segunda-feira, 29 de junho de 2015

Futebol nacional

Série D 2015 terá três clubes que já foram campeões em outras divisões do Brasileirão
Gama e Villa Nova faturaram o título da Série B, enquanto o Remo deu a volta olímpica na Série C
A Série D do Campeonato Brasileiro 2015 não terá nenhum dos seus campeões. Em compensação, a competição contará com três clubes que já venceram outras divisões do Brasileirão. Gama e Villa Nova faturaram o título da Série B, enquanto o Remo deu a volta olímpica na Série C.

O Villa Nova foi o primeiro campeão da Série B. O clube mineiro, em 1971, superou o Remo em uma melhor de três partidas. O Leão, como o clube é conhecido por seus torcedores, não disputa a Série C desde 2007. Na Série D, o Villa Nova está no Grupo A6 ao lado de Botafogo-SP, CRAC-GO, Duque de Caxias-RJ e Gama-DF. A estreia será contra os goianos em 12 de julho, às 16 horas, em Catalão.
O Gama, no mesmo grupo do que os mineiros, estreará na última divisão nacional no mesmo dia e horário contra o Botafogo, em casa. Atual campeão estadual, o Periquito não disputa a Série C desde 2010. O Gama foi campeão da Série B, em 1998, em um quadrangular com Botafogo-SP, Desportiva Ferroviária-ES e Londrina-PR.

Enquanto isso, o Remo foi campeão da Série C em 2005. O clube paraense levou a melhor em um quadrangular com América de Natal-RN, Ipatinga-MG e Novo Hamburgo-RS. O Leão está fora da Série C desde 2008. Atual campeão paraense, o Remo está no Grupo A1 da Série D ao lado do Nacional-AM - campeão estadual -, Náutico-RR - campeão estadual -, Vilhena-RO e do representante acreano que ainda será definido. A estreia será diante do VEC, fora de casa, em 12 de julho, às 17 horas.

Mais da Série D...
Nesta temporada, nenhum dos seis campeões da divisão irá disputar a Série D. Vencedor do torneio em 2014, o Tombense jogará a Série C, assim como Botafogo, campeão em 2013, e Tupi, vencedor de 2011. O Sampaio Corrêa, campeão em 2012, está na Série B. Já Guarany, vencedor de 2010, e São Raimundo, campeão em 2009, não terão calendário no segundo semestre.

Treze, CRAC, São Caetano e Duque de Caxias disputarão a última divisão nacional após o rebaixamento na Série C 2014. São Caetano e Duque de Caxias, assim como o Serrano são os únicos clubes que estarão na Série D, mas não disputam a elite dos seus Estaduais. A Primeira Fase da Série D, com início marcado para 12 de julho, contará com grupos regionalizados para diminuir a distância das viagens e os gastos dos clubes.

Os Estados de Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo terão o maior número de representantes - três cada. Bahia, Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul contarão com dois clubes cada, enquanto os outros Estados terão apenas um representante na última divisão nacional.

Regulamento:
Os 40 clubes serão divididos em oito grupos com cinco representantes cada. Dentro dos seus próprios grupos, os clubes jogarão em partidas de ida e volta. Os dois melhores colocados de cada grupo se classificarão às oitavas de final. O mata-mata será definido em jogos de ida e volta. Os quatro melhores colocados conquistarão o acesso à Série C. Os finalistas ainda brigarão pelo título da Série D.
Fonte: www.srgol.com.br

Literatura



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Futebol

Copa América 2015
Começou na quinta-feira, 11/06, no Chile a 99ª edição da Copa América, principal competição entre seleções sul-americanas, que existe desde 1916.

É um dos torneios entre seleções mais antigos do mundo, perdendo apenas para o "British Home Championship", competição realizada entre Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte de 1883 a 1984, e para os Jogos Olímpicos, iniciados em 1908.

A primeira Copa América (chamada no início de Campeonato Sul-Americano) foi realizada em 1916 para celebrar o centenário da independência da Argentina.

O torneio, disputado no estádio do Club de Gimnasia y Esgrima de Buenos Aires (G.E.B.A), contou com somente quatro equipes: Argentina, Brasil, Chile e Uruguai.

Aproveitando o encontro, os países fundaram a Conmebol, a Confederação Sul-Americana de Futebol.

Foi a primeira das seis confederações que hoje fazem parte da Fifa.

Mas, apesar de sua importância histórica, a Copa América também tem colecionado momentos marcantes do futebol.

O jornalista argentino Luciano Wernicke é um historiador de futebol que se encarregou de reunir os fatos mais curiosos e inusitados que já aconteceram nesse e em outros torneios.

O autor de Histórias insólitas do futebol (2014) escreveu uma série de livros sob o nome "histórias insólitas" que compilam os momentos mais inusitados de Copas do Mundo, dos Jogos Olímpicos e até da Libertadores.

Seu trabalho mais recente, que foi distribuído pelo Ministério da Educação da Argentina nas escolas do país, é sobre a Copa América.

Werneck selecionou para a BBC o seu "Top 5" dos feitos mais incríveis do torneio.

01- O país anfitrião que quase foi eliminado por falta de jogadores

O primeiro torneio, realizado em 1916, quase fica na história não só por ser a primeira Copa América (ou Campeonato Sul-Americano, como diziam naquele tempo), mas também por uma eliminação inesperada do próprio país anfitrião.

A Argentina, sede do torneio, quase foi desclassificada por não ter jogadores suficientes.

 Os argentinos precisaram recorrer às grades do estádio G.E.B.A. para encontrar um jogador e completar a equipe

Na época, o futebol era um esporte amador, e o país havia selecionado 11 representantes, mas um precisou se ausentar no último minuto por conta de uma viagem de trabalho inadiável e não pode jogar a segunda partida do campeonato.

Nessa época, não havia substituições. Todos os jogadores deveriam disputar o jogo todo e não havia cartões amarelos ou vermelhos. Por isso, não se convocavam reservas.

Com somente 10 jogadores, e faltando pouco para o início da partida justamente contra o Brasil – o primeiro, contra o Chile, a Argentina havia vencido por 6 a 1 -, os "hermanos" ficaram bem perto de serem eliminados em sua própria casa por falta de jogadores.

A seleção argentina só escapou por uma fatalidade. Um dos jogadores argentinos reconheceu na arquibancada do G.E.B.A., José Laguna, um jogador do Huracán.

Convocado por urgência, Laguna aceitou jogar e a participação dele foi providencial, já que marcou o único gol argentino da partida, que terminou em 1 a 1.

02 – A seleção que demorou 40 dias para voltar da Copa América

Depois dos dois primeiros torneios – o primeiro em Buenos Aires e o segundo em Montevidéu –, ambos conquistados pelo Uruguai, era a vez do Rio de Janeiro ser o anfitrião.

Mas uma epidemia de gripe adiou a competição de 1918 para 1919.

O Rio foi um desafio especialmente grande para os chilenos, que vinham de longe.

Eles teriam que viajar até a Argentina, depois de Buenos Aires pegariam um navio com a seleção argentina até a cidade carioca.

Mas um problema aconteceu na volta do torneio – o primeiro conquistado pela seleção brasileira.

Uma tempestade de neve fechou a passagem pelos Andes, deixando os jogadores chilenos presos na cidade argentina de Mendoza, na fronteira com o país.

Sem dinheiro para se alojarem ali – os jogadores custeavam a viagem do próprio bolso – tomaram a decisão de cruzar a fronteira de mula.

Eles demoraram semanas.

Depois de 40 dias da saída do Rio, os chilenos finalmente chegaram sãos e salvos a Santiago. E não tiveram nenhum motivo para comemorar nessa viagem infernal – ficaram em último no campeonato.

03 – Brasil proíbe jogadores negros entre 1919 e 1922

Às vezes, a paixão pelo futebol gera mudanças sociais e até políticas.

Isso aconteceu em 1922, quando o Brasil foi sede da Copa América pela segunda vez. Um decreto do presidente Epitácio Pessoa (1919 a 1922) havia proibido que os homens negros jogassem a liga local de futebol ou integrassem a seleção.

 Friedenreich só pode jogar a Copa América após pressão popular

Isso deixaria de fora da equipe o então craque brasileiro Arthur Friedenreich, um negro de pai alemão e mãe brasileira que era considerado o melhor jogador do país.

Friendenreich havia sido o artilheiro da Copa em 1919, antes que a proibição fosse imposta.

Mas após desempenhos apáticos da seleção nos torneios de 1920 e 1921, o povo brasileiro fez campanha pelo retorno de Friedenreich à seleção, e ele voltou a jogar na edição de 1922, novamente no Rio de Janeiro.

O Brasil ganhou novamente a Copa América, e Pessoa revogou seu decreto.

Arthur Friedenreich – apelidado como "El Tigre", "Mulato de olhos verdes" ou "Rei do futebol" – ainda é lembrado como um dos maiores jogadores do futebol brasileiro.

Alguns inclusive argumentam que ele fez mais gols que Pelé – mas não há registros oficiais sobre isso.

04 – Recorde de pênaltis errados

A Copa América também teve fatos notórios que seus protagonistas preferiam esquecer – como é o caso do jogador argentino Martín Palermo, que na edição de 1999 conseguiu a façanha de perder três pênaltis em um só jogo.

 O grito de Palermo depois de errar o segundo dos três pênaltis ecoou no estádio

A façanha, que nunca se repetiu na história do futebol profissional, ocorreu num jogo contra a Colômbia.

A Argentina perdeu o jogo de 3 a 0.

Como prêmio de consolo, Palermo terminou o torneio como o artilheiro argentino, com três gols – dois a menos que os artilheiros da competição, Ronaldo e Rivaldo – o Brasil também sagrou-se campeão dessa edição.

05 – Paraguai chega a final sem vencer

A última edição da Copa América (2011) também ficou na história por outro fato curioso. O torneio, disputado na Argentina, teve um finalista que chegou à grande decisão sem ter vencido uma partida sequer.

O Paraguai conseguiu esse feito inusitado empatando os três jogos que disputou na fase de grupos – conseguiu a classificação como o segundo melhor terceiro colocado.

Nas quartas de final, também empatou com o Brasil, naquele fatídico jogo que foi para os pênaltis e nenhum jogador brasileiro conseguiu converter sua cobrança.

Na semifinal, também venceu a Venezuela nos pênaltis.

E assim chegou à final contra o Uruguai sem ter vencido nenhum jogo, algo que nunca havia acontecido antes.

Isso levou os organizadores (a Conmebol) a fazer mudanças na competição – que terá 16 equipes em vez das 12 atuais.

As alterações no formato do torneio serão feitas na edição especial do centenário da Copa América no ano que vem, que ocorrerá nos Estados Unidos.
Fonte: www.uol.com.br

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Literatura

Júlio Mesquita e Seu Tempo  em quatro volumes

No livro o autor narra a trajetória do filho de imigrantes portugueses analfabetos, nascido em Campinas em 1862. Júlio Mesquita aprendeu a ler por acaso, meteu-se na luta abolicionista na adolescência, estudou direito e, com 26 anos, em 1888, empregou-se em um jornal com 904 assinantes. Fez a empresa dar lucro e acabou comprando O Estado de S. Paulo. Em 1927, ano de sua morte, o jornal tinha 48,6 mil assinantes. Um crescimento de 10,5% ao longo de 40 anos. Júlio Mesquita dividiu as carreiras de jornalista e político. Foi vereador, deputado, líder de bancada e dirigente partidário. Esteve metido em todas as grandes tramas políticas do tempo, ganhando e perdendo batalhas pela democracia. A narrativa empolgante dá conta das múltiplas dimensões de uma figura excepcional e do jornal que ajudou a transformar o Brasil em um país moderno. Títulos dos volumes: Volume 1: O jornal de prelo; Volume 2: O jornal de rotativa; Volume 3: O jornal moderno; Volume 4: O tempo econômico.
Fonte: www.livrariacultura.com.br

terça-feira, 2 de junho de 2015

Almir de Oliveira (1917/2015)

Morreu nesta terça-feira, 02/06, e Juiz de Fora-MG, aos 97 anos, o escritor, advogado, professor e jornalista Almir de Oliveira. Natural de Espera Feliz, região de Carangola, Almir de Oliveira na imprensa trabalhou nos jornais “Estado de Minas”, “Diário Mercantil” e “Folha Mineira”.
O corpo está sendo velado no cemitério Parque da Saudade e o sepultamento esá marcado para esta quarta-feira, no cemitério da Comunidade Luterana, no morro da Glória.

Literatura

Placar

A Revista Placar foi vendida pelo Grupo Abril para a Editora Caras. A negociação envolve, além da Placar, outros dois títulos da editora Abril, dando sequência a um processo iniciado no ano passado, quando dez publicações da Abril já haviam tomado o rumo da Caras.
A venda da Placar é feita após 45 anos que o Grupo Abril edita a revista, que foi a primeira no país a tratar exclusivamente de futebol. Desde o ano passado, após a Copa do Mundo, que a editora tentava encontrar compradores para o título.

Com dificuldade em manter a operação, a Abril já havia descontinuado a publicação da revista algumas vezes no passado. Atualmente, a periodicidade da Placar é mensal.

Além da publicação da revista, todo o acervo da Placar deverá migrar para a Caras. Isso significa um dos maiores bancos de dados de imagens do futebol no Brasil.

Ao se desfazer da Placar, a Abril praticamente encerra com o núcleo de revistas esportivas que existia na empresa. No início do ano, a Runner's World, focada na corrida de rua, não teve o contrato de licenciamento renovado, e a publicação migrou para a editora Rocky Mountain.
Fonte: www.maquinadoesporte.uol.com.br


Literatura

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O MENINO DA PORTEIRA

Em Ouro Fino um monumento gigantesco no trevo principal de acesso à cidade, no Sul de Minas.
por José Benedito Pereira
Na superestrutura esculpida em concreto, com dez metros de altura, feita pelo escultor cearense Genésio Gomes Moura está o sorridente menino acenando a todos que passam pelo local. A escultura ficou tão famosa que as pessoas passaram a referenciar Ouro Fino como “A terra do Menino da Porteira”.
O estrondoso sucesso da música “O Menino da Porteira” foi o grande marco para consolidar o potencial turístico da cidade. A canção foi regravada por Sérgio Reis no início dos anos 70 e se transformou num dos maiores clássicos da música sertaneja raiz.
O cantor esteve presente na inauguração do monumento, em 24 de março de 2001, e recebeu homenagem pelo sucesso da música e por tudo que ela passou a representar para a cidade mineira. Sérgio Reis chegou montado a cavalo numa tropa, com muitos cavaleiros. Bastante emocionado, Sérgio cantou com Limeira e tocou berrante. Também foram homenageados: Limeira, Tedinho  (filho de Teddy Vieira)  e  a filha do Luizinho.
– Junto à porteira foi colocada uma placa de bronze onde está imortalizada a mão direita do cantor e seu autógrafo no concreto.

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA MÚSICA E SUA REAL LIGAÇÃO COM A CIDADE 
– Já se falava muito sobre Ouro Fino e o menino da porteira, mas foi após a inauguração do monumento, com a figura do menino à beira da estrada, que a cidade foi transformada em celebridade nacional.
Foi uma grande jogada de marketing dos idealizadores da obra.
O monumento causa impacto e curiosidade nas pessoas que passam pelo local onde diariamente é registrada uma imensa quantidade de material fotográfico e vídeos, que são mostrados em todo o Brasil e no exterior através de amostras pessoais, jornais, revistas e, principalmente, internet. A construção do monumento foi um passo importante para o desenvolvimento turístico do município, um verdadeiro cartão de visita.

EU E A CIDADE
– Minha família radicou-se em Ouro Fino em 1960, e no início dos anos 70 saí para trabalhar e estudar fora, justamente quando a canção alcançou o primeiro lugar nas paradas de sucesso de todo o país. A partir de então, tornou-se comum as pessoas perguntarem sobre a real ligação da música com a história da cidade, se sua origem está realmente fundamentada em suas raizes. Muitas pessoas até questionam que a verdadeira história do menino pertence a Ouro Fino de Goiás.

Então é preciso explicar:
Quando Teddy Vieira namorava América Rizzo, que residia em Andradas (cidade localizada na região de Ouro Fino), com quem se casaria depois, costumava se encontrar em Ouro Fino com seu amigo Palmeira (da dupla Palmeira & Biá) e que familiares e amigos mais próximos de Teddy Vieira, Luizinho e Palmeira (que foi de muita importância para os ourofinenses, e continua sendo, tanto que na cidade tem uma rua com seu nome verdadeiro: Rua Diogo Mulero, confirmaram a verdadeira origem da obra que teve sua primeira gravação em 1955, com Luizinho & Limeira e em seguida Tonico & Tinoco em 1956.
Eu mesmo, quando garoto, presenciei muitas vezes meu pai coversando com o Palmeira, que possuía uma propriedade na zona rural de Ouro Fino. Naquela época, década de 60, era comum os agricultores levarem grãos de arroz em casca para serem beneficiados nas beneficiadoras da região, e meu pai era proprietário de uma delas. Com isso eu acabava escutando muito desses relatos sobre música sertaneja raiz.
Lembro-me de algumas coisas que eles conversavam, das evidências de que a melodia fora inspirada num dos encontros de Teddy Vieira com o Palmeira na cidade de Ouro Fino, assim como os primeiros versos da canção, e que o Luizinho terminou a música, mais tarde, num hotel na avenida da Liberdade, no bairro da Liberdade, em São Paulo.
A história da música não é real, porém Teddy Vieira dispunha de uma inspiração e sensibilidade acima da média. Era um grande observador do universo rural e transformava em belas e importantes canções seu cenário imaginário de coisas simples do sertão.
O menino da porteira representa o imaginário da criança do interior, além de ter sido tema de música, foi tema de filme. A primeira história, que teve como papel principal o próprio Sergio Reis, e a segunda, com o cantor Daniel, ambas com sucesso total de bilheteria.
Fonte: www.eutambemqueroir.com.br

Literatura

"Dos Barões ao Extermínio: uma história da violência da Baixada Fluminense"
Escrita por José Cláudio Souza Alves, a obra busca explicar as origens sociais da violência que produz um dos maiores índices de homicídios do mundo, que supera, inclusive, os de guerras convencionais. A raiz deste padrão de execuções sumárias é encontrada na formação social e política da região, com destaque para o processo de criação dos Esquadrões da Morte, na ditadura civil-militar e, posteriormente, no surgimento dos grupos de extermínios que, na década de 90, passam a ter vários de seus membros ocupando cargos políticos como vereadores, prefeitos e deputados. É nesta articulação política que se processa a transformação do assassino em “herói”, sua mistificação e sua relação com demais esferas e grupos políticos, ávidos por terem acesso a 25% do eleitorado do estado, composto por uma população encurralada pelos mais degradantes índices de pobreza, educação, saúde e segurança.
Fonte: www.nucleopiratininga.org.br


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Taça Libertadores da América

O triunfo sobre o River Plate em pleno estádio Monumental de Núñez, na capital Argentina, garantiu ao Cruzeiro, além da vantagem na disputa das quartas de final, um recorde entre os clubes brasileiros na Taça Libertadores da América. Com o resultado dessa quinta-feira, 21/05, a Raposa se isolou como a equipe Brasileira com maior número de vitórias na competição sul-americana: 86 em 147 jogos e 15 participações.
O recordista brasileiro em vitórias na Libertadores era o São Paulo. No entanto, o Tricolor Paulista foi alcançado na derrota contra o Cruzeiro, nas oitavas de final, por 1 a 0, no Mineirão. Tricampeões da competição, os paulistas disputaram 20 jogos e duas edições a mais que os mineiros para atingirem a marca de 85 triunfos no principal torneio da América.

O terceiro brasileiro com mais vitórias é o Palmeiras, que venceu 76 dos 148 duelos que disputou, média parecida com a do Grêmio, que conquistou 74 triunfos em 147 partidas. O Santos é o quinto colocado, com 61 vitórias em 110 jogos disputados.

Em busca do terceiro título da Libertadores, o Cruzeiro volta a encarar o River Plate na próxima quarta-feira, no Mineirão. O time mineiro tem a vantagem do empate para garantir classificação à semifinal, contra o vencedor do confronto entre Guaraní (Paraguai) e Racing (Argentina), desde que o Internacional não elimine o Santa Fé, da Colômbia. Pelo regulamento da Conmebol, a final não pode ser entre times do mesmo país.

Ranking
01º - Cruzeiro: 86 vitórias – 147 jogos
02º - São Paulo: 85 vitórias – 167 jogos
03º - Palmeiras: 76 vitórias – 148 jogos
04º - Grêmio: 74 vitórias – 147 jogos
05º - Santos: 61 vitórias – 110 jogos
06º - Corinthians: 55 vitórias – 104 jogos
07º - Flamengo: 54 vitórias – 101 jogos
08º - Internacional: 51 vitórias – 106 jogos
09º - Fluminense: 26 vitórias – 54 jogos
10º - Atlético: 26 vitórias – 63 jogos
11º - Vasco: 26 vitórias – 64 jogos.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

“A mulher em Juiz de Fora sob o olhar de Pedro Nava”
Escrito pela professora Rosali Maria Nunes Henriques, a obra é construída com base nas observações do médico e literato Pedro Nava (1903-1984), que nasceu em Juiz de Fora sobre a sua avó materna – Maria Luisa Pinto Coelho Jaguaribe (1847-1913). A personagem é significativa para os estudos sobre a trajetória feminina na cidade. A autora recorre à historiografia sobre o período buscando contextualizar os papéis possíveis para as mulheres de então, que tem como objetivo estudar a mulher, especialmente a burguesa, em Juiz de Fora no fim do século XIX e começo do século XX. O estudo de caso de Maria Luísa é também muito interessante, pois através dele pode-se levantar uma série de questões sobre a submissão feminina, tão discutida atualmente nos estudos de gênero.
Maria Luísa aparece como mulher branca, oriunda de grupos sociais com projeção, de hábitos escravocratas e atuando em espaços permitidos socialmente. As observações sobre a avó materna de Nava ocupam a primeira parte do estudo e a autora informa sobre a educação e os hábitos do cotidiano. Destaca como Maria Luisa viveu os condicionantes e fez o que lhe era possível em determinado contexto histórico.
A segunda parte do livro trata das memórias de Pedro Nava e mostra como o registro da trajetória de um indivíduo é o testemunho de um segmento social. Rosali Henriqus, formada em História, tem experiência profissional com narrativas orais de histórias de vida.
Os livros "Baú de ossos - memórias" (1972) e "Balão cativo memórias 2" (1973) foram usados como documentos para a construção de seu texto. Baú de Ossos e Balão cativo são os dois volumes onde Nava, ao reconstituir a trajetória de seus antepassados, criou documentos sobre a Bélle-Époque.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Série C 2015

. Participações do Tupi no Campeonato Brasileirão da Série C:
. 146 jogos: 51 vitórias, 40 empates e 55 derrotas.
. 164 gols marcados e 165 gols sofridos.
. Maior artilheiro: Wesley Tanque (Wesley Tagliati Rodrigues) (08 gols). 
. Técnico com mais partidas: Jair Bala (26 jogos).
. Melhor participação: 1997 (04º lugar).

Literatura

"Cova 312"
Escrito em forma de romance pela jornalista Daniela Arbex, o livro relata a a história real de como as Forças Armadas mataram pela tortura um jovem militante político, sumiram com seu corpo e forjaram um suicídio. A autora reconstitui o calvário deste jovem, de seus companheiros e de sua família até sua morte e desaparecimento. E continua investigando até descobrir seu corpo, na anônima "Cova 312" que dá título ao livro e ainda apresenta uma revelação bombástica para mudar um capítulo da história do Brasil. Uma história cheia de mistério, poesia, tragédia e sofrimento. O prefácio da obra é assinado pelo escritor Laurentino Gomes, da trilogia "1808", "1822" e "1889".

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Geraldo Magela Tavares (24/05/1927-08/05/2015)

Morreu no final da manhã desta sexta-feira, 08/05, aos 87 anos, o radialista e  desportista Geraldo Magela Tavares. Magela, que ocupava o cargo de vice-presidente do Tupi, estava internado na Santa Casa, deixa esposa, irmãos, um filho, três filhas, netos e bisnetos.

O corpo está sendo velado na capela 2 do Cemitério Parque da Saudade e o sepultamento está marcado para às 10 horas deste sábado, 09/05.

Literatura

       “Casimiro de Abreu através de seus manuscritos”
Escrito por Mário Alves de Oliveira, a obra é o quarto livro que o autor dedica ao grande "poeta da saudade", Casimiro de Abreu. Grande nome do romantismo brasileiro, Casimiro de Abreu deixou alguns manuscritos que retratam aspectos biográficos e de época.

Como o título indica, traz comentários do ponto de vista biográfico e linguístico aos únicos 27 manuscritos literários que se conhecem de Casimiro, 25 dos quais encontram-se desaparecidos há quase 60 anos. O livro é uma coedição de Joséphine Edições com a Academia Brasileira de Letras.

Obs:
Casimiro José Marques de Abreu nasceu em Silva Jardim-RJ, em 04 de janeiro de 1839 e morreu em Nova Friburgo-RJ, em 18 de outubro de 1860. Filho do fazendeiro português José Joaquim Marques de Abreu e de Luísa Joaquina das Neves.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Futebol Mineiro


Literatura

 “Viver o amor aos cães”
Escrito pela fotógrafa Belohorizontina, Ana Regina Nogueira, a obra conta a história com o auxílio de fotos do Parque Francisco de Assis. Construído em Lavras, em 2010, Parque Francisco de Assis era o matadouro municipal, que foi transformado em um canil e que hoje abriga 450 cães.
Narrativas poéticas, relatos e vivências entusiastas dão a chave de como os homens se curam enquanto curam os animais. São 42 histórias reais e surpreendentes, que instruem, ampliam e abrem corações de leitores de todas as idades.

Futebol Mineiro

Levir Culpi pode enriquecer seu currículo de treinador como recordista em Minas Gerais. Isso porque o técnico acumula quatro títulos mineiros (dois pelo Galo e dois pela Raposa), e pode chegar ao quinto troféu se o Alvinegro vencer a Caldense no próximo domingo. Na era profissional do futebol, a partir de 1933, a façanha será inédita entre os trinadores que passaram pelo estado.

Se a glória vem com a vitória sobre a Veterana, a derrota causará uma decepção: a perda do título estadual pode ser a segunda de Levir diante de um clube do interior. A primeira vez ocorreu em 2005, quando o Ipatinga surpreendeu o Cruzeiro em pleno Mineirão e ficou com o título.

Outros técnicos históricos somam quatro títulos de Campeonato Mineiro: Yustrich, Ílton Chaves e Airton Moreira conseguiram há décadas. Yustrich ainda carrega o feito de ter sido campeão com quatro clubes diferentes: América (1948), Atlético (1952), Siderúrgica (1964) e Cruzeiro (1977). Já Hilton Chaves ganhou três vezes com a Raposa (1972,1973 e 1974) e uma com o Galo (1986). Com o título compartilhado entre Atlético e Cruzeiro em 1956, Aiton Moreira somou quatro taças.

Para o jogo da decisão de 2015, em Varginha, Levir só deixará o estádio campeão se o Atlético vencer a Caldense. Por ter feito a melhor campanha da primeira fase, a Veterana tem a vantagem do empate, depois de ter conseguido a igualdade no jogo de ida, no Mineirão. O técnico Léo Condé busca a sua primeira taça no Estadual.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Cultura...

8 palavras impossíveis de se traduzir de 8 idiomas diferentes

Existem mais de 6.000 idiomas falados no mundo e todos eles descrevem a amplitude e a profundidade da vida humana. Visto que esses idiomas proporcionam formas distintas de contemplar o mundo, cada um possui palavras que não existem em qualquer outro idioma. Essas jóias linguísticas podem ser explicadas, mas não podem ser traduzidas.

Estas palavras impossíveis de traduzir realçam a rica diversidade da etnosfera humana. Geografia, clima, culinária, religião, história e humor são apenas alguns dos fatores que levam os idiomas a inventar estas palavras tão únicas e específicas. Elas são a expressão da experiência humana.

A lista de palavras impossíveis de traduzir é tão rica e extensa que nós decidimos transformá-la em uma série. Aqui nós apresentamos as oito primeiras e aqui o nosso primeiro vídeo sobre as palavras “intraduzíveis”.

desenrascanço (português)

Substantivo: Capacidade de improvisar, com uma solução rápida e simples

Para ambos os proteladores e safos, que estão acostumados a soluções rápidas e simples, quase sempre de forma improvisada, a palavra portuguesa (Portugal) “desenrascanço” oferece a definição perfeita. O personagem MacGyver, da série de TV Profissão: Perigo, utilizava essa habilidade sempre que se deparava com uma situação de perigo para se livrar usando apenas um clipe dobrado e um papel de chiclete.

abbiocco (italiano)

Substantivo: sonolência após comer uma refeição grande

Todo mundo já sofreu em algum momento aquela lombeira, mistura entre cansaço e preguiça, após uma refeição. Mas apenas os italianos puderam definir este fenômeno em uma única palavra. Portanto, quando você está com aquela vontade de tirar uma soneca depois de comer, você está com o “abbiocco” (avere l’abbiocco).

hyggelig (dinamarquês)

Adjetivo: Confortável, acolhedor, íntimo e contentamento

Alguma vez você já desejou que uma palavra combine tudo o que é cômodo, carinhoso, amigável e cuidadoso? Os dinamarqueses têm a solução para você! A palavra “hyggelig” é usada tão frequentemente no dia a dia deles, que muitos a consideram parte da identidade nacional.

sobremesa (espanhol)

Substantivo: A conversa à mesa após uma refeição (principalmente após o almoço)

Os espanhóis são conhecidos por aproveitar juntos refeições longas. Mas o ato de comer não está limitado à comida! Quando você fica à mesa depois do almoço, para saborear uma conversa com a família e os amigos, você está desfrutando a “sobremesa”.

utepils (norueguês)

Substantivo: Uma cerveja que se bebe ao ar livre (quando faz sol)

Os noruegueses têm que enfrentar um inverno longo e escuro antes de poderem aproveitar o brilhante, porém breve verão. Portanto, a cerveja que pode ser bebida do lado de fora de bares e cafés, enquanto se aproveita os gloriosos raios do sol, não é uma cerveja qualquer, mas sim uma “utepils”.

verschlimmbessern (alemão)

Verbo: Piorar algo quando se tenta melhorar

Todos nós já passamos por isso: ao tentar resolver um problema, nós acabamos por criar um problema ainda maior. Talvez, ao aventurar-se no conserto de um pneu furado da bicicleta, a roda passou a não girar? Ou então, após re-instalar o Windows o seu computador trava a cada vez que você tenta reiniciá-lo? Portanto, se você se deu conta que o cabelereiro não acertou no corte, não tente dar um jeito você mesmo, ou você poderá “verschlimmbessern” o seu cabelo.

yakamoz (turco) e mångata (sueco)

Substantivo: O reflexo da luz da lua na água

Não importa qual o idioma você fala, de vez em quando você provavelmente admira o reflexo da luz da lua em um corpo d`água. A não ser que você seja turco ou sueco é impossível descrever essa beleza da natureza com uma única palavra. A palavra sueca “mångata” traduz literalmente para “a rua da lua” - uma descrição poética e bem apropriada.

O idioma turco também possui uma palavra muito específica, “gümüşservi”, mas que não é utilizada diariamente. É muito mais comum chamar a reflexo da luz da lua na água de “yakamoz”, palavra que pode ser usada para descrever qualquer luz refletida na água, ou mesmo o brilho fosforescente dos peixes.

Você conhece uma palavra que existe apenas no seu idioma materno, e que é impossível de ser traduzida? Compartilhe-a conosco e nós a incluiremos na nossa série de palavras “intraduzíveis”.
Fonte: www.uol.com.br

Literatura

quinta-feira, 9 de abril de 2015

TUPIS – NHEENGATU

A LÍNGUA TUPI OU MELHOR, O TRONCO LIGUÍSTICO DOS TUPIS – NHEENGATU...

Por : Rogério Alvarenga

Falado pelos primeiros Habitantes do Brasil, até o Século XVIII, a língua Nheengatu não era escrita.

O padre e santo, José de Anchieta, (1534 – 1595) foi quem teve o cuidado de estudar e de aprender a língua dos habitantes da colônia do Brasil, quando aportou em 1554, aos 19 anos de idade, para poder exercer as suas atividades missionárias. Por isso mesmo, estudou, pesquisou e até mesmo, publicou a primeira gramática da língua Tupi, informando as suas características. Todas as línguas do mundo, 1612, segundo o Compêndio Ethnologue, têm a sua gramática, mesmo que seja informal e rudimentarmente resumida.

O professor Salvador Pires Pontes (1891 – 1982), graduado em Farmácia pela Universidade de Ouro Preto, Minas Gerais, em 1912, dedicou-se, também, ao estudo dos idiomas falados pelos povos Tupis: Tupinambás, Tupiniquins, Caetés e outras tribos que habitavam as terras do Brasil, antes mesmo do seu descobrimento. Escreveu “Noções da gramática Tupi”, editado pela Imprensa Oficial de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1981.

Os brasileiros estariam falando a língua Nheengatu ainda hoje, se não fosse a interferência do Marquês de Pombal, (1699 – 1782), então governante de Portugal. Por seu decreto, em 1758, proibiu o seu uso no território da colônia ultramarina do Brasil. Essa língua Nheengatu era, para ele, uma “invenção diabólica”. Até essa época, era falada por aproximadamente, 75% da população dessa colônia. E hoje, como teria sido?

Mesmo com esse decreto, a gramática e o vocabulário da língua portuguesa foram enriquecidos pela influência das tribos primitivas. Principalmente, o vocabulário. Hoje, há palavras de uso comum, que nem se imaginam as suas origens tupis. Os topônimos são os principais baluartes das línguas indígenas. Também as plantas e os animais. Guarapari, Ibituruna, Itabira, Itaúna, Itacolomi.

Assim, considera-se enriquecido o vocabulário da língua portuguesa no Brasil, mesmo que esses termos introduzidos passem desapercebidos em Portugal, e em outras nações lusófonas. Os missionários que aqui aportassem deveriam estudar e falar o Nheengatu, para o exercício religioso.

A maior parte dos substantivos do Nheengatu eram palavras oxítonas, isto é, tinham o acento caindo na última sílaba.

Alguns sons comuns na língua portuguesa eram desconhecidos para os tupis. Assim, eram omitidos os sons das letras “l, r, f, v, z” – deixando vestígios no linguajar de algumas regiões brasileiras. Essa dificuldade fonética aparece ainda hoje, como nas pronúncias de “melhor – mió”, “família – famia”,  “mulher - muié”, “carta – caita”, “porta – poita”. Daí também a resistência dos brasileiros no uso do pronome “lhe”, difícil de se pronunciar.

Outra característica do idioma Nheengatu é a inexistências dos artigos definidos e indefinidos, e dos gêneros masculino e feminino.

A nasalação era um fenômeno inexplicável pela sua frequência. Assim, o verbo “nheengá – falar. Até o nhenhenhém – lengalenga, falação. E o próprio deus Tupã, foneticamente nasalado. Kurumin ou kunumin: criança.

Outro fato interessante é a composição das palavras, ajuntadas formando um ideograma. Aglutinantes. As palavras adquiriam ideias em continuidade. “muriaé – fruta que envenena”, ipanema – água muito ruim para se beber. Há ainda os sufixos determinantes de tamanho – mirim e açu. Ou os formadores de macho e fêmea.  

Y – água, curso, rio;

Ty – água. Tietê: água que corre, fundo    

Cy – mãe, fonte, origem

uba – pai

abá – macho (pessoas, animais)

oca – casa

Pirá – peixe.


Os números?

YEPÊ – um... sozinho. MOCOIN – par, dois. ETÊ – muitos. Assim: PIRA  ETÊ, muitos peixes. Ou PIRAETÁ.-

Masculino/Feminino – Não há os gêneros nem números. Para distinguir sexos, basta antepor ou pospor aos substantivos: CUNHÃ, feminino, mulher, índia ou APIABA, que significa, macho homem ou animal.

JAGUARA – APIABA – cão macho

JAGUARA – CUNHÃ – cadela, fêmea

Algumas palavras do Nheengatu, hoje, de cidadania brasileira:

Capenga, catapora, cupim, curumim, gambá, guará, guri, lengalenga, mandioca, perereca, pipoca, pitanga, saúva, xará, tiririca, mutirão, macuco, oi (saudação tupi), oca, maloca, mameluco, Mantiqueira, maracanã, maracujá, maritaca, mirim, mingau, moranga, muriçoca, abacate, abacaxi, arapuca, araponga, piranha, pindorama, pindaíba, tocaia, capinar, socar, pereba, toró, jururu, cutucar – Jurandir, Iara, Jacira, Iraci, Moema, Ubirajara, Potiguar, Potira, Ubiratã.

As línguas primitivas têm as suas características dirigidas para as necessidades imediatas e básicas do meio grupal, na vida cotidiana, na alimentação e na subsistência. Os fenômenos da natureza, as intempéries, a caça e a pesca. E as relações com os animais que disputavam formas de convivência em constante luta. Assim, o vocabulário não poderia ir além desses limites.

Contato: rogeralvar@uol.com.br

Fonte: www.abdic.org.br

Literatura

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Jaime Gomide
Morreu nesta segunda-feira, 06/04, em Belo Horizonte, o jornalista Jaime Alvarenga Gomide, de 73 anos. Mineiro de Lavras, no Sul de Minas, ele estava internado para tratando de um câncer de intestino no Hospital Socor, na capital mineira. 

Jaime trabalhou Jaime na TV Itacolomi (de 1964 e ficou até emissora fechar, em 1979), TV Alterosa, nas Rádios Guarani e Itatiaia, , Rádio Guarani e assessorias de imprensa. O corpo será sepultado às 17h no Cemitério Parque Renascer, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
FONTE: www.carlosferreirajf.blogspot.com

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Literatura

segunda-feira, 30 de março de 2015

Beatriz Helena Monteiro da Silva Thielmann

Morreu no domingo, 29/03, em São Paulo, aos 63 anos, a jornalista Beatriz Thielmann. O corpo será cremado no cemitério do Caju, no Rio de Janeiro. Em 2003 ela escreveu o  livro “De mulheres para mulheres”, com a médica Odilza Vidal. Nascida em Juiz de Fora-MG, Beatriz deixa dois filhos Diogo e Rafael, de seu casamento com Henrique Thielmann e duas netas.

Literatura

terça-feira, 24 de março de 2015

Villa Nova Atlético Clube

VILLA NOVA FARA CONTRA O ATLÉTICO O JOGO 3.000 DE SUA HISTÓRIA
por Wagner Augusto*
Ao pisar o gramado do Estádio Independência no próximo domingo para enfrentar o Atlético, o Villa Nova estará prestes de completar uma importante marca em sua mais que centenária trajetória. Será o jogo de número 3.000 na história do Leão do Bonfim.
                            Fundado em 28 de junho de 1908, o clube alvirrubro de Nova Lima-MG insiste em sobreviver, apesar das imposições e exclusões midiáticas e das incontáveis crises administrativas. O futebol moderno, mercantilista e globalizado, oferece pouco espaço para agremiações desse porte. O Villa Nova, no entanto, é teimoso e prossegue, a trancos e barrancos, sua jornada pelos estádios da vida.
                            Quiseram os deuses do futebol que a partida 3.000 do Leão acontecesse no Estádio Independência, palco de duas das mais expressivas conquistas do Villa: o Supercampeonato Mineiro de 1951, vencido exatamente contra o Galo, e o Campeonato Brasileiro da Série B de 1971, faturado numa épica decisão com o Remo-PA.
                            Também o adversário é emblemático na caminhada do Leão pelos gramados. Villa Nova x Atlético é o confronto mais antigo do futebol mineiro. Ocorre desde 14 de julho de 1912.
                            Por fim, devo dizer que sinto-me imensamente feliz por ter conseguido, após quase seis anos de pesquisa e sob a proteção de Deus, levantar os dados que possibilitaram chegar a todo o cipoal de estatística que segue abaixo.
                            Vida longa ao Villa Nova, a caminho do jogo 4.000!
*Wagner Augusto é jornalista e historiador

Literatura

 "Dicionário da TV Globo - vol. 1"


segunda-feira, 9 de março de 2015

Inezita Barroso - 1925/2015

Ignez Magdalena Aranha de Lima (Inezita Barroso) 
A cantora e apresentadora Inezita Barroso morreu na noite deste domingo, 08/03, aos 90 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Inezita estava internada desde 19 fevereiro e completou 90 anos no último dia 04 de março. Ela deixa uma filha, Marta Barroso, três netas e cinco bisnetos.

Ignez Magdalena Aranha de Lima (Inezita Barroso) nasceu em 04 de março de 1925 em São Paulo-SP. Além de cantora, apresentadora, professora de folclore, Inezita foi atriz nos filmes:
- "Angela", de Tom Payne e Abílio Pereira de Almeida;
- "Destino em apuros", de Ernesto Remani;
- "Mulher de verdade", de Alberto Cavalcanti Esteves;
- "É proibido beijar", de Ugo Lombardi;
- "O craque", de José Carlos Burle;
- "Carnaval em lá maior", de Adhemar Gonzaga.

Em 1956, publicou o livro "Roteiro de um violão".

Literatura

"Dicionário da Televisão Brasileira"

Reunidos pelo jornalista Thell de Castro, editora In House, o livro reúne mais de três mil verbetes e o  leitor pode encontrar na obra um compilado prático dos principais elementos que marcaram a história da mídia no Brasil até os dias atuais como, por exemplo, datas de estreia e término de atrações, equipes que trabalharam nas novelas, jornalísticos e atrações, além de autores, jornalistas, diretores e personalidades que estiveram em cada canal. Esta primeira versão destaca a história da TV em âmbito nacional. Os próximos volumes vão trazer informações sobre as novas produções e pessoas que surgirem, além de verbetes para a televisão por assinatura e emissoras locais.


“O Dicionário será o primeiro de vários livros que estou preparando sobre o passado, o presente e o futuro deste fascinante veículo de comunicação. É também um sonho que se torna realidade após anos de pesquisas e estudos. Desde que comecei a cursar jornalismo, em 2001, levei esta paixão para os campos acadêmico e profissional, produzindo materiais e sites sobre o tema. Isso tudo resulta, agora, neste primeiro livro”, destacou o autor.

terça-feira, 3 de março de 2015

José Rico

Morreu nesta terça-feira, 03/03, aos 68 anos, o cantor sertanejo José Rico, da dupla com Milionário. Ele estava internado desde a última segunda-feira no hospital Unimed, de Americana (SP), cidade onde morava. Segundo o boletim médico, ele teve insuficiência do miocárdio, seguida de parada cardíaca.

O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de Americana e será sepultado no Cemitério da Saudade, às 15h30 da quarta-feira, 04/03.

Biografia
Nascido em São José do Belmonte (PE) e criado na cidade de Terra Rica, Paraná, o cantor adotou o nome artístico de José Rico em referência à cidade. Participou de outras duplas até mudar-se para a capital de São Paulo, em 1968. Lá, conheceu Romeu Januário de Matos, o Milionário, no hotel em que estavam hospedados e depois do início em São Paulo, a dupla mudou-se para Londrina (PR).

Entre os sucessos de Milionário e José Rico estão músicas como "Jogo de Amor", "De Longe Também se Ama", "O Tropeiro", "Amor Dividido" e especialmente a canção rancheira "Estrada da Vida", que vendeu mais de dois milhões de cópias e deu origem ao roteiro do filme homônimo, dirigido por Nelson Pereira dos Santos.

Em 2014, José Rico se candidatou a deputado federal em Goiás, pelo PMDB, mas não foi eleito. Ele era casado com Berenice Martins Alves dos Santos, e era pai dos gêmeos, Samy e Sara.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Literatura

"Um tempo que nem passou"
Escrito pelo médico Carlos Adolpho de Carvalho Pereira, o livro mescla retratos históricos de uma Juiz de Fora longínqua com lembranças do autor, além de importantes fatos vivenciados por ele.

Relatos sobre a Rua Halfeld e vias onde o médico viveu nos anos de 1960 misturam-se a capítulos sobre a repressão do período ditatorial e registros da evolução da medicina na cidade. Carlos Adolpho relembra as pressões políticas que sofreu durante a ditadura no exercício do seu trabalho, bem como à frente de instituições médicas.

Em contraposição a essas lembranças desagradáveis, o autor apresenta alguns momentos de esplendor, como o dia em que conheceu pessoalmente uma das maiores atrizes do mundo, Elizabeth Taylor, conta a jornalista e editora da publicação, Jacyra Sant’Anna, destacando algumas passagens que surpreendem os leitores, revelando conhecimentos sobre as artes plásticas do autor e mesmo seu talento como pintor, que já foi  dono de uma galeria de artes.

Para a escritora Rachel Jardim, que assina o prefácio da obra, narrativas como a de Carlos Adolpho são a melhor maneira de se conhecer a vida de uma cidade em um determinado período. Através de um olhar pessoal, ele consegue inserir no texto fatos da história de Juiz de Fora, com uma escrita livre de didatismo e de preconceitos. É um olhar individual que capta o que acontecia no âmbito público com naturalidade, opina a juiz-forana, que considera o livro, antes de tudo, uma grata surpresa. É admirável que um médico tenha uma ligação tão forte com a cultura e uma vocação para a literatura.

O último capítulo da publicação une o profissional da saúde ao escritor, em um depoimento sobre a participação de Carlos Adolpho na equipe que realizou a exumação de Aleijadinho, em 1998, para verificar se o artista mineiro foi vítima de porfiria, uma doença cutânea.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Itaquerão

por Paulo Cézar da Costa Martins Filho*
O Corinthians inaugurou o Itaquerão, em maio do ano passado, com derrota para o Figueirense, mas de lá para cá está invicto no seu novo estádio.
A torcida já brada: "Caiu em Itaquera, já era!".

Após a derrota por 1 a 0 para o Figueirense na inauguração do estádio, o Corinthians disputou 22 jogos, com 17 vitórias e 05 empates.
Confiram abaixo a lista com todos os 22 jogos do Corinthians no Itaquerão até hoje:
18/05/2014 - Corinthians 0 x 1 Figueirense (Campeonato Brasileiro)
01/06/2014 - Corinthians 1 x 1 Botafogo (Campeonato Brasileiro)
17/07/2014 - Corinthians 2 x 1 Internacional (Campeonato Brasileiro)
23/07/2014 - Corinthians 3 x 0 Bahia (Copa do Brasil)
27/07/2014 - Corinthians 2 x 0 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)
16/08/2014 - Corinthians 1 x 1 Bahia (Campeonato Brasileiro)
21/08/2014 - Corinthians 5 x 2 Goiás (Campeonato Brasileiro)
31/08/2014 - Corinthians 1 x 1 Fluminense (Campeonato Brasileiro)
03/09/2014 - Corinthians 3 x 1 Bragantino (Copa do Brasil)
11/09/2014 - Corinthians 1 x 0 Atlético Mineiro (Campeonato Brasileiro)
18/09/2014 - Corinthians 1 x 1 Chapecoense (Campeonato Brasileiro)
21/09/2014 - Corinthians 3 x 2 São Paulo (Campeonato Brasileiro)
01/10/2014 - Corinthians 2 x 0 Atlético Mineiro (Copa do Brasil)
04/10/2014 - Corinthians 3 x 0 Sport Recife (Campeonato Brasileiro)
01/11/2014 - Corinthians 2 x 2 Coritiba (Campeonato Brasileiro)
09/11/2014 - Corinthians 1 x 0 Santos (Campeonato Brasileiro)
23/11/2014 - Corinthians 1 x 0 Grêmio (Campeonato Brasileiro)
06/12/2014 - Corinthians 2 x 1 Criciúma (Campeonato Brasileiro)
24/01/2015 - Corinthians 3 x 0 Corinthian-Casuals (Amistoso)
01/02/2015 - Corinthians 3 x 0 Marília (Campeonato Paulista)
04/02/2015 - Corinthians 4 x 0 Once Caldas (Copa Libertadores)
14/02/2015 - Corinthians 2 x 1 Botafogo de Ribeirão Preto (Campeonato Paulista)
18/02/2015 - Corinthians 2 x 0 São Paulo (Taça Libertadores).
*Paulo Cézar da Costa Martins Filho é Engenheiro
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger
Fonte: www.jornalheiros.blogspot.com.br

Literatura

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carnaval 2015

Beija-Flor é a campeã do carnaval do Rio pela 13ª vez na história

Enredo mostrou as belezas e a cultura da Guiné Equatorial.
Apoio do país africano, que vive uma ditadura, gerou polêmica.


A escola mostrou o enredo: "Um Griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade". 
A exaltação da cultura e da alma africana já havia dado à escola azul e branca da Baixada Fluminense vários campeonatos, que no total faturou 13 títulos no carnaval carioca (1963, 1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004 , 2005, 2007, 2008, 2011 e 2015). 
Beija-Flor, Salgueiro, Grande Rio, Unidos da Tijuca, Portela e Imperatriz Leopoldinense voltam a Marqu~es de Sapucaí para o desfile das campeãs.

A Viradouro foi rebaixada para o Grupo de Acesso - Série A.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Literatura

“As Primas Sapecas do Samba – Alegria, crítica e irreverência na avenida” 

O livro é o terceiro da série “Família do Carnaval” e conta em 36 crônicas sobre três importantes agremiações da folia carioca: Caprichosos de Pilares, São Clemente e União da Ilha do Governador. Os autores são os jornalistas Anderson Baltar, Eugênio Leal e Vicente Dattoli. A organização do projeto é do também jornalista Fábio Fabato.

“As Primas Sapecas” fala sobre as escolas que sem muito dinheiro, mas com muita criatividade criaram desfiles que entraram para a história do carnaval e ganharam o respeito do público e dos amantes do carnaval.

Um fato curioso é que o prefácio do livro é assinado por Luiz Fernando Reis, único carnavalesco que assinou carnavais em todas as três agremiações que deram origem ao livro. Todas as ilustrações do livro são de autoria do professor e artista plástico Leonardo Bora.

A série “Família do Carnaval” iniciou em 2012 com o livro “As três Irmãs: como um trio de penetras arrombou a festa”, que conta a trajetória da Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor de Nilópolis, e Mocidade Independente de Padre Miguel. Em 2014, foi lançado o segundo livro “As Titias da Folia – O brilho maduro de escolas de samba de alta idade”, resgata a história da Vila Isabel, Viradouro Unidos da Tijuca, e Estácio; o livro foi vencedor do Prêmio Edison Carneiro de melhor livro de não-ficção sobre carnaval.

Carnaval 2015

São Paulo-SP
Com o enredo "Simplesmente Elis – A fábula de uma voz na transversal do tempo", em homenagem à cantora Elis Regina, a escola de samba Vai-Vai (fundada em 01º de janeiro de 1930) foi eleita campeã do Carnaval 2015 em São Paulo, chegando a seu 15º título na história.

As escolas Tom Maior e Mancha Verde foram rebaixadas por terminarem nas duas últimas colocações. Acadêmicos do Tatuapé, que começou a apuração com desconto de 1,1 ponto por punição em função de atraso, conseguiu permanecer no Grupo Especial.

O desfile das campeãs, que reúne as cinco primeiras colocadas do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, acontece nesta sexta-feira.


"Simplesmente Elis - A fábula de uma voz na transversal do tempo"
Autores: Zeca do Cavaco, Zé Carlinhos e Ronaldinho FQD

Reluziu, seu canto ecoou no meu Brasil
Cantora igual jamais se ouviu
Saracura a cantar, bem mais feliz
Simplesmente Elis
Carnaval a Bela Vista está em festa
Qua qua ra qua qua
Vem viajar, a hora é esta
Mergulhando na emoção
Encontrei inspiração
Que linda voz, salve a rainha
Fiz Louvação em aquarela
Na passarela hoje tem arrastão
Upa neguinho na estrada é demais
Vou a romaria como nossos pais
De um falso brilhante eu fiz fantasia
Maria Maria
Águas de março a rolar
Trem azul vai passar, um sonho mais lindo
Na batucada da vida, um samba no Bexiga
Vai amanhecer
A cantar a dor o amor o bêbado e a equilibrista
A voz do povo diz que o show de todo artista
Tem que continuar
Glória fino da bossa com Jair só alegria
Hoje retrato em preto e branco na folia
A grande estrela deste meu país.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Literatura

“As Titias da Folia – O brilho maduro de escolas de samba de alta idade”
Neste livro, as estrelas são quatro vitoriosas agremiações do carnaval do Rio: Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Unidos de Vila Isabel e Unidos de Viradouro. Os autores são o jornalista Fábio Fabato, os historiadores Luiz Antonio Simas e Vinícius Natal, e os pesquisadores Julio Cesar Farias e Marcelo Camões.

As quatro agremiações são mencionadas como titias pois só atingiram o protagonismo na folia carioca depois de já ostentarem algumas ruguinhas e muitos quilômetros rodados por diferentes passarelas. Ao todo, são oito campeonatos na elite.

O prefácio de “As Titias da Folia” é assinado por Fernando Pamplona, considerado o pai do carnaval contemporâneo, líder de uma geração de carnavalescos, que marcou os desfiles a partir dos anos de 1960. Este foi o último texto do artista, que faleceu em setembro de 2013.

O posfácio é do carnavalesco e figurinista Chico Spinosa, campeão pela Estácio de Sá em 1992.
Na capa, as “titias” são representadas por desenhos inspirados em personagens importantes das escolas, como Dercy Gonçalves (enredo da Viradouro em 1991). Todas as ilustrações do livro são de autoria do professor e artista plástico Leonardo Bora.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Carnaval 2015

Juiz de Fora-MG
Resultados
Grupo A
01º - Unidos do Ladeira -
Enredo: “O Ladeira abre os portões da imaginação e viaja com você nesse mundo encantado”
02º - Turunas do Riachuelo -
Enredo: “O sol nasceu para todos... ser diferente é normal!”
03º - Real Grandeza -
Enredo: "Tá Certo ou Não Tá?"
04º - Juventude Imperial -
Enredo: “A Juventude convida a Realeza: com Certeza vai Ter Festa no Sertão para Coroar o Rei do Baião Luiz Gonzaga”
05º - Feliz Lembrança -
Enredo: “Com um sorriso Feliz, uma linda Lembrança... O bom menino não faz pipi na cama!”
06º - Unidos do Retiro -
Enredo:  “Assombrações”

Grupo B
01º - Mocidade Alegre de São Mateus -
Enredo: " Museu Mariano Procópio"
02º - Acadêmicos do Manoel Honório -
Enredo:  “Um convite especial - 450 anos da Cidade Maravilhosa"
03º - Partido Alto -
Enredo: “Meu sonho em verde e rosa”
04º - Rivais da Primavera -
Enredo: “Orum-Ayê: Mito da Criação do Mundo”
05º - Mocidade do Progresso -
Enredo: “Sonhar não custa nada... com a Mocidade você pode mais”
06º - Vale do Paraibuna -
Enredo: "O universo circense"

Grupo C
01º - União das Cores -
Enredo:  “É Carnaval!”

Literatura

"As três Irmãs: como um trio de penetras arrombou a festa”
No começo da era moderna do carnaval carioca, apenas quatro grandes escolas disputavam o título: Mangueira, Portela, Salgueiro e Império Serrano. Mas a brincadeira mudou a partir de 1976, quando três irmãs penetras também assumiram a posição de protagonistas da festa: Beija-Flor de Nilópolis, Imperatriz Leopoldinense e Mocidade Independente de Padre Miguel. Este é o mote do livro As Três Irmãs – Como um Trio de Penetras “Arrombou a Festa”, de autoria de Alan Diniz, Alexandre Medeiros e Fábio Fabato, publicado pela editora NovaTerra.

Nos últimos 36 carnavais, as penetras somaram 25 títulos (em 1980, Beija-Flor e Imperatriz empataram no primeiro lugar, o que gera dupla contagem) e inovações para todos os gostos. Quantos imaginariam que a Imperatriz já foi cenário de novela? Ou então que a Beija-Flor batizou a Mocidade? E a hoje famosa “Paradinha”? Sabiam que a patente está “depositada” em Padre Miguel?

Na intimidade, dizem que são “co-imãs”, termo comumente utilizado na folia, mas já travaram duelos épicos. Foi a Imperatriz quem tirou o primeiro lugar do eterno Cristo Mendigo da Beija-Flor. Foi a Mocidade quem impediu um tricampeonato da Imperatriz e um tetra do povo de Nilópolis. E por aí vai…

Com prefácio de Sérgio Cabral, o livro é formado por 35 crônicas ilustradas, dez para cada agremiação, e cinco textos que misturam passagens comuns a elas. Não faltam referências a nomes consagrados da Avenida, como Fernando Pinto, Neguinho da Beija-Flor e Joãosinho Trinta. João, aliás, faleceu uma semana após a finalização da obra, última homenagem em vida a ele, que é considerado o maior carnavalesco de todos os tempos.

Saúde pública


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Literatura

“Operação Brasil: o ataque alemão que mudou o curso da Segunda Guerra Mundial” 
Agosto de 1942: o Brasil declara guerra ao Eixo. O estopim: o ataque a vários navios mercantes e de passageiros brasileiros no litoral do Nordeste por uma ofensiva naval nazista, provocando a morte de centenas de inocentes. Por que os nazistas afundaram navios desarmados de um país até então não envolvido na guerra? Qual era o objetivo do governo comandado por Hitler? Na obra, o autor, Durval Lourenço Pereira, revela a origem dos eventos que culminaram com esse ataque e levaram nosso país a entrar na Segunda Guerra Mundial. A obra traz aspectos até agora inexplorados da ação militar que não só mudou os destinos do país, mas também alterou os rumos do conflito a favor dos Aliados. Além de uma narrativa fascinante, que mantém o leitor preso até o final, o livro apresenta documentos importantes, relatos de sobreviventes e testemunhos de civis, militares, funcionários do setor diplomático e do alto escalão do Estado (brasileiros, alemães e norte-americanos).

sábado, 24 de janeiro de 2015

Loterias

Inspirada na paixão brasileira pelo futebol, foi a primeira loteria de prognósticos esportivos. Com a participação do Brasil na Copa do Mundo de 70 e a perspectiva de se conquistar um tri-campeonato o momento era propicio ao lançamento de um jogo que envolvesse este esporte que mexe com o coração de tantos brasileiros.
Instituída pelo Governo Federal em 27 de maio de 1969, seu primeiro teste ocorreu em 19 de abril de 1970, antecedendo ao evento da Copa do Mundo no México.
Por ocasião do lançamento, as apostas eram feitas em 49 casas lotéricas de Niterói (RJ) e Rio de Janeiro (antigo Estado da Guanabara). O sucesso desta modalidade foi tamanho que inúmeras pessoas traziam seus volantes para ali apostarem.
A implantação em todos os Estados foi concluída no teste 109, no mês de outubro/72.
A primeira modalidade da Loteria Esportiva era composta por 13 partidas de futebol, onde o apostador indicava os times vencedores ou os empates.
Ao longo de sua trajetória, sofreu algumas alterações:
 a primeira, em 12 de dezembro/87, com a mudança de 13 para 16 jogos, premiando os apostadores de 15 e 16 jogos;
 em 10 de setembro/89, muda novamente para 13 prognósticos, porém com 4 faixas de prêmios: para o acerto dos 13 jogos, para o acerto dos 10 primeiros jogos, dos 10 primeiros jogos mais 1 e mais 2 jogos;
 em 24 de junho/91, foi implantada a Loteca - Loteria do Certo e do Errado, composta de 14 jogos e 2 faixas de premiação: pelo acerto dos resultados de todos os jogos programados - faixa do Certo, e pelo acerto dos empates e dos perdedores dos jogos - faixa do Errado;
 em 03 de janeiro/94, quando teve início a comercialização da nova versão da Loteria Esportiva Federal: a modalidade volta a ser igual à versão original;
 em agosto de 1999 foi implantado o Volante Permanente com o objetivo de permitir a programação dos concursos em datas mais próximas ao início das vendas, possibilitando a utilização de jogos de finais de competição, tornando a programação mais atrativa aos apostadores e reduzindo a incidência de jogos levados a sorteio;
 em fevereiro de 2002 foram implementadas mudanças com o objetivo de tornar o produto mais atraente ao público apostador, a começar pelo nome que foi alterado para LOTECA; passa a ter 14 jogos, com três faixas de premiação e probabilidade de acertos de 14, 13 e 12 pontos.
primeiro volante da Loteria Esportiva
Nenhum apostador fez os 13 pontos no teste 001 da Loteria Esportiva, de 19 de abril de 1970. Marque os jogos, com direito a marcar dois jogos duplos e três triplos. Na segunda-feira à noite, dou o resultado completo aqui no blog.
Detalhe: os jogos de número 3 e 4 foram pelo Campeonato Carioca de Juvenis.
Olhar os jornais ou revistas da época é como marcar um gol contra.
Não tem qualquer premiação, mas vale pela diversão!
Repasse da Administração das Loterias à CAIXA

Em 14 de Julho de 1961, sob a presidência de Jânio da Silva Quadros, por meio do decreto 50.954, que previa que apenas idosos e deficientes poderiam receber bilhetes para revender ao público,  a administração das Loterias foi repassada à CAIXA, apesar da campanha articulada pelos concessionários particulares ( entre eles a Família Peixoto de Castro, no Rio de Janeiro ), que alegavam falta de experiência da instituição para coordenar o negócio.

Além dos protestos dos concessionários privados, uma  crise política se instalara no país, com a saída de Jânio Quadros da Presidência da República no mês de Agosto daquele ano e somente em 15 de Setembro de 1962, sob o governo de  João Goulart ( o Jango ), ocorreu a primeira extração da Loteria Federal que pagou o prêmio de 15 milhões de cruzeiros.

Assim nascia a Loteria Federal do Brasil, sob a administração do "Conselho Superior das Caixas Econômicas Federais ", cujo objetivo era aplicar recursos em benefícios dos brasileiros". Os revendedores ligados a concessionários privados tiveram de se cadastrar na CAIXA para continuar sua atividade.

Em São Paulo/SP, os primeiros a serem cadastrados - como Revendedor Fixo Capital - RFC foram:

RFC-01 - Antunes de Abreu (Antônio Pedromonico)
RFC-02 - Casa Luongo ( José Luongo e Filhos)
RFC-03 - A Preferida - Francisco Zani
RFC-04 - A Fonte da Sorte (Luiz Fontana)
RFC-05 - Vicente Pelegrini
RFC-06 - Nicola Daccioppi
RFC-07 - Metrópole Lotérica (Osvaldo Martucci)

Com a Revolução de 1964 os contratos foram cancelados unilateralmente e iniciada uma devassa na ASLF ( Administração do Serviço Loteria Federal) para apurar responsabilidades. Nessa operação, lotéricos tradicionais, como Sylvio Luongo foram ouvidos.

Nada foi provado, mas os lotéricos ficaram sem bilhetes .

Pessoas que não eram do ramo, possuíam bilhetes da LFB e os repassavam para as lotéricas mediante o pagamento de ágio ( câmbio negro ).

Para reverter a situação eles fundaram a Associação dos Lotéricos do Estado de São Paulo - ALESP - em 22.12.1966.

Ela foi a 1ª entidade da classe no país. Os lotéricos passaram a reivindicar a volta das quotas de bilhetes da LFB. Isto só foi conseguido no 2° semestre de 1967, graças a insistência da ALESP, liderada pelo presidente Antônio Pedromonico, diretor da Casa Lotérica Antunes de Abreu.

Assim, do primeiro semestre de 1964, até o segundo semestre de 1967, os lotéricos ficaram nas mãos de "atravessadores".

No dia 19 de Abril de 1970 foi realizado o primeiro teste público da Loteria Esportiva no Rio de Janeiro. As vendas inicialmente aconteceram somente naquele Estado,  em 48 Revendedores Fixos credenciados para fazer estas de apostas. A partir do teste número  10 iniciaram as vendas em São Paulo. Em 1972  estava implantada em todo Brasil.

A CAIXA foi a 1ª empresa no mundo a usar a informática nas loterias. Outro fato a destacar é que também era a 2ª maior consumidora de cartões da IBM, só superada pela NASA, nos Estados Unidos.

Os jogadores Campeões da Copa de 1970, no México foram os primeiros  credenciados para fazer apostas da nova loteria. Foi a maneira que a CAIXA os homenageou pela conquista.

Quem forneceu estas informações foi o Sr. Álvaro Feres Assaf, 76 anos, hoje aposentado da CAIXA. Em 1970 ele foi convidado a assumir o cargo de Chefe de Serviços na nova área. Ele conta como era a rotina de trabalho:  A gente entrava na sexta-feira à noite na CAIXA e só saia no domingo, após a realização de todos os jogos.

Começávamos gravando os cartões. A rotina para se efetuar a aposta era assim: o cliente ia num revendedor credenciado, preenchia o volante, onde além das escolhas dos jogos tinha que contar o nome e o endereço do apostador. O volante ficava de posse da CAIXA e o cliente ficava com um recibo. No caso de ter sido premiado, tinha um prazo de 90 dias para ser localizado. Caso contrário o bilhete prescrevia."  O senhor Álvaro assumiu diversos cargos na área de Loteria. No início de 1987 foi Superintendente de Loterias, em Brasília/DF, aposentando-se no final de 1987quando voltou para o Rio de Janeiro/RJ, onde vive.

O primeiro Revendedor Fixo de Bilhetes a ser credenciado para fazer apostas da Loteria Esportiva foi A Simpatia Lotérica, do Rio de Janeiro.

A primeira reunião nacional de lotéricos de todo o Brasil foi realizada  no Hilton Hotel em São Paulo (SP),  em 1976. O evento teve início no dia 26 e foi até 29 de Maio. Coube, então ao revendedor  lotérico Ayr Togeiro de Moraes levantar-se durante uma reunião e propor que daquele dia, o 26 de Maio fosse declarado Dia Nacional do Revendedor Lotérico. Sua sugestão foi plenamente aceita e aclamada pela assembléia. Em 1986 a data foi incluída no Calendário Nacional de Eventos.

Quem conta o episódio, com muito orgulho, por ter participado de quase tudo o que se realizou sobre loterias há cerca de 50 anos, é Sylvio Luongo, 77 anos( filho de outro lotérico),  que deixou a profissão de engenheiro para assumir a carreira de lotérico. Ele é diretor da Casa Luongo Loterias Ltda, com uma loja instalada no aeroporto de Congonhas (SP).

Em 18 de setembro de 1980, no Rio de Janeiro, aconteceu o primeiro sorteio da Loto, em caráter experimental. A partir do concurso número 2 passou a ser feita em São Paulo. Nos primeiros 36 concursos nenhum apostador conseguiu acertar os cinco números, a quina. Diante disso, a CAIXA baixou o preço máximo das apostas, forçando os clientes a preencherem mais volantes , aumentando assim a possibilidade de combinações. O resultado foi imediato. Neste mesmo ano a CAIXA passou a realizar sorteios no Caminhão da Sorte,

A Sena foi lançada em 1988,  com sistema  informatizado.

Em 22 de Agosto de 1991 foi lançada a Loteria Instantânea cujos prêmios eram  em dinheiro. Somente em 1996 ela iniciou a premiação em bens, com a modalidade Carro Campeão.

No mês de Março de 1994 a Loto, que se chamava internamente de Loto I, foi substituída pela Loto III - a Quina.

A Super-Sena chegaram ao mercado em Abril de 1995. A partir de Março de 1998 passou a chamar-se Super-Sena Dupla Chance.

A  Mega-Sena iniciou em Março de 1996, já oferecendo prêmios milionários e caiu imediatamente no gosto dos clientes.

Em Novembro de 1997 a CAIXA colocou no mercado a Trinca, que não obteve o êxito pretendido e 03 anos depois deixou de existir.

O Trevo da Sorte não fez jus ao nome. A tentativa foi realizar um "game show" lotérico. O primeiro sorteio realizado no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo, em Novembro de 1998. Permaneceu na TV até o 17, passando a ser feito no auditório da Caixa em Brasília. Também não obteve sucesso e encerrou suas atividades sendo substituído pela Lotomania que, por ser mais simples, obteve imediata aceitação do público. Seu primeiro sorteio ocorreu em 02 de Outubro de 1999.

A Dupla Sena substituiu a Super - Sena Dupla Chance em Novembro de 2001 e em Fevereiro de 2002 o Lotogol substituiu o Bolão Federal.

O primeiro sorteio do Lotofácil foi realizado em 29 de setembro de 2003. No concurso de estréia, cinco apostadores acertaram os números da faixa principal e levaram, cada um, R$ 49,7 mil.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Literatura

"1964 - O Verão Do Golpe"

A sensualidade de Brigitte Bardot, a bossa nova de Nara Leão; o balanço de Jorge Ben; o cinema novo de Gláuber Rocha; as primeiras pranchas de fibra de vidro no arpoador; e, pelo mundo, grandes movimentos libertários. Paradoxalmente, nesse contexto de grandes novidades culturais, estava sendo germinado o movimento civil-militar que acabaria com a democracia no Brasil. A partir desse original ponto de vista, no livro "1964 - O verão do Golpe", o jornalista Roberto Sander recria toda a atmosfera dos três meses que antecederam o 31 de março que mudaria a nossa história no século passado. Com uma narrativa ágil e rica em detalhes, fruto de uma pesquisa de cinco anos, o autor transportará o leitor para o dia- a-dia (os capítulos são divididos em semanas) desse momento chave ocorrido há exatos 50 anos. O prefácio é do jornalista Geneton Moraes Neto e a revisão histórica e texto de orelha do cientista político Eduardo Heleno, professor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF).

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Curiosidades

Miguel e Sophia lideram ranking dos 100 nomes mais usados pelos brasileiros
Nomes compostos não estão muito na moda. Para as meninas a tendência são os nomes que começam com a letra M

Após reunir 45 mil nomes de bebês do sexo masculino, e 42 mil nomes de nenês meninas, o site BabyCenter Brasil divulgou que os nomes mais comuns usados pelos brasileiros no ano de 2014 foram Sophia e Miguel.

É o segundo ano seguido que os nomes lideram o ranking da página. Os nomes compostos não estão muito na moda, apenas 14 compõem a lista, a maioria masculinos, como João Pedro, Pedro Henrique e João Vítor. Para as meninas, a tendência são os nomes que começam com a letra M, como Manuela, Maria Eduarda e Maria Luiza.

Veja a lista:

Meninos
01 - Miguel, 02 - Davi, 03 - Arthur, 04 - Pedro, 05 - Gabriel, 06 - Bernardo, 07 - Lucas, 08 - Matheus, 09 - Rafael, 10 - Heitor, 11 - Enzo, 12 - Guilherme, 13 - Nicolas, 14 - Lorenzo, 15 -Gustavo, 16 - Felipe, 17 - Samuel, 18 - João Pedro, 19 - Daniel, 20 - Vitor, 21 - Leonardo, 22 - Henrique, 23 - Theo, 24 - Murilo, 25 - Eduardo, 26 - Pedro Henrique, 27 - Pietro, 28 - Cauã, 29 - Isaac, 30 - Caio, 31 - Vinicius, 32 - Benjamin, 33 - João, 34 - Lucca, 35 - João Miguel, 36 - Bryan, 37 - Joaquim, 38 - João Vitor, 39 - Thiago, 40 - Antônio, 41 - Davi Lucas, 42 - Francisco, 43 - Enzo Gabriel, 44 - Bruno, 45 - Emanuel, 46 - João Gabriel, 47 - Ian, 48 - Davi Luiz, 49 - Rodrigo e 50 - Otávio.

Meninas
01 - Sophia, 02 - Alice, 03 - Julia, 04 - Isabella, 05 - Manuela, 06 - Laura, 07 - Luiza, 08 - Valentina, 09 - Giovanna, 10 - Maria Eduarda, 11 - Helena, 12 - Beatriz, 13 - Maria Luiza, 14 - Lara, 15 - Mariana, 16 -Nicole, 17 - Rafaela, 18 - Heloísa, 19 - Isadora, 20 - Lívia, 21 - Maria Clara, 22 - Ana Clara, 23 - Lorena, 24 - Gabriela, 25 - Yasmin, 26 - Isabelly, 27 - Sarah, 28 - Ana Julia, 29 - Letícia, 30 - Ana Luiza, 31 - Melissa, 32 - Marina, 33 - Clara, 34 - Cecília, 35 - Esther, 36 - Emanuelly, 37 - Rebeca, 38 - Ana Beatriz, 39 - Lavínia, 40 - Vitória, 41 - Bianca, 42 - Catarina, 43 - Larissa, 44 - Maria Fernanda, 45 - Fernanda, 46 - Amanda, 47 - Alícia, 48 - Carolina, 49 - Agatha e 50 - Gabrielly.

Literatura

"Os clássicos do futebol brasileiro"

Um inédito e histórico levantamento dos maiores clássicos do futebol brasileiro, através de uma viagem iniciada ainda no princípio do século passado entre São Paulo Athletic Club e o Club Athletico Paulistano. Uma obra cheia de curiosidades, fatos e registros históricos que envolve o futebol de todas as 27 unidades federativas deste país continental. São mais de 200 clássicos, mais de 1000 histórias, emoções infinitas e rivalidades que se perpetuam a cada dia e engradecem a maior paixão do povo brasileiro, o futebol.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

90ª Corrida Internacional de São Silvestre

Masculino
Dawit Admasu, da Etiópia, venceu a prova masculina da Corrida de São Silvestre com o tempo de 45min04s nesta quarta-feira, 31/12. A última vitória da Etiópia havia sido Tariku Bekele, em 2011. Dawit Admasu, campeão nesta quarta-feira, terminou a prova um segundo à frente de Stanley Koch, do Quênia. Completaram o pódio Fabiano Naasi, da Tanzânia, com 45m10; Mark Korir, do Quênia, com 45m19; e Giovani dos Santos, do Brasil, com 45m22.

Feminino
Na prova feminina, após cinco vitórias consecutivas do Quênia, foi a Etiópia quem venceu, com Ymer Ayalew, com 50min43, três segundos mais rápida que a segunda colocada, Netsanet Kebede, também etíope. O Quênia subiu ao pódio na terceira posição, com Priscah Jeptoo (campeã em 2011). Ymer Ayalew havia sido a última campeã etíope da São Silvestre, ela venceu em 2008 com o tempo de 51min37s. Joziane Cardoso teve o melhor desempenho entre as brasileiras, terminando na oitava posição.
Fonte: www.carlosferreirajf.blogspot.com

Literatura

"Fluminense para Jovens Tricolores"
Futebol é cheio de histórias e de paixão. Ainda mais em um time grande como o Fluminense Football Club. Para o brasileiro, o futebol está no DNA. A paixão pelo esporte e pelo time de coração deveria ser diretamente transmitida para seus filhos através do código genético. Mas, na verdade, não é bem assim que funciona. Chico Soares, torcedor fanático do Fluminense, um dia descobriu que seu filho Vinícius não herdou sua paixão pelo tricolor carioca. E conversando com Celso Taddei, seu colega de arquibancada, ficou sabendo que o amigo passava pelo mesmo problema em casa. Foi então que os dois decidiram que era hora de ajudar a genética. Celso e Chico se juntaram para contar as histórias e glórias do Fluminense Football Club. Juntos, pesquisaram e criaram uma obra única, com a ajuda das expressivas ilustrações de Rodrigo Macedo. Com uma linguagem leve e objetiva, explorando com cuidado e mérito,  os jargões do futebol, a dupla coloca os leitores no clima do jogo, levando-os a um passeio, década a década, pela história tanto do clube, quanto do Brasil e do Mundo. Estruturado como um almanaque, cheio de ilustrações e textos complementares, os autores usam essas informações históricas para localizar o clube no tempo e espaço, com vasta referências a fatos, personalidades e fenômenos culturais como Segunda Guerra Mundial, Golpe Militar de 1964, presidentes da República, Bossa Nova, The Beatles, e outros. Dessa forma o leitor acaba por conhecer também um pouco da história do país e do mundo, tendo como ponto de partida e referência a história do Fluminense Football Club. Sem falar nas páginas especiais, com as camisas históricas, hino do clube, primeira bandeira, e uma galeria de ídolos do passado e do presente.