“Folia de Reis: Imagens, Receitas e Ladainhas”
A tradição centenária da Folia de Reis de Aiuruoca, em Minas Gerais, está retratada em livro, escrito por Ana Lucia Queiroz e Márcia Zoet. A obra aproxima os leitores da história da Companhia de Reis do Vale da Pedra, dos moradores da região e da manifestação artística, que tem mais de120 anos.
O livro “Folia de Reis: Imagens, Receitas e Ladainhas” é resultado de pesquisa que começou em 2010 e terminou com o acompanhamento do “giro” e a Festa de Reis de 2012. Giro é a expressão comum para descrever o caminho que a companhia percorre do dia de Natal às vésperas do Dia de Reis, comemorado em 6 de janeiro.
A obra traz imagens da fotógrafa Márcia Zoet, texto de Ana Lucia Queiroz e partituras das ladainhas transcritas por Pedro Bruschi. O livro é patrocinado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, e pela Genzyme, com edição da Illumina Imagens e Memória e da Editora Lettera.
Os exemplares estão sendo vendidos pelo preço de R$ 40,00
domingo, 27 de maio de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Série C 2012
Série C 2012 pode ter 24 equipes com as inclusões de Brasil-RS, Marília-SP, Treze-PB e Araguaína-TO, com o rebaixamento de oito (quatro de cada chave) ao invés de quatro, para que em 2013 a competição volte a ter 20 equipes.
Com essas inclusões, as chaves ficariam assim:
Grupo A:
Águia (Marabá-PA)
Araguaína-TO
Cuiabá-MT
Fortaleza-CE
Guarany-CE
Icasa (Juazeiro do Norte-CE)
Luverdense (Lucas do Rio Verde-MT)
Paysandu (Belém-PA)
Rio Branco-AC
Salgueiro-PE
Santa Cruz (Recife-PE)
Treze-PB
Grupo B:
Brasil (Pelotas-RS
Brasiliense (Brasía-DF)
Caxias (Caxias do Sul-RS)
Chapecoense (Chapecó-SC)
Duque de Caxias-RJ
Macaé-RJ
Madureira (Rio de Janeiro-RJ)
Marília-SP
Oeste (Itápolis-SP)
Santo André-SP
Tupi (Juiz de Fora-MG)
Vila Nova (Goiãnia-GO).
Com essas inclusões, as chaves ficariam assim:
Grupo A:
Águia (Marabá-PA)
Araguaína-TO
Cuiabá-MT
Fortaleza-CE
Guarany-CE
Icasa (Juazeiro do Norte-CE)
Luverdense (Lucas do Rio Verde-MT)
Paysandu (Belém-PA)
Rio Branco-AC
Salgueiro-PE
Santa Cruz (Recife-PE)
Treze-PB
Grupo B:
Brasil (Pelotas-RS
Brasiliense (Brasía-DF)
Caxias (Caxias do Sul-RS)
Chapecoense (Chapecó-SC)
Duque de Caxias-RJ
Macaé-RJ
Madureira (Rio de Janeiro-RJ)
Marília-SP
Oeste (Itápolis-SP)
Santo André-SP
Tupi (Juiz de Fora-MG)
Vila Nova (Goiãnia-GO).
Brega
A origem do termo "brega" é desconhecida e bastante discutida. Uma hipótese é que venha dos prostíbulos nordestinos que esse tipo de música era usado para embalar os romances de aluguel. Aventa-se que o termo derive do "Nóbrega" da rua Manuel da Nóbrega, em Salvador-BA, rua esta que ficava numa região de meretrício, capital baiana. Essa tese é defendida por Lindomar Castilho, que afirma ter sido frequentador da “Rua Nóbrega”.
Outra origem provável para a palavra brega seria originária do Rio de Janeiro-RJ, como uma corruptela da gíria "breguete", palavra pejorativa e preconceituosa, usada pela classe média para designar empregadas domésticas e que, por extensão, passou a designar também seu gosto característico de origem popular
Cantores considerados “brega”
- Agnaldo Timóteo (Agnaldo Timóteo Pereira), nasceu em Caratinga-MG, em 16 de outubro de 1936.
- Beto Barbosa (Raimundo Roberto Morhy Barbosa), nasceu em Belé-PA, em 27 de fevereiro de 1955.
- Eduardo Dusek nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 01 de janeiro de 1958.
- Lindomar Castilho (Lindomar Cabral), nasceu em Rio Verde-GO, em 21 de janeiro de 1940.
- Nelson Ned (Nelson Ned d'Ávila Pinto), nasceu em Ubá-MG, em 02 de março de 1947.
- Reginaldo Rossi ( Reginaldo Rodrigues dos Santos Rossi), nasceu no Recife-PE em 14 de fevereiro de 1944.
- Sidney Magal (Sidney Magalhães), nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 19 de julho de 1953.
- Odair José (Odair José de Araújo), nasceu Morrinhos-GO, em 16 de agosto de 1948.
- Wando (Wanderley Alves dos Reis), nasceu em Cajuri-MG,em 02 de outubro de 1945 e morreu em Nova Lima-MG, em 08 de fevereiro de 2012.
Outra origem provável para a palavra brega seria originária do Rio de Janeiro-RJ, como uma corruptela da gíria "breguete", palavra pejorativa e preconceituosa, usada pela classe média para designar empregadas domésticas e que, por extensão, passou a designar também seu gosto característico de origem popular
Cantores considerados “brega”
- Agnaldo Timóteo (Agnaldo Timóteo Pereira), nasceu em Caratinga-MG, em 16 de outubro de 1936.
- Beto Barbosa (Raimundo Roberto Morhy Barbosa), nasceu em Belé-PA, em 27 de fevereiro de 1955.
- Eduardo Dusek nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 01 de janeiro de 1958.
- Lindomar Castilho (Lindomar Cabral), nasceu em Rio Verde-GO, em 21 de janeiro de 1940.
- Nelson Ned (Nelson Ned d'Ávila Pinto), nasceu em Ubá-MG, em 02 de março de 1947.
- Reginaldo Rossi ( Reginaldo Rodrigues dos Santos Rossi), nasceu no Recife-PE em 14 de fevereiro de 1944.
- Sidney Magal (Sidney Magalhães), nasceu no Rio de Janeiro-RJ, em 19 de julho de 1953.
- Odair José (Odair José de Araújo), nasceu Morrinhos-GO, em 16 de agosto de 1948.
- Wando (Wanderley Alves dos Reis), nasceu em Cajuri-MG,em 02 de outubro de 1945 e morreu em Nova Lima-MG, em 08 de fevereiro de 2012.
Literatura
"A Primavera do Dragão - A Juventude de Glauber Rocha"
Novo livro de Nelson Motta transcorre sob o sol da Bahia, pelas ruas e becos de Salvador e entre incursões pelo misticismo do sertão nordestino e o glamour de Paris e Cannes. Em "A Primavera do Dragão - A Juventude de Glauber Rocha" (Editora Objetiva), o escritor constrói um relato ágil sobre a juventude inquietante do cineasta baiano e a criação do Cinema Novo, que revolucionou a estética cinematográfica brasileira. Com a mesma pegada pop e o talento para resgatar histórias bem-humoradas de seus livros anteriores, o autor de Noites Tropicais e Vale Tudo traça o panorama de uma geração que inscreveu o Brasil no mapa do cinema internacional e arrancou elogios de Truffaut a Sartre.
No livro, Nelson Motta evoca o nascimento do cineasta em Vitória da Conquista, no interior baiano. Refaz as andanças do artista pela efervescente capital baiana, geralmente acompanhadas pelo amigo João Ubaldo Ribeiro. Recorda as experiências ainda embrionárias de Glauber no cinema, com os curtas-metragens Pátio e Cruz na Praça e o primeiro longa Barravento, produzidos sob o impacto de Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, e do neorrealismo italiano, de Rossellini. Descritos com cortes cinematográficos, seu foco são os anos que antecederam ao estouro de Deus e o Diabo na Terra do Sol, obra-prima do Cinema Novo, até a disputa do filme em Cannes com Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos.
Fonte: www.objetiva.com.br/
Novo livro de Nelson Motta transcorre sob o sol da Bahia, pelas ruas e becos de Salvador e entre incursões pelo misticismo do sertão nordestino e o glamour de Paris e Cannes. Em "A Primavera do Dragão - A Juventude de Glauber Rocha" (Editora Objetiva), o escritor constrói um relato ágil sobre a juventude inquietante do cineasta baiano e a criação do Cinema Novo, que revolucionou a estética cinematográfica brasileira. Com a mesma pegada pop e o talento para resgatar histórias bem-humoradas de seus livros anteriores, o autor de Noites Tropicais e Vale Tudo traça o panorama de uma geração que inscreveu o Brasil no mapa do cinema internacional e arrancou elogios de Truffaut a Sartre.
No livro, Nelson Motta evoca o nascimento do cineasta em Vitória da Conquista, no interior baiano. Refaz as andanças do artista pela efervescente capital baiana, geralmente acompanhadas pelo amigo João Ubaldo Ribeiro. Recorda as experiências ainda embrionárias de Glauber no cinema, com os curtas-metragens Pátio e Cruz na Praça e o primeiro longa Barravento, produzidos sob o impacto de Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, e do neorrealismo italiano, de Rossellini. Descritos com cortes cinematográficos, seu foco são os anos que antecederam ao estouro de Deus e o Diabo na Terra do Sol, obra-prima do Cinema Novo, até a disputa do filme em Cannes com Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos.
Fonte: www.objetiva.com.br/
Tupi Foot Ball Club – 26/05/1912
Centenário
A Empresa Brasileira de Correios e Telegráfos (EBCT) lança neste sábado, 26/05, um selo comemorativo do Centenário Carijó. Será às 10h, na sede social do Clube (Rua Calil Ahouagi, 332, Centro), logo após a Celebração religiosa, a cargo do padre Sérgio Luís e Silva, da Paróquia Nossa Senhora da Glória. Os dois eventos dão início às comemorações pelos 100 anos de fundação do Tupi.
Fonte: www.tupijf.com.br/
“Centenário Carijó - Ser Tupi nos basta”
Por Ailton Alves*
Quando nós, os Carijós, saímos dizendo por ai – no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, nos botecos, nos recantos de Santa Terezinha - que o branco é mais vivo que o vermelho do Tupynambás, e que o preto é mais belo que o verde do Sport não queremos fazer troça dos rivais (que, infelizmente, não existem a esse ponto: de ser nossos rivais). Dizemos, fazemos essa ode ao preto e ao branco, porque isso nos basta.
Quando nós, os Carijós, desembestamos a escrever que as nossas glórias mais recentes se resumem aos títulos de campeão mineiro da Segunda Divisão (2001), vice-campeão da Segundona Mineira (2006), Campeão da Taça Minas (2008) e Campeão Brasileiro da Série D (2011) não queremos, de fato, superestimar conquistas que ninguém superestima. Escrevemos, fazemos esse muito caso de torneios considerados pequenos, porque isso nos basta.
Quando nós, os Carijós, propagamos a todos os pulmões que é mil vezes melhor acompanhar Tupi x Nacional de Nova Serrana, ao vivo no estádio, pela terceira rodada do campeonato, do que assistir pela TV a decisão da Copa do Mundo entre Brasil e Argentina não queremos, realmente, parecer diferentes. Propagamos, escancaramos as nossas preferências em relação ao jogo da bola, porque isso nos basta.
Nós, os Carijós, no entanto, não saímos dizendo por ai – no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, nos botecos, nos recantos de Santa Terezinha - que o Tupi é a nossa vida. Isso é coisa para amadores: botafoguenses, flamenguistas, tricolores vascaínos e afins. O Galo faz parte da nossa vida – é diferente e isso nos basta.
Então não ficamos, nós os Carijós, por ai, aflitos, a cada início de temporada, folheando os jornais de esporte, para ver quem comprou quem, quem emprestou quem e que “craque” está sendo visado pela diretoria. Não fazemos nada disso. Sabemos que qualquer jogador que vier, que ficar, que voltar, vestirá a camisa Carijó – e isso nos basta.
Não ficamos, nós os Carijós, tampouco preocupados com tabela e regulamento de campeonato: tantos jogos em casa, outros fora; é campeão quem somar o maior número de pontos... .Nada disso. Importa é que o Tupi vai jogar – e isso nos basta.
E não, não mesmo, nós, os Carijós, ficamos naquele muro de lamentações maior que o de Jerusalém quando o time é prejudicado pela arbitragem. O que é arbitragem? O Tupi é quem manda e desmanda no jogo – e isso nos basta.
Não sofremos, nós os Carijós, desse temor humano de cair de divisão, ser derrotado no Mineirão. Nada disso. Qualquer patente do futebol estadual e nacional nos enaltece. Atuar contra os da capital, eterno candidato a David diante de Golias é o que nos basta.
Por fim, não choramos, nós, os Carijós, por derrotas, empates ou vitórias. Isso – repito – é coisa de amadores. Lamentamos, sim, muito, é quando o Tupi não joga. Se o Galo entra em campo, agita a bandeira, ouvimos o foguetório e o hino (aquele que fala de uma “repentina explosão”), a bola rola, o nosso ataque investe contra a meta inimiga, o nosso meio de campo articula as jogadas, a nossa defesa rebate as intromissões rivais...Bem, isso, definitivamente, nos basta.
*Ailton Alves é jornalista e escritor
A Empresa Brasileira de Correios e Telegráfos (EBCT) lança neste sábado, 26/05, um selo comemorativo do Centenário Carijó. Será às 10h, na sede social do Clube (Rua Calil Ahouagi, 332, Centro), logo após a Celebração religiosa, a cargo do padre Sérgio Luís e Silva, da Paróquia Nossa Senhora da Glória. Os dois eventos dão início às comemorações pelos 100 anos de fundação do Tupi.
Fonte: www.tupijf.com.br/
“Centenário Carijó - Ser Tupi nos basta”
Por Ailton Alves*
Quando nós, os Carijós, saímos dizendo por ai – no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, nos botecos, nos recantos de Santa Terezinha - que o branco é mais vivo que o vermelho do Tupynambás, e que o preto é mais belo que o verde do Sport não queremos fazer troça dos rivais (que, infelizmente, não existem a esse ponto: de ser nossos rivais). Dizemos, fazemos essa ode ao preto e ao branco, porque isso nos basta.
Quando nós, os Carijós, desembestamos a escrever que as nossas glórias mais recentes se resumem aos títulos de campeão mineiro da Segunda Divisão (2001), vice-campeão da Segundona Mineira (2006), Campeão da Taça Minas (2008) e Campeão Brasileiro da Série D (2011) não queremos, de fato, superestimar conquistas que ninguém superestima. Escrevemos, fazemos esse muito caso de torneios considerados pequenos, porque isso nos basta.
Quando nós, os Carijós, propagamos a todos os pulmões que é mil vezes melhor acompanhar Tupi x Nacional de Nova Serrana, ao vivo no estádio, pela terceira rodada do campeonato, do que assistir pela TV a decisão da Copa do Mundo entre Brasil e Argentina não queremos, realmente, parecer diferentes. Propagamos, escancaramos as nossas preferências em relação ao jogo da bola, porque isso nos basta.
Nós, os Carijós, no entanto, não saímos dizendo por ai – no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, nos botecos, nos recantos de Santa Terezinha - que o Tupi é a nossa vida. Isso é coisa para amadores: botafoguenses, flamenguistas, tricolores vascaínos e afins. O Galo faz parte da nossa vida – é diferente e isso nos basta.
Então não ficamos, nós os Carijós, por ai, aflitos, a cada início de temporada, folheando os jornais de esporte, para ver quem comprou quem, quem emprestou quem e que “craque” está sendo visado pela diretoria. Não fazemos nada disso. Sabemos que qualquer jogador que vier, que ficar, que voltar, vestirá a camisa Carijó – e isso nos basta.
Não ficamos, nós os Carijós, tampouco preocupados com tabela e regulamento de campeonato: tantos jogos em casa, outros fora; é campeão quem somar o maior número de pontos... .Nada disso. Importa é que o Tupi vai jogar – e isso nos basta.
E não, não mesmo, nós, os Carijós, ficamos naquele muro de lamentações maior que o de Jerusalém quando o time é prejudicado pela arbitragem. O que é arbitragem? O Tupi é quem manda e desmanda no jogo – e isso nos basta.
Não sofremos, nós os Carijós, desse temor humano de cair de divisão, ser derrotado no Mineirão. Nada disso. Qualquer patente do futebol estadual e nacional nos enaltece. Atuar contra os da capital, eterno candidato a David diante de Golias é o que nos basta.
Por fim, não choramos, nós, os Carijós, por derrotas, empates ou vitórias. Isso – repito – é coisa de amadores. Lamentamos, sim, muito, é quando o Tupi não joga. Se o Galo entra em campo, agita a bandeira, ouvimos o foguetório e o hino (aquele que fala de uma “repentina explosão”), a bola rola, o nosso ataque investe contra a meta inimiga, o nosso meio de campo articula as jogadas, a nossa defesa rebate as intromissões rivais...Bem, isso, definitivamente, nos basta.
*Ailton Alves é jornalista e escritor
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Mineiro Futebol Clube
por Patrícia Paiva
Hoje, 25 de Maio, sexta-feira, o Mineiro Futebol Clube de Santos Dumont completa 87 anos de glórias, vitórias, derrotas e alegrias. Fundado em 1925, o clube traz histórias marcantes para a história do Futebol.
"O Mineiro perdia por 2 a 0 para o Esporte no campo do adversário, em Juiz de Fora, quando avisaram que no 2º tempo iria entrar Chico Magro que fez 3 gols – dando de Romário".
"Em um jogo empatado, por 1 a 1, a torcida perguntava: "Onde está Chico Magro"? Ao acenar para a torcida, antes de fazer o gol, Chico Magro driblou 9 jogadores adversários, deu o passe para Tibúrcio fazer o gol da Vitória." Declarou o atual Presidente do Clube, Sr. Vicente (Narroia).
São várias as vitórias do Mineiro, como a do Centenário de Santos Dumont, quando a cidade completava 100 anos. O Gol do primeiro turno, marcado pelo jogador Narroia (atual Presidente do Clube) e o gol do segundo turno que deu o título do Mineiro de Campeão invicto na cidade de Santos Dumont.
"Em uma jogada rápida, o craque João Helder (um dos melhores jogadores da época) lançou a bola para Narróia, onde tocou para Lúcio e esse fez o gol do Título, quebrando a hegemonia do Social, que seria Tetra Campeão da cidade".
Não poderíamos deixar de citar alguns nomes daqueles que se destacaram vestindo a camisa do Mineiro, para que hoje pudéssemos estar falando desses 80 anos da existência do Clube, são eles: Goleiros: Lulu, Espicha, Dalton, Zé Geraldo (sapo); Nilson, Rildo, Alexandre, Cacai, Everaldo e Serrinha. Os jogadores: Arinos, Parafuso, Italiano, Marcos Couri, Yeye, Carlinhos, Quati, Tibirica, Vicente Couri, Márcio, Tibúrcio, Marrom, José Campos, Geraldo Sapateiro, Arildo (Presidente da Escolinha Futebol do Futuro), Pedro Queiroz, Chico Magro, Maneco, Nalmir, Edmar Pitil, Silte, Navaiada, Lalado, Cazeca, Zé Maria Tucano, Carlos, Joãozinho, Narróia, João Helder, Batista, Nilsinho, Rato, Didico; Wlamilson, João Carlos, Marco Aurélio, Lúcio, Caca, Toninho da vila, Branquinho, Thiago, Aleixo, Durico entre tantos outros.
Na categoria Juniores, estão em destaque: Mário Botelho e Denílson. Os goleiros do profissional: Dalton e José Geraldo (sapo)e do amador: Nilson e Cacai e Rildo. Os Zagueiros: Edmar Pitil e Wlamilson.
Dentre tantas vitórias do Time, não poderíamos esquecer daqueles que ajudaram e participaram dessa história, são os Técnicos: Américo da Silveira, José Cabral, Ari Costa e João Galinha entre outros.
Na história da Presidência do Clube, estão: Jorge Simão Couri, Cícero de Mello Mendes, Inácio Felisberto Nagibe, Paulo Nagibe, Tenente, Hélio Jorge Nassarala, José Guimarães, Amilca Mendes, Agnaldo, Nivaldo, Carlos (Presidente interino), o atual Sr. Vicente Franscisco Ferreira Filho (Narroia) e Ítalo Palmieri, considerado até hoje, pelos amantes do Mineiro, o Eterno Presidente do Mineiro.
Na oportunidade, o Presidente do Mineiro Sr. Vicente gostaria de agradecer à família Vieira Marques, por ter colaborado com o time quando "concedeu" o terreno para que o clube pudesse construir seu estádio.
Alguns títulos do Mineiro Futebol Clube:
• Campeão em 1941 do Regional (gol feito aos 45 min do 2º tempo no campo do Social pelo jogador Arinos, de cabeça);
• Campeão do Cinqüentenário em 1943;
• Campeão do Torneio Meridional em 1951;
• Vencedor da Taça Wilson Modesto Ribeiro, em 1956;
• Bi Campeão 1958/59, ano em que o Brasil ganhou a primeira Copa do Mundo;
• Em 1962, quando Brasil foi Bi Campeão Mundial Mineiro foi campeão da cidade;
• Vencedor do Torneio Início, em 1971;
• Campeão do Tornei do Atletic Clube, em 1964, comemoração aos 55 anos do Clube;
• Campeão do Torneio da Loteria e da cidade em 1970, ano em que o Brasil foi Tri Campeão Mundial;
• Campeão invicto em 1972 de Santos Dumont;
• Campeão em 1983 e Vice Campeão regional em Juiz de Fora / Tupi
• Campeão Juvenil, em 1960;( Paulo da Alibanesa, Edmar Pitil, Aladim, Goleiro: João Galinha, Timpinha, Nalmir Pitil, Luís Vieira Marques, Antônio Paulino, Lalado e Arildo)
• Em 1969, Campeão da cidade;
• Campeão Amador, em 1991;
• Campeão Júnior, em 1997;
• Campeão em Ciclismo, em 1973.
. Campeão em 1987 e Campeão da cidade em 1989 (ano do centenário de Santos Dumont).
Troféus:
• Troféu José Freixo, em 1986;(antigo proprietário da Rádio Cultura)
• Troféu Disciplina, em 1997 a 2000;
• Troféu Transitório, em 1931,1932 e1933;
. Troféu do Clube Ewbankense, em 1987 (comemoração do aniversário da cidade de Ewbank da Câmara);
Fonte: www.cabangu.com.br/
Obs: Matéria publicada em maio de 2005.
Hoje, 25 de Maio, sexta-feira, o Mineiro Futebol Clube de Santos Dumont completa 87 anos de glórias, vitórias, derrotas e alegrias. Fundado em 1925, o clube traz histórias marcantes para a história do Futebol.
"O Mineiro perdia por 2 a 0 para o Esporte no campo do adversário, em Juiz de Fora, quando avisaram que no 2º tempo iria entrar Chico Magro que fez 3 gols – dando de Romário".
"Em um jogo empatado, por 1 a 1, a torcida perguntava: "Onde está Chico Magro"? Ao acenar para a torcida, antes de fazer o gol, Chico Magro driblou 9 jogadores adversários, deu o passe para Tibúrcio fazer o gol da Vitória." Declarou o atual Presidente do Clube, Sr. Vicente (Narroia).
São várias as vitórias do Mineiro, como a do Centenário de Santos Dumont, quando a cidade completava 100 anos. O Gol do primeiro turno, marcado pelo jogador Narroia (atual Presidente do Clube) e o gol do segundo turno que deu o título do Mineiro de Campeão invicto na cidade de Santos Dumont.
"Em uma jogada rápida, o craque João Helder (um dos melhores jogadores da época) lançou a bola para Narróia, onde tocou para Lúcio e esse fez o gol do Título, quebrando a hegemonia do Social, que seria Tetra Campeão da cidade".
Não poderíamos deixar de citar alguns nomes daqueles que se destacaram vestindo a camisa do Mineiro, para que hoje pudéssemos estar falando desses 80 anos da existência do Clube, são eles: Goleiros: Lulu, Espicha, Dalton, Zé Geraldo (sapo); Nilson, Rildo, Alexandre, Cacai, Everaldo e Serrinha. Os jogadores: Arinos, Parafuso, Italiano, Marcos Couri, Yeye, Carlinhos, Quati, Tibirica, Vicente Couri, Márcio, Tibúrcio, Marrom, José Campos, Geraldo Sapateiro, Arildo (Presidente da Escolinha Futebol do Futuro), Pedro Queiroz, Chico Magro, Maneco, Nalmir, Edmar Pitil, Silte, Navaiada, Lalado, Cazeca, Zé Maria Tucano, Carlos, Joãozinho, Narróia, João Helder, Batista, Nilsinho, Rato, Didico; Wlamilson, João Carlos, Marco Aurélio, Lúcio, Caca, Toninho da vila, Branquinho, Thiago, Aleixo, Durico entre tantos outros.
Na categoria Juniores, estão em destaque: Mário Botelho e Denílson. Os goleiros do profissional: Dalton e José Geraldo (sapo)e do amador: Nilson e Cacai e Rildo. Os Zagueiros: Edmar Pitil e Wlamilson.
Dentre tantas vitórias do Time, não poderíamos esquecer daqueles que ajudaram e participaram dessa história, são os Técnicos: Américo da Silveira, José Cabral, Ari Costa e João Galinha entre outros.
Na história da Presidência do Clube, estão: Jorge Simão Couri, Cícero de Mello Mendes, Inácio Felisberto Nagibe, Paulo Nagibe, Tenente, Hélio Jorge Nassarala, José Guimarães, Amilca Mendes, Agnaldo, Nivaldo, Carlos (Presidente interino), o atual Sr. Vicente Franscisco Ferreira Filho (Narroia) e Ítalo Palmieri, considerado até hoje, pelos amantes do Mineiro, o Eterno Presidente do Mineiro.
Na oportunidade, o Presidente do Mineiro Sr. Vicente gostaria de agradecer à família Vieira Marques, por ter colaborado com o time quando "concedeu" o terreno para que o clube pudesse construir seu estádio.
Alguns títulos do Mineiro Futebol Clube:
• Campeão em 1941 do Regional (gol feito aos 45 min do 2º tempo no campo do Social pelo jogador Arinos, de cabeça);
• Campeão do Cinqüentenário em 1943;
• Campeão do Torneio Meridional em 1951;
• Vencedor da Taça Wilson Modesto Ribeiro, em 1956;
• Bi Campeão 1958/59, ano em que o Brasil ganhou a primeira Copa do Mundo;
• Em 1962, quando Brasil foi Bi Campeão Mundial Mineiro foi campeão da cidade;
• Vencedor do Torneio Início, em 1971;
• Campeão do Tornei do Atletic Clube, em 1964, comemoração aos 55 anos do Clube;
• Campeão do Torneio da Loteria e da cidade em 1970, ano em que o Brasil foi Tri Campeão Mundial;
• Campeão invicto em 1972 de Santos Dumont;
• Campeão em 1983 e Vice Campeão regional em Juiz de Fora / Tupi
• Campeão Juvenil, em 1960;( Paulo da Alibanesa, Edmar Pitil, Aladim, Goleiro: João Galinha, Timpinha, Nalmir Pitil, Luís Vieira Marques, Antônio Paulino, Lalado e Arildo)
• Em 1969, Campeão da cidade;
• Campeão Amador, em 1991;
• Campeão Júnior, em 1997;
• Campeão em Ciclismo, em 1973.
. Campeão em 1987 e Campeão da cidade em 1989 (ano do centenário de Santos Dumont).
Troféus:
• Troféu José Freixo, em 1986;(antigo proprietário da Rádio Cultura)
• Troféu Disciplina, em 1997 a 2000;
• Troféu Transitório, em 1931,1932 e1933;
. Troféu do Clube Ewbankense, em 1987 (comemoração do aniversário da cidade de Ewbank da Câmara);
Fonte: www.cabangu.com.br/
Obs: Matéria publicada em maio de 2005.
Literatura
"No Reino das Letras"
Adriana Aparecida Faria de Castro, Dulce Aparecida dos Santos Fazza, Francismara Salgado Martins, Márcia Mauad Castro e Valéria Meireles Casimiro, professoras do Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora (tradicional instituição de ensino fundada em 1909 pelas religiosas Crescência, Augusta e Hildegardis) lançaram o livro "O Reino das Letras", que visa atingir as crianças em fase de alfabetização. É um projeto em parceria entre o Colégio Santa Catarina/JF e a Universidade Federal de Juiz de Fora/Grupo de Pesquisa e Inclusão. As autoras contaram com a colaboração de diversos aluno(a)s do Colégio. Das várias contribuições recebidas, a aluna Denise Luna Begati, de apenas sete anos, forneceu quatro gravuras que serviram de ilustração da referida publicação.
Futebol
Disputa por "penaltis"
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou que o futebol perde a essência quando uma partida é decidida em uma disputa de pênaltis. A declaração foi dada nesta sexta-feira, 25/05, durante o 62º Congresso da entidade, que acontece em Budapeste, na Hungria.
"Quando uma partida chega aos pênaltis, o futebol perde sua essência", disse o dirigente, em uma referência à final da Liga dos Campeões, na qual o Chelsea bateu o Bayern de Munique desta maneira, após um empate em 1 a 1 no tempo normal.
"Talvez Franz Beckenbauer, com o grupo de trabalho Futebol 2014, apresente propostas de soluções", completou. O ídolo alemão Beckenbauer preside um grupo de trabalho que tem como missão buscar ideias para melhorar o esporte.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou que o futebol perde a essência quando uma partida é decidida em uma disputa de pênaltis. A declaração foi dada nesta sexta-feira, 25/05, durante o 62º Congresso da entidade, que acontece em Budapeste, na Hungria.
"Quando uma partida chega aos pênaltis, o futebol perde sua essência", disse o dirigente, em uma referência à final da Liga dos Campeões, na qual o Chelsea bateu o Bayern de Munique desta maneira, após um empate em 1 a 1 no tempo normal.
"Talvez Franz Beckenbauer, com o grupo de trabalho Futebol 2014, apresente propostas de soluções", completou. O ídolo alemão Beckenbauer preside um grupo de trabalho que tem como missão buscar ideias para melhorar o esporte.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Literatura
“Getúlio”
Esta obra procura reconstituir a trajetória pessoal e política de Getúlio Dornelles Vargas. O autor buscou se debruçar sobre documentos para ajudar a decifrar a 'esfinge Getúlio', e mostrar como foi possível que convivessem no mesmo indivíduo o revolucionário, o ditador, o reformador social e o demagogo. O autor Lira Neto pretendeu se servir de cartas pessoais e memorandos oficiais, de diários íntimos, autos judiciais, boletins de ocorrência, notícias de jornal, anúncios de publicidade, charges, hinos, marchinhas, livros de memórias, entrevistas, depoimento, entre outros.
Fonte: www.livrariacultura.com.br/
Esta obra procura reconstituir a trajetória pessoal e política de Getúlio Dornelles Vargas. O autor buscou se debruçar sobre documentos para ajudar a decifrar a 'esfinge Getúlio', e mostrar como foi possível que convivessem no mesmo indivíduo o revolucionário, o ditador, o reformador social e o demagogo. O autor Lira Neto pretendeu se servir de cartas pessoais e memorandos oficiais, de diários íntimos, autos judiciais, boletins de ocorrência, notícias de jornal, anúncios de publicidade, charges, hinos, marchinhas, livros de memórias, entrevistas, depoimento, entre outros.
Fonte: www.livrariacultura.com.br/
Januário de Oliveira
“Ele é cruel, muito cruel”. A frase nasceu por acaso e é apenas uma das tantas que marcaram a carreira de Januário de Oliveira. Se a narração de futebol na TV, até hoje, é permeada por bordões, ele é um dos “culpados”. “Cruel”, “sinistro”, “Super Ézio” e “tá lá um corpo estendido no chão” são apenas alguns exemplos das tiradas desse gaúcho de Alegrete. Aos 70 anos e afastado das transmissões desde 1998, ele continua acompanhando o futebol, mas, hoje, por causa do diabetes e a visão bem prejudicada, apenas de casa. Cego do olho direito, ele agora tem dificuldades para enxergar do olho esquerdo. Isso não impede que Januário perca o bom humor: com uma memória afiada, ele relembra os grandes momentos da carreira de sucesso. E emociona.
Em entrevista ao UOL Esporte por telefone, Januário, hoje morador de Goiânia, falou sobre o caminho que o levou ao futebol. Fã da modalidade, ele começou sua trajetória fazendo rádio-novela, em 1963. Foram seis meses como ator antes de pintar uma brecha no esporte, na rádio Cultura de Bagé. Tinha início, ali, quase 40 anos ligados ao mundo da bola. O namoro com o rádio foi até meados dos anos 80, quando foi levado por Sérgio Noronha para a TV Educativa, no Rio de Janeiro. Em 1990, foi para a TV Bandeirantes, emissora na qual trabalhou até 1998, quando a doença o obrigou a se aposentar.
Bordões
"Taí o que você queria, bola rolando…", quando o juiz apitava o início da partida ou do segundo tempo.
"Tá lá um corpo estendido no chão", para o jogador que caía machucado no gramado.
"Super Ézio!", apelido cunhado em homenagem ao artilheiro do Fluminense, Ézio, que atuou na década de 90 pelo clube, falecido em 2011.
"Lá vem Geraldo e Enéas para mais um carreto da tarde", quando os maqueiros do Maracanã, Geraldo e Enéas entravam em campo para retirar um jogador machucado.
"Cruel, muito cruel…", para elogio ao artilheiro após o gol.
"É disso Fulano, é disso que o povo gosta", para o jogador (Fulano) que acabara de estufar as redes.
"Sinistro, muito sinistro…", para falha grave de jogador ou árbitro.
"Eu vi, eu vi…", para algum lance que ninguém viu, somente ele.
"Riririkakakaka, o Juiz despirocou…", para um lance em que o juiz marcou algo de outro mundo
"Olhos nos olhos, se passar fica na boa…", quando um atacante com a posse da bola ficava frente a frente com um defensor.
"Tem cartão? Tem cartão? Não! Cartão de crédito para o jogador Fulano…", quando um jogador cometia uma falta dura e o árbitro não lhe aplicava nenhuma punição.
"Acabou o milho, acabou a pipoca, fim de papo." - Quando o juiz apitava o fim do jogo.
"Vai sair o primeiro carreto da noite" - Quanto um jogador contundido era levado pela maca para fora do campo
"Pinta em cores vivas" - Quando uma chance clara de gol era perdida.
"Quará quá quá" - Quando chegavam-se aos 44 minutos do 1º e do 2º tempo da partida.
Em entrevista ao UOL Esporte por telefone, Januário, hoje morador de Goiânia, falou sobre o caminho que o levou ao futebol. Fã da modalidade, ele começou sua trajetória fazendo rádio-novela, em 1963. Foram seis meses como ator antes de pintar uma brecha no esporte, na rádio Cultura de Bagé. Tinha início, ali, quase 40 anos ligados ao mundo da bola. O namoro com o rádio foi até meados dos anos 80, quando foi levado por Sérgio Noronha para a TV Educativa, no Rio de Janeiro. Em 1990, foi para a TV Bandeirantes, emissora na qual trabalhou até 1998, quando a doença o obrigou a se aposentar.
Bordões
"Taí o que você queria, bola rolando…", quando o juiz apitava o início da partida ou do segundo tempo.
"Tá lá um corpo estendido no chão", para o jogador que caía machucado no gramado.
"Super Ézio!", apelido cunhado em homenagem ao artilheiro do Fluminense, Ézio, que atuou na década de 90 pelo clube, falecido em 2011.
"Lá vem Geraldo e Enéas para mais um carreto da tarde", quando os maqueiros do Maracanã, Geraldo e Enéas entravam em campo para retirar um jogador machucado.
"Cruel, muito cruel…", para elogio ao artilheiro após o gol.
"É disso Fulano, é disso que o povo gosta", para o jogador (Fulano) que acabara de estufar as redes.
"Sinistro, muito sinistro…", para falha grave de jogador ou árbitro.
"Eu vi, eu vi…", para algum lance que ninguém viu, somente ele.
"Riririkakakaka, o Juiz despirocou…", para um lance em que o juiz marcou algo de outro mundo
"Olhos nos olhos, se passar fica na boa…", quando um atacante com a posse da bola ficava frente a frente com um defensor.
"Tem cartão? Tem cartão? Não! Cartão de crédito para o jogador Fulano…", quando um jogador cometia uma falta dura e o árbitro não lhe aplicava nenhuma punição.
"Acabou o milho, acabou a pipoca, fim de papo." - Quando o juiz apitava o fim do jogo.
"Vai sair o primeiro carreto da noite" - Quanto um jogador contundido era levado pela maca para fora do campo
"Pinta em cores vivas" - Quando uma chance clara de gol era perdida.
"Quará quá quá" - Quando chegavam-se aos 44 minutos do 1º e do 2º tempo da partida.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Tupi/Globo
Rádio Tupi segue dominando a audiência popular e esportiva no Rio de Janeiro
O rádio esportivo do Brasil está passando por fortes modificações, com a tecnologia as principais emissoras em amplitude modulada do pais estão migrando para a frequencia modulada, além disso, distribuem sua programação via internet e nos mais diversos aplicativos para modernos aparelhos celulares. Toda essa mudança tem como objetivo captar novos ouvintes oferencendo uma qualidade de som muito superior a frequencia original da emissora.
No caso do Rio de Janeiro a disputa acirrada entre as duas principais emissoras (Globo/Tupi) pode ser retomada, uma vez que a Globo vai tentar recuperar a audiência perdida há alguns anos. Por isso, aos poucos a emissora vai abandonar o modelo de rede e voltará a investir pesado na programação regional, que consolidou a Super Rádio Tupi.
O BLOG do Cheni mostra o motivo de tanta mudança principalmente no rádio carioca. A recente pesquisa do IBOPE referente ao trimestre: fevereiro, março e abril mostra que a Globo supera a Super Tupi somente em quatro horas do dia.
São os horários das 06 às 09 da manhã com o "Show do Antônio Carlos" e das 09 às 10 com o "Momento de Fé" com o Padre Marcelo Rossi, que vai deixar a emissora juntamente por causa da mudança de estratégia.
No restante do dia, incluindo toda a programação esportiva (noticiosos, pré-jornada, bola rolando e debates, a Super Rádio Tupi supera a Rádio Globo.
Fonte: www.cheninocampo.blogspot.com.br/
Observação de um leitor:
Vendo a tabela, as maiores diferenças na disputa Globo/Tupi se dá justamente no momento da programação local. Isso pode ser visto principalmente no horário de 15h às 17h. Nesta faixa, o Rio tem o programa do Tino Junior enquanto a rede tem o program do Pedro Trucão. A audiência da Globo despenca, Tcom o Heleno Rotay na Tupi tendo mais que o dobro da audiência da Globo. Situação parecida acontece de 20 às 22h com o programa do Loureiro Neto, que entrega a audiência muito baixa para o panorama esportivo.
O rádio esportivo do Brasil está passando por fortes modificações, com a tecnologia as principais emissoras em amplitude modulada do pais estão migrando para a frequencia modulada, além disso, distribuem sua programação via internet e nos mais diversos aplicativos para modernos aparelhos celulares. Toda essa mudança tem como objetivo captar novos ouvintes oferencendo uma qualidade de som muito superior a frequencia original da emissora.
No caso do Rio de Janeiro a disputa acirrada entre as duas principais emissoras (Globo/Tupi) pode ser retomada, uma vez que a Globo vai tentar recuperar a audiência perdida há alguns anos. Por isso, aos poucos a emissora vai abandonar o modelo de rede e voltará a investir pesado na programação regional, que consolidou a Super Rádio Tupi.
O BLOG do Cheni mostra o motivo de tanta mudança principalmente no rádio carioca. A recente pesquisa do IBOPE referente ao trimestre: fevereiro, março e abril mostra que a Globo supera a Super Tupi somente em quatro horas do dia.
São os horários das 06 às 09 da manhã com o "Show do Antônio Carlos" e das 09 às 10 com o "Momento de Fé" com o Padre Marcelo Rossi, que vai deixar a emissora juntamente por causa da mudança de estratégia.
No restante do dia, incluindo toda a programação esportiva (noticiosos, pré-jornada, bola rolando e debates, a Super Rádio Tupi supera a Rádio Globo.
Fonte: www.cheninocampo.blogspot.com.br/
Observação de um leitor:
Vendo a tabela, as maiores diferenças na disputa Globo/Tupi se dá justamente no momento da programação local. Isso pode ser visto principalmente no horário de 15h às 17h. Nesta faixa, o Rio tem o programa do Tino Junior enquanto a rede tem o program do Pedro Trucão. A audiência da Globo despenca, Tcom o Heleno Rotay na Tupi tendo mais que o dobro da audiência da Globo. Situação parecida acontece de 20 às 22h com o programa do Loureiro Neto, que entrega a audiência muito baixa para o panorama esportivo.
Séries C e D
Presidente do STJD determina suspensão das Séries C e D nacionais
Rubens Approbato determina que disputas só comecem após imbróglios resolvidos na Justiça comum
As Séries C e D do Campeonato Brasileiro não têm mais data prevista para ver a bolar rolar. Atendendo a um mandado de garantia, com pedido de liminar, do Santo André, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Rubens Approbato, determinou no fim da tarde desta quarta-feira, dia 23 de maio, liminarmente, a suspensão das competições até que haja uma solução definitiva, em juízo, das ações e medidas judiciais que colocam em risco a disputa. Além do Santo André, Treze/PB, Rio Branco/AC, Brasil de Pelotas/RS e Araguaína/TO brigam por vagas na Terceira Divisão.
Depois que a CBF acatou a liminar da Justiça Comum gaúcha para incluir o Brasil de Pelotas na Série C, o Santo André, que automaticamente perdeu a vaga, briga para não se ver fora da competição nacional. Uma decisão da Justiça paraibana, publicada na última sexta-feira, também determina a inclusão do Treze na competição, no lugar do Rio Branco/AC. Mas a equipe do Acre conta com decisão estadual da Justiça garantindo o seu lugar.
Além da preocupação com o andamento das competições, o presidente do STJD se mostra preocupado com as normas da Fifa. “É óbvio que a soberania de cada País pode editar normas a respeito de matéria desportiva. Mas, sendo essas normas contrárias às da Fifa, a entidade internacional pode, sem ferir a soberania do País, desfiliar o atleta, o clube ou a entidade a ela filiados”, destaca Rubens Approbato em seu despacho desta quarta.
A Fifa proíbe que as federações a ela filiadas tenham litígios em órgãos do Judiciário que não pertencem exclusivamente ao esporte. Assim, este imbróglio judicial pode gerar punições e até o desfiliamento da CBF junto à Fifa. A entidade máxima do futebol será comunicada desta decisão do STJD.
As Séries C e D nacionais estavam previstas para começaram neste próximo final de semana, com rodadas pelo país afora. Agora, somente após resolvidas essas pendências é que as equipes poderão ir a campo, seja lá quais elas são.
Fonte: www.justicadesportiva.uol.com.br/
Rubens Approbato determina que disputas só comecem após imbróglios resolvidos na Justiça comum
As Séries C e D do Campeonato Brasileiro não têm mais data prevista para ver a bolar rolar. Atendendo a um mandado de garantia, com pedido de liminar, do Santo André, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Rubens Approbato, determinou no fim da tarde desta quarta-feira, dia 23 de maio, liminarmente, a suspensão das competições até que haja uma solução definitiva, em juízo, das ações e medidas judiciais que colocam em risco a disputa. Além do Santo André, Treze/PB, Rio Branco/AC, Brasil de Pelotas/RS e Araguaína/TO brigam por vagas na Terceira Divisão.
Depois que a CBF acatou a liminar da Justiça Comum gaúcha para incluir o Brasil de Pelotas na Série C, o Santo André, que automaticamente perdeu a vaga, briga para não se ver fora da competição nacional. Uma decisão da Justiça paraibana, publicada na última sexta-feira, também determina a inclusão do Treze na competição, no lugar do Rio Branco/AC. Mas a equipe do Acre conta com decisão estadual da Justiça garantindo o seu lugar.
Além da preocupação com o andamento das competições, o presidente do STJD se mostra preocupado com as normas da Fifa. “É óbvio que a soberania de cada País pode editar normas a respeito de matéria desportiva. Mas, sendo essas normas contrárias às da Fifa, a entidade internacional pode, sem ferir a soberania do País, desfiliar o atleta, o clube ou a entidade a ela filiados”, destaca Rubens Approbato em seu despacho desta quarta.
A Fifa proíbe que as federações a ela filiadas tenham litígios em órgãos do Judiciário que não pertencem exclusivamente ao esporte. Assim, este imbróglio judicial pode gerar punições e até o desfiliamento da CBF junto à Fifa. A entidade máxima do futebol será comunicada desta decisão do STJD.
As Séries C e D nacionais estavam previstas para começaram neste próximo final de semana, com rodadas pelo país afora. Agora, somente após resolvidas essas pendências é que as equipes poderão ir a campo, seja lá quais elas são.
Fonte: www.justicadesportiva.uol.com.br/
Cleonice Rainho
Morre em Juiz de Fora a professora e escritora Cleonice Rainho
Cleonice Rainho morreu ontem em sua residência, aos 93 anos e o sepultamento está marco para esta quarta-feira, às 16 hora, no cemitério municipal Nossa Senhora Aparecida, no bairro Poço Rico, em Juiz de Fora.
Nascida em Angustura, distrito de Além Paraíba, em 15 de março de 1919, Cleonice Rainho era professora e escritora. Viúva de Jacy Thomaz Ribeiro, deixa seis netos e dez bisnetos, além do filho Luiz Flávio Rainho Thomaz Ribeiro, 69 anos. Em março passado ela havia perdido o filho Fernando Antonio Rainho Thomaz Ribeiro, que morreu em São Paulo, com problemas cardíacos.
Cleonice Rainho morreu ontem em sua residência, aos 93 anos e o sepultamento está marco para esta quarta-feira, às 16 hora, no cemitério municipal Nossa Senhora Aparecida, no bairro Poço Rico, em Juiz de Fora.
Nascida em Angustura, distrito de Além Paraíba, em 15 de março de 1919, Cleonice Rainho era professora e escritora. Viúva de Jacy Thomaz Ribeiro, deixa seis netos e dez bisnetos, além do filho Luiz Flávio Rainho Thomaz Ribeiro, 69 anos. Em março passado ela havia perdido o filho Fernando Antonio Rainho Thomaz Ribeiro, que morreu em São Paulo, com problemas cardíacos.
Foi fundadora e presidente da Associação de Cultura Luso-Brasileira, com sede em Juiz de Fora.
Tupi
O atacante Fabinho chega na tarde desta quarta-feira, 23/05, a Santa Terezinha, para reforçar o elenco Tuipi na disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. Fábio da Silva Alves tem 25 anos (nascido em 11 de junho de 1986, em Vitória da Conquista-BA) e vários clubes no currículo: começou a carreira no Cruzeiro (MG), passou por Villa Nova (MG), Cabofriense (RJ), Ipatinga (MG), Al-Arabi (Kuwait), Nacional-Nova Serrana (MG) e estava no Bangu (RJ).
Fabinho é o sétimo reforço do Galo para a competição nacional. Antes chegaram o goleiro Alex, o lateral direito Alex Travassos, o zagueiro Adalberto, o volante Caetano, o meio-campista Magalhães e o atacante Deon. O Tupi estreia na Série C no sábado, 26/05, dia do seu centenário, às 16h, contra o Duque de Caxias (RJ), em Juiz de Fora, no Estádio Mário Helênio.
Fonte: www.tupijf.com.br/
Fabinho é o sétimo reforço do Galo para a competição nacional. Antes chegaram o goleiro Alex, o lateral direito Alex Travassos, o zagueiro Adalberto, o volante Caetano, o meio-campista Magalhães e o atacante Deon. O Tupi estreia na Série C no sábado, 26/05, dia do seu centenário, às 16h, contra o Duque de Caxias (RJ), em Juiz de Fora, no Estádio Mário Helênio.
Fonte: www.tupijf.com.br/
Literatura
"Uma sociologia indignada: diálogos com Luiz Werneck Vianna"
A obra de Luiz Werneck Vianna é um esforço, ininterrupto por mais de três décadas, de interpretação da sociedade brasileira, às voltas com a sua modernização e o difícil itinerário da democracia entre nós, que veio encontrando forma no ensaio, na pesquisa empírica, no estudo acadêmico, no artigo jornalístico. De Liberalismo e Sindicato no Brasil, obra seminal de 1976, à sua última coletânea de artigos de conjuntura, publicada em 2011, são muitos os possíveis caminhos para se acercar de sua produção intelectual.
O inventário da obra, intentado de diferentes modos nos artigos publicados, coloca o seu pensamento em perspectiva, ora no contexto das lutas políticas de que participou. O livro também explora com competência uma outra dimensão da obra, estreitamente associada às vicissitudes da democracia e da modernização, isto é, a sua importância no processo de institucionalização das ciências sociais no país.
A obra de Luiz Werneck Vianna é um esforço, ininterrupto por mais de três décadas, de interpretação da sociedade brasileira, às voltas com a sua modernização e o difícil itinerário da democracia entre nós, que veio encontrando forma no ensaio, na pesquisa empírica, no estudo acadêmico, no artigo jornalístico. De Liberalismo e Sindicato no Brasil, obra seminal de 1976, à sua última coletânea de artigos de conjuntura, publicada em 2011, são muitos os possíveis caminhos para se acercar de sua produção intelectual.
O inventário da obra, intentado de diferentes modos nos artigos publicados, coloca o seu pensamento em perspectiva, ora no contexto das lutas políticas de que participou. O livro também explora com competência uma outra dimensão da obra, estreitamente associada às vicissitudes da democracia e da modernização, isto é, a sua importância no processo de institucionalização das ciências sociais no país.
Chico Formiga (Francisco Ferreira de Aguiar)
Morreu, na última terça-feira, 22/05, vítima de um infarto, Chico Formiga, ex-jogador e que como técnico foi campeão paulista de 1978 pelo Santos e campeão mineiro de 1993, pelo América-MG. Chico Fumaça tinha 81 anos e morreu onde morava, num apartamento no bairro de Itararé.
Histórico
Como jogador, o quarto-zagueiro Formiga atuou no Cruzeiro, Santos e Palmeiras nas décadas de 1940 e 1950. Começou no Cruzeiro e se transferiu para o Santos em 1950, onde ficou até 1956.
Como jogador, foi bicampeão paulista, 1955 e 1956. Em 1957 se transferiu para o Palmeiras, onde ficou até 1959 e disputou 72 partidas. Depois voltou ao Santos, onde fez parte da Era Pelé, sendo campeão paulista mais três vezes – 1960, 1961 e 1962 e também foi campeão da Copa Libertadores da América, em 1962.
Como técnico
Coube a Chico formiga comandar a primeira geração dos Meninos da Vila, que tinha entre outros os atacantes Juari, Nilton Batata e João Paulo, além de Gilberto Sorrio e os meias Ailton Lira, em fim de carreira, e Pita, em início de carreira.
Além do Santos, Chico Formiga (Francisco Ferreira de Aguiar) que nasceu em Araxá-MG, em 11 de novembro de 1930, dirigiu o Corinthians, Cruzeiro e América-MG.
Histórico
Como jogador, o quarto-zagueiro Formiga atuou no Cruzeiro, Santos e Palmeiras nas décadas de 1940 e 1950. Começou no Cruzeiro e se transferiu para o Santos em 1950, onde ficou até 1956.
Como jogador, foi bicampeão paulista, 1955 e 1956. Em 1957 se transferiu para o Palmeiras, onde ficou até 1959 e disputou 72 partidas. Depois voltou ao Santos, onde fez parte da Era Pelé, sendo campeão paulista mais três vezes – 1960, 1961 e 1962 e também foi campeão da Copa Libertadores da América, em 1962.
Como técnico
Coube a Chico formiga comandar a primeira geração dos Meninos da Vila, que tinha entre outros os atacantes Juari, Nilton Batata e João Paulo, além de Gilberto Sorrio e os meias Ailton Lira, em fim de carreira, e Pita, em início de carreira.
Além do Santos, Chico Formiga (Francisco Ferreira de Aguiar) que nasceu em Araxá-MG, em 11 de novembro de 1930, dirigiu o Corinthians, Cruzeiro e América-MG.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Literatura
"Cariocas do brejo entrando no ar: O rádio e a televisão na construção da identidade juiz-forana (1940-1960)"
De Flávio Lins e Cristina Brandão
Um presente para Juiz de Fora às vésperas de seu 162º aniversário: o lançamento do livro "Cariocas do brejo entrando no ar". A obra é resultado de uma investigação documental e entrevistas com profissionais pioneiros do rádio e da televisão em Minas, propondo um resgate da memória audiovisual de Juiz de Fora e o reconhecimento do papel da TV Mariano Procópio na formação da identidade do chamado “carioca do brejo”. O livro torna possível o acesso do público a uma parte relevante da história da cidade e sua aproximação com as influências culturais e sociais que partiram do grande centro nacional de divulgação de ideias e formação identitárias que foi o Rio de Janeiro. O estreitamento de laços entre Juiz de Fora e Rio ocorreu, principalmente, depois da chegada do rádio e da televisão, uma vez que ambas as mídias estavam entre os principais veículos de comunicação divulgadores de modos de consumo e de comportamento sociais.
Apresentamos uma pesquisa calcada nas origens da identidade do mineiro habitante de Juiz de Fora que, pela proximidade com o Rio de Janeiro, recebeu a alcunha de “carioca do brejo”. Para os autores, com a chegada dos veículos eletrônicos de Comunicação, acentuou-se a proximidade geográfica e identitária entre as duas cidades. As transmissões radiofônicas feitas em Juiz de Fora já revelam a inspiração e a mimese dos modelos de programas veiculados pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Criaram-se, na cidade, departamentos de produção radiofônica tal qual fazia-se no centro cultural divulgador de valores sociais e comportamentais que era o Rio de Janeiro. O intercâmbio entre scripts de programas e vindas de artistas cariocas à cidade marcam essa tendência do juiz-forano a se inspirar na vida praiana e seu carisma. Mais tarde, quando começam as produções telejornalísticas realizadas, empiricamente, nos anos 1960, com a TV Mariano Procópio, (afiliada dos Diários Associados na cidade) e veiculadas pela TV Tupi do Rio de Janeiro, foi possível traçar um histórico da primeira emissora de TV do interior na América Latina, a partir de informações em jornais, revistas, livros e história oral, abordando especialmente o material jornalístico produzido entre 1966 e 1968, do qual só existem vestígios.
Para a concretização do livro, Flávio Lins e Cristina Brandão contaram com a generosidade de profissionais de comunicação em JF, que não economizaram em detalhes ao contar suas histórias sobre as primeiras experiências de transmissão das quais participaram: Wilson Cid, Jorge Couri, Rubens Furtado, Mário Manzolilo de Moraes, Natálio Luz, José de Barros, Lígia Oliveira, Luiz Antônio Horta Colucci, Geraldo Magela Tavares, entre outros. As famílias dos pioneiros José Carlos de Lery Guimarães, Geraldo Basdon e Francisco Barbosa, também cederam material e informações.
Fotos inéditas da história do Rádio e da TV em JF
"Cariocas do Brejo entrando no ar..." apresenta também fotografias de muitos personagens que participaram desse início da instalação dos meios eletrônicos em Juiz de Fora. Os autores acreditam que esta obra, além de resgatar páginas esquecidas da história da comunicação na cidade, atuará também incentivando as novas gerações de pesquisadores a se debruçarem sobre temas voltados principalmente ao rádio e à televisão, onde existem muitos fatos a serem esclarecidos e trazidos à luz.
Os autores
Flávio Lins Rodrigues é jornalista e advogado. Especialista e Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, instituição onde é funcionário técnico-administrativo – atuando na edição de material audiovisual – e professor do curso de pós-graduação em TV, Cinema e Mídia Digitais. Trabalhou durante 25 anos em emissoras de televisão de Juiz de Fora (MG), tendo exercido funções ligadas a edição e arte em afiliadas do SBT, TVE, Bandeirantes, Record e Globo. Tem artigos publicados; produziu, dirigiu e editou o documentário “Cariocas do brejo entrando no ar: um olhar sobre as primeiras décadas da televisão em Juiz de Fora”, lançado em novembro de 2011, além de contar com trabalhos de produção audiovisual nas áreas de jornalismo e comercial.
Cristina Brandão é jornalista e professora da Faculdade de Comunicação da UFJF. Mestre e Doutora em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, integra a Rede Obitel – Brasil – ECA/USP de pesquisadores de Teledramaturgia.
Publicou em 2005 o livro “O Grande Teatro Tupi do Rio de Janeiro”, sobre a origem e consolidação do teleteatro na emissora carioca e tem escrito inúmeros artigos sobre a teleficção brasileira. Sobre Juiz de Fora, roteirizou e dirigiu o vídeo “Assim era o nosso rádio”, lembrando os anos dourados das emissoras juiz-foranas.
LANÇAMENTO
Dia 30 de maio de 2012, quarta-feira, às 19h30, no CCBM - Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (Av. Getúlio Vargas, 200, Centro de Juiz de Fora-MG.
De Flávio Lins e Cristina Brandão
Um presente para Juiz de Fora às vésperas de seu 162º aniversário: o lançamento do livro "Cariocas do brejo entrando no ar". A obra é resultado de uma investigação documental e entrevistas com profissionais pioneiros do rádio e da televisão em Minas, propondo um resgate da memória audiovisual de Juiz de Fora e o reconhecimento do papel da TV Mariano Procópio na formação da identidade do chamado “carioca do brejo”. O livro torna possível o acesso do público a uma parte relevante da história da cidade e sua aproximação com as influências culturais e sociais que partiram do grande centro nacional de divulgação de ideias e formação identitárias que foi o Rio de Janeiro. O estreitamento de laços entre Juiz de Fora e Rio ocorreu, principalmente, depois da chegada do rádio e da televisão, uma vez que ambas as mídias estavam entre os principais veículos de comunicação divulgadores de modos de consumo e de comportamento sociais.
Apresentamos uma pesquisa calcada nas origens da identidade do mineiro habitante de Juiz de Fora que, pela proximidade com o Rio de Janeiro, recebeu a alcunha de “carioca do brejo”. Para os autores, com a chegada dos veículos eletrônicos de Comunicação, acentuou-se a proximidade geográfica e identitária entre as duas cidades. As transmissões radiofônicas feitas em Juiz de Fora já revelam a inspiração e a mimese dos modelos de programas veiculados pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Criaram-se, na cidade, departamentos de produção radiofônica tal qual fazia-se no centro cultural divulgador de valores sociais e comportamentais que era o Rio de Janeiro. O intercâmbio entre scripts de programas e vindas de artistas cariocas à cidade marcam essa tendência do juiz-forano a se inspirar na vida praiana e seu carisma. Mais tarde, quando começam as produções telejornalísticas realizadas, empiricamente, nos anos 1960, com a TV Mariano Procópio, (afiliada dos Diários Associados na cidade) e veiculadas pela TV Tupi do Rio de Janeiro, foi possível traçar um histórico da primeira emissora de TV do interior na América Latina, a partir de informações em jornais, revistas, livros e história oral, abordando especialmente o material jornalístico produzido entre 1966 e 1968, do qual só existem vestígios.
Para a concretização do livro, Flávio Lins e Cristina Brandão contaram com a generosidade de profissionais de comunicação em JF, que não economizaram em detalhes ao contar suas histórias sobre as primeiras experiências de transmissão das quais participaram: Wilson Cid, Jorge Couri, Rubens Furtado, Mário Manzolilo de Moraes, Natálio Luz, José de Barros, Lígia Oliveira, Luiz Antônio Horta Colucci, Geraldo Magela Tavares, entre outros. As famílias dos pioneiros José Carlos de Lery Guimarães, Geraldo Basdon e Francisco Barbosa, também cederam material e informações.
Fotos inéditas da história do Rádio e da TV em JF
"Cariocas do Brejo entrando no ar..." apresenta também fotografias de muitos personagens que participaram desse início da instalação dos meios eletrônicos em Juiz de Fora. Os autores acreditam que esta obra, além de resgatar páginas esquecidas da história da comunicação na cidade, atuará também incentivando as novas gerações de pesquisadores a se debruçarem sobre temas voltados principalmente ao rádio e à televisão, onde existem muitos fatos a serem esclarecidos e trazidos à luz.
Os autores
Flávio Lins Rodrigues é jornalista e advogado. Especialista e Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, instituição onde é funcionário técnico-administrativo – atuando na edição de material audiovisual – e professor do curso de pós-graduação em TV, Cinema e Mídia Digitais. Trabalhou durante 25 anos em emissoras de televisão de Juiz de Fora (MG), tendo exercido funções ligadas a edição e arte em afiliadas do SBT, TVE, Bandeirantes, Record e Globo. Tem artigos publicados; produziu, dirigiu e editou o documentário “Cariocas do brejo entrando no ar: um olhar sobre as primeiras décadas da televisão em Juiz de Fora”, lançado em novembro de 2011, além de contar com trabalhos de produção audiovisual nas áreas de jornalismo e comercial.
Cristina Brandão é jornalista e professora da Faculdade de Comunicação da UFJF. Mestre e Doutora em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, integra a Rede Obitel – Brasil – ECA/USP de pesquisadores de Teledramaturgia.
Publicou em 2005 o livro “O Grande Teatro Tupi do Rio de Janeiro”, sobre a origem e consolidação do teleteatro na emissora carioca e tem escrito inúmeros artigos sobre a teleficção brasileira. Sobre Juiz de Fora, roteirizou e dirigiu o vídeo “Assim era o nosso rádio”, lembrando os anos dourados das emissoras juiz-foranas.
LANÇAMENTO
Dia 30 de maio de 2012, quarta-feira, às 19h30, no CCBM - Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (Av. Getúlio Vargas, 200, Centro de Juiz de Fora-MG.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Tupi
"Comunicado importante
Caros,
Por determinação da Comissão Técnica do Tupi Futebol Clube, os treinos da equipe (técnicos e táticos) para toda a Série C do Campeonato Brasileiro passarão a ser parcialmente fechados à imprensa, que só poderá ter acesso uma hora após o início das atividades.
A decisão da Comissão Técnica passa a valer a partir desta terça-feira (22/maio). Portanto, neste dia (como exemplo e início da nova determinação) a imprensa só poderá entrar nas dependências de Santa Terezinha às 10h (o treino começa às 9h) e 16h30 (atividade começando às 15h30).
No restante da semana:
Na quarta-feira, no Estádio Municipal, só às 17h30
Na quinta-feira, no Estádio Municipal, só às 16h
Na sexta-feira, em Santa Terezinha, só às 10h30”
Fonte: Assessoria do clube
CONSIDERAÇÕES:
Essa expressão “POR DETERMINAÇÃO” me faz lembrar, com profunda tristeza, um passado sombrio e recente da história de nossa cidade, em que os asseclas a usava com muito freqüência, para ocultar, camuflar o momento em que uma corja roubava, dilacerava, abocanhava o patrimônio público.
O que quer esconder a comissão técnica do Tupi? O futebol, ou a falta dele, de alguns integrantes do elenco?
Caso a imprensa resolva iguinorar os treinos e demais atividades, gostaria de saber, sem a devida e necessária cobertura, em que pé ficaria a repercussão dos trabalhos.
A conferir!
Caros,
Por determinação da Comissão Técnica do Tupi Futebol Clube, os treinos da equipe (técnicos e táticos) para toda a Série C do Campeonato Brasileiro passarão a ser parcialmente fechados à imprensa, que só poderá ter acesso uma hora após o início das atividades.
A decisão da Comissão Técnica passa a valer a partir desta terça-feira (22/maio). Portanto, neste dia (como exemplo e início da nova determinação) a imprensa só poderá entrar nas dependências de Santa Terezinha às 10h (o treino começa às 9h) e 16h30 (atividade começando às 15h30).
No restante da semana:
Na quarta-feira, no Estádio Municipal, só às 17h30
Na quinta-feira, no Estádio Municipal, só às 16h
Na sexta-feira, em Santa Terezinha, só às 10h30”
Fonte: Assessoria do clube
CONSIDERAÇÕES:
Essa expressão “POR DETERMINAÇÃO” me faz lembrar, com profunda tristeza, um passado sombrio e recente da história de nossa cidade, em que os asseclas a usava com muito freqüência, para ocultar, camuflar o momento em que uma corja roubava, dilacerava, abocanhava o patrimônio público.
O que quer esconder a comissão técnica do Tupi? O futebol, ou a falta dele, de alguns integrantes do elenco?
Caso a imprensa resolva iguinorar os treinos e demais atividades, gostaria de saber, sem a devida e necessária cobertura, em que pé ficaria a repercussão dos trabalhos.
A conferir!
Literatura
"Heráldica no Futebol - As Cruzes nos Escudos dos Clubes"
por Laércio Becker*
Segundo Tchakhotine, o uso de insígnias corresponde a uma necessidade que as pessoas têm de exteriorizar um pouco de sua vida interior, de sua orientação. Numa época de ritmo tão veloz, a identificação dessa orientação precisa ser imediata. No futebol, nada identifica mais rápido uma “tribo” da outra do que o escudo do clube que defendem.
Na perfeita definição de Demond Morris, o escudo de um clube de futebol constitui um rótulo de identidade, um símbolo onipresente que “contribui para manter vivo o sentido de ligação ao clube e, ao mesmo tempo, atua como ameaça e intimidação dirigida aos homens das tribos rivais”. Usado na “guerra das imagens” (Gruzinski), perfeita para uma sociedade de massa, neotribal (Maffesoli), em verdadeira disputa totêmica, na excelente síntese de Hilário Franco Jr.:
“O escudo é praticamente a síntese material do clube, sua corporificação, daí a atenção e tensão de que é cercado. É para demonstrar profunda identificação (verdadeira ou simulada) com o clã que defende que se tornou comum o jogador beijar o escudo da camisa após marcar um gol ou conquistar um título. Ou bater a mão no peito, em cima ou próximo do escudo clubístico, quase a incorporá-lo, introduzi-lo no próprio corpo. Aliás, não é casual que na maioria das vezes o escudo esteja localizado no lado esquerdo da camisa, acima do coração do jogador e do torcedor que a veste.”
Aos olhos de um estrangeiro, fica ainda mais evidente esse uso ostensivo e diário do escudo, pelo torcedor brasileiro. Quem o diz é a socióloga americana Janet Lever:
“Como uma demonstração de lealdade, os brasileiros carregam símbolos de sua fidelidade durante toda a semana, não apenas no dia da partida. Quando conversei com vários homens sobre futebol, descobri com bastante freqüência que tinham um chaveiro, um alfinete de lapela ou uma correia de relógio com as cores de seu clube.”
Pois bem, pelo título, parece que vamos falar de alguma “cruz” que os times carregam. Nada disso. É sobre a cruz que ostentam no peito.
Obs.: Entre aspas, colocarei os termos utilizados no jargão da heráldica.
Originalmente, a cruz, como símbolo heráldico, significava a guarda da espada e era concedida a todo cavaleiro que tirava sangue do inimigo. Segundo Alejandro de Armengol y de Pereyra e Pedro Baltasar de Andrade, muitas famílias da nobreza européia trazem a cruz nos seus escudos como recordação de seus antepassados terem participado das Cruzadas.
*Laércio Becker é escritor
Fonte: www.campeoesdofutebol.com.br/
Obs: As cruzes relacionados no livro "Heráldica no Futebol - As Cruzes nos Escudos dos Clubes":
por Laércio Becker*
Segundo Tchakhotine, o uso de insígnias corresponde a uma necessidade que as pessoas têm de exteriorizar um pouco de sua vida interior, de sua orientação. Numa época de ritmo tão veloz, a identificação dessa orientação precisa ser imediata. No futebol, nada identifica mais rápido uma “tribo” da outra do que o escudo do clube que defendem.
Na perfeita definição de Demond Morris, o escudo de um clube de futebol constitui um rótulo de identidade, um símbolo onipresente que “contribui para manter vivo o sentido de ligação ao clube e, ao mesmo tempo, atua como ameaça e intimidação dirigida aos homens das tribos rivais”. Usado na “guerra das imagens” (Gruzinski), perfeita para uma sociedade de massa, neotribal (Maffesoli), em verdadeira disputa totêmica, na excelente síntese de Hilário Franco Jr.:
“O escudo é praticamente a síntese material do clube, sua corporificação, daí a atenção e tensão de que é cercado. É para demonstrar profunda identificação (verdadeira ou simulada) com o clã que defende que se tornou comum o jogador beijar o escudo da camisa após marcar um gol ou conquistar um título. Ou bater a mão no peito, em cima ou próximo do escudo clubístico, quase a incorporá-lo, introduzi-lo no próprio corpo. Aliás, não é casual que na maioria das vezes o escudo esteja localizado no lado esquerdo da camisa, acima do coração do jogador e do torcedor que a veste.”
Aos olhos de um estrangeiro, fica ainda mais evidente esse uso ostensivo e diário do escudo, pelo torcedor brasileiro. Quem o diz é a socióloga americana Janet Lever:
“Como uma demonstração de lealdade, os brasileiros carregam símbolos de sua fidelidade durante toda a semana, não apenas no dia da partida. Quando conversei com vários homens sobre futebol, descobri com bastante freqüência que tinham um chaveiro, um alfinete de lapela ou uma correia de relógio com as cores de seu clube.”
Pois bem, pelo título, parece que vamos falar de alguma “cruz” que os times carregam. Nada disso. É sobre a cruz que ostentam no peito.
Obs.: Entre aspas, colocarei os termos utilizados no jargão da heráldica.
Originalmente, a cruz, como símbolo heráldico, significava a guarda da espada e era concedida a todo cavaleiro que tirava sangue do inimigo. Segundo Alejandro de Armengol y de Pereyra e Pedro Baltasar de Andrade, muitas famílias da nobreza européia trazem a cruz nos seus escudos como recordação de seus antepassados terem participado das Cruzadas.
*Laércio Becker é escritor
Fonte: www.campeoesdofutebol.com.br/
Obs: As cruzes relacionados no livro "Heráldica no Futebol - As Cruzes nos Escudos dos Clubes":
Cruz de Avis, Cruz de Cristo, Cruz de Malta, Cruz Missioneira, Cruz Pátea, Cruz de Santiago, Cruz de Santo André, Cruz de São Jorge, Cruz de Savóia, Cruz Templária, Cruzeiro do Sul e Cruzes Não Identificadas.
domingo, 20 de maio de 2012
Tupi
Amistoso
O Tupi venceu o Resende por 2 a 1, de virada, na manhã deste domingo, 20/04, em Resende (RJ), no Estádio do Trabalhador.
Gols no segundo tempo. Aos nove minutos o árbitro marcou penalti e o time da casa abriu o placar. Aos 12, o estreante Magalhães foi derrubado na árera, penalti. Ademilson bateu e empatou. E aos 37 minutos, após uma cobrança de escanteio, Fabrício Soares subiu bem na bola e acabou pressionando o zagueiro do Resende, que cabeceou contra as próprias redes. O amistoso serviu de preparativo final para as duas equipes. Os Carijós estréiam na Série C do Campeonato Brasileiro no sábado, dia 26, em Juiz de Fora, contra o Duque de Caxias e o Resende inicia, também no próximo final de semana, sua caminhada na Série D, jogando contra o Nacional, de Nova Serrana-MG.
Além de Magalhães, estrearam no Tupi os reforços para a competição nacional: o lateral-direito Alex Travassos e o atacante Deon – e reestrearam o zagueiro Adalberto e o volante Caetano. E além deles, Moacir Júnior utilizou os seguintes atletas no jogo-treino: os goleiros Rodrigo e Victor Hugo; o lateral Thiago; os zagueiros Wesley Ladeira, Sílvio e Fabrício Soares; os volantes George, Assis e Magno; os meio-campistas Leo Salino, Michel Cury, Henrique e Bruno; e os atacantes Ademilson, Allan e Cassiano. Só Michel Cury jogou os 90 minutos.
Centenário
As comemorações pelos 100 anos de fundação do Tupi Futebol Clube começam efetivamente no próximo dia 26 e vão se estender até maio de 2013. No sábado, a partir das 9h na Rua Calil Ahouagi, 332, Centro, acontecem uma Celebração e Benção nas dependências da sede social do Clube, o lançamento, pelos Correios, de um selo alusivo à data e uma salva de tiros. À tarde, a festa passa para o Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. Às 13h, o time B do Galo enfrenta o XV de Novembro, de Rio Novo (pela Copa Integração) e às 16h, o Tupi pega o Duque de Caxias-RJ (pela primeira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro). No intervalo das duas partidas, haverá um desfile de atletas Carijós, de todas as modalidades esportivas praticadas no clube (entre elas futebol, natação, voleibol e handebol). Nessa “volta olímpica” serão exibidos os principais troféus conquistados, com um representante que esteve presente nessas conquistas. Além disso, outras atrações, como shows pirotécnicos e de pára-quedismo estão previstos. Paralelamente, uma exposição “Centenário Tupi Foot Ball Club” poderá ser visitada (também no domingo, 27). A Mostra, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (Avenida Getúlio Vargas, 200, Centro) terá objetos, revistas, livros, uniformes e taças que contam a história do clube. O evento, promovido em parceria com a Funalfa/Prefeitura de Juiz de Fora, faz parte da programação do Corredor Cultural, que comemora os 162 anos de emancipação do município.
A partir de domingo (27/maio), então, serão 52 semanas de comemorações pelo Centenário, com vários eventos previstos, com destaque para a entrega da primeira edição da “Comenda Carijó” (que será distribuída, anualmente, a pessoas com ligações históricas e afetivas com o Tupi), a sessão solene de homenagem ao Galo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (dia 11 de junho), um Baile de Gala e um jogo amistoso contra uma grande equipe do futebol brasileiro. Eventos sociais (como uma festa julina, uma feijoada, um coquetel e uma “noite de caldos”) também serão realizados, com o objetivo de uma confraternização maior entre sócios e torcedores. No lado administrativo, os destaques vão para a inauguração das melhorias na estrutura da sede e a organização de uma galeria dos ex-presidentes do Tupi Futebol Clube.
No campo da memória de um clube centenário, várias novidades, entre elas a eleição do “Esquadrão do Século”, a confecção de um catálogo com todas as taças conquistadas pelo Tupi, em todos os esportes, o lançamento da Revista do Centenário e de um livro de crônicas (“Alguns Dias de um Século”), exposições itinerantes de objetos que contam a história do Galo e a divulgação do registro histórico de todas as partidas disputadas pelo Galo no campeonato estadual e nas competições nacionais. Além disso, a intenção é marcar o ano com a inserção definitiva do Tupi Futebol Clube no cotidiano da cidade e da região. E o primeiro passo nesse sentido já foi dado com a participação da equipe na Copa Integração de Futebol Regional, e outros serão dados nessa direção, como exemplos, às datas cívicas (como o desfile de Sete de Setembro) e populares (como o Carnaval).
Além de convidado especial, o torcedor Carijó poderá acompanhar toda essa movimentação também pelo site, www.tupijf.com.br. No espaço especial, criado para o Centenário Carijó, além da programação, atualizada periodicamente, será escolhido “O Esquadrão do Século”. O site garante também o acesso a história dos “Jogos Inesquecíveis”, a leitura de crônicas sobre o Galo (de vários autores), a conferência do “Tabelão Histórico” (com os resultados das competições disputadas pelos Carijós) e da “Memória Visual” do Clube (com a galeria dos ex-presidentes, fotos das taças conquistadas e registros fotográficos históricos).
Fonte: www.tupijf.com.br/
O Tupi venceu o Resende por 2 a 1, de virada, na manhã deste domingo, 20/04, em Resende (RJ), no Estádio do Trabalhador.
Gols no segundo tempo. Aos nove minutos o árbitro marcou penalti e o time da casa abriu o placar. Aos 12, o estreante Magalhães foi derrubado na árera, penalti. Ademilson bateu e empatou. E aos 37 minutos, após uma cobrança de escanteio, Fabrício Soares subiu bem na bola e acabou pressionando o zagueiro do Resende, que cabeceou contra as próprias redes. O amistoso serviu de preparativo final para as duas equipes. Os Carijós estréiam na Série C do Campeonato Brasileiro no sábado, dia 26, em Juiz de Fora, contra o Duque de Caxias e o Resende inicia, também no próximo final de semana, sua caminhada na Série D, jogando contra o Nacional, de Nova Serrana-MG.
Além de Magalhães, estrearam no Tupi os reforços para a competição nacional: o lateral-direito Alex Travassos e o atacante Deon – e reestrearam o zagueiro Adalberto e o volante Caetano. E além deles, Moacir Júnior utilizou os seguintes atletas no jogo-treino: os goleiros Rodrigo e Victor Hugo; o lateral Thiago; os zagueiros Wesley Ladeira, Sílvio e Fabrício Soares; os volantes George, Assis e Magno; os meio-campistas Leo Salino, Michel Cury, Henrique e Bruno; e os atacantes Ademilson, Allan e Cassiano. Só Michel Cury jogou os 90 minutos.
Centenário
As comemorações pelos 100 anos de fundação do Tupi Futebol Clube começam efetivamente no próximo dia 26 e vão se estender até maio de 2013. No sábado, a partir das 9h na Rua Calil Ahouagi, 332, Centro, acontecem uma Celebração e Benção nas dependências da sede social do Clube, o lançamento, pelos Correios, de um selo alusivo à data e uma salva de tiros. À tarde, a festa passa para o Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. Às 13h, o time B do Galo enfrenta o XV de Novembro, de Rio Novo (pela Copa Integração) e às 16h, o Tupi pega o Duque de Caxias-RJ (pela primeira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro). No intervalo das duas partidas, haverá um desfile de atletas Carijós, de todas as modalidades esportivas praticadas no clube (entre elas futebol, natação, voleibol e handebol). Nessa “volta olímpica” serão exibidos os principais troféus conquistados, com um representante que esteve presente nessas conquistas. Além disso, outras atrações, como shows pirotécnicos e de pára-quedismo estão previstos. Paralelamente, uma exposição “Centenário Tupi Foot Ball Club” poderá ser visitada (também no domingo, 27). A Mostra, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (Avenida Getúlio Vargas, 200, Centro) terá objetos, revistas, livros, uniformes e taças que contam a história do clube. O evento, promovido em parceria com a Funalfa/Prefeitura de Juiz de Fora, faz parte da programação do Corredor Cultural, que comemora os 162 anos de emancipação do município.
A partir de domingo (27/maio), então, serão 52 semanas de comemorações pelo Centenário, com vários eventos previstos, com destaque para a entrega da primeira edição da “Comenda Carijó” (que será distribuída, anualmente, a pessoas com ligações históricas e afetivas com o Tupi), a sessão solene de homenagem ao Galo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (dia 11 de junho), um Baile de Gala e um jogo amistoso contra uma grande equipe do futebol brasileiro. Eventos sociais (como uma festa julina, uma feijoada, um coquetel e uma “noite de caldos”) também serão realizados, com o objetivo de uma confraternização maior entre sócios e torcedores. No lado administrativo, os destaques vão para a inauguração das melhorias na estrutura da sede e a organização de uma galeria dos ex-presidentes do Tupi Futebol Clube.
No campo da memória de um clube centenário, várias novidades, entre elas a eleição do “Esquadrão do Século”, a confecção de um catálogo com todas as taças conquistadas pelo Tupi, em todos os esportes, o lançamento da Revista do Centenário e de um livro de crônicas (“Alguns Dias de um Século”), exposições itinerantes de objetos que contam a história do Galo e a divulgação do registro histórico de todas as partidas disputadas pelo Galo no campeonato estadual e nas competições nacionais. Além disso, a intenção é marcar o ano com a inserção definitiva do Tupi Futebol Clube no cotidiano da cidade e da região. E o primeiro passo nesse sentido já foi dado com a participação da equipe na Copa Integração de Futebol Regional, e outros serão dados nessa direção, como exemplos, às datas cívicas (como o desfile de Sete de Setembro) e populares (como o Carnaval).
Além de convidado especial, o torcedor Carijó poderá acompanhar toda essa movimentação também pelo site, www.tupijf.com.br. No espaço especial, criado para o Centenário Carijó, além da programação, atualizada periodicamente, será escolhido “O Esquadrão do Século”. O site garante também o acesso a história dos “Jogos Inesquecíveis”, a leitura de crônicas sobre o Galo (de vários autores), a conferência do “Tabelão Histórico” (com os resultados das competições disputadas pelos Carijós) e da “Memória Visual” do Clube (com a galeria dos ex-presidentes, fotos das taças conquistadas e registros fotográficos históricos).
Fonte: www.tupijf.com.br/
Futebol no congresso
É comum no Congresso ouvir que a Câmara e o Senado são um retrato do Brasil. Mas quando se trata de escolher o time de futebol, a maioria dos deputados e dos senadores (59% deles) prefere equipes do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Foi perguntado aos congressistas, pessoalmente ou por meio de assessores e secretários, para quais times torcem. As equipes do Rio têm a preferência de 36% do Congresso. As de São Paulo, de 23%.
Responderam à enquete do Blog 569 dos 594 congressistas (25 não quiseram participar da pesquisa). Entre os 569 que deram respostas, 12 dizem torcer apenas para a seleção brasileira. Outros 13 afirmam não torcer para nenhum time. E 02 não quiseram revelar a preferência.
Torcedores múltiplos:
Não há prova científica de que torcer por mais de um time renda mais votos. Mesmo assim, 37 deputados e 19 senadores declaram ter mais de um time do coração. Os casos mais extremos são 02 deputados mineiros de partidos arqui-inimigos: Bonifácio de Andrada (PSDB) e Weliton Prado (PT).
Preferência pelo quintal do vizinho:
223 dos 569 congressistas que responderam à enquete não torcem para nenhum time da Unidade da Federação que representam. São 37,5% do Congresso (composto por 594 políticos). Mas se tornam 44% se forem somados aos 11 que não torcem para nenhuma equipe, aos 02 que não revelam o time e aos 25 que não responderam à enquete.
Gaúcho puro sangue:
A única bancada que torce 100% para times do próprio Estado é a gaúcha. Deputados e senadores do Rio Grande do Sul não tergiversam nem escondem o time. As equipes citadas foram: Internacional (26 torcedores), Grêmio (21), Avenida de Santa Cruz do Sul, Brasil de Pelotas, Caxias e Caxiense (1 torcedor cada).
Estados sem torcida:
Os únicos Estados que não possuem times citados pelos congressistas são Amazonas e Tocantins. Em Manaus, no Amazonas, está sendo construído um dos estádios da Copa de2014. A capital amazonense terá a sua arena, mas nenhum congressista de lá se anima a torcer por equipes locais.
Time de Brasília:
Dos 08 deputados e 03 senadores do Distrito Federal, só Jaqueline Roriz (PMN) defende cores locais: as do Brasiliense, time do ex-senador Luís Estevão. Ele teve o mandato cassado no ano 2000 por ser associado ao escândalo do juiz Nicolau dos Santos Neto. Em 2011, Jaqueline também enfrentou processo de cassação, mas foi absolvida pelos colegas deputados.
Fernando Collor:
Ejetado da Presidência da República depois de um processo de impeachment, o político demonstra uma mágoa em relação à imprensa. Hoje Collor é senador pelo PTB de Alagoas. Foi o único dos 81 senadores que não respondeu à pesquisa. No passado, Collor presidiu o CSA de Alagoas, mas seu chefe de gabinete não quis confirmar a informação.
CPI do Cachoeira é Fla, Flu e Corinthians:
Entre o grupo incumbido de investigar as peripécias de Carlinhos Cachoeira e seus aliados o time preferido é o Flamengo (7 membros da CPI torcem para o rubro-negro). Em seguida, vêm Fluminense (6 torcedores) e Corinthians (5). Palmeiras, São Paulo e Botafogo têm 3 cada. O presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), é Fluminense e Campinense (time de Campina Grande). O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), é Atlético Mineiro.
Demóstenes Torres
Torce para o Botafogo e para o Atlético Goianiense.
Jean Wyllys: o deputado do PSOL do Rio de Janeiro não torce para nenhum time. Autodeclarado o 01º homossexual assumido e ligado ao movimento LGBT, disse que o ambiente do futebol é hostil aos homossexuais e por isso não tem proximidade com o esporte.
Bancada feminina:
Entre as 46 deputadas e 09 senadoras em exercício do mandato, a tendência é a mesma do Congresso como um todo. Flamengo é o time preferido (18,2% das congressistas). Corinthians, o segundo, com 10,9%. A diferença mais relevante é que 9,1% delas dizem torcer só para a Seleção Brasileira. Considerados todos os congressistas, a taxa cai para 02%.
Governo x oposição:
São mais parecidos do que parecem, pelo menos quando o assunto é futebol. O top 5 entre os governistas é: Flamengo (14,5%), Corinthians (9,1%), Internacional (6,2%), Vasco (6,2%) e Fluminense (5,6%). Entre os oposicionistas é: Flamengo (16,4%), Corinthians (10%), Vasco (8,2%), Botafogo (6,4%) e Cruzeiro (6,4).
Bancada de cima do muro:
Nenhum político da bancada ambígua deixou de responder à enquete. São deputados e senadores que ora estão com governo, ora com a oposição. Têm o Flamengo como time preferido (24,3%). Mas o Corinthians (07,2%) fica em 03º lugar e o Fluminense (10,8%) assume a 02ª posição. Os ambíguos são PSD, PR, PV, PMN, PT do B, PRTB, PRP, PHS e PSL.
Fonte: www.uol.com.br/
Foi perguntado aos congressistas, pessoalmente ou por meio de assessores e secretários, para quais times torcem. As equipes do Rio têm a preferência de 36% do Congresso. As de São Paulo, de 23%.
Os times cariocas mais citados foram Flamengo (16,7% do Congresso), Vasco (06,6%), Fluminense (06,2%) e Botafogo (05,4%). Os paulistas mais mencionados foram Corinthians (08,9% do Congresso), Palmeiras (04,7%), Santos (04,4%) e São Paulo (04%).
A predileção por times do Sudeste aumenta de 59% para 67,5% quando levadas em conta equipes dos outros 02 Estados da região, Minas Gerais e Espírito Santo. Os times mineiros foram citados como preferidos por 08,2% dos congressistas. Os capixabas, por 0,3%.
Torcedores múltiplos:
Não há prova científica de que torcer por mais de um time renda mais votos. Mesmo assim, 37 deputados e 19 senadores declaram ter mais de um time do coração. Os casos mais extremos são 02 deputados mineiros de partidos arqui-inimigos: Bonifácio de Andrada (PSDB) e Weliton Prado (PT).
Preferência pelo quintal do vizinho:
223 dos 569 congressistas que responderam à enquete não torcem para nenhum time da Unidade da Federação que representam. São 37,5% do Congresso (composto por 594 políticos). Mas se tornam 44% se forem somados aos 11 que não torcem para nenhuma equipe, aos 02 que não revelam o time e aos 25 que não responderam à enquete.
Gaúcho puro sangue:
A única bancada que torce 100% para times do próprio Estado é a gaúcha. Deputados e senadores do Rio Grande do Sul não tergiversam nem escondem o time. As equipes citadas foram: Internacional (26 torcedores), Grêmio (21), Avenida de Santa Cruz do Sul, Brasil de Pelotas, Caxias e Caxiense (1 torcedor cada).
Estados sem torcida:
Os únicos Estados que não possuem times citados pelos congressistas são Amazonas e Tocantins. Em Manaus, no Amazonas, está sendo construído um dos estádios da Copa de
Time de Brasília:
Dos 08 deputados e 03 senadores do Distrito Federal, só Jaqueline Roriz (PMN) defende cores locais: as do Brasiliense, time do ex-senador Luís Estevão. Ele teve o mandato cassado no ano 2000 por ser associado ao escândalo do juiz Nicolau dos Santos Neto. Em 2011, Jaqueline também enfrentou processo de cassação, mas foi absolvida pelos colegas deputados.
Fernando Collor:
Ejetado da Presidência da República depois de um processo de impeachment, o político demonstra uma mágoa em relação à imprensa. Hoje Collor é senador pelo PTB de Alagoas. Foi o único dos 81 senadores que não respondeu à pesquisa. No passado, Collor presidiu o CSA de Alagoas, mas seu chefe de gabinete não quis confirmar a informação.
CPI do Cachoeira é Fla, Flu e Corinthians:
Entre o grupo incumbido de investigar as peripécias de Carlinhos Cachoeira e seus aliados o time preferido é o Flamengo (7 membros da CPI torcem para o rubro-negro). Em seguida, vêm Fluminense (6 torcedores) e Corinthians (5). Palmeiras, São Paulo e Botafogo têm 3 cada. O presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), é Fluminense e Campinense (time de Campina Grande). O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), é Atlético Mineiro.
Demóstenes Torres
Torce para o Botafogo e para o Atlético Goianiense.
Jean Wyllys: o deputado do PSOL do Rio de Janeiro não torce para nenhum time. Autodeclarado o 01º homossexual assumido e ligado ao movimento LGBT, disse que o ambiente do futebol é hostil aos homossexuais e por isso não tem proximidade com o esporte.
Bancada feminina:
Entre as 46 deputadas e 09 senadoras em exercício do mandato, a tendência é a mesma do Congresso como um todo. Flamengo é o time preferido (18,2% das congressistas). Corinthians, o segundo, com 10,9%. A diferença mais relevante é que 9,1% delas dizem torcer só para a Seleção Brasileira. Considerados todos os congressistas, a taxa cai para 02%.
Governo x oposição:
São mais parecidos do que parecem, pelo menos quando o assunto é futebol. O top 5 entre os governistas é: Flamengo (14,5%), Corinthians (9,1%), Internacional (6,2%), Vasco (6,2%) e Fluminense (5,6%). Entre os oposicionistas é: Flamengo (16,4%), Corinthians (10%), Vasco (8,2%), Botafogo (6,4%) e Cruzeiro (6,4).
Bancada de cima do muro:
Nenhum político da bancada ambígua deixou de responder à enquete. São deputados e senadores que ora estão com governo, ora com a oposição. Têm o Flamengo como time preferido (24,3%). Mas o Corinthians (07,2%) fica em 03º lugar e o Fluminense (10,8%) assume a 02ª posição. Os ambíguos são PSD, PR, PV, PMN, PT do B, PRTB, PRP, PHS e PSL.
Fonte: www.uol.com.br/
Série A 2012
Ter um título do Campeonato Brasileiro no currículo é uma boa maneira de se estar empregado em um time que disputa a Série A nacional. Pelo menos em 2012, os técnicos com estas conquistas parecem desfrutar do bom passado.
Dos 20 clubes que brigam pelo título da elite nacional, oito deles, ou 40%, apostam em comandantes que já têm esse troféu em sua galeria.
Vanderlei Luxemburgo (Grêmio), Muricy Ramalho (Santos), Emerson Leão (São Paulo), Luiz Felipe Scolari (Palmeiras), Joel Santana (Flamengo), Tite (Corinthians), Oswaldo de Oliveira (Botafogo) e Geninho (Portuguesa) começam a competição empregados.
Luxembugo é o maior campeão de Brasileiros, com cinco conquistas (Palmeiras-93/94, Corinthians-98, Cruzeiro-2003 e Santos-2004). Muricy é o segundo, com quatro (São Paulo-2006/07/08 e Fluminense-2010). Leão venceu com o Sport, em 87, e com o Santos, em 2002.
Depois, todos os outros têm um título em sua galeria. Scolari com o Grêmio, em 96, Joel com o Vasco, em 2000, Tite com o seu atual Corinthians, no ano passado, mesmo clube pelo qual Oswaldo levantou a taça em 1999, e, por fim, Geninho levou o Atlético-PR ao topo em 2001.
Outros técnicos campeões brasileiros (desde 1971, quando o torneio nacional passou a se chamar Campeonato Brasileiro) já não exercem mais a função, como Rubens Minelli (Internacional-1975/1976 e São Paulo-1977), Carlinhos (Flamengo-1992), Carlos Alberto Silva (Guarani-1978), Carlos Alberto Torres (Flamengo-1983), Carlos Alberto Parreira (Fluminense-1984), Evaristo de Macedo (Bahia-1988), Nelsinho Rosa (Vasco-1989), Mario Travaglini (Vasco-1974) e Pepe (São Paulo-1986).
Osvaldo Brandão (Palmeiras-1972/72), Ênio Andrade (Internacional-1979, Grêmio-1981 e Coritiba-1985), Telê Santana (Atlético-MG-1971 e São Paulo-1991) e Cláudio Coutinho (Flamengo-1980) morreram, enquanto
Nelsinho Baptista (Corinthians/1990) e Paulo Autuori (Botafogo/1995) estão empregado fora do Brasil, e Paulo César Carpegiani no Vitória, na Série B.
Técnicos campeões desempregados só existem dois no mercado: Antônio Lopes, que triunfou com Vasco, em 97, e Corinthians, em 2005, e Andrade, que em 2009 comandou o Flamengo.
Fonte: www.uol.com.br/
Dos 20 clubes que brigam pelo título da elite nacional, oito deles, ou 40%, apostam em comandantes que já têm esse troféu em sua galeria.
Vanderlei Luxemburgo (Grêmio), Muricy Ramalho (Santos), Emerson Leão (São Paulo), Luiz Felipe Scolari (Palmeiras), Joel Santana (Flamengo), Tite (Corinthians), Oswaldo de Oliveira (Botafogo) e Geninho (Portuguesa) começam a competição empregados.
Luxembugo é o maior campeão de Brasileiros, com cinco conquistas (Palmeiras-93/94, Corinthians-98, Cruzeiro-2003 e Santos-2004). Muricy é o segundo, com quatro (São Paulo-2006/07/08 e Fluminense-2010). Leão venceu com o Sport, em 87, e com o Santos, em 2002.
Depois, todos os outros têm um título em sua galeria. Scolari com o Grêmio, em 96, Joel com o Vasco, em 2000, Tite com o seu atual Corinthians, no ano passado, mesmo clube pelo qual Oswaldo levantou a taça em 1999, e, por fim, Geninho levou o Atlético-PR ao topo em 2001.
Outros técnicos campeões brasileiros (desde 1971, quando o torneio nacional passou a se chamar Campeonato Brasileiro) já não exercem mais a função, como Rubens Minelli (Internacional-1975/1976 e São Paulo-1977), Carlinhos (Flamengo-1992), Carlos Alberto Silva (Guarani-1978), Carlos Alberto Torres (Flamengo-1983), Carlos Alberto Parreira (Fluminense-1984), Evaristo de Macedo (Bahia-1988), Nelsinho Rosa (Vasco-1989), Mario Travaglini (Vasco-1974) e Pepe (São Paulo-1986).
Osvaldo Brandão (Palmeiras-1972/72), Ênio Andrade (Internacional-1979, Grêmio-1981 e Coritiba-1985), Telê Santana (Atlético-MG-1971 e São Paulo-1991) e Cláudio Coutinho (Flamengo-1980) morreram, enquanto
Nelsinho Baptista (Corinthians/1990) e Paulo Autuori (Botafogo/1995) estão empregado fora do Brasil, e Paulo César Carpegiani no Vitória, na Série B.
Técnicos campeões desempregados só existem dois no mercado: Antônio Lopes, que triunfou com Vasco, em 97, e Corinthians, em 2005, e Andrade, que em 2009 comandou o Flamengo.
Fonte: www.uol.com.br/
Literatura
"Um Muro na Palestina"
O jornalista francês René Backmann realizou um amplo trabalho de pesquisa histórica, documental, cartográfica e jornalística sobre a estrutura e o funcionamento complexos das sociedades palestina e israelense. Partindo da construção do Muro da Cisjordânia, que separa palestinos de israelenses, ele entrevistou dirigentes políticos e militares envolvidos na concepção, construção e administração cotidiana da barreira, assim como políticos locais, moradores e universitários. O resultado é esta obra, que busca responder a uma questão central: O muro na Palestina é uma barreira contra o terrorismo ou uma barreira contra a paz?
O jornalista francês René Backmann realizou um amplo trabalho de pesquisa histórica, documental, cartográfica e jornalística sobre a estrutura e o funcionamento complexos das sociedades palestina e israelense. Partindo da construção do Muro da Cisjordânia, que separa palestinos de israelenses, ele entrevistou dirigentes políticos e militares envolvidos na concepção, construção e administração cotidiana da barreira, assim como políticos locais, moradores e universitários. O resultado é esta obra, que busca responder a uma questão central: O muro na Palestina é uma barreira contra o terrorismo ou uma barreira contra a paz?
sábado, 19 de maio de 2012
Série C 2012
Brasil-RS x Santo André-SP
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) confirmou o retorno do Brasil de Pelotas á Série C, após decisão judicial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS). A entidade acatou a decisão e colocou a equipe pelotense no lugar do Santo André.
Caso não acatesse com a ordem, a entidade deveria pagar uma multa diária de R$ 100 mil. Para que isto não acontecesse, os dirigentes decidiram por respeitar a ordem judicial. Na próxima segunda-feira 21/05, o departamento jurídico da CBF, do Brasil e representantes da Federação Gaúcho estarão reunidos no TJ/RS para o julgamento do recurso que a entidade entrou para tentar reverter o caso.
Em decorrência de liminar, a CBF se viu obrigada a incluir o Grêmio Esportivo Brasil no Campeonato Brasileiro da Série C 2012 em substituição ao Santo André. Como se trata de substituição, permanecem os grupos e a tabela da competição.
Dessa forma, o Brasil de Pelotas entrará no Grupo B ao lado de Duque de Caxias, Macaé, Chapecoense, Tupi, Madureira, Caxias, Vila Nova, Brasiliense e Oeste. Já o Santo André disputará a Série D no Grupo A8 junto com Araponga-PR, Juventude-RS, Metropolitano-SC e Mirassol.
O Brasil foi rebaixado para a Série D na última temporada, quando perdeu seis pontos pela escalação irregular do lateral-direito Claudio. Ele carregava uma suspensão quando foi contratado junto ao extinto Ituiutaba-MG, mas mesmo assim entrou em campo contra o Santo André. O clube alegou, na oportunidade, que o atleta não havia sido notificado pela suspensão.
Treze-PB x Rio Branco-AC
Há uma semana da estreia da Série C do Campeonato Brasileiro, a CBF terá trabalho para definir os participantes da edição 2012 da competição. Nesta sexta-feira, a juíza Ritaura Rodrigues Santana, da 1ª Vara Cível de Campina Grande, concedeu uma liminar que obriga a inclusão imediata do time paraibano na competição.
Além disso, a magistrada determinou "que o início da competição nacional Série C não deve ocorrer, a não ser com a inclusão imediata do Treze Futebol Clube na quarta vaga do citado campeonato”. Sendo assim, o time ocuparia a vaga que era do Rio Branco-AC, que pela decisão deve ser excluído do torneio.
Assim como no caso do Brasil de Pelotas, a liminar prevê uma multa de R$ 50 mil, que será dividida entre a CBF e o Rio Branco-AC, por dia caso a entidade máxima do futebol brasileiro descumpra o acordo. O Treze recebeu o direito de disputar a competição por ter sido o quinto colocado na Série D do ao passo.
A novela envolvendo Rio Branco, Treze e posteriormente Araguaína, começou no final do ano passado, quando o time do Acre usou a Justiça Comum antes de ter esgotado todas as tentativas na esfera esportiva, o que é proibido no Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Mas após um acordo judicial, o time acreano reconquistou o direito de voltar à Série C.
Também pleiteando uma vaga na Série C do Brasileiro, o Araguaína-TO também teve seu pedido de recurso negado. O time tocantinense fazia parte do grupo do Rio Branco na primeira fase da Série C 2011, e se diz prejudicado na competição.
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) confirmou o retorno do Brasil de Pelotas á Série C, após decisão judicial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS). A entidade acatou a decisão e colocou a equipe pelotense no lugar do Santo André.
Caso não acatesse com a ordem, a entidade deveria pagar uma multa diária de R$ 100 mil. Para que isto não acontecesse, os dirigentes decidiram por respeitar a ordem judicial. Na próxima segunda-feira 21/05, o departamento jurídico da CBF, do Brasil e representantes da Federação Gaúcho estarão reunidos no TJ/RS para o julgamento do recurso que a entidade entrou para tentar reverter o caso.
Em decorrência de liminar, a CBF se viu obrigada a incluir o Grêmio Esportivo Brasil no Campeonato Brasileiro da Série C 2012 em substituição ao Santo André. Como se trata de substituição, permanecem os grupos e a tabela da competição.
Dessa forma, o Brasil de Pelotas entrará no Grupo B ao lado de Duque de Caxias, Macaé, Chapecoense, Tupi, Madureira, Caxias, Vila Nova, Brasiliense e Oeste. Já o Santo André disputará a Série D no Grupo A8 junto com Araponga-PR, Juventude-RS, Metropolitano-SC e Mirassol.
O Brasil foi rebaixado para a Série D na última temporada, quando perdeu seis pontos pela escalação irregular do lateral-direito Claudio. Ele carregava uma suspensão quando foi contratado junto ao extinto Ituiutaba-MG, mas mesmo assim entrou em campo contra o Santo André. O clube alegou, na oportunidade, que o atleta não havia sido notificado pela suspensão.
Treze-PB x Rio Branco-AC
Há uma semana da estreia da Série C do Campeonato Brasileiro, a CBF terá trabalho para definir os participantes da edição 2012 da competição. Nesta sexta-feira, a juíza Ritaura Rodrigues Santana, da 1ª Vara Cível de Campina Grande, concedeu uma liminar que obriga a inclusão imediata do time paraibano na competição.
Além disso, a magistrada determinou "que o início da competição nacional Série C não deve ocorrer, a não ser com a inclusão imediata do Treze Futebol Clube na quarta vaga do citado campeonato”. Sendo assim, o time ocuparia a vaga que era do Rio Branco-AC, que pela decisão deve ser excluído do torneio.
Assim como no caso do Brasil de Pelotas, a liminar prevê uma multa de R$ 50 mil, que será dividida entre a CBF e o Rio Branco-AC, por dia caso a entidade máxima do futebol brasileiro descumpra o acordo. O Treze recebeu o direito de disputar a competição por ter sido o quinto colocado na Série D do ao passo.
A novela envolvendo Rio Branco, Treze e posteriormente Araguaína, começou no final do ano passado, quando o time do Acre usou a Justiça Comum antes de ter esgotado todas as tentativas na esfera esportiva, o que é proibido no Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Mas após um acordo judicial, o time acreano reconquistou o direito de voltar à Série C.
Também pleiteando uma vaga na Série C do Brasileiro, o Araguaína-TO também teve seu pedido de recurso negado. O time tocantinense fazia parte do grupo do Rio Branco na primeira fase da Série C 2011, e se diz prejudicado na competição.
Antonio Marcos
Antonio Marcos de Nazaret Campos nasceu em Miradouro-MG, casou-se em em Juiz de Fora-MG com a professora Márcia, pai do Tiago e era jornalista formado na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).
Trabalhous nas TVs Tiradentes/afiliada Record e Panorama/afiliada Globo e nas rádios Solar AM e Panorama FM. Foi professor universitário na FAGOC (Faculdade Governador Ozanan Coelho), em Ubá-MG. Era colaborador do Jornal Panorama, que o homenageou com a foto de primeira págima.
Em abril de 2005, Antônio Marcos recebeu o prêmio Bola de Ouro, em Brasília, que é considerado o Oscar da comunicação esportiva.
O jornalista morreu de acidente automobilístio na estrada Juiz de Fora/Ubá, no dia 19 de maio de 2005, quando se deslocava para dar aula na FAGOG. O acidente aconteceu na MG 265, quilômetro 85, próximo ao trevo da Colônia Padre Damião. O Ford KA de Antônio Marcos bateu lateralmente numa Mitsubishi. O jornalista morreu na hora. Os três passageiros do outro da Mitsubish, José Lopes de Sá, Henrique José de Almeida Snaider e Sueli Barbosa de Sá, tiveram ferimentos leves e foram levados para o Hospital Santa Isabel, em Ubá.
O sepultamento, num clima de muita comoção, foi realizado em Juiz de Fora, no cemitério da Comunidade Luterana, no bairro da Glória, em Juiz de Fora, no dia 20 de maio.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Taça Libertadores
BOCA JUNIORS (ARG) 1 X 0 FLUMINENSE
Motivo: Copa Libertadores da América (Quartas de finais)
Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (ARG)
Data/hora: 17/05/2012 / 19h45min (de Brasília)
Árbitro: José Hernando Buitrago (COL)
Auxiliares: Abraham Gonzalez (COL) e Wilmar Navarro (COL)
Renda / público: US$ 1.000.000,00 (aprox.) / 45.000 (site futbolred - Colômbia)
Cartões amarelos: Clemente Rodríguez, 32'/1ºT e Walter Erviti, 19'/2ºT (BOC); Carlinhos,15'/1ºT, Thiago Carleto,11'/2ºT, Wagner, 30'/2ºT e Edinho, 41'/2ºT (FLU)
Cartão vermelho: Carlinhos, 33'/1ºT (FLU)
Gol: Mouche 6'/2ºT (1-0)
CABJ: Augustín Orión; Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Inssauralde e Clemente Rodríguez; Diego Rivero, Cristian Erbes (Nicolás Blandi, intervalo), Walter Erviti e Juan Riquelme; Darío Cvitanich (Sergio Araujo, 43'/2ºT) e Pablo Mouche. Técnico: Julio César Falcioni.
FFC: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves (Digão, 39'/2ºT); Rafael Sobis (Thiago Carleto, intervalo) e Rafael Moura (Marcos Júnior, 20'/2ºT). Técnico: Abel Braga.
Obs.: Mesmo com uma atuação lastimável do árbitro, que entre muitos outros erros deixou de assinalar um pênalti claro para o Fluminense ressaltado até pela imprensa argentina (que deveria também ter resultado na expulsão de Roncaglia), e jogando com um jogador a menos desde os 33'/1ºT, o Fluminense saiu de campo com um resultado razoável, considerando-se as circunstâncias da partida.
Colaboração: Alexandre Magno
Motivo: Copa Libertadores da América (Quartas de finais)
Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (ARG)
Data/hora: 17/05/2012 / 19h45min (de Brasília)
Árbitro: José Hernando Buitrago (COL)
Auxiliares: Abraham Gonzalez (COL) e Wilmar Navarro (COL)
Renda / público: US$ 1.000.000,00 (aprox.) / 45.000 (site futbolred - Colômbia)
Cartões amarelos: Clemente Rodríguez, 32'/1ºT e Walter Erviti, 19'/2ºT (BOC); Carlinhos,15'/1ºT, Thiago Carleto,11'/2ºT, Wagner, 30'/2ºT e Edinho, 41'/2ºT (FLU)
Cartão vermelho: Carlinhos, 33'/1ºT (FLU)
Gol: Mouche 6'/2ºT (1-0)
CABJ: Augustín Orión; Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Inssauralde e Clemente Rodríguez; Diego Rivero, Cristian Erbes (Nicolás Blandi, intervalo), Walter Erviti e Juan Riquelme; Darío Cvitanich (Sergio Araujo, 43'/2ºT) e Pablo Mouche. Técnico: Julio César Falcioni.
FFC: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves (Digão, 39'/2ºT); Rafael Sobis (Thiago Carleto, intervalo) e Rafael Moura (Marcos Júnior, 20'/2ºT). Técnico: Abel Braga.
Obs.: Mesmo com uma atuação lastimável do árbitro, que entre muitos outros erros deixou de assinalar um pênalti claro para o Fluminense ressaltado até pela imprensa argentina (que deveria também ter resultado na expulsão de Roncaglia), e jogando com um jogador a menos desde os 33'/1ºT, o Fluminense saiu de campo com um resultado razoável, considerando-se as circunstâncias da partida.
Colaboração: Alexandre Magno
Literatura
“Aracelli Meu Amor”
Era uma vez uma menina chamada Aracelli. Tinha nove anos incompletos, cabelos negros, olhos negros. O pai a chamava de "Princesa", a mãe cuidava de suas roupas, os sapatos estavam sempre bem engraxados, a pasta lustrosa, livros e cadernos encapados.
Aracelli ia e voltava da escola por imensa rua sem asfalto ou calçamento, mas ladeada de arbustos floridos. Um dia não voltou. Quando localizaram o corpo num matagal, com as chagas da crueldade, o pai teve dificuldade em reconhecê-lo. Passados meses, o policial Homero Dias, que cuidava do caso, é transferido dessas atividades. Agora perseguiria o criminoso "Boca Negra", na Ilha do Principe.
Correndo atrás de delinqüente, tombou morto com disparos pelas costas. O "acidente" seria o principio de interminável comédia de erros e desmandos. "Boca Negra" é preso. Sofre o primeiro atentado na prisão, o segundo, acaba morto com 47 facadas. Silenciou a voz que acusava um outro policial como matador de Homero.
O ex-vereador Clério Falcão candidata-se a deputado pelo MDB. Promete um escândalo sobre a chacina de Aracelli, cumpre a promessa. O perito Asdrubal Cabral de Lima vai além dos limites tolerados pela corrupção, passa a enfrentar processos e ameaças de morte.
Um dos maiores mistérios dos anais da Policia brasileira está relatado no livro: “Aracelli Meu Amor”, do escritor José Louzeiro
Era uma vez uma menina chamada Aracelli. Tinha nove anos incompletos, cabelos negros, olhos negros. O pai a chamava de "Princesa", a mãe cuidava de suas roupas, os sapatos estavam sempre bem engraxados, a pasta lustrosa, livros e cadernos encapados.
Aracelli ia e voltava da escola por imensa rua sem asfalto ou calçamento, mas ladeada de arbustos floridos. Um dia não voltou. Quando localizaram o corpo num matagal, com as chagas da crueldade, o pai teve dificuldade em reconhecê-lo. Passados meses, o policial Homero Dias, que cuidava do caso, é transferido dessas atividades. Agora perseguiria o criminoso "Boca Negra", na Ilha do Principe.
Correndo atrás de delinqüente, tombou morto com disparos pelas costas. O "acidente" seria o principio de interminável comédia de erros e desmandos. "Boca Negra" é preso. Sofre o primeiro atentado na prisão, o segundo, acaba morto com 47 facadas. Silenciou a voz que acusava um outro policial como matador de Homero.
O ex-vereador Clério Falcão candidata-se a deputado pelo MDB. Promete um escândalo sobre a chacina de Aracelli, cumpre a promessa. O perito Asdrubal Cabral de Lima vai além dos limites tolerados pela corrupção, passa a enfrentar processos e ameaças de morte.
Um dos maiores mistérios dos anais da Policia brasileira está relatado no livro: “Aracelli Meu Amor”, do escritor José Louzeiro
Eleições 2012
Pelo menos 73% das Câmaras das capitais aptas a eleger mais vereadores neste ano optaram pelo aumento, segundo levantamento feito pelo UOL. Ao todo, serão 89 parlamentares a mais em relação a 2008, quando foram eleitos 715. O cálculo leva em conta somente 22 capitais --de um total de 26 no país, além de Brasília (DF)-- que poderiam ter ampliado o número de cadeiras no Legislativo. Destas, 16 optaram pelo aumento.
O crescimento das vagas ocorrerá por conta da Emenda Constitucional nº 58, de 2009, que permite que as cidades ampliem a quantidade de cadeiras no Legislativo de acordo com o aumento populacional medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A emenda ainda estipula um limite de vagas, também conforme o total de habitantes.
Das 22 capitais, 16 optaram por aumentar a quantidade de vagas no Legislativo. Destas, pelo menos 13 aumentaram até a quantidade máxima permitida: Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Recife, Boa Vista, Florianópolis, Salvador, Natal, São Luís, Fortaleza, Manaus, Porto Velho e Teresina.
São Luís, no Maranhão, é a que teve maior aumento, com dez vagas. Na última eleição, a cidade elegeu 21 vereadores e, neste ano, os eleitores poderão eleger 31.
Quatro podiam aumentar a quantidade de vereadores, mas não optaram pela ampliação: Curitiba, Vitória, Belém e Porto Alegre.
Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro já têm a quantidade máxima possível de representantes do Legislativo.
Conforme o UOL apurou, há um projeto na Câmara de Maceió para que a cidade passe a contar com 29 vereadores. Atualmente, a cidade tem 21, mas poderia elevar este número para 31. Entretanto, a presidência da Câmara enviou ao TRE-AL um pedido para que seja analisado se o aumento valeria ainda para as eleições municipais deste ano.
A cidade de Macapá é outra que poderia aumentar a quantidade de cadeiras, mas, apesar de várias tentativas por telefone e envio de e-mails, a reportagem não conseguiu contato com a Câmara da capital.
No país
Em todo o Brasil, a quantidade de vereadores deve passar dos 52.137 eleitos em 2008, em 5.563 municípios, para cerca de 59 mil --um aumento de 11%. A estimativa é do presidente da União dos Vereadores do Brasil, Gilson Conzatti.
De acordo com dados da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), os dados do IBGE publicados em 31 de agosto de 2011 mostram que 2.153 cidades registraram aumento populacional, e, por isso, podem alterar as leis orgânicas permitindo o aumento.
Fonte: www.uol.com.br/
O crescimento das vagas ocorrerá por conta da Emenda Constitucional nº 58, de 2009, que permite que as cidades ampliem a quantidade de cadeiras no Legislativo de acordo com o aumento populacional medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A emenda ainda estipula um limite de vagas, também conforme o total de habitantes.
Das 22 capitais, 16 optaram por aumentar a quantidade de vagas no Legislativo. Destas, pelo menos 13 aumentaram até a quantidade máxima permitida: Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Recife, Boa Vista, Florianópolis, Salvador, Natal, São Luís, Fortaleza, Manaus, Porto Velho e Teresina.
São Luís, no Maranhão, é a que teve maior aumento, com dez vagas. Na última eleição, a cidade elegeu 21 vereadores e, neste ano, os eleitores poderão eleger 31.
Quatro podiam aumentar a quantidade de vereadores, mas não optaram pela ampliação: Curitiba, Vitória, Belém e Porto Alegre.
Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro já têm a quantidade máxima possível de representantes do Legislativo.
Conforme o UOL apurou, há um projeto na Câmara de Maceió para que a cidade passe a contar com 29 vereadores. Atualmente, a cidade tem 21, mas poderia elevar este número para 31. Entretanto, a presidência da Câmara enviou ao TRE-AL um pedido para que seja analisado se o aumento valeria ainda para as eleições municipais deste ano.
A cidade de Macapá é outra que poderia aumentar a quantidade de cadeiras, mas, apesar de várias tentativas por telefone e envio de e-mails, a reportagem não conseguiu contato com a Câmara da capital.
No país
Em todo o Brasil, a quantidade de vereadores deve passar dos 52.137 eleitos em 2008, em 5.563 municípios, para cerca de 59 mil --um aumento de 11%. A estimativa é do presidente da União dos Vereadores do Brasil, Gilson Conzatti.
De acordo com dados da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), os dados do IBGE publicados em 31 de agosto de 2011 mostram que 2.153 cidades registraram aumento populacional, e, por isso, podem alterar as leis orgânicas permitindo o aumento.
Fonte: www.uol.com.br/
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Literatura
“Passagens em rede: a dinâmica das galerias comerciais e dos calçadões nos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires”
O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF, Frederico Braida, lança, nesta quinta-feira, 17/05, o livro “Passagens em rede: a dinâmica das galerias comerciais e dos calçadões nos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires”. A obra, baseada na pesquisa de mestrado de Braida, traça o perfil das duas cidades em relação à importância de seus calçadões para a manutenção dos fenômenos de centralidade e vitalidade urbana.
Segundo o autor, especialistas das áreas de Arquitetura, Geografia e Administração, bem como qualquer cidadão juiz-forano ou portenho podem se interessar pelo tema. Através do uso de imagens, mapas e ilustrações, “a metodologia recupera a trajetória das cidades e auxilia na compreensão do espaço urbano”.
Outros dois professores colaboraram na produção: Gustavo Abdalla, também da UFJF, e Heliana Vargas, da Universidade de São Paulo (USP). Eles escreveram a orelha do livro e, no lançamento, irão comentar sobre o trabalho realizado. Para Heliana, a primeira grande contribuição de Braida é de “diminuir a escassez de publicações na área da Arquitetura e Urbanismo relacionadas às atividades de comércio, serviços e seus edifícios”.
O evento, aberto ao público, terá início às 20h, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, localizado na Av. Getúlio Vargas, 200 – Centro, Juiz de Fora.
O estudo
A pesquisa de mestrado de Frederico Braida foi realizada, entre 2006 e 2008, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade de Belgrano (Argentina). Além das consultas em acervos e bibliotecas em Juiz de Fora, Rio de Janeiro e São Paulo, o professor recorreu, ainda, às cidades argentinas de Buenos Aires e Mar del Plata, e à Santiago, no Chile.
Braida, que hoje é doutor em Design, viu na configuração labiríntica do centro de Juiz de Fora a inspiração para seu trabalho, especialmente por se tratar de uma espacialidade notadamente reconhecida como um ícone da cidade. Para um recorte mais amplo, adotou Buenos Aires como contraponto da investigação, usando-a como outro exemplo bem-sucedido de articulação das galerias com calçadões.
Fonte: http://www.ufjf.br/
O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF, Frederico Braida, lança, nesta quinta-feira, 17/05, o livro “Passagens em rede: a dinâmica das galerias comerciais e dos calçadões nos centros de Juiz de Fora e de Buenos Aires”. A obra, baseada na pesquisa de mestrado de Braida, traça o perfil das duas cidades em relação à importância de seus calçadões para a manutenção dos fenômenos de centralidade e vitalidade urbana.
Segundo o autor, especialistas das áreas de Arquitetura, Geografia e Administração, bem como qualquer cidadão juiz-forano ou portenho podem se interessar pelo tema. Através do uso de imagens, mapas e ilustrações, “a metodologia recupera a trajetória das cidades e auxilia na compreensão do espaço urbano”.
Outros dois professores colaboraram na produção: Gustavo Abdalla, também da UFJF, e Heliana Vargas, da Universidade de São Paulo (USP). Eles escreveram a orelha do livro e, no lançamento, irão comentar sobre o trabalho realizado. Para Heliana, a primeira grande contribuição de Braida é de “diminuir a escassez de publicações na área da Arquitetura e Urbanismo relacionadas às atividades de comércio, serviços e seus edifícios”.
O evento, aberto ao público, terá início às 20h, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, localizado na Av. Getúlio Vargas, 200 – Centro, Juiz de Fora.
O estudo
A pesquisa de mestrado de Frederico Braida foi realizada, entre 2006 e 2008, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade de Belgrano (Argentina). Além das consultas em acervos e bibliotecas em Juiz de Fora, Rio de Janeiro e São Paulo, o professor recorreu, ainda, às cidades argentinas de Buenos Aires e Mar del Plata, e à Santiago, no Chile.
Braida, que hoje é doutor em Design, viu na configuração labiríntica do centro de Juiz de Fora a inspiração para seu trabalho, especialmente por se tratar de uma espacialidade notadamente reconhecida como um ícone da cidade. Para um recorte mais amplo, adotou Buenos Aires como contraponto da investigação, usando-a como outro exemplo bem-sucedido de articulação das galerias com calçadões.
Fonte: http://www.ufjf.br/
Cruzeiro E.C.
Nome completo: Celso Juarez Roth
Data de nascimento: 30/11/1957
Local: Caxias do Sul-RS
Clubes:
Al Qadsia-KUW (1988/1990)
Indonésia Sub-21 (1990/1991)
Qatar Sub-21 (1991/1992)
Al Etehad-KUW (1992/1993)
Internacional-RS Sub-21 (1993/1994)
Al Ahli-EAU (1994)
Brasil-RS (1995)
Juventus-SC (1996)
Esportivo-RS (1996)
Caxias-RS (1996)
Internacional-RS (1997/1998)
Vitória-BA (1998)
Grêmio-RS (1998/1999)
Sport-PE (2000)
Grêmio-RS (2000/2001)
Palmeiras-SP (2001)
Santos-SP (2002)
Internacional-RS (2002)
Atlético-MG (2003)
Goiás-GO (2004)
Flamengo-RJ (2005)
Botafogo-RJ (2005)
Vasco-RJ (2007)
Grêmio-RS (2008/2009)
Atlético-MG (2009)
Vasco-RJ (2010)
Internacional-RS (2010/2011)
Grêmio-RS (2011)
Títulos:
Campeonato Gaúcho (1997/1999)
Copa Sul (1999)
Copa do Nordeste (2000)
Copa Libertadores da América (2010).
Data de nascimento: 30/11/1957
Local: Caxias do Sul-RS
Clubes:
Al Qadsia-KUW (1988/1990)
Indonésia Sub-21 (1990/1991)
Qatar Sub-21 (1991/1992)
Al Etehad-KUW (1992/1993)
Internacional-RS Sub-21 (1993/1994)
Al Ahli-EAU (1994)
Brasil-RS (1995)
Juventus-SC (1996)
Esportivo-RS (1996)
Caxias-RS (1996)
Internacional-RS (1997/1998)
Vitória-BA (1998)
Grêmio-RS (1998/1999)
Sport-PE (2000)
Grêmio-RS (2000/2001)
Palmeiras-SP (2001)
Santos-SP (2002)
Internacional-RS (2002)
Atlético-MG (2003)
Goiás-GO (2004)
Flamengo-RJ (2005)
Botafogo-RJ (2005)
Vasco-RJ (2007)
Grêmio-RS (2008/2009)
Atlético-MG (2009)
Vasco-RJ (2010)
Internacional-RS (2010/2011)
Grêmio-RS (2011)
Títulos:
Campeonato Gaúcho (1997/1999)
Copa Sul (1999)
Copa do Nordeste (2000)
Copa Libertadores da América (2010).
16 de maio - Dia do Gari
Os garis são os profissionais da limpeza pública que recolhem o lixo das moradias, edifícios comerciais e residenciais, além de varrer as ruas e também cuidar da capina da grama. Eventualmente também trabalham no desentupimento de bocas-de-lobo e na desinfecção de ruas. Têm seu dia comemorado em 16 de maio.
O nome profissional de GARI é em homenagem ao francês Pedro Aleixo Gary, primeira pessoa a assinar uma contrato de Limpeza pública com o Ministério Imperial. , organizando assim, a partir do dia 11 de outubro de 1876, a remoção de lixo das casas e praias do Rio de Janeiro. Vencido o contrato em 1891, entrou seu primo, Luciano Gary. Um ano após, a empresa foi extinta e inaugurada a Superintendência de Limpeza Pública e Particular da cidade, realizando um trabalho muito aquém do proposto em termos de limpeza pública.
Os cariocas, acostumados com a limpeza das ruas após a passagem dos cavalos, mandavam chamar a turma do Gary. Aos poucos o nome se generalizou e até hoje são chamados garis.
Para concluir sua tese de mestrado, o psicólogo social Fernando Braga da Costa, varreu as ruas da USP, a fim de comprovar a existência da “Invisibilidade Pública”, ou seja, o trabalhador de rua nada mais é que um ser invisível, tratado pela população menos que um poste ou um orelhão. Foram oito anos de experiência diária, por meio turno, compartilhando sujeira, desprezo, descaso dos transeuntes, tratado como uma máquina invisível de limpar.
O sociólogo declara haver uma mudança total na sua maneira de pensar e a seu ver, os garis são tratados de maneira pior que animais de rua; são tratados como uma "coisa". Às vezes por pressa, falta de sensibilidade ou educação, deixamos de enxergar e valorizar essas pessoas que fazem um trabalho importante e essencial para nossa sociedade.
O nome profissional de GARI é em homenagem ao francês Pedro Aleixo Gary, primeira pessoa a assinar uma contrato de Limpeza pública com o Ministério Imperial. , organizando assim, a partir do dia 11 de outubro de 1876, a remoção de lixo das casas e praias do Rio de Janeiro. Vencido o contrato em 1891, entrou seu primo, Luciano Gary. Um ano após, a empresa foi extinta e inaugurada a Superintendência de Limpeza Pública e Particular da cidade, realizando um trabalho muito aquém do proposto em termos de limpeza pública.
Os cariocas, acostumados com a limpeza das ruas após a passagem dos cavalos, mandavam chamar a turma do Gary. Aos poucos o nome se generalizou e até hoje são chamados garis.
Para concluir sua tese de mestrado, o psicólogo social Fernando Braga da Costa, varreu as ruas da USP, a fim de comprovar a existência da “Invisibilidade Pública”, ou seja, o trabalhador de rua nada mais é que um ser invisível, tratado pela população menos que um poste ou um orelhão. Foram oito anos de experiência diária, por meio turno, compartilhando sujeira, desprezo, descaso dos transeuntes, tratado como uma máquina invisível de limpar.
O sociólogo declara haver uma mudança total na sua maneira de pensar e a seu ver, os garis são tratados de maneira pior que animais de rua; são tratados como uma "coisa". Às vezes por pressa, falta de sensibilidade ou educação, deixamos de enxergar e valorizar essas pessoas que fazem um trabalho importante e essencial para nossa sociedade.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Tupi
O lateral-direito Flávio, o volante Jailton e o atacante Evandro Paulista não permanecerão em Santa Terezinha para a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. Flávio pediu rescissão de contrato, pois recebeu e aceitou uma proposta do Ipatinga (MG). Jailton, cujo contrato vence nesta terça-feira, 15/05, não acertou as bases da renovação. E o compromisso entre Evandro e a o Tupi iria até o próximo dia 23, mas de comum acordo ficou acertada a liberação antecipada do atleta. Já Henrique (meio-campista e lateral), cujo contrato também vence nesta terça-feira, renovou até o final do Campeonato Mineiro de 2013 e todos os demais atletas do elenco têm vínculo com o Galo até, no mínimo, o final da Série C.
Saíram
Ulisses (meio-campista, devolvido ao América-BH), Willian (zagueiro, de volta para a Ponte Preta-SP), Flávio, Jailton e Evandro Paulista.
Chegaram
O goleiro Alex, o lateral-direito Alex Travassos, o zagueiro Adalberto, o volante Caetano, o meio-campista Magalhães e o atacante Deon.
Fonte: www.tupijf.com.br/
Saíram
Ulisses (meio-campista, devolvido ao América-BH), Willian (zagueiro, de volta para a Ponte Preta-SP), Flávio, Jailton e Evandro Paulista.
Chegaram
O goleiro Alex, o lateral-direito Alex Travassos, o zagueiro Adalberto, o volante Caetano, o meio-campista Magalhães e o atacante Deon.
Fonte: www.tupijf.com.br/
Waldir Vieira
Waldir Gomes Vieira nasceu no dia 31 de janeiro de 1945 na cidade de São Fidélis, na região norte fluminense. Filho de Antonio Vieira e Ana Lina Gomes Vieira. Foi casado com Ângela, pai de Luciano e Lina.
Começou a trabalhar aos 13 anos de idade na Rádio Difusora Coroados. Em 1968 mudou-se para o Rio de Janeiro deixando a rádio de São Fidélis, para trabalhar em outras emissoras e chegar à Rádio Globo. Na tradicional emissora da Rua do Russell, trabalhou como assistente de Haroldo de Andrade até conseguir um horário para o seu programa na Rádio Globo, o programa "Waldir Vieira", que era apresentado se segunda a sexta, das 13 às 17 horas e aos domingos pela manhã, antes do "Pér-Parada Musical", que tinha a apresentação do diretor da emissora, Mário Luiz.
O Programa "Waldir Vieira" foi apresentado nas décadas de 1970 e 1980 e era recheado por vários quadros. "As Canções do Rei Roberto Carlos e as histórias de cada um", onde uma carta sorteada contava a história de um ouvinte envolvendo uma música do Roberto Carlos. "A Carta da Vovó", "Quebra Cuca", “Papo da Novela”. Entre as atrações estava o “Onde Anda Minha Gente”, nesse quadro descobriu que neste país tinha (e ainda tem) gente que não sabia onde andavam seus pais, parentes, irmão ou amores. Através de cartas conseguiu o reencontro de duas irmãs que não se viam há 68 anos.
No auge da carreira, no dia 13 de novembro de 1985, aos 40 anos, Waldir Vieira e sua “acompanhante” a bancária Sueli Peçanha, foram encontrados mortos em um motel da zona central do Rio, asfixiados por um vazamento de gás.
Começou a trabalhar aos 13 anos de idade na Rádio Difusora Coroados. Em 1968 mudou-se para o Rio de Janeiro deixando a rádio de São Fidélis, para trabalhar em outras emissoras e chegar à Rádio Globo. Na tradicional emissora da Rua do Russell, trabalhou como assistente de Haroldo de Andrade até conseguir um horário para o seu programa na Rádio Globo, o programa "Waldir Vieira", que era apresentado se segunda a sexta, das 13 às 17 horas e aos domingos pela manhã, antes do "Pér-Parada Musical", que tinha a apresentação do diretor da emissora, Mário Luiz.
O Programa "Waldir Vieira" foi apresentado nas décadas de 1970 e 1980 e era recheado por vários quadros. "As Canções do Rei Roberto Carlos e as histórias de cada um", onde uma carta sorteada contava a história de um ouvinte envolvendo uma música do Roberto Carlos. "A Carta da Vovó", "Quebra Cuca", “Papo da Novela”. Entre as atrações estava o “Onde Anda Minha Gente”, nesse quadro descobriu que neste país tinha (e ainda tem) gente que não sabia onde andavam seus pais, parentes, irmão ou amores. Através de cartas conseguiu o reencontro de duas irmãs que não se viam há 68 anos.
No auge da carreira, no dia 13 de novembro de 1985, aos 40 anos, Waldir Vieira e sua “acompanhante” a bancária Sueli Peçanha, foram encontrados mortos em um motel da zona central do Rio, asfixiados por um vazamento de gás.
Futebol
Seleção mineira: Neneca (América), Alex Santos (Villa Nova), Gabriel (América), Réver (Atlético) e Bryan (América); Pierre (Atlético), Leandro Donizete (Atlético), Rodriguinho (América) e Montillo (Cruzeiro); Wellington Paulista (Cruzeiro) e André (Atlético). Técnico: Cuca (Atlético).
Seleção carioca: Diego Cavalieri (Fluminense), Fagner (Vasco), Dedé (Vasco), Thiago Medeiros (Madureira) e Carlinhos (Fluminense); Romulo (Vasco), Kleberson (Flamengo), Deco (Fluminense) e Felipe (Vasco); Vagner Love (Flamengo) e Alecsandro (Vasco). Técnico: Abel Braga (Fluminense).
Seleção paulista: Rafael (Santos), Oziel (Guarani), Edu Dracena (Santos), Rhodolfo (São Paulo) e Cortez (São Paulo); Paulinho (Corinthians), Marcos Assunção (Palmeiras), Lucas (São Paulo) e Paulo Henrique Ganso (Santos); Neymar (Santos) e Hernane (Mogi Mirim). Técnico: Vadão (Guarani).
Musa:
A representante do Villa Nova (Nova Lima), Gabriela Magnani foi eleita a musa do mineiro 2012, com 37% dos votos. A segunda colocada foi Renata Leal, do Atlético-MG, com 33,4%. Em terceiro ficou Jessica Collen, do América de Teófilo Otoni, com 20,3% e Thatiane Pereira, do Cruzeiro, foi a quarta colocada, com 8,9% dos votos.
A advogada Renata Vasconcelos (foto), que representou o Tupi na disputa, foi a oitava mais votada.
Seleção carioca: Diego Cavalieri (Fluminense), Fagner (Vasco), Dedé (Vasco), Thiago Medeiros (Madureira) e Carlinhos (Fluminense); Romulo (Vasco), Kleberson (Flamengo), Deco (Fluminense) e Felipe (Vasco); Vagner Love (Flamengo) e Alecsandro (Vasco). Técnico: Abel Braga (Fluminense).
Seleção paulista: Rafael (Santos), Oziel (Guarani), Edu Dracena (Santos), Rhodolfo (São Paulo) e Cortez (São Paulo); Paulinho (Corinthians), Marcos Assunção (Palmeiras), Lucas (São Paulo) e Paulo Henrique Ganso (Santos); Neymar (Santos) e Hernane (Mogi Mirim). Técnico: Vadão (Guarani).
Musa:
A representante do Villa Nova (Nova Lima), Gabriela Magnani foi eleita a musa do mineiro 2012, com 37% dos votos. A segunda colocada foi Renata Leal, do Atlético-MG, com 33,4%. Em terceiro ficou Jessica Collen, do América de Teófilo Otoni, com 20,3% e Thatiane Pereira, do Cruzeiro, foi a quarta colocada, com 8,9% dos votos.
A advogada Renata Vasconcelos (foto), que representou o Tupi na disputa, foi a oitava mais votada.
CAROLINA DIECKMANN : “ A INTERNET, NUA E CRUA...”
por Pettersen Filho*
O que estamos presentemente assistindo no Caso da Atriz Global, Carolina Dieckmann, colhida, como uma “Eva no Paraíso”, totalmente Nua, literalmente, como Veio ao Mundo, na intimidade Narcisista do seu Banheiro, situação que em muito nos relembra, também, o Caso da Jovem Atriz de Hollywood, Scarlett Johansson, igualmente flagrada, por ela mesma, em pleno Banheiro, onde se fotografou, a si mesmo, com o conseqüente vazamento das tais fotos para a Rede Mundial de Computadores, a Internet, não é, em suma, nada mais do que um, extremo e perigoso, “Descuido”, isso, em “Tempos Modernos de Internet”, da Privacidade Rasgada, e da vigência do “Ato Patriótico” do Funesto Presidente George Walker Bush, e dos “Hackers de Plantão”, que permite aos “Big Brothers” da CIA – Central Inteligence Agency, e quem mais se habilite, “Bisbilhotar” a tudo, e a todos.
Diferente, contudo, dos “Seres Humanos Normais”, que sempre se despem ao tomarem banho, ou utilizarem-se da Louça Sanitária, a Atriz Global, proibida pela “Emissora” de dar simples Entrevistas à Concorrência, que dirá “Pousar”, voluntariamente, Nua para a Playboy, por exemplo, tudo, supostamente em “Nome” da Salvaguarda das “Boas” maneiras, e da Pudica “Decência” da Família Global, enquanto, por outro lado, no reverso da Moeda, admite, quando não, incentiva, que os Atores do “Big Brother Brazil”, Programa de baixíssima qualidade (Propomos, aqui, que na próxima Versão, 12º ou 13ª, não sei, os Consumidores, como forma de Protesto, boicotem os Patrocinadores, a fim de causar alguma reflexão na Emissora, e no Bolso dos Pagantes), exportado pela “Matriz” Americana à sua “Filial” Brasileira, a Rede Globo de Televisão, exibe, ela própria, ao Vivo, e a Cores, cenas de Estupro por debaixo do Lençol, e outras quinquilharias menos obscenas, pervertendo os Valores dos Lares Brasileiros, sem que ninguém, nem Governo, nem Censura, ou a própria Igreja, dêem cabo disso, o “Caso da Atriz”, Carolina Dieckmann, no entanto, ganhou contornos de Escândalo.
Avocada, inicialmente, a possibilidade de terem as tais Fotos vazado, após a suposta manutenção do Lep Top da Atriz, durante o “Serviço” na Assistência Técnica, recaindo a possível “Culpa” por sobre os “Pobres Coitados” dos Técnicos, protegidos nessa fase da Investigação pelo Preceito Constitucional da “Inocência Presumida”, certo é que a hipótese de terem as tais Fotos vazado por meio de “Ferramentas Eletrônicas”, Vírus ou Programas Robôs, via Internet, é, ademais, totalmente possível.
Tendo se espalhado na Rede, numa escala Geométrica, enquanto o Escritório de Advocacia da Atriz, acionando o todo Poderoso Portal de Buscas Google, tenta retirar as Fotos da Web em Escala muito menor, Aritmética, tamanha a profusão de meios, e links com que se propagam, quase impossíveis de se obstacular, certo é que, semelhante o que diz o Hino daquele “Timinho” da Moda: “Uma vez na Web, na Web até Morrer...”, parece-nos, ademais, que a “Batalha” de Contenção, menos provável de sagrar-se vitoriosa, do que a Identificação dos supostos Autores, até que provável, o que se verá no final do enredo, provavelmente, é que a Atriz, quem sempre negou milionárias ofertas por tal Exposição, não levará nem um tostão furado dos que, ora, a assistem, Nua e Crua... ($$$)
Como se vê, Dona de uma Silueta incrível, aliás, demonstrada nas tais Fotos, Nua, de frente ao Espelho, ou Enxaguando-se, na Banheira, ou, Dormindo na Cama do Casal, conforme já deve haver, se uma vez, Impressas, nas Paredes das Oficinas, Borracharias e Presídios, Brasil a fora, fazendo a “Felicidade” de muito marmanjo, “data Máxima Vênia”, como diriam os Advogados diante do Juiz de Direito, ai vai o meu Elogio: “Gostosa pra valer”, parece-nos, sim, que tal Exposição, como a Musica do Inigualável Compositor Brasileiro, Chico Buarque de Holanda: “Tatuagem”, no seu refrão mais agudo, bem exemplifica o fim que, provavelmente. terá a questão:
“Vou ficar na sua Pele, como Tatuagem, que é para te dar Coragem para seguir viagem...”, quando, em certo ponto, prediz, Tatuagem: “...que você, Nega, Esfrega, mas não Lava...”
São, enfim, os Malefícios de tanta Tecnologia, e da “Vida Moderna”, onde somos, todos, vistos, e ouvidos, quando estamos em nosso Carro, no Trânsito, falando no Celular, nos Edifícios, ou na mais intima “Intimidade” do nosso Banheiro...
A Xuxa, “Rainha dos Baixinhos”, que o diga, nas reiteradas tentativas que fez de consumir com o seu Filme Pornô: “Amor, Estranho Amor”, onde aparece fazendo Sexo com um Garoto, sem que, contudo, obtivesse qualquer sucesso... !?!?!
Daí afirmarmos: “Uma vez na Web, para sempre na Web !”
*Pettersen Filho é advogado e escritor
Fontes: http://www.abdic.org.br/ e http://www.paralerepensar.com.br/
O que estamos presentemente assistindo no Caso da Atriz Global, Carolina Dieckmann, colhida, como uma “Eva no Paraíso”, totalmente Nua, literalmente, como Veio ao Mundo, na intimidade Narcisista do seu Banheiro, situação que em muito nos relembra, também, o Caso da Jovem Atriz de Hollywood, Scarlett Johansson, igualmente flagrada, por ela mesma, em pleno Banheiro, onde se fotografou, a si mesmo, com o conseqüente vazamento das tais fotos para a Rede Mundial de Computadores, a Internet, não é, em suma, nada mais do que um, extremo e perigoso, “Descuido”, isso, em “Tempos Modernos de Internet”, da Privacidade Rasgada, e da vigência do “Ato Patriótico” do Funesto Presidente George Walker Bush, e dos “Hackers de Plantão”, que permite aos “Big Brothers” da CIA – Central Inteligence Agency, e quem mais se habilite, “Bisbilhotar” a tudo, e a todos.
Diferente, contudo, dos “Seres Humanos Normais”, que sempre se despem ao tomarem banho, ou utilizarem-se da Louça Sanitária, a Atriz Global, proibida pela “Emissora” de dar simples Entrevistas à Concorrência, que dirá “Pousar”, voluntariamente, Nua para a Playboy, por exemplo, tudo, supostamente em “Nome” da Salvaguarda das “Boas” maneiras, e da Pudica “Decência” da Família Global, enquanto, por outro lado, no reverso da Moeda, admite, quando não, incentiva, que os Atores do “Big Brother Brazil”, Programa de baixíssima qualidade (Propomos, aqui, que na próxima Versão, 12º ou 13ª, não sei, os Consumidores, como forma de Protesto, boicotem os Patrocinadores, a fim de causar alguma reflexão na Emissora, e no Bolso dos Pagantes), exportado pela “Matriz” Americana à sua “Filial” Brasileira, a Rede Globo de Televisão, exibe, ela própria, ao Vivo, e a Cores, cenas de Estupro por debaixo do Lençol, e outras quinquilharias menos obscenas, pervertendo os Valores dos Lares Brasileiros, sem que ninguém, nem Governo, nem Censura, ou a própria Igreja, dêem cabo disso, o “Caso da Atriz”, Carolina Dieckmann, no entanto, ganhou contornos de Escândalo.
Avocada, inicialmente, a possibilidade de terem as tais Fotos vazado, após a suposta manutenção do Lep Top da Atriz, durante o “Serviço” na Assistência Técnica, recaindo a possível “Culpa” por sobre os “Pobres Coitados” dos Técnicos, protegidos nessa fase da Investigação pelo Preceito Constitucional da “Inocência Presumida”, certo é que a hipótese de terem as tais Fotos vazado por meio de “Ferramentas Eletrônicas”, Vírus ou Programas Robôs, via Internet, é, ademais, totalmente possível.
Tendo se espalhado na Rede, numa escala Geométrica, enquanto o Escritório de Advocacia da Atriz, acionando o todo Poderoso Portal de Buscas Google, tenta retirar as Fotos da Web em Escala muito menor, Aritmética, tamanha a profusão de meios, e links com que se propagam, quase impossíveis de se obstacular, certo é que, semelhante o que diz o Hino daquele “Timinho” da Moda: “Uma vez na Web, na Web até Morrer...”, parece-nos, ademais, que a “Batalha” de Contenção, menos provável de sagrar-se vitoriosa, do que a Identificação dos supostos Autores, até que provável, o que se verá no final do enredo, provavelmente, é que a Atriz, quem sempre negou milionárias ofertas por tal Exposição, não levará nem um tostão furado dos que, ora, a assistem, Nua e Crua... ($$$)
Como se vê, Dona de uma Silueta incrível, aliás, demonstrada nas tais Fotos, Nua, de frente ao Espelho, ou Enxaguando-se, na Banheira, ou, Dormindo na Cama do Casal, conforme já deve haver, se uma vez, Impressas, nas Paredes das Oficinas, Borracharias e Presídios, Brasil a fora, fazendo a “Felicidade” de muito marmanjo, “data Máxima Vênia”, como diriam os Advogados diante do Juiz de Direito, ai vai o meu Elogio: “Gostosa pra valer”, parece-nos, sim, que tal Exposição, como a Musica do Inigualável Compositor Brasileiro, Chico Buarque de Holanda: “Tatuagem”, no seu refrão mais agudo, bem exemplifica o fim que, provavelmente. terá a questão:
“Vou ficar na sua Pele, como Tatuagem, que é para te dar Coragem para seguir viagem...”, quando, em certo ponto, prediz, Tatuagem: “...que você, Nega, Esfrega, mas não Lava...”
São, enfim, os Malefícios de tanta Tecnologia, e da “Vida Moderna”, onde somos, todos, vistos, e ouvidos, quando estamos em nosso Carro, no Trânsito, falando no Celular, nos Edifícios, ou na mais intima “Intimidade” do nosso Banheiro...
A Xuxa, “Rainha dos Baixinhos”, que o diga, nas reiteradas tentativas que fez de consumir com o seu Filme Pornô: “Amor, Estranho Amor”, onde aparece fazendo Sexo com um Garoto, sem que, contudo, obtivesse qualquer sucesso... !?!?!
Daí afirmarmos: “Uma vez na Web, para sempre na Web !”
*Pettersen Filho é advogado e escritor
Fontes: http://www.abdic.org.br/ e http://www.paralerepensar.com.br/
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Senhores Diretores do Banco ....
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito'"- equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".
A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma!
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal.
E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito'"- equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".
A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma!
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal.
E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!
domingo, 13 de maio de 2012
Futebol nacional
Campeonato Carioca
FLUMINENSE 1 x 0 BOTAFOGO
Motivo: Campeonato Carioca (Decisão - 2ºjogo)
Local: Estádio do Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: Domingo, 13/05/2012, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Jackson Lourenço dos Santos (RJ)
Renda / público: R$ 738.185,00 / 20.544 pagantes
Cartões amarelos: Maicosuel, Loco Abreu e Gabriel(BOT); Bruno, Diego Cavalieri e Anderson (FLU)
Cartão vermelho: Maicosuel (BOT)
Gol: Rafael Moura, 17'/2ºT
BFR: Jefferson; Gabriel (Caio 20'/2ºT), Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson, Renato, Elkeson (Herrera, no intervalo), Fellype Gabriel e Maicosuel; Loco Abreu (Vitinho, 26'/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.
FFC: Diego Cavalieri; Bruno (Fábio, 28'/2ºT), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean e Deco (Wágner 39'/1ºT); Thiago Neves, Rafael Sobis (Marcos Júnior, 32'/2ºT) e Rafael Moura. Técnico: Abel Braga.
Obs.: No resultado agregado das duas partidas decisivas, Flu 5 a 1. Jogo disputado sob muita chuva, com a diretoria do Botafogo preferindo jogar com as arquibancadas alvinegras vazias do que ceder mais ingressos para a Torcida Tricolor, que esgotou a sua carga 48 horas antes. O Flu, que relegou a disputa deste Campeonato Carioca a segundo plano atuando com os reservas em várias partidas, cresceu nos momentos decisivos mostrando grande superioridade técnica, jogando a partida decisiva desfalcado de Fred e Valência, neste caso, contundidos.
Campeonato Mineiro
ATLÉTICO 3 X 0 AMÉRICA
Atlético: Giovanni, Marcos Rocha, Rafael Marques, Réver e Richarlyson; Pierre, Serginho (Lima, 28min/2ºT), Bernard e Danilinho; Guilherme (Leleu, 44min/1ºT) e Mancini (Paulo Henrique, 38min/2ºT). Técnico: Cuca
América: Neneca; Patrick (Kaio, intervalo), Gabriel, Everton e Bryan; Leandro Ferreira, China, Moisés (Adeílson, 30min/2ºT) e Rodriguinho; Alessandro e Fábio Júnior (Bruno Meneghel, intervalo). Técnico: Givanildo Oliveira.
Gols: Serginho (30min/1ºT), Bernard (39min/1ºT e aos 31min/2ºT)
Cartões amarelos: Guilherme, Richarlyson, Serginho, Mancini e Bernard (ATL); Alessandro e Bruno Meneguel, Bryan (AME)
Motivo: Segundo jogo da final do Campeonato Mineiro
Estádio: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data/hora: 12/05/2012, às 16 horas
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (Asp.FIFA/ES) e Fábio Pereira (Asp.FIFA/TO)
Campeonato Paulista
Santos 4 x 2 Guarani
Campeonato Pernambucano
Santa Cruz 3 x 2 Sport Recife
Campeonato Bahia
Bahia 2 x 1 Vitória
Campeonato Catarinense
Avaí x Figueirense
Campeonato Cearense
Ceará 1 x 1 Fortaleza
Campeonato Paranaense
Coritiba 0 (5) x (4) 0 Atlético
Campeonato Goiano
Goiás 1 x 1 Atlético
Campeonato Gaúcho
Internacioinal 2 x 1 Caxias
Campeonato Paraibano
Campinense 4 x 2 Sousa
Campeonato Alagoano
CRB 0 x 0 ASA
FLUMINENSE 1 x 0 BOTAFOGO
Motivo: Campeonato Carioca (Decisão - 2ºjogo)
Local: Estádio do Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: Domingo, 13/05/2012, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Jackson Lourenço dos Santos (RJ)
Renda / público: R$ 738.185,00 / 20.544 pagantes
Cartões amarelos: Maicosuel, Loco Abreu e Gabriel(BOT); Bruno, Diego Cavalieri e Anderson (FLU)
Cartão vermelho: Maicosuel (BOT)
Gol: Rafael Moura, 17'/2ºT
BFR: Jefferson; Gabriel (Caio 20'/2ºT), Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson, Renato, Elkeson (Herrera, no intervalo), Fellype Gabriel e Maicosuel; Loco Abreu (Vitinho, 26'/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.
FFC: Diego Cavalieri; Bruno (Fábio, 28'/2ºT), Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean e Deco (Wágner 39'/1ºT); Thiago Neves, Rafael Sobis (Marcos Júnior, 32'/2ºT) e Rafael Moura. Técnico: Abel Braga.
Obs.: No resultado agregado das duas partidas decisivas, Flu 5 a 1. Jogo disputado sob muita chuva, com a diretoria do Botafogo preferindo jogar com as arquibancadas alvinegras vazias do que ceder mais ingressos para a Torcida Tricolor, que esgotou a sua carga 48 horas antes. O Flu, que relegou a disputa deste Campeonato Carioca a segundo plano atuando com os reservas em várias partidas, cresceu nos momentos decisivos mostrando grande superioridade técnica, jogando a partida decisiva desfalcado de Fred e Valência, neste caso, contundidos.
Campeonato Mineiro
ATLÉTICO 3 X 0 AMÉRICA
Atlético: Giovanni, Marcos Rocha, Rafael Marques, Réver e Richarlyson; Pierre, Serginho (Lima, 28min/2ºT), Bernard e Danilinho; Guilherme (Leleu, 44min/1ºT) e Mancini (Paulo Henrique, 38min/2ºT). Técnico: Cuca
América: Neneca; Patrick (Kaio, intervalo), Gabriel, Everton e Bryan; Leandro Ferreira, China, Moisés (Adeílson, 30min/2ºT) e Rodriguinho; Alessandro e Fábio Júnior (Bruno Meneghel, intervalo). Técnico: Givanildo Oliveira.
Gols: Serginho (30min/1ºT), Bernard (39min/1ºT e aos 31min/2ºT)
Cartões amarelos: Guilherme, Richarlyson, Serginho, Mancini e Bernard (ATL); Alessandro e Bruno Meneguel, Bryan (AME)
Motivo: Segundo jogo da final do Campeonato Mineiro
Estádio: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data/hora: 12/05/2012, às 16 horas
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (Asp.FIFA/ES) e Fábio Pereira (Asp.FIFA/TO)
Campeonato Paulista
Santos 4 x 2 Guarani
Campeonato Pernambucano
Santa Cruz 3 x 2 Sport Recife
Campeonato Bahia
Bahia 2 x 1 Vitória
Campeonato Catarinense
Avaí x Figueirense
Campeonato Cearense
Ceará 1 x 1 Fortaleza
Campeonato Paranaense
Coritiba 0 (5) x (4) 0 Atlético
Campeonato Goiano
Goiás 1 x 1 Atlético
Campeonato Gaúcho
Internacioinal 2 x 1 Caxias
Campeonato Paraibano
Campinense 4 x 2 Sousa
Campeonato Alagoano
CRB 0 x 0 ASA
Taj Mahal mineiro
Prefeito de Muriaé manda construir estátua de 32 metros para homenagear sua mulher
Oposição diz que monumento é eleitoreiro e quer prestação de contas
A linda história de amor do príncipe Shah Jahan com a princesa Mumtaz Mahal vai se repetir bem longe da Índia, onde o apaixonado monarca ergueu o Taj Mahal como homenagem à falecida mulher. O cenário agora é Muriaé, município de 100 mil habitantes na Zona da Mata de Minas Gerais. Outra diferença é que a Mumtaz das alterosas está bem viva. É a mulher do prefeito da cidade, José Braz (PP), de 86 anos.
A primeira-dama da cidade, Lédia Braz, de 81 anos, vai ganhar uma estátua do Cristo Redentor de 32 metros de altura, seis a menos que o monumento original mundialmente conhecido, localizado no Rio de Janeiro. O prefeito vai gastar R$ 1 milhão na obra que, garante, está sendo tocada com recursos próprios. O Cristo Redentor de Muriaé consumirá 40 toneladas de cimento e uma tonelada de ferragens. O terreno onde a estátua vem sendo construída tem aproximadamente 40 mil metros quadrados, fica no Bairro Gávea, e pertence ao prefeito.
O monumento deverá ficar pronto em julho, quando restarão aproximadamente 90 dias para as eleições municipais de outubro. A legislação eleitoral proíbe a inauguração de obras três meses antes do pleito, portanto em 7 de julho. A regra, contudo, vale para projetos tocados com recursos públicos.
Prefeito em segundo mandato, José Braz, por não poder se candidatar novamente, apoiará o vice, Aloísio Aquino (PSDB). A oposição, com temor de um cabo eleitoral que ao final das obras pesará aproximadamente 80 toneladas, promete reação.
O vereador Carlos Wilson (PMDB), pré-candidato a prefeito de Muriaé, afirma que ao término da construção da estátua vai pedir ao prefeito prestação de contas dos gastos com o monumento. O parlamentar diz ainda que a imagem do Cristo, mesmo ainda em edificação, já foi utilizada em convites para o fórum municipal de cultura realizado na cidade há dois meses. “Será que a obra servirá também como mote de campanha?”, questiona o parlamentar. José Braz afirma não precisar da obra com a qual presenteará a mulher para eleger o sucessor. “Estamos muito bem em Muriaé. Podem falar o que for, mas o nosso candidato vai ganhar”, diz.
Mas que a obra tem grande potencial para atrair votos, não há dúvidas. Além do clamor sobretudo entre os católicos, segundo o próprio prefeito, no local serão construídas ainda duas capelas, um salão de festas e um estacionamento. Toda a estrutura, diz José Braz, poderá ser usada gratuitamente para, por exemplo, festas de casamento. À noite, promete o prefeito, refletores coloridos iluminarão a estátua. “Será ainda um grande ponto turístico de Muriaé”, diz.
José Braz afirma ter pensado em contratar o religioso e cantor padre Marcelo para a inauguração do Cristo. “Mas seria necessário uma data mais exata para o fim das obras, o que ainda não temos”, argumenta.
O prefeito diz que a mulher pediu a construção da estátua no primeiro mandato do marido. Alega, no entanto, que só no ano passado decidiu começar o projeto. “Fui a uma festa em Ouro Fino (Região Sul de Minas), onde conheci a estátua do Menino da Porteira. Gostei e perguntei quem tinha feito. Me disseram que era um pessoal do Ceará, que acabei contratando para construir o Cristo Redentor em Muriaé”.
José Braz é empresário do setor de revenda de veículos. O grupo com atuação nacional que controla é o primeiro no país em venda de veículos Volkswagen, e o segundo no mundo no comércio de carros da marca, atrás apenas de uma empresa na China. “Um milhão para a construir o Cristo é muito dinheiro, mas dá para gastar”, diz.
Moradores
A comunidade evangélica de Muriaé não concorda com a construção do Cristo na cidade. Segundo Roberto José Ferreira, de 60 anos, o pastor da igreja que ele frequenta questiona a obra sempre que possível. “Não acreditamos em imagens e estátuas, só no Deus vivo”, diz. Pelo lado dos católicos, a doméstica Maria da Conceição de Jesus, de 53 anos, diz que o Cristo terá o poder de “reforçar a união da população da cidade com a Igreja”
Uma dívida de R$ 40 milhões
O Cristo gigantesco que está para ser inaugurado em breve em Muriaé não é o único monumento a causar polêmica no município da Zona da Mata. A Estátua do Trabalhador, que fica na Praça Carlos Drummond de Andrade, é alvo de uma pendenga judicial que se arrasta há 23 anos. A obra foi encomendada em 1983 pelo então prefeito Paulo Oliveira Carvalho ao seu genro, o artista plástico Sérgio Luiz de Souza Campos, mas foi instalada em praça pública sem sua autorização e sem que ele recebesse nenhum centavo pelo trabalho. O fato gerou uma dívida da prefeitura com o artista que já está na casa de R$ 40 milhões, valor da indenização mais os juros e multas, segundo decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Os recursos são suficientes para erguer dezenas de estátuas do Cristo Redentor que está sendo finalizado, avaliado em cerca de R$ 1 milhão.
Em 1988 a prefeitura pediu autorização à Câmara Municipal para elaborar um contrato garantindo o pagamento ao artista. Os vereadores rejeitaram, mas a estátua, que estava guardada na prefeitura, foi instalada assim mesmo na praça. No ano seguinte, já sob a administração do então prefeito Christiano Canedo, Sérgio Campos entrou com a ação na Justiça contra a prefeitura solicitando o pagamento da obra. Um perícia inicial calculou o preço em R$ 6 milhões. A prefeitura não questionou o valor estabelecido e ele acabou servindo de referência para o cálculo final da indenização. Vinte anos depois de muitas idas e vindas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a sentença do TJMG determinando o pagamento da indenização, mas a atual administração tenta reverter a sentença na Justiça. A indenização calculada em 2009 era de R$ 14 milhões, mais os juros e multas, o valor chegou a R$ 32 milhões. Hoje, segundo a prefeitura, já alçança quase R$ 40 milhões.
Segundo o chefe de gabinete da prefeitura, Adellunar Marge, a prefeitura não tem condição de arcar com um custo desse montante. Marge disse que a administração tenta de toda maneira se livrar do pagamento, considerado astronômico. Segundo ele, o processo movido pelo artista correu à revelia durante vários anos. “Parece até que deixaram isso correr assim de má-fé para chegar a esse valor.” Ele disse que o material da estátua, que é feita de ferro revestido de bronze, foi comprado pela própria prefeitura e que o artista quando executou a obra tinha um cargo de confiança na administração municipal.
A reportagem não conseguiu falar com Sérgio Campos, que se mudou para o Rio de Janeiro, segundo informação de moradores da cidade, nem com o seu advogado José Olavo Tostes, que estava em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.uai.com.br/
Oposição diz que monumento é eleitoreiro e quer prestação de contas
A linda história de amor do príncipe Shah Jahan com a princesa Mumtaz Mahal vai se repetir bem longe da Índia, onde o apaixonado monarca ergueu o Taj Mahal como homenagem à falecida mulher. O cenário agora é Muriaé, município de 100 mil habitantes na Zona da Mata de Minas Gerais. Outra diferença é que a Mumtaz das alterosas está bem viva. É a mulher do prefeito da cidade, José Braz (PP), de 86 anos.
A primeira-dama da cidade, Lédia Braz, de 81 anos, vai ganhar uma estátua do Cristo Redentor de 32 metros de altura, seis a menos que o monumento original mundialmente conhecido, localizado no Rio de Janeiro. O prefeito vai gastar R$ 1 milhão na obra que, garante, está sendo tocada com recursos próprios. O Cristo Redentor de Muriaé consumirá 40 toneladas de cimento e uma tonelada de ferragens. O terreno onde a estátua vem sendo construída tem aproximadamente 40 mil metros quadrados, fica no Bairro Gávea, e pertence ao prefeito.
O monumento deverá ficar pronto em julho, quando restarão aproximadamente 90 dias para as eleições municipais de outubro. A legislação eleitoral proíbe a inauguração de obras três meses antes do pleito, portanto em 7 de julho. A regra, contudo, vale para projetos tocados com recursos públicos.
Prefeito em segundo mandato, José Braz, por não poder se candidatar novamente, apoiará o vice, Aloísio Aquino (PSDB). A oposição, com temor de um cabo eleitoral que ao final das obras pesará aproximadamente 80 toneladas, promete reação.
O vereador Carlos Wilson (PMDB), pré-candidato a prefeito de Muriaé, afirma que ao término da construção da estátua vai pedir ao prefeito prestação de contas dos gastos com o monumento. O parlamentar diz ainda que a imagem do Cristo, mesmo ainda em edificação, já foi utilizada em convites para o fórum municipal de cultura realizado na cidade há dois meses. “Será que a obra servirá também como mote de campanha?”, questiona o parlamentar. José Braz afirma não precisar da obra com a qual presenteará a mulher para eleger o sucessor. “Estamos muito bem em Muriaé. Podem falar o que for, mas o nosso candidato vai ganhar”, diz.
Mas que a obra tem grande potencial para atrair votos, não há dúvidas. Além do clamor sobretudo entre os católicos, segundo o próprio prefeito, no local serão construídas ainda duas capelas, um salão de festas e um estacionamento. Toda a estrutura, diz José Braz, poderá ser usada gratuitamente para, por exemplo, festas de casamento. À noite, promete o prefeito, refletores coloridos iluminarão a estátua. “Será ainda um grande ponto turístico de Muriaé”, diz.
José Braz afirma ter pensado em contratar o religioso e cantor padre Marcelo para a inauguração do Cristo. “Mas seria necessário uma data mais exata para o fim das obras, o que ainda não temos”, argumenta.
O prefeito diz que a mulher pediu a construção da estátua no primeiro mandato do marido. Alega, no entanto, que só no ano passado decidiu começar o projeto. “Fui a uma festa em Ouro Fino (Região Sul de Minas), onde conheci a estátua do Menino da Porteira. Gostei e perguntei quem tinha feito. Me disseram que era um pessoal do Ceará, que acabei contratando para construir o Cristo Redentor em Muriaé”.
José Braz é empresário do setor de revenda de veículos. O grupo com atuação nacional que controla é o primeiro no país em venda de veículos Volkswagen, e o segundo no mundo no comércio de carros da marca, atrás apenas de uma empresa na China. “Um milhão para a construir o Cristo é muito dinheiro, mas dá para gastar”, diz.
Moradores
A comunidade evangélica de Muriaé não concorda com a construção do Cristo na cidade. Segundo Roberto José Ferreira, de 60 anos, o pastor da igreja que ele frequenta questiona a obra sempre que possível. “Não acreditamos em imagens e estátuas, só no Deus vivo”, diz. Pelo lado dos católicos, a doméstica Maria da Conceição de Jesus, de 53 anos, diz que o Cristo terá o poder de “reforçar a união da população da cidade com a Igreja”
Uma dívida de R$ 40 milhões
O Cristo gigantesco que está para ser inaugurado em breve em Muriaé não é o único monumento a causar polêmica no município da Zona da Mata. A Estátua do Trabalhador, que fica na Praça Carlos Drummond de Andrade, é alvo de uma pendenga judicial que se arrasta há 23 anos. A obra foi encomendada em 1983 pelo então prefeito Paulo Oliveira Carvalho ao seu genro, o artista plástico Sérgio Luiz de Souza Campos, mas foi instalada em praça pública sem sua autorização e sem que ele recebesse nenhum centavo pelo trabalho. O fato gerou uma dívida da prefeitura com o artista que já está na casa de R$ 40 milhões, valor da indenização mais os juros e multas, segundo decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Os recursos são suficientes para erguer dezenas de estátuas do Cristo Redentor que está sendo finalizado, avaliado em cerca de R$ 1 milhão.
Em 1988 a prefeitura pediu autorização à Câmara Municipal para elaborar um contrato garantindo o pagamento ao artista. Os vereadores rejeitaram, mas a estátua, que estava guardada na prefeitura, foi instalada assim mesmo na praça. No ano seguinte, já sob a administração do então prefeito Christiano Canedo, Sérgio Campos entrou com a ação na Justiça contra a prefeitura solicitando o pagamento da obra. Um perícia inicial calculou o preço em R$ 6 milhões. A prefeitura não questionou o valor estabelecido e ele acabou servindo de referência para o cálculo final da indenização. Vinte anos depois de muitas idas e vindas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a sentença do TJMG determinando o pagamento da indenização, mas a atual administração tenta reverter a sentença na Justiça. A indenização calculada em 2009 era de R$ 14 milhões, mais os juros e multas, o valor chegou a R$ 32 milhões. Hoje, segundo a prefeitura, já alçança quase R$ 40 milhões.
Segundo o chefe de gabinete da prefeitura, Adellunar Marge, a prefeitura não tem condição de arcar com um custo desse montante. Marge disse que a administração tenta de toda maneira se livrar do pagamento, considerado astronômico. Segundo ele, o processo movido pelo artista correu à revelia durante vários anos. “Parece até que deixaram isso correr assim de má-fé para chegar a esse valor.” Ele disse que o material da estátua, que é feita de ferro revestido de bronze, foi comprado pela própria prefeitura e que o artista quando executou a obra tinha um cargo de confiança na administração municipal.
A reportagem não conseguiu falar com Sérgio Campos, que se mudou para o Rio de Janeiro, segundo informação de moradores da cidade, nem com o seu advogado José Olavo Tostes, que estava em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.uai.com.br/
Assinar:
Postagens (Atom)












