domingo, 22 de novembro de 2009

Copa de 2010

Europa: Itália (04 títulos), Alemanha (03), Inglaterra (01), França (01), Holanda, Espanha, Portugal, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Sérvia, Grécia e Suíça;

América do Sul: Brasil (05), Argentina (02), Uruguai (02), Paraguai e Chile;

África: África do Sul (sede), Costa do Marfim, Nigéria, Camarões, Argélia e Gana;

Ásia: Japão, Coreia do Sul e Coreia do Norte;

América Central e América do Norte: Estados Unidos, México e Honduras;

Oceania: Austrália, Nova Zelândia.

Futebol Mineiro

Engenheiro promete estádio até março
Veja como vai ficar a casa do futebol mineiro em 2010
Celso Martinelli*

O engenheiro civil e proprietário da CBR Construtora, Lauro Augusto Oliveira Borges, responsável pela reforma e ampliação do estádio Joaquim Henrique Nogueira, a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas , prevê que os trabalhos estarão concluídos antes de março de 2010, prazo limite para execução da obra, orçada em R$ 8,6 milhões. Na fase atual, está sendo preparado o terreno onde o gramado será replantado. As cadeiras existentes no estádio também já foram retiradas para a colocação de outras novas e de melhor qualidade.

Segundo Lauro Augusto Borges, problemas estruturais e com a planta anterior do estádio atrasaram o cronograma da obra. "Achei coisas piores do que imaginava encontrar, como por exemplo, instalações que só existiam na planta, mas que nunca saíram do papel. Assim como a situação do gramado, sem qualquer sistema de drenagem. Tivemos que retirar todo o piso e a argila que tinha no subsolo para colocação de areia e brita. Hoje estamos finalizando o sistema de drenagem, para então iniciar o replantio", explicou o engenheiro.

Apontada como futuro palco de jogos do Campeonato Brasileiro e também da Copa Libertadores caso alguma equipe de Minas se classifique para a competição, além do próprio Campeonato Mineiro, com a reforma, a capacidade da Arena do Jacaré passará de 18 mil pessoas para 25 mil, o que representa um aumento de sete mil lugares. As arquibancadas de concreto receberão estrutura laminar e assentos individuais. O estacionamento será ampliado de 120 vagas para 600, ocupando uma área de 20 mil metros quadrados.

O projeto prevê ainda reforma completa dos três blocos que compõem o estádio e construção de três novos blocos com o objetivo de melhorar a infraestrutura oferecida. O número de banheiros passará de seis para 17. Os bares que atendem dentro do estádio também serão em maior número, passando dos dois atuais para sete.
O estádio vai ganhar mais uma bilheteria, totalizando quatro em funcionamento. As áreas comuns e salas reservadas à administração serão ampliadas. "Já iniciamos a adaptação das cabines de rádio e televisão", completa Lauro Augusto. O engenheiro também falou sobre a geração de empregos com a obra. "A maior parte da mão de obra é de Sete Lagoas. No pico da reforma chegaremos a ter mais de 100 pessoas trabalhando no estádio", finaliza.
*Celso Martinelli é Jornalista
Fontes: www.setedias.com.br e http://blog.chicomaia.com.br/

sábado, 21 de novembro de 2009

Futebol

Série B nacional
Vasco-RJ, Ceará-CE, Guarani-SP e Atlético-GO são as equipes classificadas para a Série A de 2010.

Módulo três mineiro
Pouso Alegre 0 x 2 Mamoré (Patos de Minas)
Unitri (Uberlãndia) 0 x 2 Tombense
Fabriciano 0 x 1 Tricordiano
Obs:
Mamoré e Tombense estão classificados para o Módulo dois de 2010

Série B carioca
Nova Iguaçu 0 x 1 América
Quissamã 1 x 0 Olaria
Sendas 2 x 2 Goitacaz
Portuguesa 2 x 1 Bonsucesso
Artsul 2 x 2 Riostrense
Obs:
O América etá classificado para para a primeira divisão de 2010.

Futebol

Campeonato Mineiro
Unitri (Uberlãndia) x Tombense
Sábado - 21/11
Estádio Sebastião César (Araguari) - 16h
A: Luiz Carlos da Silva
A1: Helbert Costa Andrade
A2: Pablo almeida Costa
04º A: Júlio César Samuel (Liga local)

Fabriciano x Tricordiano
Sábado - 21/11
Estádio Louis Ensch - 16h
A: Juliano Lopes Lobato
A1: Marconi Helbert Vieira
A2: Jeancarlo Machado
04º A: Moacir Comes (Liga local)

Pouso Alegre x Mamoré (Patos de Minas)
Sábado - 21/11
Estádio Cel. Erasmo Cabral (Santa Rita do Sapucaí)- 16h
A: Emerson de Almeida Ferreira
A1: Jair Albano Félix
A2: Mauro Antônio Ferreira dos Santos
04º A: Rafael Vítor de Mendonça (Liga de Pouso Alegre)

Obs:
Faltando duas rodadas para terminar acompetição, Mamoré (Patos de Minas) com 18 pontos, Tombense (Tombos) com 14 e Unitri (Uberlãndia) com 12, disputam duas vagas.

Campeonato Carioca
07ª rodada do returno
Quissamã x Olaria
Nova Iguaçu x América
Sendas x Goytacaz
Portuguesa x Bonsucesso
Artsul x Riostrense

Obs: Faltando três rodadas para o final, Olaria (33 pontos), América (32), Goytacaz (28) e Sendas (27), disputam duas vagas.

Morre Celso Pitta

O ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta (PTB) morreu neste sábado aos 63 anos. Ele estava internado no hospital Sírio-Libanês, onde fazia tratamento contra um câncer no intestino.

Em janeiro deste ano, o ex-prefeito foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor no intestino e, desde então, fazia tratamento com quimioterapia no hospital.

Afilhado político do deputado Paulo Maluf (PP), de quem havia sido Secretário, Pitta administrou a Prefeitura de São Paulo no período de 1997 a 2000, para a qual foi eleito com com 62,2% dos votos. Sua gestão foi marcada por uma série de denúncias. A principal delas foi o esquema de corrupção batizado de "escândalo dos precatórios".

Ele acabou afastado do cargo por 18 dias, sendo substituído por seu vice-prefeito Regis de Oliveira, e retomando em seguida. Concorreu a deputado federal e perdeu em duas ocasiões, mas manteve sua filiação ao PTB.

O ex-prefeito foi preso no dia 8 de julho de 2008 durante a "Operação Satiagraha", da Polícia Federal

Durante a campanha para suceder Paulo Maluf e eleger o até então desconhecido Celso Pitta, Maluf proferiu uma célebre frase: "Votem no Pitta, se o Pitta não fizer um bom governo, nunca mais votem em mim". Hoje, Maluf é Deputado Federal.

ETERNO APRENDIZ

Faustino Vicente *
Há algumas décadas, o sonho de muitos jovens era diplomar-se por uma conceituada universidade, pois era esse o “passaporte carimbado” que os levaria a um emprego formal e a uma carreira bem-sucedida e duradoura. A formação acadêmica representava um requisito diferenciado para o crescimento profissional, dentro de uma excelente organização.

Hoje, o sonho do canudo universitário transformou em obrigação e a certeza da conquista de uma vaga no mercado, uma estressante incerteza. A globalização destruiu fronteiras e quebrou estruturas centenárias, fazendo com que milhões de vagas de trabalho se evaporassem no planeta terra. Muitas profissões desapareceram e outras floresceram.

Se o primeiro emprego formal é extremamente difícil, o ultimo pode ser, extremamente, precoce. Aos 20 anos poderemos ser considerados inexperientes e aos 40 decadentes.

Essa realidade, que tem feito o mundo sempre melhor materialmente, nos traz à lembrança um dos clássicos do cinema norte-americano – Tempos Modernos – (1936) estrelado por Charles Chaplin. Através de sátiras, ele nos mostra tentativas de substituição do homem por máquinas. Aumentar a produtividade – fazer cada vez mais,e melhor, com cada vez menos – era o grande objetivo, mesmo que o ser humano fosse humilhado, como pode ser visto em algumas cenas do último filme mudo do genial Carlitos.

A tecnologia encurtou as distâncias e distanciou as proximidades, via praticidade – “produto” essencial do novo estilo de vida gerado pela mulher contemporânea. Parte das operações bancárias pode ser considerada como exemplo expressivo dessa nossa afirmação.

Cremos que vale a pena uma profunda reflexão sobre um dos versos da canção – O que é, o que é – do saudoso cantor, compositor e músico, Gonzaguinha: “ a beleza de ser um eterno aprendiz”. O profissional que tiver a percepção exata do que representa essa máxima, poderá estar descobrindo a diferença, que fará a diferença, em termos de sucesso sustentável.

*Faustino Vicente é Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos
– e-mail: faustino.vicente@uol.com.br
- tel. (11) 4586.7426
- Jundiaí (Terra da Uva), SP

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Givanildo Oliveira

América anunciou a saída do técnico Givanildo Oliveira do clube. O treinador reuniu-se com Marcus Salum e Caio Salum para solicitar a liberação e alegou que o valor da proposta do Sport foi irrecusável.

Givanildo Oliveira foi campeão da Série B com o América em 1997 e da Série C neste ano. Durante a tempora Givanildo recusou para deixar o América.

Givanildo Oliveira vai assumir o Sport Recife nos três jogos restantes da Série A. Quarto treinador do time pernambucano na temporada (Nelsinho Batista, Emerson Leão e Péricles Chamusca foram os outros), Givanildo já comandou a equipe em outras cinco oportunidades (1983, 1991/1992, 1994, 1999 e 2006), tendo conquistado três títulos estaduais (1992, 1992 e 1994) e o acesso à Série A do Brasileiro em 2006.

Wellington Fajardo, ex-técnico do Uberlãndia na Taça Minas e Brandãozinho, técnico do Mamoré no Módulo três são cotados para asssumir o América. Jair Bala e Rui Guimarães são outros nomes também lembrados pela torcida Americana.

Literatura

"Pelé: Estrela Negra em Campos Verdes",

Os dribles, as jogadas geniais, o enorme talento com a bola e os gols inesquecíveis fizeram de Pelé um mito. O menino pobre que nasceu Edson Arantes do Nascimento e era carinhosamente chamado de Dico na cidade de Três Corações, em Minas Gerais, alçou vôos inimagináveis para um garoto negro da época. Aqui, podemos acompanhar uma história de glórias, de alguém que brilhou intensamente como estrela negra em campos verdes, mas também uma história humana, de uma pessoa como todas as outras, com os altos e baixos que a vida impõe. Este livro narra o seu percurso. Uma trajetória marcada pela fama e o sucesso, que o levaram a ser cultuado como figura máxima do futebol - ou, para ser preciso, como verdadeiro sinônimo do esporte - em todos os quadrantes do planeta. Isto durante décadas, sem que sua retirada dos gramados, há mais de 30 anos, tenha afetado a popularidade de Pelé nem diminuído sua aura de eterno campeão. Pelé enfrentou dificuldades de ordem econômica, familiar, afetiva. Teve problemas com os filhos, sofreu baques comerciais, viveu o fim de dois casamentos e alguns tórridos romances públicos. Saiu-se, como todo mundo, às vezes melhor, às vezes pior. Na média, uma trajetória digna e bonita, com alguns tropeços e muitas grandezas. Agora, às vésperas de completar 68 anos, Pelé ressurge como personagem múltiplo e complexo, idolatrado por milhões de admiradores ao redor do mundo e profundamente brasileiro - sempre fiel ao menino negro que, ainda conhecido como Dico, saiu com a familia de Três Corações para conquistar o mundo. É o que este livro relata, com graça e leveza, a partir de uma vasta e rigorosa pesquisa documental.

Literatura

"Pelé: Estrela Negra em Campos Verdes",

Os dribles, as jogadas geniais, o enorme talento com a bola e os gols inesquecíveis fizeram de Pelé um mito. O menino pobre que nasceu Edson Arantes do Nascimento e era carinhosamente chamado de Dico na cidade de Três Corações, em Minas Gerais, alçou vôos inimagináveis para um garoto negro da época. Aqui, podemos acompanhar uma história de glórias, de alguém que brilhou intensamente como estrela negra em campos verdes, mas também uma história humana, de uma pessoa como todas as outras, com os altos e baixos que a vida impõe. Este livro narra o seu percurso. Uma trajetória marcada pela fama e o sucesso, que o levaram a ser cultuado como figura máxima do futebol - ou, para ser preciso, como verdadeiro sinônimo do esporte - em todos os quadrantes do planeta. Isto durante décadas, sem que sua retirada dos gramados, há mais de 30 anos, tenha afetado a popularidade de Pelé nem diminuído sua aura de eterno campeão. Pelé enfrentou dificuldades de ordem econômica, familiar, afetiva. Teve problemas com os filhos, sofreu baques comerciais, viveu o fim de dois casamentos e alguns tórridos romances públicos. Saiu-se, como todo mundo, às vezes melhor, às vezes pior. Na média, uma trajetória digna e bonita, com alguns tropeços e muitas grandezas. Agora, às vésperas de completar 68 anos, Pelé ressurge como personagem múltiplo e complexo, idolatrado por milhões de admiradores ao redor do mundo e profundamente brasileiro - sempre fiel ao menino negro que, ainda conhecido como Dico, saiu com a familia de Três Corações para conquistar o mundo. É o que este livro relata, com graça e leveza, a partir de uma vasta e rigorosa pesquisa documental.

Copa da África do Sul

Copa 2010 – Dia de Definição
Marco Antonio Campos*

Agora que todos os países classificados para a Copa do Mundo já são conhecidos, resta apenas saber quem jogará contra quem e em qual sede.

Hoje, a FIFA vai divulgar os cabeças-de-chave usando como base o ranking de seleções que será publicado e levando em conta também o desempenho de cada país nas duas últimas Copas. As seleções restantes serão divididas em mais três grupos de oito como de praxe.

Em geral, os europeus ficam em um único grupo, africanos e sul-americanos em outro e os demais no último. Com base nessa premissa, o jornal espanhol Marca antecipou o que vai ocorrer, mas sem a confirmação da FIFA.

De acordo com o diário da Espanha, os grupo ficarão assim constituídos:

Grupo dos Cabeças-de-Chave:
África do Sul, Brasil, Espanha, Itália, Alemanha, Argentina, Inglaterra e França.
Grupo 2:
Holanda, Portugal, Eslovênia, Suíça, Grécia, Sérvia, Dinamarca e Eslováquia.
Grupo 3:
Costa do Marfim, Gana, Camarões, Nigéria, Argélia, Paraguai, Chile e Uruguai.
Grupo 4:
Japão, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, México e Honduras.

Se o Marca estiver correto em sua aposta, Brasil e Argentina terão obrigatoriamente um país africano como adversário na fase de grupos. O motivo é que a FIFA evita confrontos entre equipes do mesmo continente neste momento da Copa. Com exceção da Europa, mas com a ressalva de que cada grupo pode ter no máximo duas seleções.

Ainda no campo das especulações, o pior grupo que o Brasil pode pegar seria Holanda, Costa do Marfim e México. E o mais fácil teria Eslovênia, Argélia e Nova Zelândia.

A possibilidade de um grupo da morte é grande se Holanda, Costa do Marfim e México forem sorteados para se enfrentarem. O cabeça-de-chave, não importa qual, terá enorme azar se isso acontecer.

Porém, há uma tendência já afirmada pela própria FIFA de pela primeira vez na história não incluir o país-sede como cabeça-de-chave. A razão desta hipótese é a péssima posição que a África do Sul ocupa no ranking atual, ficando na 85ª posição. A anfitriã só está à frente da seleção da Coreia do Norte na classificação.

De qualquer forma, a definição será conhecida dentro de algumas horas. Depois é esperar mais duas semanas para que a formação final de cada um dos oito primeiros grupos da Copa seja sorteada na cerimônia oficial, na Cidade do Cabo, no dia 4 de dezembro. Daí em diante não há mais choro e fica cada um entregue à suas próprias sortes, competências e capacidades.
*Marco Antonio Campos é Locutor Esportivo

Monitor Campista

A direção ds Diário Associados, que fechou o terceiro jornal mais antigo do Brasil, o Monitor Campista, de Campos dos Goytacazes no Norte Fluminense, através de seu presidente da regional Rio, informou que a empresa tem interesse em vender o título do jornal, fechado no último domingo, 15/11.

A direção da empresa diz que o fechamento foi motivado pelo fim da publicação do Diário Oficial da Prefeitura de Campos, incluído no veículo por mais de 100 anos.
A publicação do Diário Oficial correspondia a 50% da receita do veículo. O informativo da prefeitura foi retirado do jornal após a Justiça alegar que não havia licitação para a publicação no Monitor Campista e que o Diário Oficial deveria ser aberto à concorrência de outros veículos, por meio de licitação. A Justiça atendeu a uma ação movida pelo jornal "Folha da Manhã" contra o Monitor.

Na época do fim da publicação do Diário Oficial, as especulações eram de que a prefeitura de Campos deixou de investir no jornal porque teria intenção de comprá-lo posteriormente. Em reunião com a Associação de Imprensa Campista, a Secretaria de Comunicação Social da prefeitura negou que o órgão tivesse a intenção de comprar o veículo. A prefeitura alegou também que estava surpresa com o fechamento do jornal e que apoiaria os jornalistas para manter o veículo com recursos do Fundecam, ou com a criação da Fundação Monitor Campista.

A família da Prefeita de Campos Rosinha Garotinho (PMDB) edita e publica no município o jornal "O Diário do Norte Fluminense".

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Futebol de Ubá

Vale a pena ver de novo
Carlos Roberto Sodré*

Certamente você já viu e ouviu esta frase nos anúncios das novelas da tarde da Rede Globo de televisão. E já ouviu também em alguns quadros de programas de rádio, neste caso, vale à pena ouvir de novo. O campeonato regional de futebol da Liga Atlética Ubaense está chegando ao seu término. Associação Atlética Bandeirante e União da cidade de Piraúba vão decidir o título este ano. Tudo muito maravilhoso se não fosse contraditório. Tudo muito tranqüilo se não fosse ante ético. Quando se usa de atletas de outras equipes para armar a sua, que nome que se dá esse tipo de comportamento? Quando se coloca todos os jogadores de fora na vaga dos atletas da casa, que nome que se dá para um comportamento dessa natureza? Quando se promete para os atletas da casa que um dia eles vão vestir a camisa das suas respectivas equipes, quando na verdade os seus lugares estão reservados a outros bem estranhos e distantes, que nome que se dá a uma atitude dessas? Quando se gasta até quinze mil reais em um único jogo, ou mais do que isso, e cobra das crianças para realizar treinamentos, dizendo que elas representam o futuro daquela equipe, que nome que se dá para ações como esta? Quando se mente o tempo todo, para todos, sobre a legalidade da disputa, FMF, Federação Mineira de Futebol, clubes profissionais pelo Brasil afora, é uma mentira atrás da outra. A imprensa sabe que está errado, ou pelo menos devia saber, mas ninguém denuncia, porque será? Não me diga que alguém está gostando dessa brincadeira? Tenho medo que um dia as pessoas comecem a colocar em prática a lei do Gérson, de levar vantagem em tudo! Por que de uma coisa pode-se ter certeza: tem alguém com os olhos brilhando, quando essa bola rola. Os olhos das crianças também vão brilhar, como os meus estão agora, de tristeza. No nosso caso não vale a pena ver novo. Ver de novo tudo que acabamos de analisar? Perguntei ao Cassiano, colega de faculdade e morador de Senador Firmino: o que você achou da participação do Nacional no campeonato regional desse ano? Como todo torcedor apaixonado ele me respondeu: “não ficamos contentes com o resultado, é claro, achamos que alguns jogadores não se empenharam o suficiente”. Perguntei ao jovem acadêmico quantos jogadores da terra vestiram a camisa do Nacional, ele me disse que dois. Aí eu retruquei: quero saber jogando? Ele disse: um. Se contar esse caso para o cantor Raimundo Fagner, certamente ele vai dizer: “não dá pra ser feliz, não dá pra feliz, não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz”. Continuo na luta em favor do futebol da terra até um dia eu poder dizer vale a pena ver de novo.
*Carlos Roberto Sodré é Locutor Esportivo

Milésimo gol de Pelé - 40 anos

GOL 1.000 40 ANOS E EU ESTAVA LÁ
Adilson Dutra*

No ano passado, quando muito se falava no gol 1.000 do Romário, escrevi algo sobre o milésimo gol de Pelé, que hoje completa quarenta anos em que foi realizado. Naquele texto eu dizia que estava nas arquibancadas torcendo por Andrada, com quem tive a honra de treinar exautivamente durante um bom período todas às tarde, em São Januário, mas Pelé é Pelé e não tinha jeito, ele queria que o gol fosse mesmo no Maracanã, de penalidade máxima, para que o mundo inteiro ouvisse suas palavras após a comemoração do gol histórico.

Muita gente torcia contra, do meu lado tinha um vascaíno que berrava feito um louco para que matassem Manoel Amaro de Lima, o árbitro do jogo. Até mesmo os santistas, alguns é claro, queriam que Pelé não cobrasse o pênalti, para que o gol mil saísse na Vila Belmiro. Quarta-feira, por volta das 22 horas, naquele tempo os jogos eram às 21h, dia 19 de novembro de 1969, Pelé cobrou a penalidade no canto esquerdo de Andrada, do Vasco, e assim escreveu um dos capítulos mais bonitos da história do futebol mundial: o milésimo gol. No aniversário de 40 anos do feito, o Rei do Futebol ainda é capaz de lembrar dos mínimos detalhes, e eu, modestamente, também lembro de todos os detalhes, até do grito dos repórteres dizendo que havia sido Renê o autor da falta, mas não foi, quem cometeu o pênalti foi Fernando, um zagueiro mineiro, oriundo do Vila Nova, de Nova Lima, que chegou ao Vasco ao lado do lateral Eberval.

Eu dizia sobre Andrada, o goleiro argentino, natural de Rosário. "Ele não queria levar o milésimo gol de forma alguma", lembra Pelé. Não teve jeito. O Rei do Futebol bateu no canto esquerdo. Andrada quase conseguiu fazer a defesa, mas a bola morreu no fundo das redes. O goleiro socou o gramado de raiva, enquanto os fotógrafos invadiram o Maracanã. Dias antes, nos treinos em São Januário, Andrada trabalhou intensamente cobranças de pênaltis, fazia com que todos os seus companheiros perdessem horas a fio treinando com ele, já que naquela época não havia treinador específico para goleiros.
*Adilson Dutra é Jornalista
Fonte: www.blogdopenacho.zip.net

O Vasco havia saído na frente, com gol de Benetti, aos 17 minutos do primeiro tempo. O Santos empatou com gol contra de Renê, aos dez do segundo tempo.

O pênalti aconteceu aos 34 minutos do segundo tempo. Na cobrança, Pelé deu uma paradinha e chutou forte no canto esquerdo do gol, exatamente às 23h23. O goleiro do Vasco, o argentino Andrada, chegou a tocar na bola, mas não conseguiu evitar o gol.


Na comemoração, Pelé beijou a bola e dedicou o milésimo gol a todas as crianças do Brasil.

Em homenagem à conquista a Prefeitura de Santos, em 1995, instituiu, oficialmente, o dia 19 de novembro como o Dia Pelé.

Santos 2 x 1 Vasco

Gols: Santos FC- Pelé (pênalti) e Renê (contra); Vasco - Benetti
Árbitro: Manoel Amaro de Lima
Local: Estádio do Maracanã (RJ)
Público: 100 mil
Data: 19 de novembro de 1969

Santos:
Aguinaldo; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Djalma Dias (Joel Camargo) e Rildo; Clodoaldo, Lima, Manoel Maria e Edu; Pelé (Jair Bala) e Abel.

Vasco:
Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Bougleaux, Renê, Acelino (Raimundinho) e Adílson; Benetti e Danilo Menezes .
Fonte: SMC/JF

Gol 100 - 31/07/1958 - Santos 1 x 1 Comercial

No Campeonato Paulista de 1958, Pelé não foi modesto e marcou 58 gols, marca jamais superada por qualquer outro jogador. De quebra, contra o Comercial de Ribeirão Preto, fez o centésimo da carreira, logo após o título na Copa do Mundo. Aos 18 anos.

Gol 200 - 11/06/1959 - Santos 6 x 0 Hamburgo (ALE)

Em excursão pela Europa, o Santos viajou até Hamburgo, mas não foi lá muito cortês com os alemães. Pelé chegou ao gol 200 menos de 11 meses após o gol 100, na temporada em que seu instinto matador esteve mais aguçado: em 1959, foram 127 gols em 103 jogos.

Gol 300 - 12/05/1960 - Santos 2 x 2 Inter de Milão (ITA)

Em amistoso com a Seleção Brasileira, Pelé completou a terceira centena de gols mais uma vez perto de 11 meses. Foi contra a Inter de Milão, pouco tempo antes da chegada do mítico treinador espanhol Helenio Herrera.

Gol 400 - 28/06/1961 - Santos 3 x 0 AEK (GRE)

Entre o Torneio Rio-São Paulo e o início do Campeonato Paulista, o Santos fez mais uma excursão de 15 jogos para a Europa. No final, enfrentou os três grandes gregos, e Pelé deixou sua marca contra o AEK. Depois, voltou ao Brasil e ganhou o bicampeonato estadual.

Gol 500 - 05/09/1962 - Santos 5 x 2 Botafogo-SP

Aqui, há polêmica: no dia 02 de setembro, Pelé marcou duas vezes contra o São Paulo e comemorou a chegada ao gol 500. Tempos depois, uma recontagem mostrou que, na verdade, em 25 de maio de 1960, um gol marcado por Coutinho, contra a seleção polonesa, foi creditado a Pelé. Sendo assim, o gol 500 passou a ser o seguinte, que aconteceu no dia 05 de setembro, contra o Botafogo de Ribeirão Preto.

Gol 600 - 11/09/1963 - Santos 2 x 1 Boca Juniors-ARG

Nada de amistoso ou jogo sem importância. Foi em La Bombonera, na finalíssima da Copa Libertadores de 1963, que Pelé chegou ao gol 600. O Santos havia vencido por 3 a 2 no Maracanã e garantia o título com um empate. Mas aos 37min do segundo tempo, o dono da camisa 10 matou os argentinos de vez. Recebeu de Coutinho, driblou um adversário e chegou a seis centenas de gols na carreira.

Gol 700 - 18/04/1965 - Santos 5 x 2 Fluminense

Em 65, o Santos vivia um momento um pouco complicado e tinha a classificação ameaçada no então prestigiado Torneio Rio-São Paulo. Pelé e sua trupe foram ao Maracanã, venceram o Fluminense por cinco - o Rei marcou um, o de número 700 na carreira. Apesar disso, os santistas foram eliminados.

Gol 800 - 21/06/1966 - Brasil 5 x 3 Atlético de Madrid-ESP

Já na Europa em preparação para a Copa do Mundo na Inglaterra, a Seleção Brasileira viajou a Madri para enfrentar o Atlético. Faltavam três gols para Pelé chegar ao 800, mas quem disse que isso era obstáculo? O camisa 10 tratou de fazer três vezes em vitória por 5 a 3.

Gol 900 - 21/06/1968 - Santos 4 x 2 Napoli

A média de gols por temporada já não era a mesma do início de carreira e Pelé demorou exatamente dois anos para conseguir mais 100 gols e atingir a última centena antes do milésimo. Em 66, por conta de lesão e da longa preparação para a Copa, só disputou 51 partidas e marcou 42 vezes. No ano seguinte, 65 jogos e 55 gols. Já em 68, foram 82 jogos e 59 gols. O de número 900 veio em amistoso contra o Napoli.

Gol 1000 - 19/11/1969 - Santos 2 x 1 Vasco

A contagem para o gol mil entrou em fase final desde que Pelé arrasou a Portuguesa e marcou quatro vezes, em 15 de outubro. Fez mais dois diante do Coritiba (22/10), passou em branco contra o Fluminense (26/10) e fez um contra o Flamengo (01/11). Repare que o Santos jogou quatro vezes em nove dias...

Então, só faltavam quatro gols. Veio o Corinthians (04/11), a maior vítima de Pelé, mas ele passou em branco. Contra o São Paulo (09/11), também. A ansiedade aumentou com dois gols na vitória contra o Santa Cruz (12/11) e com mais um diante do Botafogo paraibano (14/11), só faltava o milésimo. Salvador parou para receber o Santos, no dia 16/11, mas também não foi dessa vez, contra o Bahia.

O evento precisava acontecer de forma apoteótica e não havia melhor palco que o Maracanã. O adversário era o Vasco e o empate em 1 a 1 persistia. A tensão pairava no ar, até que o zagueiro vascaíno Fernando derrubou Pelé e o árbitro Manoel Amaro de Lima marcou a penalidade, já depois dos 30min do segundo tempo.

O mundo então parou e a combinação perfeita: Pelé, a camisa 10 e a bola. O gol, às 23h23min, aconteceu, apesar do salto elástico do goleiro Andrada, e deu sequência a uma emocionada volta olímpica e um discurso marcante pedindo atenção às crianças e às pessoas pobres.

Pelé ainda faria o gol 1100, no dia 1º de maio de 1972, contra o Cagliari, em amistoso com o Santos. Em 23 de janeiro de 74, o 1200, contra o Fortaleza. E o último de todos, o 1281, no dia 21/07/1983. Ele já estava aposentado desde 1977, quando largou o New York Cosmos, mas participou de jogo comemorativo entre
Fonte: www.terra.com.br

Copa da África do Sul

Eliminatórias 2010 – Os Classificados
Marco Antonio Campos*

Definidos os 32 países que vão jogar a 19ª Copa do Mundo, no que vem, na África do Sul, a renovação em relação às equipes que estavam presentes em 2006 foi de 37,5%. Dezenove países se mantiveram e treze foram substituídos por novos pretendentes ao título maior do futebol mundial.

A única seleção estreante acabou sendo mesmo a Eslováquia, que antigamente fazia parte da Tchecoslováquia. No entanto, a FIFA apontou a República Tcheca como herdeira dos resultados do país que se separou, o que transformou os eslovacos em uma seleção sem histórico em Copas.

A Copa de 2010 vai marcar a presença na competição de todos os países que já foram campeões anteriormente. A última vez que isso ocorreu foi em 2002, na Coreia do Sul e Japão. Lá estarão Brasil, Itália, Alemanha, Uruguai, Argentina, Inglaterra e França.

Continente por continente, as novidades, surpresas, os países que voltarão à uma Copa e aqueles que se mantiveram entre os classificados.

ÁFRICA:
A África é o segundo continente que mais se renova. Até hoje, treze países diferentes já atuaram em Mundiais. Este número só é superado pela Europa. A surpresa foi a eliminação da Tunísia que vinha tendo uma regularidade de três Copas seguidas se classificando.
Não se mantiveram: Angola, Tunísia e Togo.
Permaneceram: Costa do Marfim e Gana.
Retornam: A anfitriã África do Sul, a Argélia, Camarões e Nigéria.

ÁSIA:
Com a inclusão da Austrália, feita pela FIFA, o continente ganhou um forte concorrente a uma das quatro vagas. A grande ausência é a Arábia Saudita, que vinha se classificando seguidamente desde sua estréia em 1994, nos Estados Unidos.
A grande surpresa foi o retorno da Coreia do Norte, que só havia disputado em 1966, na Inglaterra.
Não se mantiveram: Irã e Arábia Saudita.
Permaneceram: Austrália, Coreia do Sul e Japão.
Retornou: Coreia do Norte.

AMÉRICA DO SUL:
Pela primeira vez, desde que o continente ganhou cinco vagas para a Copa, os cinco países com maior número de participações em Copas se classificaram juntos.
Não se manteve: Equador.
Permaneceram: Brasil, Argentina e Paraguai.
Retornaram: Chile e Uruguai.

CONCACAF:
A grande surpresa foi a eliminação da Costa Rica que é considerada como terceira força do continente na atualidade e na cola dos Estados Unidos que ficam em segundo.
Não se manteve: Costa Rica.
Permaneceram: Estados Unidos e México.
Retornou: Honduras.

EUROPA:
Em relação à Copa passada, somente Croácia, Polônia, República Tcheca e Suécia podem ser consideradas ausências inesperadas devido ao histórico na competição. Outros países de passado considerável também ficaram de fora. Neste caso, inclui-se Áustria, Bélgica, Bulgária, Escócia, Hungria, Romênia e Rússia. Entretanto, com exceção dos russos, todos os demais não eram apontados como grandes favoritos.
A maior surpresa foi mesmo a eliminação da Rússia treinada pelo holandês Guus Huddink, um mestre em conseguir feitos surpreendentes com seleções medianas, como o quarto lugar da Coreia do Sul em 2002 e a classificação da Austrália para as oitavas-de-final, em 2006. A façanha foi obtida pela Eslovênia.
Não se mantiveram: Ucrânia, Suécia, República Tcheca, Polônia e Croácia.
Permaneceram: Itália, França, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Espanha, Suíça e Sérvia.
Retornaram: Dinamarca, Eslovênia e Grécia.
Estreia: Eslováquia.

OCEANIA:
Único continente sem direito a uma vaga direta, os países da Oceania sempre precisaram disputar repescagens para confirmarem presença. No passado, os confrontos eram complicados envolvendo adversários da Europa, América do Sul e Concacaf. Desta vez a repescagem foi contra a Ásia. A Nova Zelândia foi beneficiada ainda com a mudança da Austrália para jogar no continente asiático e conseguiu eliminar Bahrein garantindo a vaga.
Retornou: Nova Zelândia.
*Marco Antonio Campos é Locutor Esportivo

Copa da África do Sul

Eliminatórias 2010 – Os Classificados
Marco Antonio Campos*

Definidos os 32 países que vão jogar a 19ª Copa do Mundo, no que vem, na África do Sul, a renovação em relação às equipes que estavam presentes em 2006 foi de 37,5%. Dezenove países se mantiveram e treze foram substituídos por novos pretendentes ao título maior do futebol mundial.

A única seleção estreante acabou sendo mesmo a Eslováquia, que antigamente fazia parte da Tchecoslováquia. No entanto, a FIFA apontou a República Tcheca como herdeira dos resultados do país que se separou, o que transformou os eslovacos em uma seleção sem histórico em Copas.

A Copa de 2010 vai marcar a presença na competição de todos os países que já foram campeões anteriormente. A última vez que isso ocorreu foi em 2002, na Coreia do Sul e Japão. Lá estarão Brasil, Itália, Alemanha, Uruguai, Argentina, Inglaterra e França.

Continente por continente, as novidades, surpresas, os países que voltarão à uma Copa e aqueles que se mantiveram entre os classificados.

ÁFRICA:
A África é o segundo continente que mais se renova. Até hoje, treze países diferentes já atuaram em Mundiais. Este número só é superado pela Europa. A surpresa foi a eliminação da Tunísia que vinha tendo uma regularidade de três Copas seguidas se classificando.
Não se mantiveram: Angola, Tunísia e Togo.
Permaneceram: Costa do Marfim e Gana.
Retornam: A anfitriã África do Sul, a Argélia, Camarões e Nigéria.

ÁSIA:
Com a inclusão da Austrália, feita pela FIFA, o continente ganhou um forte concorrente a uma das quatro vagas. A grande ausência é a Arábia Saudita, que vinha se classificando seguidamente desde sua estréia em 1994, nos Estados Unidos.
A grande surpresa foi o retorno da Coreia do Norte, que só havia disputado em 1966, na Inglaterra.
Não se mantiveram: Irã e Arábia Saudita.
Permaneceram: Austrália, Coreia do Sul e Japão.
Retornou: Coreia do Norte.

AMÉRICA DO SUL:
Pela primeira vez, desde que o continente ganhou cinco vagas para a Copa, os cinco países com maior número de participações em Copas se classificaram juntos.
Não se manteve: Equador.
Permaneceram: Brasil, Argentina e Paraguai.
Retornaram: Chile e Uruguai.

CONCACAF:
A grande surpresa foi a eliminação da Costa Rica que é considerada como terceira força do continente na atualidade e na cola dos Estados Unidos que ficam em segundo.
Não se manteve: Costa Rica.
Permaneceram: Estados Unidos e México.
Retornou: Honduras.

EUROPA:
Em relação à Copa passada, somente Croácia, Polônia, República Tcheca e Suécia podem ser consideradas ausências inesperadas devido ao histórico na competição. Outros países de passado considerável também ficaram de fora. Neste caso, inclui-se Áustria, Bélgica, Bulgária, Escócia, Hungria, Romênia e Rússia. Entretanto, com exceção dos russos, todos os demais não eram apontados como grandes favoritos.
A maior surpresa foi mesmo a eliminação da Rússia treinada pelo holandês Guus Huddink, um mestre em conseguir feitos surpreendentes com seleções medianas, como o quarto lugar da Coreia do Sul em 2002 e a classificação da Austrália para as oitavas-de-final, em 2006. A façanha foi obtida pela Eslovênia.
Não se mantiveram: Ucrânia, Suécia, República Tcheca, Polônia e Croácia.
Permaneceram: Itália, França, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Espanha, Suíça e Sérvia.
Retornaram: Dinamarca, Eslovênia e Grécia.
Estreia: Eslováquia.

OCEANIA:
Único continente sem direito a uma vaga direta, os países da Oceania sempre precisaram disputar repescagens para confirmarem presença. No passado, os confrontos eram complicados envolvendo adversários da Europa, América do Sul e Concacaf. Desta vez a repescagem foi contra a Ásia. A Nova Zelândia foi beneficiada ainda com a mudança da Austrália para jogar no continente asiático e conseguiu eliminar Bahrein garantindo a vaga.
Retornou: Nova Zelândia.
*Marco Antonio Campos é Locutor Esportivo

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Módulo 1

01ª Rodada - 24/01/2010 - Domingo
Tupi x Ipatinga
América x Atlético
Cruzeiro x Uberlândia
Ituiutaba x Uberaba
Villa Nova x América-TO
Caldense x Democrata-GV

02ª Rodada - 31/01/2010 - Domingo
Atlético x Tupi
Uberlândia x América
Ipatinga x Cruzeiro
América-TO x Ituiutaba
Uberaba x Caldense
Democrata-GV x Villa Nova

03ª Rodada - 07/02/2010 - Domingo
Tupi x Caldense
América-TO x América
Ituiutaba X Democrata-GV
Atlético x Ipatinga
Cruzeiro x Villa Nova
Uberlândia x Uberaba

04ª Rodada - 13/02/2010 - Sábado
América x Tupi
Democrata-GV x América-TO
Uberaba x Atlético
Ipatinga x Uberlândia
Villa Nova x Ituiutaba
Caldense x Cruzeiro

05ª Rodada - 21/02/2010 - Quarta-feira
Tupi x Ituiutaba
Atlético x Cruzeiro
Democrata-GV x Ipatinga
América x Villa Nova
Caldense x Uberlândia
Uberaba x América-TO

06ª Rodada- 24/02/2010 - Domingo
Villa Nova x Tupi
Ipatinga x América
Cruzeiro x Uberaba
América-TO x Atlético
Uberlândia x Democrata-GV
Ituiutaba x Caldense

07ª Rodada - 28/02/2010 - Domingo
Democrata-GV x Tupi
Uberlândia x Atlético
Ituiutaba x Cruzeiro
Ipatinga x América-TO
Villa Nova x Uberaba
América x Caldense

08ª Rodada - 07/03/2010 - Domingo
Tupi x Cruzeiro
Atlético x Democrata-GV
América-TO x Uberlândia
América x Ituiutaba
Uberaba x Ipatinga
Caldense x Villa Nova

09ª Rodada - 14/03/2010 - Domingo
América-TO x Tupi
Uberlândia x Villa Nova
Atlético x Caldense
Democrata-GV x Uberaba
Cruzeiro x América
Ituiutaba x Ipatinga

10ª Rodada - 21/03/2010 - Domingo
Tupi x Uberaba
Cruzeiro x América-TO
Villa Nova x Atlético
Ituiutaba x Uberlândia
América x Democrata-GV
Ipatinga x Caldense

11ª Rodada - 28/03/2010 - Domingo
Tupi x Uberlândia
Democrata-GV x Cruzeiro
Atlético x Ituiutaba
Uberaba x América
Caldense x América-TO
Ipatinga x Villa Nova

A Federação Mineira de Futebol definiu, nesta quarta-feira,18/11, a tabela do Campeonato Mineiro 2010. A competição, que conta com 12 clubes, vai ter início no dia 24 de janeiro, domingo.

Todos os clubes se enfrentarão em turno único. Os oito primeiros se classificam para as quartas-de-final, enquanto os dois últimos são rebaixados ao Módulo II.

Campeonato Carioca

Depois de empatar na rodada do último sábado po 0 x 0 com o Nova Iguaçu, fora de casa, e se distanciar da briga direta por uma das duas vagas na elite do futebol do Rio, o Goytacaz terá que fazer o dever de casa para seguir sonhando com o acesso. Nesta quarta-feira, o time da rua do Gás recebe o Artsul, no estádio Ary de Oliveira e Souza, às 16h, em partida válida pela sexta rodada do returno da fase decisiva da Série B do Estadual. O Alvi-anil campista segue na quarta colocação, com 25 pontos, cinco a menos do líder Olaria e a quatro pontos do vice-líder América. O Artsul, por sua vez, aparece em sexto lugar, com 18 pontos ganhos.

GOYTACAZ E ARTSUL
Estádiol: Ary de Oliveira e Souza
horário: 16h
Árbitro: Antonio Frederico Maciel dos Santos, auxiliado por Marçal Rodrigues Mendes e José Carlos Batista de Arruda
GOYTACAZ: Erivélton, Flávio Medina, Cadão, João Carlos, Hamilton; Bidu, Leandro Leite, Gabriel e Flávio Santos; Jean Sá e Róbson
Técnico: Dário Lourenço
ARTSUL: Bruno, Luiz Renato, Abílio, Carlos Vinícius e Gean; Maicon, Luan, Vinícius Pereira e Geovane Maranhão; Douglas e Diego
Técnico: Rogério Pina
Obs: A Rádio Continental AM 1270 khz (www.radiocontinentalam.com.br) transmite o jogo com a equipe do Evaldo Queiroz.
Fonte: www.fmanha.com.br

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Literatura


Os aficionados por corrida já podem incluir um novo livro na prateleira. Rodolfo Reckziegel de Lucena, jornalista expert no assunto, acaba de publicar o "+Corrida", que traz dicas de treinamento e curiosidades, além de uma seleção de entrevistas com diversos adeptos do esporte. Entre eles, um recordista...

Rodolfo Reckziegel de Lucena é Jornalista desde 1975, tendo começado suas atividades profissionais na então chamada imprensa alternativa, imprensa nanica ou simplesmente imprensa de oposição. Colaborou com o jornal “Informação Política”, naquele ano, e, durante o período universitário (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação Social da UFRGS, 1976-1980), participou de várias iniciativas na imprensa estudantil e sindical, sendo um dos participantes no projeto do jornal oposicionista “Hora do povo”, em que atuou de 1979 a 1984. Dedica-se ao jornalismo de informática desde 1984, tendo sido editor-assistente da falecida “Dados&Idéias” no período em que essa publicação pioneira no gênero no país foi editada pela Gazeta Mercantil (1985-1989). Na Folha há 17 anos, edita o caderno “Informática” desde 1995. Publicou em 1976 o livro de contos ‘Abertura 1812‘ (ed.Movimento) e, em 2006, ‘Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes‘ (ed. Record), de reportagens sobre suas aventuras corridas. Ultramaratonista, assina uma coluna mensal sobre corridas no caderno “Equilíbrio”, da Folha, e edita o blog +Corrida na Folha Online.

Pitangal (09/06/ ) e Pitangui (25/08/49)


por João Begatti e Carlos Ferreira

Os irmãos Pitangal (Antonio de Paula Neto) e Pitangui (João Alves de Paula) fizeram sucesso no mundo da música sertaneja. Ambos nascidos em Santa Bárbara do Monte Verde, filhos de Olegário de Paula e Maria Aparecida de Paula. Pitangal foi o primeiro que buscou o sucesso. Deixou sua terra natal e veio para Juiz de Fora. Aqui, em 63, além de cantar, fazia programa sertanejo na PRB 3, emissora que ele lembra com carinho, era localizada na rua São João, 197 (o segundo endereço da emissora na cidade). Juiz de Fora ficava pequena para os sonhos e projetos de Pitangal, que num ato de coragem, resolveu fazer sucesso em São Paulo. Na capital paulista, formou dupla com Aladim (Aladim era oriundo da dupla Amorim e Aladim e posteriormente, fez sucesso com Alan). Quando Pitangal resolveu experimentar o sucesso em São Paulo, trouxe para o seu lugar na PRB 3 seu irmão Pitangui, que trabalhou nas rádios Nova Cidade e JF. Estabelecido em Juiz de Fora, Pitangui fazia sucesso no rádio, era compositor e fez dupla com seu irmão Pitangal. Pitangal já haviado formado dupla com João Pitanga (daí a origem Pitangui), Zé Caboclo, Serrano e Abel. Na condição de compositor, Pitangui escreveu 60 músicas, que foram gravadas pelo Trio Baque Duro (SP), Joldemir (MT), Goianito e Goianá (RJ) e pelos Filhos de Minas. Pitangui cantou com João Braga, Palmerindo e Juquinha. Cantando com Pitangal, o maior sucesso da dupla foi "Roda Morena".

Depois de São Paulo, Pitangal retornou. Continuou cantando e voltou para o rádio. Trabalhou nas rádios Industrial, Capital, Nova Cidade, B3 e JF. Nos bons tempos da rádio Capital ela ocupava com sucesso dois horários. Das 05 às 07 da manhã e das 17 às 19 horas. No período da tarde o sucesso era fabuloso, com o seu "Pitangal na Capital" ele era a opção para quem não queria acompanhar programas policiais e esportivos. Hoje, pensam que descobriram a pólvora, quando colocam sertanejo durante o dia. Pitangal, com apoio do diretor da emissora, já fazia isso, e bem, nos anos 80.
Os irmão Pitangal e Pitangui possuem um estabelecimento comercial na Av. Getúlio Vargas e Pitangal, que fala com muito orgulho sobre a filha que vai se formar em Engenharia, continua comunicando com seus ouvintes através do programa "Recanto Sertanejo".

Roberto Horcades Figueira

CARTA ABERTA AOS TORCEDORES E ASSOCIADOS DO FLUMINENSE

Prezado Associado / Torcedor,
Sou sócio do Clube desde 16 de setembro de 1955. Já defendi as cores do Fluminense na natação (de 1955 a 1961) e no tênis (de 1969 a 1970). Como Vice-Presidente Médico, fui Membro do Conselho Diretor em duas gestões. Sou Sócio Benemérito e Conselheiro Nato. O Fluminense está entre as grandes paixões da minha vida, e assumi este cargo de Presidente do Fluminense pelo simples desejo de contribuir para o engrandecimento do nosso Tricolor.

Fui eleito e re-eleito, democraticamente, Presidente do Fluminense Football Club, de acordo com todas as regras instituídas pelos poderes constituintes do Clube.
Além das preocupações com a administração, propriamente dita, do Clube, onde o projeto de recuperação da Sede Social está em curso, visando o melhor atendimento aos sócios, tanto na área esportiva quanto na social, onde as melhorias são visíveis, tem este Presidente preocupação com a marca "Fluminense", e, evidentemente, com o esporte amador e com o futebol, amador e profissional.
Não só por ser médico, mas, sobretudo, por minha formação familiar e pelos anos de convívio neste Clube, tenho respeito a todo ser humano e à democracia. Nesse sentido, reconheço o direito à crítica de todos os associados e tricolores, mas, também, entendo ser merecedor do respeito de todos.

Estou de peito aberto para, unidos, tirarmos o futebol profissional, cujo elenco é de alto nível, da atual difícil situação e reingressarmos no caminho de conquistas, lembrando o Campeonato Carioca em 2005, a Copa do Brasil em 2007 e o Vice-Campeonato da Taça Libertadores em 2008.
O único caminho é a união. Desagregados nunca teremos êxito. Neste sentido, venho trazer ao seu conhecimento os fatos que refutam as acusações feitas para pedir meu impedimento.

A respeito dessas infundadas acusações gostaria de fazer alguns esclarecimentos:
Com relação ao passivo alegado no pedido, apresento, em anexo, um demonstrativo de fácil compreensão para os que estão pouco habituados a análises financeiras e a interpretações de balanços. Vale ressaltar que os números apresentados foram auditados por auditores independentes e as contas de todos os anos da minha gestão foram aprovadas pelos Conselhos Fiscal e Deliberativo, em assembléias convocadas para este fim, e que tais aprovações contaram com o voto favorável de vários dos Conselheiros que assinaram o pedido de impeachment. Saliento que os signatários do pedido de impeachment não consideraram o real valor do passivo do Clube no ano de 2004, R$ 194,8 milhões e não R$ 91,6 milhões, nem atentaram para o fato de que, nos anos de 2007 e 2008, foi feita a atualização monetária de todos os processos cíveis e trabalhistas ajuizados em face do Fluminense, além de terem sido provisionados valores para as ações nas quais eram mínimas as possibilidades de êxito, o que provocou um aumento do valor destes passivos, no exercício de 2007, da ordem de R$ 104,5 milhões e, em 2008, de R$ 16,7 milhões.

Na venda dos ingressos para a final da Libertadores, o que posso dizer é que faltou experiência por parte de nossa Administração. A procura por ingressos nos surpreendeu, pois achávamos que, por termos dobrado o preço dos ingressos, a procura não seria tão grande. Assim, toda a diretoria, sem exceção, da qual faziam parte muitos dos que assinaram o manifesto próimpeachment, nela incluindo-se o Vice-Presidente Geral, resolveu, por unanimidade, vender para cada um dos membros dos Conselhos Diretor e Fiscal e da Mesa do Conselho Deliberativo uma quantidade significativa de ingressos. Para cada conselheiro foram reservados para venda cinco ingressos e para os sócios, três ingressos. Ainda por força de lei, estavam reservados ingressos para idosos, crianças e portadores de necessidades especiais, além de patrocinadores do Clube e do Campeonato. Desta forma, a quantidade de ingressos destinados ao público ficou em muito reduzida. Este fato gerou protestos, tendo sido abertos inquéritos pelo Ministério Público e pela DECON. No Ministério Público, foi aberto inquérito para apurar responsabilidades, estando em processo de assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta, enquanto que o Inquérito Policial, ainda em andamento, não apontou irregularidades ou fraudes na venda dos ingressos. Vale salientar, que todos os assessores, diretores e vice-presidentes demitidos e o Vice-Presidente Geral compraram, cada um, quantidade considerável de ingressos para atender às suas necessidades.

A conta em nome do Vice-Presidente Social existiu durante um ano e meio da minha gestão. Eram recursos obtidos pelo próprio Departamento Social e davam respaldo financeiro às realizações dos seus eventos, independente dos recursos do Clube. É importante ressaltar que esta conta corrente, devidamente contabilizada, sofria auditoria independente e análises dos membros do Conselho Fiscal, como qualquer outra conta do Clube. Quando contestada, foi encerrada, embora nenhuma fraude ou indício de má-fé tenham sido constatados. Aliás, registro que os Conselheiros que subscreveram o requerimento de impedimento não imputaram ao Vice-Presidente do Departamento Social a prática de nenhum ato ilícito na gestão dos referidos recursos. Como consequência, assinamos um Termo de Ajuste de Conduta com o Ministério Público, com o objetivo de estreitar os laços entre os torcedores e o Clube e garantir ainda mais transparência da gestão.

Quanto a uma possível e inimaginável ingerência da UNIMED na administração do futebol, cumpre esclarecer que quando o Fluminense contrata um jogador assume exclusivamente o pagamento do respectivo salário, competindo ao patrocinador, em alguns casos, a contratação do direito de imagem do atleta. Todos os contratos celebrados entre o Clube e os atletas são registrados na Federação e na CBF, criando-se, assim, o chamado direito federativo, que é o direito que o Fluminense exerce sobre o atleta, em caráter de exclusividade, durante a vigência do contrato, impossibilitando qualquer transferência sem sua anuência, ressalvada a cláusula penal, onde o eventual Clube interessado neste atleta terá que depositar o valor previsto na referida cláusula do contrato registrado na Federação, ou seja, pagar ao Clube que detém o direito federativo a multa rescisória estabelecida no contrato, para ter domínio sobre o direito federativo deste atleta. Mas o que ocorre no Fluminense? Como o patrocinador também investe ao contratar a imagem de alguns atletas, este investimento é respeitado. Caso um clube venha a propor a compra dos direitos federativos de um dos nossos atletas em que ele tenha participação, a ele é dada ciência da proposta, da mesma forma em que lhe perguntamos do seu interesse em participar de uma negociação quando um atleta interessa ao Clube. Isto não significa ingerência, mas parceria em seu exato sentido. O Clube, definitivamente, não é dirigido pelo patrocinador. Este, como parceiro de longo tempo, e com sólido investimento no Departamento de Futebol, tem espaço para manifestar sua opinião a respeito da contratação, venda ou dispensa de determinado atleta. A última palavra SEMPRE é do FLUMINENSE, na medida em que o Clube, de fato, detém os direitos federativos. Por exemplo, se a UNIMED quiser adquirir um jogador e ele não tiver contrato com o Clube, ele não poderá nem ser registrado como jogador do FLUMINENSE na Federação e na CBF.

Por outro lado, chega às raias do absurdo a alegação de que o FLUMINENSE, na minha gestão, passou a privilegiar jogadores recém-contratados em detrimento daqueles formados nas divisões de base para o time profissional, especialmente para o FLUMINENSE, que passa por um período difícil no Campeonato e em suas finanças. Quando o Clube contrata um jogador de expressão, o faz com a única intenção de aproveitar sua experiência e qualificação profissional como instrumento de motivação, não só ao jovem jogador como à sua torcida e, principalmente, na obtenção de bons resultados. Aliás, aqui cabe uma indagação: qual o Clube que, nos últimos anos, foi campeão com um time de jogadores formados em suas divisões de base? Nenhum! No entanto, a título meramente explicativo, posso citar algumas transações de venda de jogadores que não custaram absolutamente nada para o FLUMINENSE e que proporcionaram lucro ao Clube: Fabiano Eller (US$ 1.000.000,00), Cícero (R$ 200.000,00), Gabriel (1.200.000,00) e Thiago Neves (R$ 3.500.000,00). Para se ter uma idéia, fácil de ser comprovada, recebemos aproximadamente R$ 42.000.000,00 na venda de atletas e gastamos cerca de R$ 4.000.000,00 na compra, ou seja, um lucro de R$ 38.000.000,00. Como alegar, então, que o FLUMINENSE comprou por muito e vendeu por pouco? No entanto, reconheço que equívocos existiram em alguns casos, algumas más aquisições foram efetivadas, mas qual clube acerta sempre na compra ou venda de um atleta?

No que diz respeito ao atraso no pagamento das folhas salariais dos empregados do Clube, é desnecessário informar que estes, em parte, são consequência dos problemas causados pelo comportamento inadequado destes Conselheiros que pedem o meu impeachment, pois eles não prejudicam não apenas o FLUMINENSE como instituição, mas, também, seus funcionários. Tal proposta de impeachment trouxe consigo mazelas, tais como dificuldades de acesso ao crédito junto à rede bancária para pagamento da folha salarial, dos compromissos administrativos e de serviços; trouxe, ainda, problemas que afetaram, ainda que indiretamente, o desempenho dos atletas profissionais e amadores de futebol e respectivas comissões técnicas, diante da intranquilidade política por ela causada.

Quanto à insinuação de que eu teria infringido norma estatutária, por ocasião da criação da Vice- Presidência de Patrimônio, vale lembrar que, conforme §1º do Art 39 da Seção do Capítulo VIII do Estatuto, o Presidente poderá criar cargos no Conselho Diretor para vigência durante a sua gestão, desde que receba autorização prévia do Conselho Deliberativo. E foi exatamente isto o que ocorreu; em um primeiro momento, em uma reunião de diretoria em que se fazia presente o Vice- Presidente Geral, a criação do mencionado cargo foi aprovada por unanimidade e, posteriormente, em reunião do Conselho Deliberativo especialmente convocada para esse fim, a criação do cargo foi homologada na presença, inclusive, de inúmeros signatários do pedido de impeachment.

Destaque-se, conforme o artigo 53 do nosso estatuto, que são motivos para se pedir o impedimento do Presidente:
a) Ter ele praticado crime infamante, com trânsito em julgado da respectiva sentença condenatória: Nunca respondi a qualquer processo criminal.
b) Ter sido decretada a falência de empresa em que ele seja diretor responsável: Não sou diretor de empresa.

c) Ter acarretado, por ato ou omissão, prejuízo considerável ao patrimônio ou à imagem do Clube: Isto não ocorreu.
d) Não terem sido aprovadas as contas de sua gestão: Foram todas aprovadas pelos Conselhos Fiscal e Deliberativo, e tais aprovações contaram com o voto favorável de vários dos que assinaram o pedido de impeachment.
e) Ter ele infringido, por ação ou omissão, expressa norma estatutária: Isto não aconteceu.

Prezado Associado, VAMOS NOS UNIR, POIS UNIDOS VENCEREMOS A CRISE. Não é hora de divisões. Como sempre fiz em minha vida, empenho-me para que a verdade venha a público e que se faça justiça, com final feliz, que traga benefícios para o nosso Fluminense Football Club. Humildemente, e de coração aberto, conclamo a todos os tricolores que esqueçam as desavenças e colaborem para o bem único e exclusivo do nosso Fluminense.

Desejo, sinceramente, que minhas explicações e satisfações tenham sido claras e transparentes; elas são fáceis de serem comprovadas e os demonstrativos, em anexo deverão servir para que você conheça toda a verdade. Se dúvidas persistirem, me procurem, terei prazer em elucidá-las. Estarei presente, como sempre faço, na Sede Social do nosso Clube, podendo recebê-lo na parte da manhã.
Espero que você, prezado Associado e apaixonado pelo nosso Clube, entenda a razão da apresentação do meu pedido de impeachment, pois ele visa, unicamente, atender a interesses meramente políticos e pessoais.
Saudações Tricolores,

Roberto Horcades Figueira
Presidente

Férias Coletivas: Conceitos Básicos e Requisitos Para Concessão

Sempre que se aproxima o final do ano, surgem dúvidas sobre a possibilidade da concessão de férias coletivas e qual a maneira correta de fazê-lo. Vejamos, inicialmente, alguns conceitos:

O empregador pode dar a seus empregados férias coletivas. As férias coletivas podem ser concedidas por 30 dias ou por período inferior e poderá atingir todos os empregados da empresa ou apenas determinados setores ou estabelecimentos.
Art. 139 da CLT

As férias coletivas podem ser gozadas em até duas vezes, sendo que nenhum desses períodos poderá ser inferior a dez dias. Também poderão ser concedidas as férias em um período coletivo inferior a 30 dias e o restante dos dias em períodos individuais, de acordo com o direito de cada trabalhador.
Por exemplo:
a) Férias coletivas de 15 dias e o restante das férias em períodos individuais de acordo com o direito de cada trabalhador.
b) Férias coletivas de 10 dias em dezembro e férias coletivas de 20 dias em outro mês do ano.

Existem três requisitos básicos para a concessão das férias coletivas, todos previstos nos §§ 2º e 3º do art. 139 da CLT. São eles:

a) Comunicação ao Ministério do Trabalho
No máximo 15 dias antes do início das férias coletivas o empregador deverá comunicar por escrito ao Ministério do Trabalho a data de início e término das férias coletivas e quais os setores da empresa que serão abrangidos pelas férias.

b) Comunicação ao sindicato da categoria
Também no prazo de 15 dias antes do início das férias coletivas, o empregador deverá comunicar por escrito ao Sindicato representativo da categoria da empresa a data de início e término das férias coletivas e quais os setores da empresa que serão abrangidos pelas férias.

c) Afixação de aviso nos locais de trabalho
Também no prazo de 15 dias antes do início das férias coletivas, o empregador deverá afixar avisos com a data das férias nos setores da empresa que serão abrangidos pelas mesmas.

Fórmula 1


A montadora alemã Mercedes-Benz confirmou que vai vender a sua participação na equipe McLaren, ao mesmo tempo em que vai comprar a Brawn GP, campeã do último Mundial de Fórmula 1. O anúncio foi feito em Frankfurt, na Alemanha. A Mercedes passará a ter 75,1% das ações da Brawn.

De acordo com o presidente da montadora Dieter Zetsche, a equipe vai passar a se chamar “Mercedes GP”, assim como nos campeonatos em que a montadora competiu sob seu próprio nome, em 1954 e 1955, quando conquistou dois títulos mundiais com o argentino Juan Manuel Fangio, quando em 12 corridas disputadas, venceu nove.

Esse retorno definitivo marca uma postura contrária à de outras fabricantes como Honda, BMW e Toyota, que recentemente abandonaram a categoria.

A equipe continuará sediada em Brackley e Ross Brawn vai continuar como chefe de equipe.

O Contador na visão do Enade

Paulo Caetano*

De acordo com uma questão do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, mais conhecido pela sigla Enade, aplicado pelo Ministério da Educação, no último dia 8 de novembro, um contador orientou clientes a fraudar o fisco, pagarem menos imposto que o devido, apresentando a declaração do Imposto de Renda com informações falsas, ressaltando que a atenta fiscalização da Receita Federal descobriu a maracutaia e corrigiu as coisas. Ainda bem!

Da forma e no contexto de outras questões apresentadas, a formulação revela tendenciosidade, preconceito e ignorância em relação à atividade contábil, além de pintar o contribuinte como suspeito. A distorção já começa pelo uso da palavra contador quando o correto seria contabilista, termo aplicado tanto para o técnico em contabilidade quanto para o profissional de curso superior. Reconhece, pelo menos, que declaração de renda é um tipo de serviço que deve ser confiado a profissional especializado. Contudo, o trabalho do contabilista é orientar o contribuinte a fazer uma declaração correta, o que pode até beneficiá-lo, mas dentro da legalidade, levando em conta todas as normas, possibilidades e complexidades do caso.

Todo ano, a propósito, por ocasião da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, as entidades contábeis entre elas o CRCPR em parceria com cursos de Ciências Contábeis fazem mutirões de orientação aos contribuintes. Temos, no Paraná, um programa chamado Declare Certo. É graças ao trabalho dos contabilistas, principalmente junto às empresas, que o fisco obtém fabulosas arrecadações. Sonegação não é regra, portanto.

O papel do Conselho Regional de Contabilidade é justamente fiscalizar, cobrar dos profissionais que a informação contábil de sua responsabilidade, de empresa, contribuinte pessoa física, órgão público, seja real, verdadeira, transparente, objetiva. Aqueles que incorrem em omissões, erros ou fraudes são punidos.

Há pouco tivemos o escandaloso caso de vazamento do gabarito da prova do Enem. Agora isso.

Devemos reconhecer a importância do Enade, que evoluiu do desacreditado Provão, quando era boicotado pelos estudantes. O objetivo é avaliar a qualidade dos cursos, decisivo para a melhoria do ensino no país; sem o que não saberíamos distinguir uma instituição da outra pelo critério de excelência. O mesmo se aplica ao Enem. Contudo, essas nobres finalidades são minimizadas se as provas não forem elaboradas com total cientificidade, atendendo princípios pedagógicos, e os processos de aplicação cercados de plena segurança.

Não faríamos esse comentário, se essa questão envolvendo contadores fosse isolada. Agrava que o Enade está recheado de polêmicas, criticado inclusive por apresentar conteúdos de doutrinação ideológica e por exaltar programas e ações do governo federal. Isso não é nada?

*Paulo Caetano é Contabilista, empresário da contabilidade e presidente do CRCPR.
Colaboração: Márcio Padilha Mello-Rio Grande-RS

Fluminense x Corinthians: a Invasão

Fluminense e Corinthians estão fadados a decidirem vagas na final, mas não a grande decisão. Após a Copa Rio de 1952 (ver post anterior), foram 3 semifinais de campeonato brasileiro, com 2 vitórias corinthianas e 1 tricolor. Por um acaso, o time paulista não venceu nenhuma das finais que disputou após ter vencido o Fluminense, enquanto este se sagrou campeão após vencer o time alvinegro.

O dia 5 de dezembro de 1976 inicia essa história. O Fluminense tinha a máquina tricolor, liderada por Rivelino, ex-príncipe do Parque São Jorge. O Corinthians tinha um bom time, mas não chegava aos pés do pó de arroz.

O maior público da história do clássico: 146 mil pessoas no Maracanã. O lado paulista conta que 70 mil eram Corinthianos, que invadiram o Rio de Janeiro para empurrar o time. O lado tricolor conta que Francisco Horta, então presidente do Fluminense, só disponibilizou 50 mil ingressos para o adversário. O fato é que nunca se viu uma torcida tão grande no campo do rival em outra cidade.

O Fluminense teria vantagens em campo, por ter um time melhor. Mas, uma chuva que caiu naquele dia inundou o campo, dificultando o time mais técnico. Ainda assim, o Fluminense inaugurou o placar com Carlos Alberto Pintinho aos 19´. O Corinthians começou a pressionar. Aos 29´, escanteio. O jogador Neca ganha no alto de Rodrigues Neto, a bola sobra para Ruço, que coloca, de meia bicleta no canto direito do goleiro Renato. As poças d´água não deixaram o jogo continuar de forma decente. Resultado: prorrogação. Não havia condições de jogo. Acabou o tempo. Decisão por penaltis. Carlos Alberto Torres e Rodrigues Neto perderam suas penalidades, e todos os batedores do Corinthians marcaram, vencendo por 4x1.

Corinthians estava na final do campeonato Brasileiro de 1976. Acabaria perdendo a final para o Internacional de Falcão. Mas, aquele jogo ficou marcado para sempre na memória dos torcedores.

"O melhor"

Leila Ferreira*

Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".

Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.

Bom não basta.

O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".

Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.

Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.

O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.

Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter.

Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.

Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.

Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.

Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?

Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?

E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?

O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?

Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?

O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?

Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado
ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.

A casa que é pequena, mas nos acolhe.

O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.

A TV que está velha, mas nunca deu defeito.

O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos".

As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo...

O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.

O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.

Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?

Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?

*Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutora
em Comunicação, em Londres.
Colaboração: Glauco Fassheber

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Taça Minas

Uberaba empatou com o Villa Nova em 2 a 2 na tarde de ontem no Estádio Uberabão e conquistou o bicampeonato da Taça Minas Gerais. A primeira conquista do time do Triãngulo nesta competição foi obtida em 1981, embora aquele campeonato tenha iniciado em 1980. Com o resultado o Uberaba, que disputa o Módulo 1 do mineiro, garantiu, pela primeira vez em sua história, uma vaga na Copa do Brasil do ano que vem. O Villa Nova, que também disputa o módulo 1, ficou com o vice-campeonato.

Gols:
Uberaba (Danilo, 02 gols)
Villa Nova (Alex Santos, de falta e Eli Tadeu, de penalti)

No jogo da ida, em Nova Lima, o Uberaba havia vencido o time do técnico Moacir Júnior po 4 x 2.

Uberaba
Arlem, Ivonaldo, Rodrigão Paulista, Rogério Fabiano; Balduíno, Gabriel, Saulo, Rafael Ipuã (Samir); André Nascimento e Danilo. Técnico: Marcos Birigui.

Villa Nova
Thiago, Alex Santos, Osvaldir, Magal; Eli Tadeu, João Paulo (expulso), Fabinho, Carlos Magno, Leandro Paraná; Eraldo e Allan. Técnico: Moacir Junior

Arbitragem:
Cleisson Veloso Pereira, Guilherme Dias Camilo e Wesley Moreira (FMF)
Público pagante: 9.012 torcedores
Renda: R$ 87.355,00


CONSIDERAÇÕES:
Parabéns ao Uberaba pela conquista. Cabe aqui ressaltar que a Taça Minas é uma competição sem as presenças de Atlético, Cruzeiro (Série A) e Ipatinga (B).
América e Ituiutaba, que disputaram a série C, participaram da competição com times reservas.

Monitor Campista

Com 175 anos, Monitor Campista é fechado


Circulou neste domingo,15/11, a última edição do jornal "Monitor Campista", de Campos dos Goytacazes no norte fluminense, fundado em 04 de janeiro de 1834 e terceiro mais antigo do País.

Os Diários Associados anunciaram o fechamento em carta enviada aos funcionários, na qual apontaram dívidas como motivo para o encerramento das atividades.

Recentemente a Prefeitura de Campos deixou de publicar no jornal as edições do Diário Oficial, o que gerou perda de receita.

Aproximadamente 40 pessoas, entre jornalistas e funcionários de outras áreas, perderam o emprego.

Na semana passada houve uma manifestação contra o fechamento na frente do prédio do jornal, e leitores lançaram o movimento Viva Monitor.

Em nota, a Associação de Imprensa Campista (AIC) pediu que o grupo mantenha o "Monitor Campista" em atividade.
"A Associação solicita da direção dos Diários Associados um tratamento mais cauteloso em relação ao jornal campista, com a manutenção dos esforços pela superação da sua crise econômica. Um jornal de quase duzentos anos, com credibilidade inatacável e patrimônio de todos os campistas, não pode desaparecer", diz o texto.

Apesar de não estar mais circulando, os leitores e jornalistas ainda têm esperança de que o jornal volte a ser impresso.

História:
Fundado pelos médicos Francisco José Alypio e José Gomes da Fonseca Parahíba, o jornal O Campista. impresso que se fundiria com O Monitor, dando origem ao Monitor Campista, em 31 de março de 1840.
Considerando-se a data da fundação de O Campista, 04/01/34 pode-se dizer que o Monitor Campista é o terceiro jornal impresso em atividade mais antigo do Brasil.
Os outros dois são o Diário de Pernambuco, de 07 de novembro de 1925 e o Jornal do Commercio, de 1º de outubro de 1927.

Há que se ressaltar que o primeiro jornal a circular foi o Correio Braziliense, editado por Hipólito José da Costa, impresso em Londres e distribuído na colônia a partir de 1808.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Fluminense F.C.

12 de novembro, Dia do Fluminense Football Club
Ídolo tricolor Assis completa 57 anos na mesma data
LANCEPRESS!

O dia 12 de novembro é uma data especial para o torcedor tricolor. Segundo a lei 5094, sancionada pelo governador Sérgio Cabral em 27 de setembro de 2007, o dia 12/11 passou a ser o “Dia do Fluminense Football Club”. Além disso, nesta data, o carrasco Assis, um dos maiores ídolos do clube comemora aniversário.
Atualmente trabalhando como coordenador de avaliação técnica no Centro de Treinamento Vale das Laranjeiras, em Xerém, Assis completa nesta quinta-feira 57 anos de vida. O carrasco rubro-negro falou sobre o “Washington Day”:
- Foi uma iniciativa muito nobre do Heitor e da diretoria do Fluminense. Estarei no Maracanã no domingo e irei pessoalmente às urnas convocar os torcedores para ajudar o Washington, que passa por um momento difícil -disse Assis.
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

Campeonato Mineiro 2010

O Campeonato Mineiro de 2010 vai começar no dia 24 de janeiro e vai terminar no dia 2 de maio. A fórmula de disputa será a mesma de 2009, com 12 clubes se enfrentando em turno único. Os oito primeiros se classificam para as quartas-de-final e os dois últimos são rebaixados. Na fase mata-mata, o primeiro colocado enfrenta o oitavo, o segundo pega o sétimo, o terceiro contra o sexto e o quarto joga contra o quinto colocado.

No campeonato deste ano, o Cruzeiro foi o campeão e o Atlético o vice.
Social (Coronel Fabriciano) e Guarani (Divinópolis) foram rebaixados ao módulo II, enquanto Ipatinga e Caldense retornaram ao Módulo I.
O estádio Mineirão não deve receber jogos do campeonato, com Cruzeiro e Atlético mandando seus jogos no Independência, Sete Lagoas e Ipatinga.

Equipes
América (Belo Horizonte),
América (Teófilo Otoni),
Atlético (Belo Horizonte),
Caldense (Poços de Caldas),
Cruzeiro ( Belo Horizonte),
Democrata (Governador Valadares),
Ipatinga (Ipatinga),
Ituiutaba (Ituiutaba),
Tupi (Juiz de Fora),
Uberaba (Uberaba),
Uberlândia (Uberlândia),
Villa Nova (Nova Lima).

Suplentes

STF mantém suspensa a posse de mais de sete mil vereadores suplentes

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter suspensa a posse de mais de 7 mil suplentes de vereadores por 8 votos a 1. Os ministros derrubaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) promulgada pelo Congresso Nacional em setembro que aumentava de 51.748 para 59.457 o número de vereadores no país. A decisão dos parlamentares permitia que vereadores suplentes nas eleições de 2008 tomassem posse.

A ministra Carmen Lúcia sustentou que a emenda muda o processo eleitoral já concluído em 2008. Qualquer alteração deveria ser aplicada um ano antes das eleições. “O cidadão brasileiro tem o direito de saber das regras do jogo [eleitoral] antes de seu início”, disse a ministra.

O voto da ministra teve apoio da grande maioria dos membros da corte. O ministro Carlos Ayres Britto disse que “pensar diferente é fazer da emenda um substitutivo da urna e só quem tem voto é o eleitor nos termos do artigo 14 da constituição". Apenas o ministro Eros Grau foi contra a liminar.
Fonte: Agência Brasil

Em Juiz de Fora, onde a PEC dos Vereadores autorizou que o número de parlamentares na Camara saisse de de 19 para 25, e os contemplados seriam Vicente de Paula Oliveira (Vicentão-PTB), Oliveira Tresse (PCdoB), Romilton Faria (DEM), Juraci Scheffer (PSB), Aparecido Reis (PMN) e João de Mello (PP).