Embora tenha nascido no DF, Uldurico Junior tem reduto eleitoral na região de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia.

Em 2015, a Câmara dos Deputados terá a maior renovação desde as eleições de 1998. Neste ano foram eleitos o maior número (198) de deputados que nunca exerceram mandato na Casa. Isto corresponde a 38,6% do total de 513 parlamentares.

Uldurico Junior
Partido: PTC
Nascimento: 30/01/1992, em Brasília (DF)
Ocupação: estudante de Agronomia
Votos em 2014: 39.904
Bens declarados ao TSE: R$ 175 mil

O pai de Uldurico, um primo e tios dele foram deputados e seu avô, governador. Sua mãe foi funcionária da Câmara dos Deputados e conheceu o pai, Uldorico Pinto (PHS-BA) quando ele foi deputado federal. O jovem parlamentar sempre esteve ligado à política. Muitos de seus familiares também começaram na vida pública por volta dos vinte anos.

Bonifácio Andrada
Partido: PSDB
Nascimento: 14/05/1930, em Barbacena (MG)
Ocupação: deputado
Votos em 2014: 83.628
Bens declarados ao TSE: R$ 9 milhões

Já o deputado mais velho, Andrada, começou sua atividade na Câmara ainda na ditadura militar e em 2015 vai iniciar seu 10º mandato na Casa. Antes de ser tornar deputado federal pela primeira vez, em 1979, ainda filiado a Arena, o parlamentar foi deputado estadual da Assembleia Legislativa de Minas Gerais por quatro ocasiões e vereador por um mandato.

Após 36 anos na Câmara, Andradinha quer a renovação do sistema eleitoral que o elegeu tantas vezes. No pleito deste ano, o parlamentar teve 83.628 votos. Para ele, o atual modelo favorece o candidato e tira a força dos partidos.

Literatura

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Eleições 2014

Dos 513 deputados federais eleitos no último domingo, 05/10, pelo menos 87 (16,95%) são parentes de outros políticos.
No Senado, quatro dos 27 senadores eleitos no domingo fazem parte de famílias tradicionais em seus estados de origem

Acre
- Gladson Cameli (PP): eleito senador, é sobrinho do ex-governador do estado Orleir Cameli
- Jéssica Sales (PMDB): eleita pela primeira vez deputada federal, é filha do prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales
- César Messias (PSB): eleito pela primeira vez deputado federal, é primo do ex-governador do Acre, Orleir Cameli
- Flaviano Melo (PMDB): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado estadual Raimundo Melo, e irmão do ex-deputado federal constituinte José de Melo.

Alagoas
- Arthur Lira (PP): reeleito deputado federal, é filho do atual senador e ex-deputado federal Benedito de Lira.
- Maurício Quintella Lessa (PR): reeleito deputado federal, é primo do ex-governador de Alagoas e atual deputado federal eleito, Ronaldo Lessa.
- Pedro Vilela (PSDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é neto do ex-senador e ex-vice governador do estado Teotônio Vilela e sobrinho do atual governador do estado, Teotônio Vilela Filho.
- João Henrique Caldas (SD): filho do deputado federal João Caldas.

Amazonas
- Atila Lins (PSD): reeleito deputado federal, é irmão do deputado estadual Belarmino Lins.
- Arthur Bisneto (PSDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio Neto.

Amapá
- Cabuçu (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é primo do senador Gilvam Borges.

Bahia
- Lúcio Vieira Lima (PMDB): reeleito deputado federal, irmão do ex-ministro, ex-deputado federal e senador eleito pela Bahia, Geddel Vieira Lima.
- Mário Negromonte Jr. (PP): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-deputado federal e ex-ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff, Mário Negromonte.
- Félix Mendonça Jr. (PDT): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal Felix de Almeida Mendonça.
- Cacá Leão (PP): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do deputado federal e vice-governador eleito, João Leão.
- Jutahy Junior (PSDB): reeleito deputado federal, é filho do ex-vice-governador da Bahia Jutahy Borges Magalhães e neto do ex-governador do Estado, Juracy Magalhães.
- Paulo Magalhães (PSD): reeleito deputado federal, é sobrinho do ex-senador Antônio Carlos Magalhães.

Ceará
- Domingos Neto (Pros): reeleito deputado federal, é filho do deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Domingos Filho, e primo do ex-vice-prefeito de Icó (CE), Fabrício Moreira.
- José Guimarães (PT): reeleito deputado federal, é irmão do ex-deputado federal e ex-presidente do PT José Genoíno.

Goiás
- Ronaldo Caiado (DEM): eleito senador, é neto do ex-senador Antônio Ramos Caiado e sobrinho do ex-senador Enival Caiado.
- Daniel Vilela (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-governador, ex-senador e atual prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela.
- Lucas Vergílio (SD): eleito pela primeira vez deputado federal, filho do deputado federal e atual candidato a vice-governador do estado, Armando Vergílio.
- Marcos Abrão Roriz (PPS): eleito pela primeira vez deputado federal, é sobrinho da senadora Lúcia Vânia.

Maranhão
- Roberto Rocha (PSB): eleito senador, é filho do ex-governador Luís Rocha.
- Sarney Filho (PV): reeleito deputado federal, é filho do senador e ex-presidente da República, José Sarney, e irmão da ex-senadora e atual governadora do estado, Roseana Sarney.
- Juscelino Filho (PRP): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-prefeito do município de Vitorino Freire, Juscelino Rezende.
- João Marcelo (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-governador e atual senador, João Alberto.

Mato Grosso
- Carlos Bezerra (PMDB): reeleito deputado federal, é marido da ex-deputada federal Teté Bezerra;
- Fábio Garcia (PSB): eleito deputado federal, é neto do ex-prefeito de Cuiabá e ex-governador Garcia Neto.

Mato Grosso do Sul
- Simone Tebet (PMDB): eleita senadora, é filha do ex-presidente do Senado e ex-governador, Ramez Tebet.

Minas Gerais
- Brunny (PTC): eleita pela primeira vez deputada federal, é esposa do deputado estadual Hélio Gomes.
- Dâmina Pereira (PMN): eleita pela primeira vez deputada federal, é mulher do ex-prefeito de Lavras Carlos Alberto Pereira;
- Raquel Muniz (PSC): eleita pela primeira vez deputada federal, é mulher do ex-deputado estadual e prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz.
- Caio Narcio (PSDB): eleito pela primeira vez deputado estadual, é filho do ex-deputado federal Narcio Rodrigues;
- Paulo Abi-Ackel (PSDB): reeleito deputado federal, é filho do ex-ministro da Justiça e ex-deputado federal, Ibrahim Abi-Ackel.
- Bilac Pinto (PR): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado da UDN mineira Olavo Bilac Pinto, que também foi ministro do Supremo Tribunal Federal.
- Newton Cardoso Junior (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do deputado federal Newton Cardoso.
- Gabriel Guimarães (PT): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal Virgílio Guimarães (PT)
- Misael Varella (DEM): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do deputado federal Lael Varella.
- Marcelo Álvaro Antônio (PRP): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-deputado federal Álvaro Antônio Teixeira.

Pará
- Elcione Barbalho (PMDB): reeleita deputada federal, é esposa do ex-senador, ex-deputado e ex-governador do estado, Jader Barbalho.
- José Priante (PMDB): reeleito deputado federal, é primo do ex-senador, ex-deputado e ex-governador do estado Jader Barbalho.
- Julia Marinho (PSC): eleita pela primeira vez deputada federal, é mulher do deputado federal Zequinha Marinho.

Paraíba
- Pedro Cunha Lima (PSDB): eleito deputado federal, é filho do senador Cássio Cunha Lima e neto do ex-vereador e prefeito de Campina Grande (PB), ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-senador e ex-governador do estado Ronaldo Cunha Lima;
- Veneziano (PMDB): eleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal Antônio Vital do Rêgo e da deputada federal Nilda Gondim e irmão do ex-deputado federal e atual senador Vital do Rêgo.
- Hugo Motta (PMDB): reeleito deputado federal, é neto do ex-deputado federal Edvaldo Motta e da ex-deputada estadual e prefeita de Patos Francisca Motta (PMDB) e filho de Nabor Wanderley, ex-prefeito de Patos e candidato a deputado estadual.
- Efraim Filho (DEM): reeleito deputado federal, é filho do ex-senador Efraim Morais.
- Wilson Filho (PTB): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal e ex-senador, Wilson Santiago.

Paraná
- Zeca Dirceu (PT): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
- Sandro Alex (PPS): reeleito deputado federal, é irmão do ex-deputado estadual e atual prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel.

Pernambuco
- Bruno Araújo (PSDB): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal Eduardo Araújo.
- Sebastião Oliveira (PR): eleito deputado federal, é primo do deputado federal Inocêncio Oliveira.
- Fernando Coelho Filho (PSB): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal e senador eleito Fernando Bezerra Coelho e sobrinho do ex-deputado federal Clementino Coelho.
- Betinho Gomes (PSDB): eleito deputado federal, é filho do prefeito de Jaboatão dos Guararapes.
- Kaio Maniçoba (PHS): eleito deputado federal, é filho da prefeita do município de Floresta (PE).

Piauí
- Rejane Dias (PT): eleita deputada federal, é mulher do senador e governo eleito, Wellington Dias.
- Rodrigo Martins (PSB): eleito deputado federal, é sobrinho do governador Wilson Martins.

Rio de Janeiro
- Clarissa Garotinho (PR): eleita pela primeira vez deputada federal, é filha do ex-governador e ex-deputado federal Anthony Garotinho.
- Leonardo Picciani (PMBD): reeleito deputado federal, é filho do deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro Jorge Picciani.
- Marco Antônio Cabral (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral.
- Felipe Bornier (PSD): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal e prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier.
- Cristiane Brasil (PTB): reeleita deputada federal, é filha do ex-deputado federal Roberto Jefferson, delator do mensalão do PT.
- Aureo (SD): reeleito deputado federal, é primo do deputado estadual Jorge Moreira Theodoro.
- Rodrigo Maia (DEM): reeleito deputado federal, é filho do ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia.
- Soraya Santos (PMDB): eleita pela primeira vez deputada federal, é mulher do deputado federal Alexandre Santos;
- Marcelo Matos (PDT): reeleito deputado federal, é irmão do prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos.

Rio Grande do Norte
- Walter Alves (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do senador licenciado e atual ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves;
- Felipe Maia (DEM): reeleito deputado federal, é filho do senador José Agripino Maia;
- Rafael Motta (Pros): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta;
- Fábio Faria (PSD): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado estadual e atual vice-governador do estado, Robinson Faria;
- Zenaide Maia (PP): eleita pela primeira vez deputada federal, é irmã do deputado federal João Maia e mulher do prefeito de São Gonçalo do Amarante, Francisco Cláudio Pinto Pinho;
- Betinho Segundo (PP): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do deputado federal Betinho Rosado.

Rio Grande do Sul
- Luiz Carlos Busato (PTB): reeleito deputado federal, é filho do ex-prefeito de Canoas Luiz Jeronymo Busato.
- Nelson Marchezan Júnior (PSDB): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Nelson Marchezan.
- Márcio Biolchi (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-deputado estadual Osvaldo Biolchi.
- Covatti Filho (PP): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-deputado federal Vilson Covatti e filho da deputada estadual reeleita Silvana.

Rondônia
- Marinha Raupp (PMDB): reeleita deputada federal, é mulher do senador Valdir Raupp.

Santa Catarina
- Cesar Souza Jr. (PSD): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-deputado federal Cesar Souza.
- Celso Maldaner (PMDB): reeleito deputado federal, é irmão do senador Casildo Maldaner.

São Paulo
- Bruno Covas (PSDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-governador Mário Covas;
- Baleia Rossi (PMDB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi.
- Bruna Furlan (PSDB): reeleita deputada federal, é filha do ex-prefeito de Barueri e ex-deputado federal Rubens Furlan;
- Carlos Zarattini (PT): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal Ricardo Zarattini Filho.
- Ricardo Izar (PSD): reeleito deputado federal, é filho do ex-deputado federal falecido, Ricardo Izar (PTB).
- Nilto Tatto (PT): eleito pela primeira vez deputado federal, é irmão do ex-deputado federal, Jilmar Tatto.

Sergipe
- Valadares Filho (PSB): reeleito deputado federal, é filho do senador Antônio Carlos Valadares.
- Fábio Mitidieri (PSD): eleito pela primeira vez deputado federal, é irmão do deputado estadual Luiz Antônio Mitidieri.

Tocantins
- Professora Dorinha (DEM): reeleita deputada federal, é esposa do ex-vereador de Palmas, Fernando Rezende.
- Dulce Miranda (PMDB): eleita pela primeira vez deputada federal, é esposa do governador eleito Marcelo Miranda.
- Vicentinho Junior (PSB): eleito pela primeira vez deputado federal, é filho do senador Vicentinho Alves.
- Irajá Abreu (PSD): reeleito deputado federal, é filho da senadora Kátia Abreu (PMDB).

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Literatura

“No ar: carnaval de Juiz de Fora – Meio século de identidade”
Quinta-feira, 09/10, no Museu do Crédito Real de Juiz de Fora, a jornalista Rosiléa Archanjo de Almeida lança o livro “No ar: carnaval de Juiz de Fora – Meio século de identidade”. Junto da obra está um CD com 50 sambas enredo das escolas de samba da cidade.

Na mesma solenidade, em parceria com o Instituto Cultura do Samba, serão entregues comendas e prestadas homenagens a personalidades que valorizam o carnaval de Juiz de Fora, entre os homenageados, estão José Carlos Passos (Zé Kodak), Armando Aguiar (Mamão) e César Romero.

"Colcha de Retalhos - História e Memórias"
A escritora de Rio Pomba, Zélia Bomtempo, vai lançar o seu terceiro livro "Colcha de Retalhos - História e Memórias". O lançamento será no sábado, 11/10, às 19 horas, na Biblioteca Municipal Poeta Péricles de Queiroz, av. Dr José Neves, 260, centro de Rio Pomba.

sábado, 4 de outubro de 2014

Fundação Cristiano Varella

Patrono
A Fundação Cristiano Varella (FCV) tem como patrono o filho do Deputado Federal Lael Vieira Varella e Maria da Glória Ferrreira Varella. Cristiano Varella é irmão mais novo de Misael Artur Ferreira Varella, Lael Vieira Varella Filho e Luciano Ferreira Varella.
Em 03 de outubro de 1994, aos 22 anos, sofreu um trágico acidente automobilístico na BR-116, em Muriaé, deixando uma saudade inesquecível.
Todo o seu patrimônio, formado por doação - feita por seus pais quando Cristiano tinha quatro anos - e por aquisição pessoal, foi destinado à edificação, onde sua memória é perpetuada como uma continuidade ao trabalho social que sempre desenvolveu, em vida.

Biografia
Nascido em 04 de setembro de 1972, na cidade de Muriaé (MG), Cristiano Varella estudou no Jardim de Infância Dr. Antônio Canêdo, passando em seguida pela Escola Estadual Dr. Silveira Brum, Escola São Paulo e Centro Educacional de Muriaé. Posteriormente passou pelo Colégio Marista São José e Colégio Impacto, ambos no Rio de Janeiro, e por fim, concluindo o curso universitário de Administrador de Empresas, na Faculdade de Administração de Empresas de Governador Valadares.
Como empresário, foi diretor e sócio quotista das empresas Lael Varella, iniciando suas atividades empresariais já aos dezoito anos, quando assumiu a direção das empresas COVEPE - Comércio de Veículos Pesados de Governador Valadares - MG e Agropecuária Fazenda Aroeira, também naquele Município.
Com a sua maneira extrovertida de viver e um profundo senso de relacionamento humano, ampliava e cultivava a cada dia o seu círculo de amizades.
Como desportista, fundou a Equipe Laglória de Hipismo, hoje dirigida por seu irmão Luciano Ferreira Varella, onde são realizadas provas de Salto Clássico, Hipismo Rural, Adestramento, Provas Funcionais e Polo.
Além do Hipismo, praticava outros esportes como Jetski e ginástica, procurando sempre uma melhor forma física para as suas atividades sociais e empresariais.
No hipismo, esporte que dedicava a sua maior atenção, conquistou vários torneios e campeonatos estaduais e nacionais, dos quais destacamos o de "Campeão Brasileiro de Provas Funcionais", pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador, no ano de 1987.
Fonte: www.fcv.org.br

Literatura

 “A Fonte Nova – A saga, as histórias e o renascimento do estádio mais emblemático do Brasil”

A obra reproduz com detalhes o equipamento que foi reconstruído em padrões internacionais para a Copa do Mundo 2014 e como legado para a população baiana.

Todo o relato é assinado pelo arquiteto Marc Duwe, responsável pelo projeto arquitetônico da Arena. As 155 páginas do livro, lançado pela bb eDITORA, reúnem depoimentos, curiosidades, fotografias e plantas de instalação do estádio.

O estádio da Fonte Nova foi palco de três jogos da Copa das Confederações em 2013 e seis da Copa do Mundo em 2014. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Edson Arantes do Nascimento

Aposentadoria de Pelé no Santos completa 40 anos: 
Relembre 10 ídolos do clube pós-Rei
Craques como Robinho, Giovanni, Serginho Chulapa e Neymar ajudaram o Santos a manter sua fama mesmo com o Rei pendurando as chuteiras.

Dia 02 de outubro de 1974, há exatos 40 anos, o maior jogador de futebol de todos os tempos fazia sua última partida oficial com a camisa do Santos. Na vitória por 2 a 0 diante da Ponte Preta, Pelé escreveu seu último capítulo como profissional da equipe de Vila Belmiro. Hoje, quatro décadas depois, muitos já vestiram a camisa do Peixe, mas pouquíssimos trouxeram as mesmas alegrias ao torcedor praiano como Edson Arantes do Nascimento.
Listamos dez desses craques, mostrando que houve e ainda há vida pós-Rei:

Carlos Alberto Torres e sua parceria com o Rei;
Rodolfo Rodriguez e sua sequência inesquecível de defesas;
Serginho Chulapa e o eterno gol isolado do Paulistão de 84;
Giovanni e as alegrias dos anos 1990;
Paulinho McLaren e a artilharia do Brasileirão de 91;
o trio formado por Elano, Diego e Robinho;
o multicampeão Léo e o talentoso e mágico Neymar são os exemplos de que o Santos conseguiu, mesmo que com muito esforço, seguir forte e conquistando título mesmo após a aposentadoria de Pelé .

Pelé havia anunciado que aquele seria seu último ano de futebol e cogitava várias formas de sua despedida.  Porém, O Rei do Futebol teve uma despedida simples.

Num jogo comum, do primeiro turno do Campeonato Paulista de 1974.  Transcorria o jogo, 2-0 para Santos contra a Ponte Preta, e Pelé  ajoelha-se no circulo central, cumprimenta o público e após saudação de seus companheiros e adversários, dá uma volta olímpica.

Terminava ali sua carreira pelo clube que defendeu de 1956 a 1974, com diversos títulos e incontáveis gols.
Pelo Santos, fez 1114 jogos e 1091 gols.
Pelo clube da Vila Bemiro foi artilheiro do Campeonato Paulista nos seguintes anos:
1957 – Santos (20 gols),
1958 Santos (58 gols) – Recorde da Competição,
1959- Santos (45 gols),
1960 – Santos (34 gols),
1961 – Santos (47 gols),
1962 – Santos (37 gols),
1963 – Santos (22 gols),
1964 – Santos (34 gols),
1965 – Santos (49 gols),
1968 – Santos (26 gols),
1973 – Santos (11 gols).

Conquistou os seguintes títulos pelo Santos:
Copa Intercontinental de clubes 1952 e 1963;
Taça Libertadores da América: 1962 e 1963;
Recopa-Sulamericana 1968;
Recopa dos Campeões Intercontinentais 1968;
Taça Brasil: 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965;(equivalente a Copa do Brasil)
Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1968; (equivalente ao Campeonato Brasileiro)
Torneio Rio-São Paulo: 1959,1963,1964,1966; (disputado pelos maiores clubes do país da época)
Campeonato Paulista: 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1973;

JOGO DE DESPEDIDA

SANTOS  2 x 0 PONTE PRETA

Data: 02/10/1974.
Campeonato Paulista de 1974 (primeiro turno).
Árbitro: Emídio Marquez Mesquita.
Gols: Cláudio Adão 30′ do primeiro tempo e Geraldo contra 11′ do segundo tempo.

SANTOS: Cejas, Wilsom, Vicente, Bianque e Zé Carlos. Léo e Brecha. Cláudio Adão, Da Silva, Pelé (Gilson) e Edú. Técnico Elba de Pádua Lima – TIM.

Observação: Clodoaldo, Márinho Peres  e  Carlos Alberto Torres (todos companheiros da Seleção) estavam contundidos e não participaram da partida.  Apenas Edu remanescente das grandes conquistas estava em campo.

PONTE PRETA: Carlos; Geraldo, Oscar, Zé Luiz e Walter; Serelepe e Serginho; Adílson, Waldomiro, Waltinho (Brasília) e Tuta.

*OBS: Pelé, na sua despedida do futebol, jogou uma partida amistosa entre New York Cosmos e Santos, atuando um tempo em casa equipe, mas o jogo não se tratava de um duelo oficial

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Literatura

 “Noiva Mecânica - Crônicas Ligeiras Sobre Rodas”
A publicação é uma coletânea de crônicas publicadas, semanalmente, nos últimos anos, em diversos jornais, que tratam, principalmente, da paixão que o brasileiro devota ao automóvel. Muito longe da rebimboca da parafuseta, fica a oficina de Boris Feldman. Uma oficina elegante, onde os mecânicos ouvem música clássica e bebem limonada on the rocks. Esta Noiva Mecânica foi convidada para subir ao altar há, pelo menos, 30 anos. Agora, desposada, quem vai passar a noite de núpcias com esta beleza são os leitores. Os mesmos leitores, também espectadores, ouvintes e internautas de todo o país, no rádio, na TV, no jornal e na internet. Estas ligeiras crônicas sobre rodas são, além de simples e esclarecedoras, éticas. “Éticas???”, pergunta um motorista que passa com o vidro aberto, braço do lado de fora da janela. Sim, afinal, o trânsito hoje é, basicamente, uma questão de educação e ética. Jogue a primeira pedra (ou dê a primeira buzinada) quem nunca carregou criança sem cinto de segurança, fez conversão ilegal, parou em cima da faixa, em fila dupla... só para começar. E jogue a segunda quem conhece os segredos de um capô aberto, os mistérios do efeito do combustível certo no motor... Bem, enquanto a caravana passa, a tecnologia voa. E carro não é avião. Mas, hoje em dia, pouca gente sabe disso.
FONTE: www.uai.com.br

Futebol

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Literatura

"O Rádio era tão romântico"

A ideia de escrever O Rádio era tão romântico surgiu após uma reunião de rotina em uma emissora carioca onde o autor, Ruy Jobim, ocupava o cargo de coordenador de emissora. As propostas dos diretores eram absurdas e nada fazia sentido. Ao final da reunião Ruy Jobim desabafou em um sussurro “O Rádio era tão Romântico”.

Mobilidade em Juiz de Fora

A Prefeitura de Juiz de Fora, através da Secretaria de Obras, apresentou o cronograma de execução de uma obra, ponte da Antonio Lagrotta, projetada pela administração anterior, apresentou um novo projeto, para, se não solucionar, pelo menos, amenizar as dificuldades no acesso ao bairro de Santa Luzia e região e está executando a construção de uma nova ponte, com os velhos problemas, no bairro Jardim Esperança.

01 - Ponte da Antonio Lagrotta

A ponte da rua Antonio Lagrotta terá três pistas de rolamento, no sentido bairro/centro, o que vai facilitar quem se desloca do Bairu, Manoel Honório e região, com destino ao centro e precisa alcançar a margem direita do Rio Paraibuna. Vai ser uma opção de retorno para quem desloca no sentido centro/bairro, sem precisar ir até a ponte do bairro Manoel Honório. A previsão de conclusão é para o primeiro trimestre de 2015


02 - Binário da rua Dom Viçoso

A região Sul de Juiz de Fora vai ter, de acordo com o projeto apresentado à imprensa pela PJF, um novo sistema binário, previsto para ser executado em 2015. De acordo com o projeto, que precisa ser avaliado pela câmara de vereadores, a rua Dom Silvério terá mão única sentido centro/bairros, até o seminário Santo Antônio, que será ponto de referência, para a abertura de uma nova rua no sentido contrário, bairro/centro. A nova via vai utilizar áreas de terreno da Igreja Católica e da empresa Cofercil, ligando a rua Dom Silvério com a rua Belmiro Braga e alcançando a avenida Rio Branco. 

Alguns ajustes precisarão ser feitos para a execução da obra:
- A indicação de um novo local para a realização da feira que acontece na rua Belmiro Braga;
- A permuta com a Cúria, de um terreno da PJF na região de Santa Cruz, local em que a Diocese tem projeto de erguer uma igreja em homenagem ao Papa João Paulo II, o que não deverá ser problema, devido ao espírito comunitário do bispo, Dom Gil Antonio Moreira.
- Uma autorização para que os proprietários da Cofercil possam construir na área remanescente, um número maior de apartamentos.


03 - Ponte do bairro Jardim Esperança

A ponte anterior, com passagem para um só veículo, foi removida, tendo em vista que a mesma provocava a retenção das águas e a consequente enchente nas proximidades. No período que antecedeu a construção da "nova ponte" criou-se uma expectativa de que a administração atual teria a CORAGEM de retirar os hidrômetros da CESAMA, instalados em muro sobre o passeio, realocá-los em local apropriado e construir uma nova ponte com pista dupla e passeio para pedestre nas duas extremidades, atendendo a coletividade. Mas pelo que se observa nas fotos do portal da PJF e também no local da obra, LAMENTAVELMENTE, nada disso vai acontecer. 

Na administração tucana um passeio para pedestre foi construído, mas para não "incomodar" os invasores da via com os hidrômetros, e por consequência, não perder votos nas eleições seguintes, o novo passeio foi construído avançando sobre a via. Pelo visto, a preocupação com a perda de votos não deu certo. 

Cabe aqui ressaltar que a atual administração concluiu duas importantes ligações entre bairros.
- Uma via urbana ligando os bairros Vila Ideal e Guaruá/Bom Pastor e a outra, Santa Cecília/Estrela Sul, embora sejam ações ainda tímidas para uma cidade da importância de Juiz de Fora..


CONSIDERAÇÕES

O atual prefeito, pela conduta e por ser jovem, está tendo a oportunidade de realizar uma grande administração em Juiz de Fora, carente desde a administração Melo Reis (1977-1082), missão que o ex-prefeito Custódio Mattos tentou mas não conseguiu, já que assumia a prefeitura sempre depois da catástrofe. Embora, em nome da famigerada governabilidade, colocou em seu governo (em todos os escalões) remanescentes de desastradas "administrações" anteriores, algumas que envergonharam nossa população de bem, o que compromete o bom andamento do serviço público. Mas passada as eleições próximas, a sociedade de bem dessa cidade aguarda que o prefeito faça as mudanças necessárias.

Nos próximos artigos vou escrever sobre:
- As "obras" realizadas e as "projetadas", no estádio municipal, inclusive, o INADMISSÍVEL projeto de colocar as novas cabines de rádio junto aos torcedores, contudo, sem solucionar a falta de estacionamento, principalmente para a imprensa visitante, próximo, junto às cabines, o que causa uma má impressão nos nossos visitantes;
- O Restaurante Popular, embora sirva refeição de qualidade, falta espaço e tem filas cansativas e intermináveis;
- O comércio "ambulante" e a falta de CORAGEM para se criar um camelódromo;
- A necessidade e importância de construir novos acessos a Juiz de Fora e melhorar os atuais, sem utilizar a área central da cidade, a saber:
- Anel viário sul ligando a BR 267 com a BR 040;
- Ligação da avenida presidente João Goulart, no Graminha com a BR 267, no antigo trecho da estrada União Indústria,
- Ligação do bairro Graminha com a União Indústria, próximo ao bairro Usina Quatro;
- Duplicação da alameda Ilva Melo Reis (morro da boiada), entre os bairros Jardim Esperança e Santo Antonio;
- Construção/asfaltamento da avenida vereador Raimundo Hargreaves, ligando o bairro Francisco Bernardino com a BR 040, passando pelos bairros Pedra Bonita e Vale dos Lírios, o que facilitará o acesso de ônibus interestaduais da BR 040 para a rodoviária,
- Asfaltamento da via que liga o bairro Monte Castelo com a Cidade Alta.
- O estado de abandono em que se encontra o centro da cidade, principalmente no triângulo compreendido entre Rio Branco, Getúlio Vargas e Independência. É dispensável informar de que os problemas dos bairros existem e precisam ser atacados, mas são problemas inerentes a quem reside naquela região, mas os problemas da área central são inerentes a todos, independente de que região o cidadão proceda.
- Duplicação do túnel e construção de uma nova ponte sobre o rio Paraibuna, no bairro Retiro. Área federal (de competência do DNIT), embora faça parte do perímetro urbano, com seus moradores pagando IPTU, mas que não cabe ao povo buscar a solução, e sim, o poder executivo municipal.

Cabe aqui ressaltar que a velha desculpa de que a prefeitura não tem dinheiro não  é mais aceitável. Quem não tem dinheiro é o trabalhador, invariavelmente, sem salário compatível. Se a prefeitura não tem o que eu não acredito, tem meios e caminhos para buscar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Literatura

"Mas Será o Benedito?"

Dizem que a língua portuguesa não é das mais fáceis de se aprender: os sons nasais são difíceis, a conjugação dos verbos, complicada e a gramática, então, nem se fala. Agora, pior que isso é tentar explicar que quando falamos “afogar o ganso” não queremos dizer que vamos pegar o bicho e matá-lo colocando-o debaixo d’água, mas sim que... bom, melhor parar por aqui. (Deixemos o conteúdo censurado para a parte de dentro do livro). Mas, fica a pergunta: de onde veio tudo isso? Qual é a origem de cada provérbio, expressão e dito popular? Mario Prata tem a resposta! Se são verdadeiras ou não, pouco importa. Afinal, nada como uma boa história pra boi dormir, não é?! 

Ferrovia Vitória a Minas

Vale dá início à operação do novo trem de passageiros da ferrovia Vitória a Minas
Na terça-feira, 05 de agosto, a Vale deu início à operação do novo trem de passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Única empresa do país a oferecer, diariamente, o transporte ferroviário de passageiros em longa distância, a mineradora anunciou, no início deste ano, um investimento de mais de US$ 135 milhões para renovar a frota das suas duas ferrovias, a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e a Estrada de Ferro Carajás (EFC) - essa última que liga o Maranhão ao Pará. Desse montante, US$ 80,2 milhões foram destinados à compra dos carros que começaram a operar no mês passado, Vitória a Minas.

Fabricados na Romênia, os vagões, que desembarcaram em Vitória (ES) entre dezembro de 2013 e maio deste ano, obedecem a padrões europeus de qualidade. Na Vitória a Minas são, ao todo, 56 novos carros, sendo 10 executivos e 30 econômicos. Já para a EFC, foram adquiridos 39 carros, dos quais seis serão executivos e 21 econômicos. Ainda como parte do investimento, também foram comprados novos carros restaurante, lanchonete, gerador e cadeirante (destinado a pessoas com dificuldade de locomoção) para ambas as ferrovias.

Vitória a Minas
Cada carro executivo da EFVM tem capacidade para transportar 57 passageiros. Já nos econômicos, há 75 lugares. Em ambas as classes os carros são climatizados e contam com tomadas elétricas individuais nas poltronas para possibilitar o carregamento de equipamentos eletrônicos, como notebooks e telefones celulares.

Mais modernos, os banheiros receberam novo layout e tecnologias voltadas a priorizar o uso sustentável dos recursos naturais, como a substituição do papel toalha por ar quente para a secagem das mãos. O sistema de descarga é a vácuo, semelhante ao utilizado na indústria da aviação, o que reduz o consumo de água. Os novos carros também são equipados com monitores de vídeo para oferecer uma opção de entretenimento aos passageiros durante a viagem. Além disso, toda a composição conta com detector de fumaça, aumentando a segurança dos usuários.

Os carros da classe executiva contam com sistema de som e iluminação individualizados para dar maior conforto e comodidade aos viajantes. Outro diferencial são as poltronas, mais confortáveis. As novidades contemplam também os carros-restaurante e cadeirante. O primeiro possui 72 lugares, o que representa um acréscimo de 56% em relação às composições que operam atualmente.

Segurança e conforto
O investimento contemplou um novo sistema de abertura e fechamento das portas externas, bem como as localizadas entre um carro e outro, que é automático. A travessia entre os carros também mereceu melhorias e ficará ainda mais segura e confortável. Isso porque a conexão entre os vagões passa a ser vedada por um sistema de plástico emborrachado.

Os novos carros de passageiros contam ainda com displays externos e internos, que exibem informações gerais sobre a viagem. Dados como destino e trajeto do trem, número dos carros, estações e paradas de embarque e de desembarque, entre outros, são algumas das orientações voltadas a facilitar ainda mais a viagem.

Vitória a Minas
664 km de percurso completo
30 pontos de embarque e desembarque
42 municípios atendidos

Estrada de Ferro Carajás 
Novos vagões começam a circular em 2015
A nova frota da Estrada de Ferro Carajás entra em operação em 2015. A linha férrea, que liga São Luís (MA) a Parauapebas (PA) receberá 39 novos carros, sendo 6 executivos e 21 econômicos, além de vagões especiais e de apoio. O investimento para a renovação da frota da EFC foi de US$ 55,6 milhões.

O trem parte de São Luís às segundas, quintas-feiras e sábados, às 8h. Às terças, sextas-feiras e domingos, realiza o percurso de volta partindo do sudeste do Pará. Não há viagem às quartas-feiras. O percurso dura 16 horas.
Fonte: www.vale.com.br

Literatura

"Palmeiras, um Caso de Amor"
O leitor pode até não se lembrar, mas o Palmeiras vestiu a camisa da seleção brasileira e deu de três no Uruguai. E convém sempre recordar (principalmente aos corintianos que em 1951 o Palmeiras já era campeão do mundo, jogando a final contra a Juventus, da Itália. E, como se não bastasse, um romance entre uma palmeirense e um corintiano, escrito pelo mineiro Mario Prata (Mario Alberto Campos de Morais Prata, nascido em Uberaba, em 11 de fevereiro de 1946), declarado torcedor do Uberaba Sport e do Clube Atlético Linense, o Elefante da Noroeste, da cidade paulista de Lins, para a qual o autor se mudou ainda  criança.
.
Quando convidado para fazer parte do time “Camisa 13″, sobre as melhores equipes do Brasil, o autor pensou que iria escrever sobre o Linense. Por que o Palmeiras? Porque foi lá de Lins que vieram três craques para o Verdão. O primeiro, o Américo Murolo. Depois, o Cardozinho, um ponta baixinho. E, finalmente, seu amigo de peladas, o Leivinha, que assina a orelha do livro. Morando entre São Paulo e Florianópolis, onde é simpatizante do Figueirense. E, em São Paulo, é Palmeirense, tendo um filho corintiano (Antonio) e outro palmeirense (Pedro). Já a filha Maria prefere a moda ao futebol.

domingo, 21 de setembro de 2014

21 de setembro

por Boanerges Silva Filho*

Creio que os presado radialistas e comunicadores, já devem conhecer esse histórico sobre o dia do Radialista, Durante muito tempo o Dia do Rádio, ou da Radiodifusão, e o Dia do Radialista foram comemorados juntamente, em 21 de Setembro que é também o Dia da Árvore. A celebração teve início em 1945, quando um decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas fixou os níveis mínimos de salário dos trabalhadores em empresas de radiodifusão.

Nos anos 80, por ocasião do IV Congresso Brasileiro de Radiodifusão, realizado na Bahia, os proprietários de Emissoras decidiram estabelecer uma data para comemorar em separado O Dia da Radiodifusão. Escolheram 25 de Setembro, pois nesse dia nasceu Roquette-Pinto. 
Edgard Roquette-Pinto, médico, antropólogo e professor, nascido em 1.884, fundou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1.923. 
Dessa forma, passamos a comemorar em 21 de Setembro o Dia do Radialista e em 25 desse mês o Dia do Rádio, ou da Radiodifusão.

Mais recentemente, em decreto assinado pelo Presidente Lula, foi instituído no calendário de efemérides nacionais o Dia do Radialista a ser comemorado em 7 de Novembro, data de nascimento do compositor, músico e radialista Ary Barroso.
Costumes não se criam por decreto e em razão disso continuo recebendo e enviando cumprimentos na data original da qual todos os radialistas gostam: 21 de Setembro.

Na verdade, a Radiodifusão é de importância imensurável. E o homem de Rádio que leva a sério a sua profissão, que nela crê e a ela se dedica, presta um serviço de inestimável valor à coletividade e faz jus a essas comemorações.

Seja na informação precisa e imediata, seja no aviso de utilidade pública, seja no lazer proporcionado pelos programas que divertem e deleitam, seja na orientação dada, na cultura difundida, na transmissão dos eventos esportivos, seja nas mensagens de paz e amor e fraternidade, o profissional de Rádio presta um grande serviço à nação.

E não são apenas os locutores, os comentaristas, os noticiaristas, os repórteres, aqueles apresentadores que vocês ouvem, que desempenham papel importante na Radiodifusão. Há todo um exército de pessoas cujos nomes vocês nem conhecem, cuja voz vocês nunca escutam e que estão dia e noite, domingos e feriados, trabalhando para que a Emissora possa fazer suas transmissões. São os proprietários e diretores das empresas de radiodifusão, os técnicos, os operadores, o pessoal da área artística, os redatores e produtores, os integrantes do setor comercial e da administração, muita gente mais, compondo uma colmeia que não pára, que trabalha, produz e realiza, fazendo-se merecedora de admiração e respeito.

No dia 21 saudamos os radialistas. No dia 25 homenageamos os radiodifusores, os proprietários de Emissoras. É muito grande a sua luta, são enormes os investimentos necessários, não é fácil a seleção de profissionais, são preocupantes as despesas enormes que se repetem todos os meses.
Com tantos compromissos, não foram poucos os que desistiram 
no meio da jornada.

Recebam nosso abraço, heróicos radialistas e radiodifusores.
Recebam a nossa homenagem e os nossos votos de sucesso.

*Boanerges Silva Filho é radialista
(Santos-SP)

Literatura

"Olimpíadas – a história completa dos jogos de 1896 a 2014" 


Escrito por Orlando Duarte, jornalista com mais de 60 anos de carreira que conta com a cobertura de 10 eventos olímpicos no currículo. Comercializada no mercado editorial pela Abook e patrocinada pelo Grupo Notre Dame Intermédica, a obra conta com 216 páginas.

O livro relaciona o ambiente olímpico com processos de mudanças enfrentados pelas sociedades, destacando os fatos importantes das Olimpíadas, não só com resultado das competições, mas a contribuição para as mudanças sociais no mundo, como: as mulheres terem conquistado a sua merecida posição, os negros serem integrados e respeitados e os esportistas com necessidades especiais que conquistaram uma competição própria.

O livro traz histórias marcantes e a ficha técnica de cada edição com: países participantes, modalidades, atletas participantes, selo comemorativo, atleta de destaque, as datas de início e término, quadro de medalhas e o registro sobre a participação do Brasil.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Hino a Guarani

História
O Hino foi composto em novembro de 1916, a pedido do professor Henrique Delvaux, sendo cantado publicamente pela primeira vez em 25 de março de 1917, na festa de inauguração da ponte metálica sobre o Rio Pomba.
Letra: Antônio de Abreu Sobrinho
Música: Sebastião Delvaux Pinto Coelho

Hino
Tomado do mais belo sentimento
de justa e proveitosa coesão,
prossegue Guarani sem desalento
na linha que lhe aponta a evolução.

Refrão
Avante, Guarani! Em letras de ouro
refulgirá teu nome na História
e por norma será dado ao vindouro
eternizando assim a tua glória, a tua glória!

Caminha triunfal, firme progride,
levado pelo próprio gênio audaz,
e não suspende, nem termina a lide,
quanto mais forte mais impulso traz.

Sustenta com ardor inigulado,
à sombra protetora da harmonia,
o trabalho fecundo e sublimado
lutar pelo progresso dia a dia.
Fonte: www.guarani.mg.gov.br

Literatura

“Jogo do Senta: a verdadeira origem do chororô”
Em 10 de setembro de 1944, o clássico Botafogo x Flamengo, disputado pelo campeonato Carioca, em General Severiano, não acabou. Após sofrer o quinto gol, do atacante alvinegro Geninho, jogadores do Flamengo protestaram contra a marcação do tento pelo árbitro Aristide “Mossoró” Figueira, se sentando em campo. A bola não teria entrado, segundo os rubro-negros. O Flamengo, que seria tricampeão carioca naquele ano, recorreu ao Tribunal de Penas da Federação Carioca, mas o resultado do campo (5 a 2) foi mantido. O jornalista Paulo Cézar Guimarães relata esses fatos em sua obra, após 70 anos do ocorrido. Torcedor alvinegro, Guimarães lembra que torcedores do Bota provocaram os atletas rubro-negros, gritando: “Senta para não apanhar de mais”. E afirma que a atitude dos jogador do Flamengo foi uma ordem de dirigentes rubro-negros.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Vicente José de Abreu (1946-2014)

Missas
A família de Vicente José de Abreu, o Vicente da Renavi, convida parentes e amigos para as missas em intenção de sua alma, nesta sexta-feira, 19/09, às 19 horas na igreja da Glória, em Juiz de Fora-MG e no sábado, 20/09, às 19 horas, na igreja matriz de Ewbank da Câmara-MG.

Vicente José de Abreu nasceu em Ewbank da Câmara-MG, em 08 de janeiro de 1946. Filho de José Alvino de Abreu e Maria Augusta de Abreu, era empresário de ramo de artigos esportivos (Renavi Sports), torcedor do Flamengo, o Vicente da Renavi, como carinhosamente era conhecido, era casado com a sra Regina, pai da Natália e do Vinícius. Vicente faleceu em Juiz de Fora, no sábado, 13 de setembro, sendo sepultado no cemitério de Ewbank da Câmara.

Literatura

"Schifaizfavoire: Dicionário de Português"
Escrito pelo mineiro Mário Prata e publicado em 1994, o livro aborda as diferenças linguísticas entre o português do Brasil e o português de Portugal e que vão muito além da língua. A obra, retrata com ironia o que diferencia em termos a língua que os dois países tem em comum.

Este livro, que reúne  600 verbetes em ordem alfabética, foi escrito com base na vivência solitária do autor em Lisboa por dois anos. Algumas diferenças: Linguado no Brasil é um peixe, em Portugal, linguado é beijo de língua.

No Brasil se está num restaurante e diz "estou apertado”, a primeira opção é perguntar ao garçom onde é o banheiro. Em Portugal o garçom vai indicar a praia mais próxima. É na prais é que tem banheiro, ou seja, salva-vidas...

Ponte do bairro Jardim Esperança

Eleição não é santa não, mas faz milagre
Mesmo, às vezes, sendo um milagre parcial
A ponte anterior, com passagem para um só veículo, foi removida, tendo em vista que a mesma provocava a retenção das águas e a consequente enchente nas proximidades. Não precisa ser doutor no assunto para saber que se o poder público municipal assumir sua responsabilidade e realizar a dragagem de todo o córrego, resolve a questão das eschentes.

No período que antecedeu a construção da "nova ponte" criou-se uma expectativa de que a administração atual teria a CORAGEM de retirar os hidrômetros da CESAMA, instalados por alguns moradores no muro sobre o passeio, realocá-los em local apropriado e construir uma nova ponte com pista dupla e passeio para pedestre nas duas extremidades, atendendo a coletividade.

Mas pelo que se observa na foto, retirada do portal da PJF e também no local da obra, LAMENTAVELMENTE, nada disso vai acontecer. Tem até suspeita de candidado se apossando, como o responsável, ou seria irresponsável? tentando se beneficiar, angariar voto pelo "feito", certamente, sem o conhecimento do prefeito.

Na administração tucana um passeio para pedestre foi construido, mas para não "incomodar" os invasores da via com os hidrômetros, e por consequência, não perder votos nas eleições seguintes, o novo passeio foi construído avançando sobre a via. Pelo visto, a preocupação tucana com a perda de votos não deu certo.

Literatura

"Mussum Forévis - Samba, Mé e Trapalhões"
Cacildis! Tudo o que você queria saber sobre o Mussum finalmente saiu da pindureta. Do mé aos Trapalhões, do morro à Mangueira.
Antonio Carlos de Bernardes Gomes, o Mussum, é um dos mais amados humoristas brasileiros. Pela primeira vez a trajetória do homem por trás do personagem é contada com rigor histórico, por Juliano Barreto, da origem humilde no morro até a consagração como artista milionário. Antes da fama na televisão, Mussum fez parcerias com astros como Elis Regina, Jair Rodrigues, Jorge Ben e Martinho da Vila. Como trapalhão, bateu recordes de bilheteria com 28 filmes e conquistou uma audiência que chegou a 80% dos televisores ligados no país. No meio de tudo isso, ainda teve tempo de fazer sucesso no México, ser campeão do carnaval com a Mangueira e tomar suco de cevadis com Garrincha, Baden Powell, Cartola e Zeca Pagodinho, entre outros grandes embaixadores.
Duas décadas após a sua morte, a popularidade do estilo de Mussum, baseado em muito samba, mé e bom-humor, segue em alta, descoberta com entusiasmo pelas novas gerações e recordada com carinho por aqueles que eram hipnotizados pelos Trapalhões nas noites de domingo. O que nem os vídeos da internet nem as lembranças da infância alcançam estão nesta biografia imperdíveis.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Gente que faz...

Manoel Jorge de Castro nasceu em Santos Dumont-MG, em 30 de maio de 1944.
Filho de José Honório de Castro e Júlia Ferreira de Castro, casado com Maria Helena Reis de Castro, pai de três filhos (duas moças e um rapaz) e avô de cinco netos. Aposentado da CBCC (antiga Companhia Brasileira de Carbureto de Cálcio, hoje, Dow Corning), empresa na qual sempre conciliou suas atividades com a de locutor na Rádio Cultura. Torcedor do Flamengo, sr Jorge é primo do radialista Antonio de Castro, que hoje vive no bairro Monte Castelo, em Juiz de Fora. É contemporâneo de grandes nomes que estão ou que passaram pela Rádio Cultura, Itamar Vidal, Halmalo Silva, Jurandir Borges, Sebastião Chagas/Barranco (1955/2010), Adão César (1951-2011) e Gilberto Freire (1944-1994).  No rádio teve várias funções: Locutor apresentador, noticiarista, gerente. Jorge de Castro, do alto dos seus 70 anos, é um defensor do rádio, em especial, o rádio AM.

Literatura

“A Síndrome da Alienação Parental”

Escrito pela psicóloga Sandra Maria Baccara Araújo, o livro retrata, com riqueza de detalhes, o que é a alineação parental. De acordo com a obra, é um artifício utilizado por um genitor para coibir o direito à convivência familiar do outro genitor, normalmente o não guardião, tendo o objetivo de fazer com que este não exerça a sua autoridade  parental, centralmente quanto ao dever de criação e educação, mas não abrindo mão da assistência financeira ou da pensão alimentícia, quando for o caso.
A autora  é filha do saudoso João Theodósio Araújo (Joaninho), que presidiu a Associação dos Cegos, em Juiz de Fora-MG.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A dança das cadeiras...

Patricia Poeta deixa "JN" e provoca mudanças no jornalismo da Globo

Em novembro, o "Jornal Nacional" não terá mais a jornalista Patricia Poeta na bancada. A saída de Patrícia é motivada por novos projetos e, assim como sua antecessora, Fátima Bernardes, ela vai migrar para o entretenimento. As mudanças divulgadas pela Globo nesta segunda-feira, 15/09, atingem outras duas profissionais da casa: Renata Vasconcellos e Poliana Abritta.

Há quase três anos na apresentação ao lado de William Bonner, Patricia Poeta deixa o posto assim que terminar a cobertura eleitoral. O programa de entretenimento no qual deve comandar ainda está em fase de desenvolvimento.

Desde o ano passado na apresentação do "Fantástico", Renata Vasconcellos deixará a revista eletrônica para assumir o lugar de Patricia no "JN". A estreia de Renata está marcada para 03 de novembro e, além de âncora, será editora-executiva do noticiário. Renata esteve na "Globo News", no "Bom Dia Brasil" e, agora, no "Fantástico".

Por fim, Poliana Abritta, que inicialmente, seria correspondente nos Estados Unidos, será a nova apresentadora do programa dominical ao lado de Tadeu Schmidt. Ela tem passagens por "Globo Mar", "Jornal Hoje" e "Jornal da Globo".

Literatura

sábado, 13 de setembro de 2014

Transporte Ferroviário

Com Rodovia dos Bandeirantes saturada, trem vira aposta para 2020 em São Paulo
Edital do primeiro trecho do serviço que ligará SP a Americana, com 135 km de extensão, deve ser publicado no ano que vem
- Com o risco de saturação das rodovias entre São Paulo e Campinas nos próximos anos, o sistema de trens regionais ligando a capital paulista ao interior pode finalmente começar a sair do papel. Projeção divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo governo do Estado indica que o edital do primeiro trecho da rede, entre São Paulo e Americana, com 135 km de extensão, deve ser publicado no ano que vem. Já a previsão de entrega dessa linha é 2020.

A viagem total levará 1h29min e a passagem custará mais do que a dos ônibus. O modelo estudado é o de parceria público-privada (PPP) integral, como o da Linha 6-Laranja do Metrô, cujo contrato chegou a ser barrado em agosto na Justiça, por suposta infração a duas leis. Batizada de Trem Inter-Cidades (TIC), a linha será toda construída em superfície, a partir da Estação Água Branca, na Lapa, na zona oeste da capital.

Sem a necessidade de túneis e obras muito complexas, o ramal, embora bem mais extenso do que uma linha de metrô subterrâneo, custará menos, cerca de R$ 5 bilhões (a Linha 6 da rede metroviária paulistana, de 15,9 km, está orçada em R$ 9,6 bilhões). O leito de circulação das composições aproveitará a velha malha da São Paulo Railway e da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, fundadas no século 19, e onde hoje operam serviços de carga das empresas de logística ALL e MRS.

No total, o TIC terá nove estações: Água Branca, Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos, Campinas, Sumaré, Nova Odessa e Americana.

Marcha lenta. Embora assessores próximos de Geraldo Alckmin (PSDB) costumem dizer que a implantação dos trens regionais é a “menina dos olhos” do governador, o projeto segue em “marcha lenta”. Em 2012, uma manifestação de interesse público (MIP) foi apresentada ao governo pelo consórcio formado pelas empresas Estação da Luz Participações (EDLP) e BTG Pactual. Em 2013, um grupo técnico foi formado para avaliar as melhores opções do TIC.

Colapso. Agora, dados da Secretaria Estadual de Logística e Transportes passaram a subsidiar a tese de que o governo do Estado precisa construir uma conexão ferroviária de passageiros, sob o risco de colapso das duas principais estradas entre São Paulo e Campinas. As estatísticas, apresentadas nesta quinta-feira em palestra do coordenador da PPP, Thierry Besse, na Semana de Tecnologia Metro ferroviária, na região central, indicam que as Rodovias Bandeirantes e Anhanguera começarão a sofrer de séria saturação a partir de 2020. Dez anos mais tarde, a situação será tão ruim que a Anhanguera atingirá o nível máximo de esgotamento viário entre os quilômetros 25 e 38 durante mais de meio dia, das 6 às 19 horas. Para se ter uma ideia, em 2012, isso só acontecia no horário de pico da manhã (das 6h às 9h) e em só um sentido no trecho dos km 49 ao 52 e às 7 horas entre os km 86 e 92.

“A tarifa tem de ser atrativa para que você coopte o motorista do carro em virtude do pedágio e do combustível e também do fretado”, disse Mário Manuel Bandeira, presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O TIC levará 68,5 mil usuários ao dia. Até Campinas a viagem durará quase 1 hora e 4 minutos.
Fonte:

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Literatura

"Aparecida - A Biografia da Santa Que Perdeu a Cabeça, Ficou Negra, Foi Roubada, Cobiçada Pelos Políticos e Conquistou o Brasil"

Aparecida é o livro mais completo sobre o maior símbolo da fé católica brasileira. Fruto de pesquisas realizadas no Brasil e no exterior pelo jornalista Rodrigo Alvarez, correspondente da TV Globo em Jerusalém, traz três séculos de história sobre a padroeira do país. Ricamente ilustrada, a obra descreve personagens curiosos: o padre que tirava a santa do altar às escondidas; o governador que cortava cabeças; a restauradora irritada; o frei que enfrentava corruptos. E também revive personalidades marcantes, como a princesa Isabel, que lhe deu a coroa; o general Médici, que financiou uma peregrinação pelo país da ditadura; e os três últimos papas, João Paulo II, Bento XVI e Francisco, que fizeram questão de beijá-la.