domingo, 21 de setembro de 2014

21 de setembro

por Boanerges Silva Filho*

Creio que os presado radialistas e comunicadores, já devem conhecer esse histórico sobre o dia do Radialista, Durante muito tempo o Dia do Rádio, ou da Radiodifusão, e o Dia do Radialista foram comemorados juntamente, em 21 de Setembro que é também o Dia da Árvore. A celebração teve início em 1945, quando um decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas fixou os níveis mínimos de salário dos trabalhadores em empresas de radiodifusão.

Nos anos 80, por ocasião do IV Congresso Brasileiro de Radiodifusão, realizado na Bahia, os proprietários de Emissoras decidiram estabelecer uma data para comemorar em separado O Dia da Radiodifusão. Escolheram 25 de Setembro, pois nesse dia nasceu Roquette-Pinto. 
Edgard Roquette-Pinto, médico, antropólogo e professor, nascido em 1.884, fundou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1.923. 
Dessa forma, passamos a comemorar em 21 de Setembro o Dia do Radialista e em 25 desse mês o Dia do Rádio, ou da Radiodifusão.

Mais recentemente, em decreto assinado pelo Presidente Lula, foi instituído no calendário de efemérides nacionais o Dia do Radialista a ser comemorado em 7 de Novembro, data de nascimento do compositor, músico e radialista Ary Barroso.
Costumes não se criam por decreto e em razão disso continuo recebendo e enviando cumprimentos na data original da qual todos os radialistas gostam: 21 de Setembro.

Na verdade, a Radiodifusão é de importância imensurável. E o homem de Rádio que leva a sério a sua profissão, que nela crê e a ela se dedica, presta um serviço de inestimável valor à coletividade e faz jus a essas comemorações.

Seja na informação precisa e imediata, seja no aviso de utilidade pública, seja no lazer proporcionado pelos programas que divertem e deleitam, seja na orientação dada, na cultura difundida, na transmissão dos eventos esportivos, seja nas mensagens de paz e amor e fraternidade, o profissional de Rádio presta um grande serviço à nação.

E não são apenas os locutores, os comentaristas, os noticiaristas, os repórteres, aqueles apresentadores que vocês ouvem, que desempenham papel importante na Radiodifusão. Há todo um exército de pessoas cujos nomes vocês nem conhecem, cuja voz vocês nunca escutam e que estão dia e noite, domingos e feriados, trabalhando para que a Emissora possa fazer suas transmissões. São os proprietários e diretores das empresas de radiodifusão, os técnicos, os operadores, o pessoal da área artística, os redatores e produtores, os integrantes do setor comercial e da administração, muita gente mais, compondo uma colmeia que não pára, que trabalha, produz e realiza, fazendo-se merecedora de admiração e respeito.

No dia 21 saudamos os radialistas. No dia 25 homenageamos os radiodifusores, os proprietários de Emissoras. É muito grande a sua luta, são enormes os investimentos necessários, não é fácil a seleção de profissionais, são preocupantes as despesas enormes que se repetem todos os meses.
Com tantos compromissos, não foram poucos os que desistiram 
no meio da jornada.

Recebam nosso abraço, heróicos radialistas e radiodifusores.
Recebam a nossa homenagem e os nossos votos de sucesso.

*Boanerges Silva Filho é radialista
(Santos-SP)

Literatura

"Olimpíadas – a história completa dos jogos de 1896 a 2014" 

Escrito por Orlando Duarte, jornalista com mais de 60 anos de carreira que conta com a cobertura de 10 eventos olímpicos no currículo. Comercializada no mercado editorial pela Abook e patrocinada pelo Grupo Notre Dame Intermédica, a obra conta com 216 páginas.

O livro relaciona o ambiente olímpico com processos de mudanças enfrentados pelas sociedades, destacando os fatos importantes das Olimpíadas, não só com resultado das competições, mas a contribuição para as mudanças sociais no mundo, como: as mulheres terem conquistado a sua merecida posição, os negros serem integrados e respeitados e os esportistas com necessidades especiais que conquistaram uma competição própria.

O livro traz histórias marcantes e a ficha técnica de cada edição com: países participantes, modalidades, atletas participantes, selo comemorativo, atleta de destaque, as datas de início e término, quadro de medalhas e o registro sobre a participação do Brasil.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Hino a Guarani

História
O Hino foi composto em novembro de 1916, a pedido do professor Henrique Delvaux, sendo cantado publicamente pela primeira vez em 25 de março de 1917, na festa de inauguração da ponte metálica sobre o Rio Pomba.
Letra: Antônio de Abreu Sobrinho
Música: Sebastião Delvaux Pinto Coelho

Hino
Tomado do mais belo sentimento
de justa e proveitosa coesão,
prossegue Guarani sem desalento
na linha que lhe aponta a evolução.

Refrão
Avante, Guarani! Em letras de ouro
refulgirá teu nome na História
e por norma será dado ao vindouro
eternizando assim a tua glória, a tua glória!

Caminha triunfal, firme progride,
levado pelo próprio gênio audaz,
e não suspende, nem termina a lide,
quanto mais forte mais impulso traz.

Sustenta com ardor inigulado,
à sombra protetora da harmonia,
o trabalho fecundo e sublimado
lutar pelo progresso dia a dia.
Fonte: www.guarani.mg.gov.br

Literatura

“Jogo do Senta: a verdadeira origem do chororô”
Em 10 de setembro de 1944, o clássico Botafogo x Flamengo, disputado pelo campeonato Carioca, em General Severiano, não acabou. Após sofrer o quinto gol, do atacante alvinegro Geninho, jogadores do Flamengo protestaram contra a marcação do tento pelo árbitro Aristide “Mossoró” Figueira, se sentando em campo. A bola não teria entrado, segundo os rubro-negros. O Flamengo, que seria tricampeão carioca naquele ano, recorreu ao Tribunal de Penas da Federação Carioca, mas o resultado do campo (5 a 2) foi mantido. O jornalista Paulo Cézar Guimarães relata esses fatos em sua obra, após 70 anos do ocorrido. Torcedor alvinegro, Guimarães lembra que torcedores do Bota provocaram os atletas rubro-negros, gritando: “Senta para não apanhar de mais”. E afirma que a atitude dos jogador do Flamengo foi uma ordem de dirigentes rubro-negros.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Vicente José de Abreu (1946-2014)

Missas
A família de Vicente José de Abreu, o Vicente da Renavi, convida parentes e amigos para as missas em intenção de sua alma, nesta sexta-feira, 19/09, às 19 horas na igreja da Glória, em Juiz de Fora-MG e no sábado, 20/09, às 19 horas, na igreja matriz de Ewbank da Câmara-MG.

Vicente José de Abreu nasceu em Ewbank da Câmara-MG, em 08 de janeiro de 1946. Filho de José Alvino de Abreu e Maria Augusta de Abreu, era empresário de ramo de artigos esportivos (Renavi Sports), torcedor do Flamengo, o Vicente da Renavi, como carinhosamente era conhecido, era casado com a sra Regina, pai da Natália e do Vinícius. Vicente faleceu em Juiz de Fora, no sábado, 13 de setembro, sendo sepultado no cemitério de Ewbank da Câmara.

Literatura

Ponte do bairro Jardim Esperança

Eleição não é santa não, mas faz milagre
Mesmo, às vezes, sendo um milagre parcial
A ponte anterior, com passagem para um só veículo, foi removida, tendo em vista que a mesma provocava a retenção das águas e a consequente enchente nas proximidades. Não precisa ser doutor no assunto para saber que se o poder público municipal assumir sua responsabilidade e realizar a dragagem de todo o córrego, resolve a questão das eschentes.

No período que antecedeu a construção da "nova ponte" criou-se uma expectativa de que a administração atual teria a CORAGEM de retirar os hidrômetros da CESAMA, instalados por alguns moradores no muro sobre o passeio, realocá-los em local apropriado e construir uma nova ponte com pista dupla e passeio para pedestre nas duas extremidades, atendendo a coletividade.

Mas pelo que se observa na foto, retirada do portal da PJF e também no local da obra, LAMENTAVELMENTE, nada disso vai acontecer. Tem até suspeita de candidado se apossando, como o responsável, ou seria irresponsável? tentando se beneficiar, angariar voto pelo "feito", certamente, sem o conhecimento do prefeito.

Na administração tucana um passeio para pedestre foi construido, mas para não "incomodar" os invasores da via com os hidrômetros, e por consequência, não perder votos nas eleições seguintes, o novo passeio foi construído avançando sobre a via. Pelo visto, a preocupação tucana com a perda de votos não deu certo.

Literatura

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Gente que faz...

Manoel Jorge de Castro nasceu em Santos Dumont-MG, em 30 de maio de 1944.
Filho de José Honório de Castro e Júlia Ferreira de Castro, casado com Maria Helena Reis Castro de Castro, pai de três filhos (duas moças e um rapaz) e avô de cinco netos. Aposentado da CBCC (antiga Companhia Brasileira de Carbureto de Cálcio, hoje, Dow Corning), empresa na qual sempre conciliou suas atividades com a de locutor na Rádio Cultura. Torcedor do Flamengo, sr Jorge é primo do radialista Antonio de Castro, que hoje vive no bairro Monte Castelo, em Juiz de Fora. É contemporâneo de grandes nomes que estão ou que passaram pela Rádio Cultura, Itamar Vidal, Halmalo Silva, Gilberto Freire (1944-1994), Jurandir Borges.  No rádio teve várias funções: Locutor apresentador, noticiarista, gerente. Jorge de Castro, do alto dos seus 70 anos, é um defensor do rádio, em especial, o rádio AM.

Literatura

“A Síndrome da Alienação Parental”

Escrito pela psicóloga Sandra Maria Baccara Araújo, o livro retrata, com riqueza de detalhes, o que é a alineação parental. De acordo com a obra, é um artifício utilizado por um genitor para coibir o direito à convivência familiar do outro genitor, normalmente o não guardião, tendo o objetivo de fazer com que este não exerça a sua autoridade  parental, centralmente quanto ao dever de criação e educação, mas não abrindo mão da assistência financeira ou da pensão alimentícia, quando for o caso.
A autora  é filha do saudoso João Theodósio Araújo (Joaninho), que presidiu a Associação dos Cegos, em Juiz de Fora-MG.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A dança das cadeiras...

Patricia Poeta deixa "JN" e provoca mudanças no jornalismo da Globo

Em novembro, o "Jornal Nacional" não terá mais a jornalista Patricia Poeta na bancada. A saída de Patrícia é motivada por novos projetos e, assim como sua antecessora, Fátima Bernardes, ela vai migrar para o entretenimento. As mudanças divulgadas pela Globo nesta segunda-feira, 15/09, atingem outras duas profissionais da casa: Renata Vasconcellos e Poliana Abritta.

Há quase três anos na apresentação ao lado de William Bonner, Patricia Poeta deixa o posto assim que terminar a cobertura eleitoral. O programa de entretenimento no qual deve comandar ainda está em fase de desenvolvimento.

Desde o ano passado na apresentação do "Fantástico", Renata Vasconcellos deixará a revista eletrônica para assumir o lugar de Patricia no "JN". A estreia de Renata está marcada para 03 de novembro e, além de âncora, será editora-executiva do noticiário. Renata esteve na "Globo News", no "Bom Dia Brasil" e, agora, no "Fantástico".

Por fim, Poliana Abritta, que inicialmente, seria correspondente nos Estados Unidos, será a nova apresentadora do programa dominical ao lado de Tadeu Schmidt. Ela tem passagens por "Globo Mar", "Jornal Hoje" e "Jornal da Globo".

Literatura

sábado, 13 de setembro de 2014

Transporte Ferroviário

Com Rodovia dos Bandeirantes saturada, trem vira aposta para 2020 em São Paulo
Edital do primeiro trecho do serviço que ligará SP a Americana, com 135 km de extensão, deve ser publicado no ano que vem
- Com o risco de saturação das rodovias entre São Paulo e Campinas nos próximos anos, o sistema de trens regionais ligando a capital paulista ao interior pode finalmente começar a sair do papel. Projeção divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo governo do Estado indica que o edital do primeiro trecho da rede, entre São Paulo e Americana, com 135 km de extensão, deve ser publicado no ano que vem. Já a previsão de entrega dessa linha é 2020.

A viagem total levará 1h29min e a passagem custará mais do que a dos ônibus. O modelo estudado é o de parceria público-privada (PPP) integral, como o da Linha 6-Laranja do Metrô, cujo contrato chegou a ser barrado em agosto na Justiça, por suposta infração a duas leis. Batizada de Trem Inter-Cidades (TIC), a linha será toda construída em superfície, a partir da Estação Água Branca, na Lapa, na zona oeste da capital.

Sem a necessidade de túneis e obras muito complexas, o ramal, embora bem mais extenso do que uma linha de metrô subterrâneo, custará menos, cerca de R$ 5 bilhões (a Linha 6 da rede metroviária paulistana, de 15,9 km, está orçada em R$ 9,6 bilhões). O leito de circulação das composições aproveitará a velha malha da São Paulo Railway e da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, fundadas no século 19, e onde hoje operam serviços de carga das empresas de logística ALL e MRS.

No total, o TIC terá nove estações: Água Branca, Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos, Campinas, Sumaré, Nova Odessa e Americana.

Marcha lenta. Embora assessores próximos de Geraldo Alckmin (PSDB) costumem dizer que a implantação dos trens regionais é a “menina dos olhos” do governador, o projeto segue em “marcha lenta”. Em 2012, uma manifestação de interesse público (MIP) foi apresentada ao governo pelo consórcio formado pelas empresas Estação da Luz Participações (EDLP) e BTG Pactual. Em 2013, um grupo técnico foi formado para avaliar as melhores opções do TIC.

Colapso. Agora, dados da Secretaria Estadual de Logística e Transportes passaram a subsidiar a tese de que o governo do Estado precisa construir uma conexão ferroviária de passageiros, sob o risco de colapso das duas principais estradas entre São Paulo e Campinas. As estatísticas, apresentadas nesta quinta-feira em palestra do coordenador da PPP, Thierry Besse, na Semana de Tecnologia Metro ferroviária, na região central, indicam que as Rodovias Bandeirantes e Anhanguera começarão a sofrer de séria saturação a partir de 2020. Dez anos mais tarde, a situação será tão ruim que a Anhanguera atingirá o nível máximo de esgotamento viário entre os quilômetros 25 e 38 durante mais de meio dia, das 6 às 19 horas. Para se ter uma ideia, em 2012, isso só acontecia no horário de pico da manhã (das 6h às 9h) e em só um sentido no trecho dos km 49 ao 52 e às 7 horas entre os km 86 e 92.

“A tarifa tem de ser atrativa para que você coopte o motorista do carro em virtude do pedágio e do combustível e também do fretado”, disse Mário Manuel Bandeira, presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O TIC levará 68,5 mil usuários ao dia. Até Campinas a viagem durará quase 1 hora e 4 minutos.
Fonte:

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Literatura

Aparecida

A Biografia da Santa Que Perdeu a Cabeça, Ficou Negra, Foi Roubada, Cobiçada Pelos Políticos e Conquistou o Brasil

Aparecida é o livro mais completo sobre o maior símbolo da fé católica brasileira. Fruto de pesquisas realizadas no Brasil e no exterior pelo jornalista Rodrigo Alvarez, correspondente da TV Globo em Jerusalém, traz três séculos de história sobre a padroeira do país. Ricamente ilustrada, a obra descreve personagens curiosos: o padre que tirava a santa do altar às escondidas; o governador que cortava cabeças; a restauradora irritada; o frei que enfrentava corruptos. E também revive personalidades marcantes, como a princesa Isabel, que lhe deu a coroa; o general Médici, que financiou uma peregrinação pelo país da ditadura; e os três últimos papas, João Paulo II, Bento XVI e Francisco, que fizeram questão de beijá-la

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Eleições 2014

Ex-atletas entram no jogo das urnas
Eles fizeram história no esporte e agora tentam convencer o eleitor de que merecem o voto
Esporte mais popular do país, o futebol ocupa a maior parte da bancada da bola no Legislativo. Mas, no pleito deste ano, o vôlei entrou para valer no jogo da política, com ex-atletas estreantes nas eleições em vários estados do país. Em Minas Gerais, Giovane Gávio, ex-jogador da Seleção Brasileira, disputa vaga na Câmara dos Deputados. Já Leila Barros, que também fez história na Seleção verde-amarela, é candidata a deputada distrital em Brasília. Fábio Luiz, prata no vôlei de praia nas
Musa do vôlei nos anos 1990, Leila Barros vai disputar uma vaga de deputada distrital em Brasília.

Acostumado a alcançar o lugar mais alto do pódio, Giovane Gávio (PSDB) tenta agora vencer nas urnas. Conhecido nacionalmente, o ex-jogador que é mineiro de Juiz de Fora, na Zona da Mata, se candidata pela primeira vez a deputado federal por Minas Gerais.

A ex-jogadora de vôlei da Seleção Brasileira Leila Barros (PRB), que também atuou nas areias, tenta se eleger deputada distrital em Brasília. O nome de urna não poderia ser outro: Leila do Vôlei, em referência à carreira no esporte. Entre muitas conquistas, a aspirante a deputada tem no currículo duas medalhas de bronze nas olimpíadas de Atlanta, em 1996, e Sidney, em 2000, na equipe comandada por Bernardinho.

Aliás, o técnico, filiado ao PSDB, chegou a ser cogitado pelo partido como candidato a governador do Rio de Janeiro. Um dos entusiastas era Aécio Neves, mas Bernardinho acabou declinando do convite.

Fábio Luiz, medalhista de prata nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, também se enveredou pela política. Agora ele é Fábio Luiz Vôlei de Praia (PRP) e disputa vaga na Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

Mas as personalidades do futebol continuam marcando pesado na competição das urnas. Em Minas, o estreante é o presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares (PV), que tem como ponto favorável é a ótima campanha do time celeste, atualmente líder do Campeonato Brasileiro.

Também tentam entrar para a bancada da bola mineira o ex-goleiro Raul Plassmann (PSC-MG), candidato a deputado federal. Ex-atacante do Atlético Mineiro, Marques Abreu (PDT), atualmente deputado estadual, quer conquistar mais um mandato  na Assembleia Legislativa. O ex-goleiro do Atlético João Leite (PSDB), que já foi vereador e secretário de Esportes de BH, vai disputar o hexa na casa legislativa, mas com a torcida dos evangélicos, seus principais apoiadores.

Fora de Minas Gerais, mais atletas arriscam empreitada na política. O mais famoso é o atualmente deputado federal Romário (PSB-RJ), artilheiro do Brasil no tetra, que está na briga pelo Senado no Rio. Craque do tetra e parceiro de Romário, Bebeto (SD) quer se reeleger deputado estadual no Rio. O ex-atacante do Corinthians Marcelinho Carioca (PT-SP) está na disputa como candidato a deputado estadual. Acostumado a brilhar nos gramados, ele fracassou na tentativa de se eleger vereador, em 2012, na capital paulista. Washington (PDT-RS), ex-atacante do Fluminense, que é vereador em Caxias do Sul-RS, é candidato a deputado federal e enfrentará Danrlei (PSD-RS), ídolo da torcida do Grêmio e deputado federal desde 2010.

A Câmara Municipal de Belo Horizonte já conta com representante das quadras. Ex-jogador do Minas Tênis Clube e da Seleção Brasileira na década de 1980, José Francisco Filho, o Pelé do Vôlei (PTdoB), exerce primeiro mandato como vereador. Por sete anos consecutivos, foi eleito o melhor atacante do Brasil. Desde que assumiu o cargo, o ex-atleta tem focado sua atuação no tripé esporte, educação e inclusão social.
FONTE: www.uai.com.br

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Literatura

"Jorge Zalszupin: design moderno no Brasil"
Escrito por Maria Cecília Loschiavo e organizado por Lissa Carmona Tozzi, o volume contextualiza a trajetória de um pioneiro na produção industrializada do móvel moderno brasileiro, na década de 1960, e no uso intensivo do design em produtos de plástico, na década de 1970.

Verbetes ilustrados apresentam 34 linhas de móveis criados por Zalszupin, de 93 anos. Um capítulo aborda a inserção de sua obra nas formas de produção e ambientes contemporâneos.

Polonês naturalizado brasileiro, o arquiteto Jorge Zalszupin fundou a L’atelier, em São Paulo, na década de 1950. Ele se dedicou ao design ao constatar a carência de mobiliário para as casas que projetava.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Emails não autorizados

por Pedro Cardoso da Costa*

Hoje, as redes sociais fazem parte do cotidiano de um grande número de pessoas, talvez já da maioria dos brasileiros.
Cada um quer utilizá-las ao seu modo e, como em tudo na vida, quer ditar aos demais a sua maneira como a mais útil, a mais correta.
Todos são democráticos, bons, éticos, inteligentes. Invejados demais. Nossa! Como somos invejados. Não importa se no manual venha escrito “para mim faser” tal coisa. O negócio é distribuir manuais de conduta.
Nelas, o princípio mais difundido é o da democracia. O da liberdade de expressão também é defendido, mas a cobrança maior é pelo da privacidade.
Aí o bicho pega! “Tem gente que fica bisbilhotando meu perfil!” Não gosto de postagens de quem não conheço. O cidadão só esquece que se entrou na rede e não bloqueou os estranhos, qualquer um pode acessar e escrever em seus perfis. São públicos, se deixaram para todos; ou são públicos para os amigos que eles permitiram. E se o perfil não tiver acesso nem for público para alguém... Aí, o titular tem que procurar um psicólogo.
Esse é o ponto de uma pequena reflexão. Quem expõe alguns pontos de vista quer que eles cheguem ao máximo possível de pessoas. E grande parte é de leigos, que não tem televisão, rádio, nem de espaço em jornais e revistas semanais. Sobram os emails disponíveis nas redes sociais.
Geralmente, esses contatos são copiados de espaço do leitor em jornal, de programas de televisão ou de rádio; da mídia. Ele é só um endereço, mesmo que eletrônico.
Qualquer pessoa sabe onde está numa cidade pelo nome que o logradouro tiver. Alguns ficam até muito famosos. Outros são expostos pela importância. E ainda resistem até listas de papel que trazem esses endereços e numeração. Hoje prevalecem os eletrônicos.
Se algo desperta a sua atenção num determinado endereço, a pessoa pode anotar o nome da rua, número e encaminhar tranquilamente uma correspondência. Nada impede, e não parece claro, de pronto, de que se configure algum delito ou ofensa moral só pelo envio. Do que estiver escrito nessa mensagem, aí já está se encaminhando para outros quilômetros, outra fase, outra matéria.
Será que fui claro? Já disse que o email é um endereço. Mas precisava dizer? E que qualquer pessoa pode anotar um endereço e encaminhar uma correspondência. Precisaria afirmar isso também?
Claro que são necessários esses esclarecimentos. Ao menos para quem se expõe em redes sociais e reclama de quem acessa, “bisbilhota” seu perfil. E, também, para quem coloca seus contatos em jornais de grande circulação, em televisão de âmbito nacional e pergunta de onde nos conhecemos e quando ele autorizou a outra pessoa a mandar mensagens para ele.
Tenho dúvida – e muita! – se a permanência do envio de mensagens não autorizadas configure alguma transgressão apenas quando o titular solicita que não as envie. Uma pessoa só pode exigir que a outra não faça algo quando há respaldo em lei. Pode ser só por desconhecimento meu de alguma lei ou entendimento jurídico que proíba o envio de uma correspondência a alguém. Como já foi dito, o conteúdo já é outra história. Por respeitar a predominância da vontade, retiro o contato imediatamente de todos que solicitam. Até dos ameaçadores...
*Pedro Cardoso da Costa é bacharel em direito




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Literatura

“A História da Literatura de Ponte Nova”
A obra, organizada por Luciano Sheikk, Miracy Real e Marisa Godoy, aborda a produção literária de Ponte Nova, que surgiu ainda no ciclo do ouro, nas proximidades de Vila Rica (Ouro Preto) e Mariana, desde a primeira carta de sesmaria do ano de 1745, aos livros publicados por autores  ponte-novenses  até 2013. A obra  traz  ainda  movimentos  e  escritores de  expressão  histórica  e  literária  nacional,  que  escreveram  nos  jornais  e revistas  de  Ponte  Nova  ou  cidades  onde nasceram ou residiram.  Dentre tantos,  figuram: Milton Campos (governador de Minas e ministro de estado), Zuenir Ventura (escritor e jornalista), Francisco Fernandes (dicionarista), Caio de Freitas Castro (editor da extinta revista Manchete), Mário Bhering (diretor da Biblioteca Nacional), Ivo Barroso (tradutor e escritor), Padre Pedro Maciel Vidigal (escritor, deputado federal). João Bosco (cantor), Nelson Ângelo (músico e compositor fundador do Clube da Esquina), além  de  talentosos  autores  que  não  ultrapassaram  maiores fronteiras municipais ou estaduais por mero acaso e esquecimento, tão cruéis aos seus valores.

Cantorias das  colheitas de  café, documentos históricos da primeira edição do Dicionário  de  Verbos  e  Regimes,  poeta  que  se  suicida  por  paixão  em  1913 (psicografado  por  Chico  Xavier),  poemas  em  recortes  de  jornais  desde 1896, Suplemento  Literário  com  reconhecimento  nas  capitais  mineira  e  brasileira  e outras preciosidades recheiam as 343 páginas do livro, cuja capa foi elaborada pelo artista plástico Ademar Figueiredo e é uma realização da ALEPON - Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova, aprovada e patrocinada pelo Fundo  Estadual  da  Cultura,  do Governo  de  Minas Gerais.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Pitangal (09/06/1942) e Pitangui (25/08/1949)

                           por Carlos Ferreira
Os irmãos Pitangal (Antonio de Paula Neto) e Pitangui (João Alves de Paula) fizeram sucesso no mundo da música sertaneja. Ambos nascidos na cidade de Santa Bárbara do Monte Verde, região de Juiz de Fora, filhos de Olegário de Paula e Maria Aparecida de Paula. Pitangal foi o primeiro que buscou o sucesso. Deixou sua terra natal e veio para Juiz de Fora. Aqui, em 1963, além de cantar, fazia programa sertanejo na Rádio PRB 3, emissora que ele lembra com carinho e que era localizada na rua São João, 197 (o segundo endereço da emissora na cidade). Juiz de Fora ficava pequena para os sonhos e projetos de Pitangal, que num ato de coragem, resolveu fazer sucesso em São Paulo. Na capital paulista, formou dupla com Aladim (Aladim era oriundo da dupla Amorim e Aladim e posteriormente, fez sucesso com Alan). Quando Pitangal resolveu experimentar o sucesso em São Paulo, trouxe para o seu lugar na PRB 3 seu irmão Pitangui, que trabalhou nas rádios Nova Cidade e Juiz de Fora AM. Estabelecido em Juiz de Fora, Pitangui fazia sucesso no rádio, era compositor e fez dupla com seu irmão Pitangal. Pitangal já havia formado dupla com João Pitanga (daí a origem Pitangui), Zé Caboclo, Serrano e Abel. Na condição de compositor, Pitangui escreveu cerca de 60 músicas, que foram gravadas pelo Trio Baque Duro (SP), Joldemir (MT), Goianito e Goianá (RJ) e pelos Filhos de Minas. Pitangui cantou com João Braga, Palmerindo e Juquinha. Cantando com Pitangal, o maior sucesso da dupla foi "Roda Morena". Depois de São Paulo, Pitangal retornou. Continuou cantando e voltou para o rádio. Trabalhou nas rádios Industrial, Capital, Nova Cidade, B3 e JF. Nos bons tempos da rádio Capital ela ocupava, com absoluto sucesso de audiência, dois horários. Das 05 às 07 da manhã e das 17 às 19 horas. No período da tarde o sucesso era fabuloso, com o seu "Pitangal na Capital" ele era a opção para quem não queria acompanhar programas policiais e esportivos das demais emissoras. Enquanto as concorrentes dividiam o público com o mesmo perfil de programa, Pitangal reinava absoluto. Hoje, Pitangal permanece no rádio, numa emissora FM com o seu tradicional programa "Recanto Sertanejo". Os irmão Pitangal e Pitangui possuem um estabelecimento comercial na Avenida Getúlio Vargas, 812, o tradicional "Armarinho Hora Certa", com alvará de localização com data de 1967. Além do comércio de produtos relativos a armarinho, Pitangal continua praticandio o ofício de relojoeiro. Recentemente a dupla gravou o CD "quem ama perdoa", com 14 regravações, além de um DVD, que teve como cenário, uma fazenda na cidade de Matias Barbosa. Pitangal é pai da Engenheira Civil Priscila Cristina (formada na UFJF) e de Geovane Alberto, que é formado em  Informática. Já o Pitangui, pai do João Marcos, do Gustavo e da Soraya, que lhe deu um neto, o Giovane. As principais emissoras de rádio do país, que no processo de valorização e reconhecimento do trabalho de nossos artistas, continua tocando músicas da dupla e as mais pedidas são: Roda Morena, Parede e Meia, Vem Moreninha, Vida do Sertanejo e Laço de Fita.

Literatura

"Nas margens: experiências de suburbanos com periodismo no Rio de Janeiro"
Através de uma investigação histórica ampla e cuidadosa sobre as pequenas e, muitas vezes, efêmeras folhas publicadas nas margens das ferrovias que cortam a cidade e dos meios hegemônicos de comunicação, o autor Leandro Climaco Mendonça realizou um criativo exercício de análise para superar as dificuldades de lidar com testemunhos dispersos e fragmentados e reconstruir a intensidade das experiências dos moradores dos subúrbios com o jornalismo, entre meados do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Acompanhando as razões alegadas por cada jornalista ou diretor/proprietário para criar um jornal ou revista, o autor esmiuçou tensões e alianças entre diferentes experiências e práticas jornalísticas, dentro e fora dos subúrbios, e suas articulações com outras redes de comunicação social na cidade em meio ao silêncio ensurdecedor dos seus contemporâneos

segunda-feira, 21 de julho de 2014

21 de Julho de 1914

● Competição: Amistoso Não-Oficial (AD)
● Data: 21 de Julho de 1914
● Local: Estádio Álvaro Chaves “Laranjeiras” (no Rio de Janeiro)
● Público: Cerca de 3 mil Expectadores
● Árbitro: Harry Robinson (Inglaterra)
● Cartões Amarelos: Na Época Ainda Não Existia 

Gols do Brasil
● (1-0) Oswaldo Gomes
● (2-0) Osman
(28/1º)
(36/1º)

Seleção BrasileiraClube Pertencente
● Marcos Mendonça;
● Píndaro de Carvalho e
● Emmanuel Nery;
● Sylvio Lagreca,
● Rubens Salles © e
● Rolando;
● Abelardo,
● Oswaldo Gomes,
● Arthur Friedenreich,
● Osman e
● Formiga.
● (Fluminense/RJ)
● (Flamengo/RJ)
● (Flamengo/RJ)
● (AA São Bento/SP)
● (CA Paulistano/SP)
● (Botafogo/RJ)
● (Botafogo/RJ)
● (Fluminense/RJ)
● (Ypiranga/SP)
● (Ameérica/RJ)
● (Ypiranga/SP)
Lagreca e Rubens SallesFBS
Exeter City FC (Inglaterra)Clube Pertencente
● Reginald LORAM;
● Jack FORT e
● Samuel STRETTLE;
● Jimmy RIGBY,
● James LAGAN e
● Augustus HARDIM;
● Harold HOLT,
● Fred WHITTAKER,
● William HUNTER,
● William LOVETT e
● Fred GOODWIN.
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
● (Exeter City Football Club)
Tec: Sem RegistroFAF
Observações e Curiosidades
● Obs: Até 1922 não havia um “Técnico” propriamente dito. Quem convocava e treinava a seleção brasileira era uma “Comissão Técnica”, chamada Ground Comitee. Quem fazia o papel de técnico era o representante do time dentro de campo (“Capitão”).
● Obs: Na época o futebol brasileiro era dirigido pela Federação Brasileira de Sports (FBS)
● Ground Comitee ou Comissão Técnica: Sylvio Lagreca e Rubens Salles.
Estatísticas da Seleção Brasileira
AnoJVEDGMGSSaldo
● Em 19141100202
● Contra o Exeter City1100202
Ficha dos Atletas que Participaram da Partida
Nome do AtletaApelidoJogosGols
● Marcos Carneiro de Mendonça● Marcos10
● Píndaro de Carvalho Rodrigues● Píndaro10
● Emmanuel Augusto Nery● Nery10
● Sylvio Lagreca● Lagreca10
● Rubens Moraes Salles● Rubens Salles10
● Rolando De Lamare● Rolando10
● Abelardo de Lamare● Abelardo10
● Oswaldo Gomes● Oswaldo Gomes11
● Arthur Friedenreich● Friedenreich10
● Osman Medeiros● Osman11
● Afrodísio Xavier Camargo● Formiga10
Comissão TécnicaGround Comitee1 Jogo
Obs: Nome completo de Marcos: Marcos Cláudio Felipe Carneiro de Mendonça.
Fonte 1: www.rsssfbrasil.com
Fonte 2: www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger

Literatura

"O Efeito Marina"
"O Efeito Marina" é um relato pessoal de Alfredo Sirkis sobre o processo eleitoral de 2010, um período marcado por milhares de militantes verdes, colaboradores, simpatizantes e marineiros de todo o país.

Marina Silva ficou famosa por seu discurso sobre o desenvolvimento sustentável e preservação da natureza. Nascida em um seringal, no Acre, teve infância e adolescência de privações.

Foi alfabetizada aos 16 e depois ingressou na universidade, aderindo à militância política. A saúde frágil a levou a ter sua sentença de morte decretada por médicos mais de uma vez.

sábado, 19 de julho de 2014

RETRATAÇÃO NECESSÁRIA

NOTA DA REDAÇÃO: o texto abaixo é uma retração necessária, conforme o título elaborado pelo autor, mas é também uma reflexão acerca dos milhares de logadouros, prédio públicos e escolas públicas com o nome de ditadores criados pelo regime militar brasileiro entre 1964 e 1985.

por Silvio Prado*

Conforme dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) 3.135 escolas do ensino básico da rede pública brasileira ostentam o nome de um dos 34 presidentes que governaram o país desde a Proclamação da República, 1889.

Desse total de escolas, 976 homenageiam presidentes impostos pela ditadura militar instaurada em 1964. Portanto, temos quase mil instituições destinadas ao ensino e aos valores democráticos homenageando brucutus demolidores da democracia, criando um regime que censurou, perseguiu, prendeu, torturou, matou e fez desaparecer corpos.

Dentre os ditadores, o marechal Castelo Branco, que governou entre 1964 e 1967é quem tem mais instituições escolares lembrando tão triste figura. Em segundo lugar, aparece Costa e Silva, criador do terrível Ato Institucional número 5. Porém, as marcas e homenagens aos ditadores brasileiros não se resumem aos prédios escolares.

Mesmo terminando em 1985, a ditadura deixou marcas, não apenas na vida dos diretamente perseguidos por ela. Por isso, entre os milhares de municípios brasileiros poucos não têm uma rua que ostente o nome de algum dos generais ditadores. No Rio de Janeiro, a conhecida ponte Rio-Niterói, oficialmente se chama Ponte Presidente Costa e Silva. Em Campinas, São Paulo, temos três bairros que lembram a ditadura e seus brucutus: Vila Castelo Branco, Vila Costa e Silva e Vila 31 de março, em homenagem ao dia do golpe.

No âmbito do esporte, os ditadores militares também foram homenageados. Temos em Itabaiana, Sergipe, o estádio presidente Emilio Garrastazu Médici. Em São Bernardo do Campo, o famoso Baetão, localizado no bairro Baeta Neves, verdadeiramente não se chama Baetão, mas Umberto de Alencar Castelo Branco, o primeiro dos ditadores.

Já o grandioso Mineirão, totalmente reconstruído para os jogos da Copa, não se chama Mineirão coisa nenhuma. Se não leva o nome de algum general ditador, o estádio ostenta o nome do ex-governador de Minas, Magalhães Pinto, proprietário do antigo Banco Nacional e um dos principais articuladores e financiadores do golpe.

Até recentemente, em Belo Horizonte, havia uma rua homenageando Dan Mitrione, o policial norte-americano que a CIA enviou para dar aulas de tortura para policiais brasileiros. Depois de cumprir sua missão por aqui, Mitrione foi prestar serviços macabros aos ditadores uruguaios, mas acabou sequestrado e morto pelo grupo guerrilheiro Tupamaro, grupo que trazia entre seus lideres a figura impar que hoje ocupa a presidência daquele país, José Mujica.

Sergio Paranhos Fleury, sanguinário delegado e símbolo da repressão imposta pelos militares, também foi homenageado com nome de rua na capital paulista.

No entanto, com os 50 anos do golpe militar ganha corpo um movimento para varrer de locais públicos o nome da gentalha que em 1964 arrancou do poder um governante democraticamente eleito. Causa repulsa saber que gente criminosa possa continuar sendo nome de rua, avenida, hospital, estádio de futebol, praça ou escola.

Se o nome do instrutor de tortura Dan Mitrione, depois de grande pressão popular, foi arrancado de uma rua de Belo Horizonte, o mesmo está acontecendo com escolas públicas da cidade de Salvador, Bahia. Desde o começo do ano, o colégio que se chamava presidente Emilio Garrastazu Médici passou a se chamar colégio estadual Carlos Marighela, baiano, comunista que, resistente aos militares, foi covardemente emboscado e morto na Alameda Casa Branca, São Paulo, no dia 4 de novembro de 1969. A comunidade escolar, ao tomar conhecimento do governo truculento de Médici, exigiu a mudança.

Outras escolas de Salvador andam pelo mesmo caminho. Alunos da escola Presidente Castelo Branco estão trocando o nome do ditador pelo de um personagem histórico incomparável: Nelson Mandela.

Na escola estadual do Bairro de Vila Nova, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Costa e Silva foi para o limbo e hoje o prédio escolar daquele bairro homenageia Abdias Nascimento, figura inquestionável na luta contra o racismo, criador do Teatro Experimental do Negro, perseguido pela ditadura e exilado durante os anos de chumbo nos Estados Unidos.

Também, em Cascavel, no Paraná, em março passado, alunos da EE Presidente Costa e Silva rebatizaram o prédio com o nome do Edson Luiz da Lima Souto, estudante assassinado em 1968 pela ditadura.

Em Belém do Pará, homenageando a guerrilheira Helenira Resende, também morta pelos militares, centenas de estudantes exigiram o nome de Helenira substituindo o do truculento Costa e Silva.

Em Vitória, Espírito Santo, vereadores também propõe a troca do nome de escolas. Saem os militares, entram suas vítimas, ou seja, pessoas que deram a vida lutando por um regime democrático.

Indo além das escolas, o Comitê Memória e Justiça de Mato Grosso do Sul pede mudança no nome de duas importantes vias de Campo Grande, as avenidas presidente Costa e Silva e presidente Ernesto Geisel.

A famosa ponte Rio-Niterói, por exigência da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, logo deixará de ser Ponte presidente Costa e Silva para ganhar o nome do sociólogo Herbert de Souza, o Betinho.

Em Campinas, SP, os dois bairros que levam o nome de generais ditadores e o bairro que leva o nome 31 de Março também serão substituídos. Vitimas da truculência do regime certamente terão seus nomes devidamente lembrados na substituição.

Enfim, o Brasil parece experimentar uma interessante revisão de sua história. Na medida em que avança o debate sobre os anos de chumbo impostos pelos militares, a consciência democrática da população exige uma espécie de limpeza em milhares de locais públicos.

Ao invés de cultuar a memória de quem censurou, perseguiu, prendeu, torturou, matou e fez desaparecer corpos, a população passa a exigir que as vítimas da truculência militar (mesmo que muitas ainda tenham seus restos mortais desaparecidos) ocupem espaços que só devem ser ocupados por aqueles que acreditaram e lutaram por valores capazes de sustentar uma democracia.
*Silvio Prado é professor

Fonte: www.iranilima.com

Literatura

"O Barbeiro de Vila Rica"
Escrito pelo economista e professor Fuad Gabriel Yazbeck (in memoriam) e com prefácio de Laurentino Gomes, o romance é baseado em personagens e acontecimentos verídicos  sobre a Inconfidência Mineira. A obra traça uma linha histórica entre a trajetória de Tiradentes e a luta contra o domínio português no país, com início nos escombros do grande terremoto de Lisboa, e vai até a forca de Tiradentes, no "Largo da Lampadosa", no Rio de Janeiro
. Alexandre, personagem principal, barbeiro em Vila Rica (Ouro Preto) e amigo de Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier), é quem conduz o romance. Ao todo, foram quatro anos entre o início da pesquisa e a finalização do livro. Neste período o autor já lutava contra o câncer e, devido a doença, Fuad Yazbeck faleceu em 2013, deixando a viúva Lola Yazbeck, professora aposentada da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

67ª edição da Corrida da Fogueira

Masculino
01º - Eberth da Silva Silvério - 22min16s*
02º - Flávio Carvalho Stumpf
03º - Jocemar Fernandes

Feminino
01ª - Érika Maria José Vieira - 26min20s*

* Vencedores em 2012/13/14

Literatura

Eduardo Campos - Um Perfil (1965-2014)

O dia 13 de agosto ficará marcado como um dos mais trágicos da política brasileira. Morreu Eduardo Campos, uma das raras lideranças surgidas nesse cenário tão combalido da nossa política.
A LeYa tinha no prelo "O Lado B dos Candidatos", dos jornalistas Chico de Gois e Simone Iglesias. No livro os autores traçam o perfil de cada um dos candidatos, destacando o lado menos conhecido de cada um, sem os costumeiros recursos pirotécnicos dos "marqueteiros" de plantão, sem maquiagens, sem discursos prontos.
No contexto dessa tragédia, a LeYa amplia e publica, em separado, o perfil de Eduardo Campos. Fazer qualquer prognóstico sobre o que acontecerá com o processo eleitoral a partir de agora tornou-se uma tarefa muito difícil. Os fatos nos atropelaram... Mas a história permanece!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Rebu

A história
O Rebu se passa nos dias atuais, na região serrana do Rio de Janeiro. A história começa quando a poderosa empreiteira Ângela Mahler promove uma festa para celebrar a realização de um importante negócio com o também empreiteiro Carlos Braga (Tony Ramos), parceiro com o qual tem uma relação de interesse e velada hostilidade.
Angela tem um passado triste. Ela assume o controle da empresa após a morte do marido e dos filhos gêmeos em um acidente de helicóptero. Mesmo fragilizada, a empresária promove várias mudanças no negócio, e conta com o apoio da advogada Gilda Rezende (Cássia Kis Magro).
Tudo parece perfeito na comemoração até a chegada do misterioso Bruno Ferraz (Daniel de Oliveira), que sabe de informações secretas sobre a empreiteira de Angela. Se não bastasse esse mistério, ele é amante de Gilda e também se envolve com Duda.
Um grito de pavor da promoter Roberta (Mariana Lima) interrompe a comemoração. Um corpo é encontrado boiando na piscina da mansão. Todos passam a ser suspeitos do assassinato. Eis o "rebu".
Na trama original, assassinado e assassino foram motivo de suspense. O primeiro, Silvia (Bete Mendes), só foi conhecido no capítulo 50. O autor do crime, o próprio anfitrião da festa, Conrad, foi revelado no fim. A mulher era ex-namorada de Cauê, por quem o empresário nutria um ciúme obsessivo.
Dessa vez, o morto será conhecido logo na estreia. A Globo faz mistério, mas há um zum-zum-zum de que seria o personagem de Daniel de Oliveira. Na trama atual, a investigação do crime será conduzida pelo delegado Nuno Pedroso (Marcos Palmeira), sempre acompanhado de sua fiel assistente Rosa (Dira Paes).

Literatura

O Lado B dos Candidatos

Em outubro, os brasileiros vão eleger o(a) próximo(a) presidente da República, que terá como missão fazer o país crescer, gerar empregos, melhorar a qualidade da educação e da saúde, investir em infraestrutura e tornar o Brasil um país melhor. Os três principais concorrentes ao cargo - Dilma Rousseff, Aécio Neves e Marina Silva - aparecerão nas propagandas eleitorais como as melhores opções para o futuro e irão mostrar aquilo que consideram como pontos positivos em seus governos
A eleição presidencial de 2014 começou de um jeito e terminará de outro. Até a tragédia do dia 13 de agosto, que vitimou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), a disputa tinha tudo para ser classificada como a luta de uma avó contra dois netos de famílias tradicionais. Dilma é avó de Gabriel, Aécio Neves (PSDB) é neto de Tancredo Neves, e Eduardo tinha como avô Miguel Arraes. Mas a queda da aeronave que levava o presidenciável do PSB mudou os rumos da história e trouxe para o centro do palco uma personagem que já tivera luz própria em 2010: Marina Silva. Na disputa deste ano, por circunstâncias políticas, ela havia se ajustado na vaga de vice de Eduardo Campos.
Este livro tem como objetivo contar um outro lado dos três candidatos, tornando-os mais humanos e próximos à realidade, seja apontando seus defeitos (pessoais e administrativos) e particularidades, seja abordando questões polêmicas na atuação de cada um. A intenção não é transformar cada um deles em pequenos demônios, mas tirar dos três qualquer pretensão de se apresentarem como salvadores da pátria aos olhos dos eleitores.

domingo, 13 de julho de 2014

Copa do Mundo

Copa do Brasil termina com a segunda maior média de público na história dos Mundiais
Em termos absolutos, a Copa de 2014 também foi a segunda maior da história
As festas nas arquibancadas em todos os jogos no Mundial do Brasil marcaram a competição, elogiada por torcedores estrangeiros e brasileiros. Gente de todos os cantos, de todas as cores, de todas as bandeiras. E os números dão uma dimensão disso tudo, com 3.429.873 torcedores nas 64 partidas do torneio. É o segundo maior público da história do torneio. A média também foi a segunda maior, com 53.591 espectadores. Considerando o formato atual, com 32 países, trata-se dos maiores números até hoje.

Até este domingo a Fifa contabilizava 3,35 milhões de pessoas. Foi quando o telão do Maracanã revelou o público da final (74.738), com alemães e argentinos disputando a bola com muita intensidade em campo. O número igualou o recorde do torneio, de Argentina 2 a 1 Bósnia, em 15 de junho, no mesmo local.
A decisão contou com 4.066 alemães, 4.461 argentinos e 12.984 brasileiros - os demais ingressos não tiveram uma definição de localização, fazendo com que as três nacionalidades citadas tivessem muito mais gente envolvida. Somente da imprensa foram 2,5 mil pessoas credenciadas, um recorde neste Mundial.

Público total da Copa do Mundo, por edição
01º) Estados Unidos 1994 - 3.587.538 (52 jogos)
02º) Brasil 2014 - 3.429.873 (64 jogos)
03º) Alemanha 2006 - 3.359.439 (64 jogos)
04º) África do Sul 2010 - 3.178.856 (64 jogos)
05º) França 1998 - 2.785.100 (64 jogos)
06º) Coreia e Japão 2002 - 2.705.197 (64 jogos)
07º) Itália 1990 - 2.516.215 (52 jogos)
08º) México 1986 - 2.394.031 (52 jogos)
09º) Espanha 1982 - 2.109.723 (52 jogos)
10º) Alemanha 1974 - 1.774.022 (38 jogos)
11º) México 1970 - 1.603.975 (32 jogos)
12º) Inglaterra 1966 - 1.563.135 (32 jogos)
13º) Argentina 1978 - 1.545.791 (38 jogos)
14º) Brasil 1950 - 1.045.246 (22 jogos)
15º) Chile 1962 - 893.172 (32 jogos)
16º) Suécia 1958 - 819.810 (35 jogos)
17º) Suíça 1954 - 768.607 (26 jogos)
18º) Uruguai 1930 - 590.549 (18 jogos)
19º) França 1938 - 375.700 (18 jogos)
20º) Itália 1934 - 363.000 (17 jogos)

Média público da Copa do Mundo, por edição
01º) Estados Unidos 1994 - 68.991 (52 jogos)
02º) Brasil 2014 - 53.591(64 jogos)
03º) Alemanha 2006 - 52.491 (64 jogos)
04º) México 1970 - 50.124 (64 jogos)
05º) África do Sul 2010 - 49.669 (64 jogos)
06º) Inglaterra 1966 - 48.847 (32 jogos)
07º) Itália 1990 - 48.388 (52 jogos)
08º) Brasil 1950 - 47.511 (22 jogos)
09º) Alemanha 1974 - 46.685 (38 jogos)
10º) México 1986 - 46.039 (52 jogos)
11º) França 1998 - 43.517 (64 jogos)
12º) Coreia e Japão 2002 - 42.268 (64 jogos)
13º) Argentina 1978 - 40.678 (38 jogos)
14º) Espanha 1982 - 40.571 (52 jogos)
15º) Uruguai 1930 - 32.808 (18 jogos)
16º) Suíça 1954 - 29.561 (26 jogos)
17º) Chile 1962 - 27.911 (32 jogos)
18º) Suécia 1958 - 23.423 (35 jogos)
19º) Itália 1934 - 21.352 (17 jogos)
20º) França 1938 - 20.872 (18 jogos).
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Marina: A Vida por uma Causa"
Em formato de livro-reportagem, "Marina: A Vida por uma Causa" (Mundo Cristão, 2010), elaborado e escrito pela jornalista Marília de Camargo César, é a biografia da presidenciável.

O volume dedica um capítulo ao caso Hildebrando Pascoal. Acusado de torturar e matar o mecânico Agilson Santos Firmino, o coronel reformado da PM e ex-deputado marcou negativamente a história do estado do Acre. O crime, por sua brutalidade e repercussão internacional, não poderia ser esquecido em um trabalho como este.


Com prefácio do cineasta Fernando Meirelles, além de narrar os problemas de saúde a conversão à fé evangélica, conta a trajetória da menina que cresceu em um seringal, aprendeu a ler na adolescência e tornou-se deputada estadual, senadora e ministra.

Copa do Mundo

           Alemanha x Argentina
 As seleções principais dos dois países já se enfrentaram 20 vezes, com 09 vitórias da Argentina, 05 empates e 06 triunfos da Alemanha. Nestes jogos, foram assinalados ao todo 56 gols, sendo 28 argentinos e 28 alemães.

Confrontos: 
08/06/1958 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental - Malmö Stadion (Malmö, Suécia)
16/07/1966 - Alemanha Ocidental 0 x 0 Argentina - Villa Park (Birmingham, Inglaterra)
14/02/1973 - Alemanha Ocidental 2 x 3 Argentina - Olympiastadion (München, Alemanha Ocidental)
05/06/1977 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental - La Bombonera (Buenos Aires, Argentina)
12/09/1979 - Alemanha Ocidental 2 x 1 Argentina - Olympiastadion (Berlin, Alemanha Ocidental)
01/01/1981 - Argentina 2 x 1 Alemanha Ocidental - Estádio Centenário (Montevideo, Uruguai)
24/03/1982 - Argentina 1 x 1 Alemanha Ocidental - Monumental de Núñez (Buenos Aires, Argentina)
12/09/1984 - Alemanha Ocidental 1 x 3 Argentina - Rheinstadion (Düsseldorf, Alemanha Ocidental)
29/06/1986 - Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental - Azteca (Cidade do México)
16/12/1987 - Argentina 1 x 0 Alemanha Ocidental - José Amalfitani (Buenos Aires, Argentina)
02/04/1988 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina - Olympiastadion (Berlin, Alemanha Ocidental)
08/07/1990 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina - Stadio Olimpico (Roma, Itália)
15/12/1993 - Argentina 2 x 1 Alemanha - Orange Bowl (Miami, Estados Unidos)
17/04/2002 - Alemanha 0 x 1 Argentina - Gottlieb-Daimler-Stadion (Stuttgart, Alemanha)
09/02/2005 - Alemanha 2 x 2 Argentina - Rheinstadion/LTU Arena (Düsseldorf, Alemanha)
21/06/2005 - Alemanha 2 x 2 Argentina - Frankenstadion (Nürnberg, Alemanha)
30/06/2006 - Alemanha 1 x 1 Argentina [PK 4x2] - Olympiastadion (Berlin, Alemanha)
03/03/2010 - Alemanha 0 x 1 Argentina - Allianz Arena (München, Alemanha)
03/07/2010 - Argentina 0 x 4 Alemanha - Green Point (Cape Town, África do Sul)
15/08/2012 - Alemanha 1 x 3 Argentina - Waldstadion (Frankfurt, Alemanha)
13/07/2014 - Alemanha x Argentina - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)

Seis jogos da lista acima foram duelos válidos por Copas do Mundo: 1958, 1966, 1986, 1990, 2006 e 2010.

Em 1958, na Suécia, a Alemanha Ocidental venceu por 3 a 1, de virada. A Argentina, vestida com camisas amarelas do IFK Malmö, clube local, abriu o placar com Corbatta, mas a Alemanha Ocidental virou com dois gols de Rahn e um de Seeler.

Em 1966, na Copa da Inglaterra, houve empate sem gols em Birmingham. Vinte anos depois, na Cidade do México, Alemanha Ocidental e Argentina decidiram o Mundial. Com gols de Brown e Valdano, os argentinos abriram 2 a 0. Os alemães empataram graças aos tentos de Rummenigge e Völler. Mas, aos 38 minutos do segundo tempo, Burruchaga marcou o gol do bi argentino.

Em 1990, na Itália, novamente a decisão da Copa do Mundo foi entre Argentina e Alemanha Ocidental, no Estádio Olímpico de Roma. Andreas Brehme, de pênalti, aos 40 minutos do segundo tempo, marcou o gol do tricampeonato alemão.

Em 2006, na Alemanha, os dois gigantes voltaram a se enfrentar, no Estádio Olímpico de Berlim. A Argentina abriu o placar com Roberto Ayala, a Alemanha empatou com Klose, e a partida foi para os pênaltis. Neuville, Ballack, Podolski e Borowski converteram para a Alemanha. Cruz e Maxi Rodríguez converteram para a Argentina, mas Lehmann defendeu as cobranças de Roberto Ayala e Cambiasso. A vitória por 4 a 2 nas cobranças levou a Alemanha à semifinal.

Em 2010, na Cidade do Cabo, na África do Sul, na fase das quartas-de-final daquele Mundial, a Alemanha venceu a Argentina facilmente, por 4 a 0, com gols de Thomas Müller, Klose 2 e Friedrich.

Em 2014, Alemanha e Argentina farão a final da Copa do Mundo do Brasil, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A decisão entre as duas tradicionais seleções se repetirá pela terceira vez na história dos Mundiais. A Alemanha busca seu quarto título, e a Argentina quer sua terceira taça.

03/07/2010 - Argentina 0 x 4 Alemanha
Ficha Técnica
03/07/2010 - Argentina 0 x 4 Alemanha - Green Point (Cape Town, África do Sul)
Motivo: Copa do Mundo de 2010 - Quartas-de-final.
Público: 64.100 presentes.
Árbitro: Ravshan Irmatov (Uzbequistão).
Auxiliares: Rafael Ilyasov (Uzbequistão) e Bakhadyr Kochkarov (Quirguistão).
Argentina: Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez, Messi e Di María (Agüero); Tévez e Higuaín. Técnico: Diego Maradona.
Alemanha: Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger; Thomas Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose. Técnico: Joachim Löw.
Gols: Thomas Müller (3' do 1º tempo), Klose 2 (23' do 2º tempo e 44' do 2º tempo) e Friedrich (29' do 2º tempo).

30/06/2006 - Alemanha 1 x 1 Argentina [PK 4 x 2]
Ficha Técnica
30/06/2006 - Alemanha 1 x 1 Argentina [PK 4 x 2] - Olympiastadion (Berlin, Alemanha)
Motivo: Copa do Mundo de 2006 - Quartas-de-final.
Público: 72.000 presentes.
Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia).
Auxiliares: Roman Slysko (Eslováquia) e Martin Balko (Eslováquia).
Alemanha: Lehmann; Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Frings, Schneider (Odonkor), Ballack e Schweinsteiger (Borowski); Podolski e Klose (Neuville). Técnico: Jürgen Klinsmann.
Argentina: Abbondanzieri (Franco); Coloccini, Roberto Ayala, Heinze e Sorin; Luis González, Mascherano, Riquelme (Cambiasso) e Maxi Rodriguez; Tévez e Crespo (Cruz). Técnico: José Pekerman.
Gols: Roberto Ayala (4' do 2º tempo) e Klose (35' do 2º tempo).
Prorrogação: 0 x 0.
Definição por pênaltis:
- para a Alemanha, Neuville, Ballack, Podolski e Borowski converteram;
- para a Argentina, Cruz e Maxi Rodríguez converteram, Roberto Ayala e Cambiasso perderam;
- Alemanha 4, Argentina 2.

08/07/1990 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina
Ficha Técnica
08/07/1990 - Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina - Stadio Olimpico (Roma, Itália)
Motivo: Copa do Mundo de 1990 - Decisão.
Público: 73.603 presentes.
Árbitro: Edgardo Codesal Méndez (México).
Auxiliares: Armando Pérez Hoyos (Colômbia) e Michal Listkiewicz (Polônia).
Alemanha Ocidental: Illgner; Berthold (Reuter), Augenthaler, Buchwald, Kohler e Andreas Brehme; Häßler, Matthäus e Littbarski; Völler e Klinsmann. Técnico: Franz Beckenbauer.
Argentina: Goycochea; Simón, Serrizuela e Ruggeri (Monzón); Lorenzo, Basualdo, Burruchaga (Calderón), Troglio e Sensini; Maradona e Dezotti. Técnico: Carlos Salvador Bilardo.
Gol: Andreas Brehme, de pênalti, aos 40 minutos do segundo tempo.
Expulsões: Monzón e Dezotti.

29/06/1986 - Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental
Ficha Técnica
29/06/1986 - Argentina 3 x 2 Alemanha Ocidental - Azteca (Cidade do México)
Motivo: Copa do Mundo de 1986 - Decisão.
Público: 114.600 presentes.
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (Brasil).
Auxiliares: Erik Fredriksson (Suécia) e Berny Ulloa Morera (Costa Rica).
Argentina: Pumpido; Brown, Ruggeri e Cuciuffo; Giusti, Batista, Burruchaga (Trobbiani), Enrique e Olarticoechea; Maradona e Valdano. Técnico: Carlos Salvador Bilardo.
Alemanha Ocidental: Schumacher; Berthold, Jakobs, Förster, Briegel e Brehme; Eder, Matthäus e Magath (Hoeneß); Rummenigge e Allofs (Völler). Técnico: Franz Beckenbauer.
Gols: Brown (23' do 1º tempo), Valdano (11' do 2º tempo), Rummenigge (29' do 2º tempo), Völler (36' do 2º tempo) e Burruchaga (39' do 2º tempo).

16/07/1966 - Alemanha Ocidental 0 x 0 Argentina
Ficha Técnica
16/07/1966 - Alemanha Ocidental 0 x 0 Argentina - Villa Park (Birmingham, Inglaterra)
Motivo: Copa do Mundo de 1966 - Primeira Fase.
Público: 51.419 presentes.
Árbitro: Konstantin Zecevic (Iugoslávia).
Alemanha Ocidental: Tilkowski; Schulz, Hottges, Weber, Beckenbauer e Schnellinger; Brulls e Overath; Seeler, Haller e Held. Técnico: Helmut Schön.
Argentina: Roma; Marzolini, Perfumo, Ferreiro e Rattin; Albrecht, Onega e Solari; González, Artime e Más. Técnico: Juan Carlos Lorenzo.
Expulsão: Albrecht.

08/06/1958 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental
Ficha Técnica
08/06/1958 - Argentina 1 x 3 Alemanha Ocidental - Malmö Stadion (Malmö, Suécia)
Motivo: Copa do Mundo de 1958 - Primeira Fase.
Público: 31.156 presentes.
Árbitro: Reginald Leafe (Inglaterra).
Argentina: Amadeo Raul Carrizo; Federico Vairo, Juan Francisco Lombardo e Nestor Raul Rossi; Jose Varacka e Pedro Rodolfo Dellacha; Oreste Omar Corbatta, Norberto Menendez, Alfredo Hugo Rojas, Osvaldo Bernardo Cruz e Eliseo Prado. Técnico: Guillermo Stábile.
Alemanha Ocidental: Fritz Herkenrath; Herbert Erhardt, Horst Szymaniak, Horst Eckel e Erich Juskowiak; Georg Stollenwerk, Hans Schafer, Fritz Walter e Alfred "Aki" Schmidt; Helmut Rahn e Uwe Seeler. Técnico: Sepp Herberger.
Gols: Rahn 2 e Seeler para a Alemanha Ocidental, Corbatta para a Argentina.
Fonte:www.jornalheiros.blogspot.com.br

Literatura

terça-feira, 8 de julho de 2014

Copa do Mundo

                      Brasil x Alemanha
Brasil e Alemanha são as duas seleções mais vitoriosas da história do futebol. O domínio das duas nações estabelece estatísticas impressionantes em Copas do Mundo. São as duas equipes com mais finais disputadas: 07 cada uma. Outra: pelo menos um dos dois países esteve entre os quatro primeiros colocados em todas as edições do torneio, com exceção da primeira, em 1930, no Uruguai.

Confiram a lista completa com as 21 partidas da Seleção Brasileira principal contra a Alemanha, incluindo o período da Alemanha Ocidental (12 vitórias brasileiras, 05 empates e 04 triunfos alemães, 39 gols do Brasil e 24 gols da Alemanha):
05/05/1963 - Alemanha Ocidental 1 x 2 Brasil - Volksparkstadion (Hamburg, Alemanha Ocidental)
06/06/1965 - Brasil 2 x 0 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
16/06/1968 - Alemanha Ocidental 2 x 1 Brasil - Neckarstadion (Stuttgart, Alemanha Ocidental)
14/12/1968 - Brasil 2 x 2 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
16/06/1973 - Alemanha Ocidental 0 x 1 Brasil - Olympiastadion (Berlin, Alemanha Ocidental)
12/06/1977 - Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
05/04/1978 - Alemanha Ocidental 0 x 1 Brasil - Volksparkstadion (Hamburg, Alemanha Ocidental)
07/01/1981 - Brasil 4 x 1 Alemanha Ocidental - Centenário (Montevideo, Uruguai)
19/05/1981 - Alemanha Ocidental 1 x 2 Brasil - Neckarstadion (Stuttgart, Alemanha Ocidental)
21/03/1982 - Brasil 1 x 0 Alemanha Ocidental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
12/03/1986 - Alemanha Ocidental 2 x 0 Brasil - Waldstadion (Frankfurt, Alemanha Ocidental)
12/12/1987 - Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental - Mané Garrincha (Brasília, Brasil)
16/12/1992 - Brasil 3 x 1 Alemanha - Beira-Rio (Porto Alegre, Brasil)
10/06/1993 - Brasil 3 x 3 Alemanha - Robert F. Kennedy Stadium (Washington, EUA)
17/11/1993 - Alemanha 2 x 1 Brasil - Müngersdorfer Stadion (Köln, Alemanha)
25/03/1998 - Alemanha 1 x 2 Brasil - Gottlieb-Daimler Stadion (Stuttgart, Alemanha)
24/07/1999 - Brasil 4 x 0 Alemanha - Jalisco (Guadalajara, México)
30/06/2002 - Brasil 2 x 0 Alemanha - Estádio Internacional (Yokohama, Japão)
08/09/2004 - Alemanha 1 x 1 Brasil - Olympiastadion (Berlin, Alemanha)
25/06/2005 - Alemanha 2 x 3 Brasil - Frankenstadion (Nürnberg, Alemanha)
10/08/2011 - Alemanha 3 x 2 Brasil - Gottlieb-Daimler Stadion (Stuttgart, Alemanha)
08/07/2014 - Brasil x Alemanha - Mineirão (Belo Horizonte, Brasil)

O jogo de 30 de junho de 2002, em Yokohama, foi a decisão da Copa do Mundo da Coreia do Sul e do Japão. O Brasil venceu a Alemanha por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo, e faturou sua quinta taça.

O duelo deste 08 de julho de 2014, em Belo Horizonte, será a semifinal da Copa do Mundo do Brasil. O vencedor do confronto enfrentará o ganhador de Holanda x Argentina na decisão do Mundial, no Rio de Janeiro. domingo, 13 de julho.

Observação: Ocorreram ainda 4 jogos da Seleção Brasileira contra a Alemanha Oriental (seleção mais fraca que a da Alemanha Ocidental, não considerada pela FIFA nas estatísticas da atual Alemanha):
26/06/1974 - Brasil 1 x 0 Alemanha Oriental - Niedersachsenstadion (Hannover, Alemanha Ocidental)
26/01/1982 - Brasil 3 x 1 Alemanha Oriental - Castelão (Natal, Brasil)
08/04/1986 - Brasil 3 x 0 Alemanha Oriental - Serra Dourada (Goiânia, Brasil)
13/05/1990 - Brasil 3 x 3 Alemanha Oriental - Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)

Observação II: Entre as Seleções Olímpicas, houve três partidas, todas disputadas nos torneios de futebol dos Jogos Olímpicos (Helsinki-1952, Los Angeles-1984 e Seul-1988):
24/07/1952 - Alemanha 4 x 2 Brasil - Pallokenttä (Helsinki, Finlândia)
01/08/1984 - Brasil 1 x 0 Alemanha Ocidental - Stanford Stadium (Palo Alto, EUA)
27/09/1988 - Brasil 1 x 1 Alemanha Ocidental [PK 4x3] - Estádio Olímpico (Seul, Coreia do Sul)

Observação III: A Seleção Brasileira disputou também 3 jogos contra combinados e clubes alemães:
22/05/1963 - Combinado Alemão 0 x 3 Brasil - (Berlin, Alemanha Ocidental)
13/06/1972 - Brasil 2 x 0 Hamburg - Mineirão (Belo Horizonte, Brasil)
26/05/1974 - Combinado do Sudoeste Alemão 2 x 3 Brasil - (Ludwigshafen, Alemanha Ocidental).
Fonte: www.jornalheiros.blogspot.com.br

Literatura

sábado, 5 de julho de 2014

COPA DO MUNDO

Lesões graves durante Mundiais: lista tem Pelé, Puskas, Beckenbauer e espaço para heróis
Corte de Neymar da Copa do Mundo não é "privilégio" do camisa 10 da Seleção

Em 1962, no Chile, o "rei do futebol" teve uma lesão muscular no segundo jogo do Mundial, contra a Tchecoslováquia, e viu a conquista do título fora das quatro linhas. Amarildo, seu substituto, se destacou em campo e foi peça importante na celebração da segunda conquista mundial da Seleção

Quatro anos de preparação que vão embora em segundos, nas palavras de um médico. Ser cortado no meio de uma Copa do Mundo deve ser um dos momentos mais dolorosos na carreira de um jogador de futebol. Craque da Seleção Brasileira, Neymar passou por essa sensação desagradável nesta sexta-feira, em Fortaleza, ao fraturar uma vértebra na vitória sobre a Colômbia. Agora o Brasil segue sem sua principal estrela para a semifinal, diante da Alemanha, na próxima terça-feira, às 17h, no Mineirão. Mas a saída de um dos craques no meio da competição não é novidade ao longo da história. Destaques como Pelé, Puskas e Beckenbauer já sofreram desse mal. Ainda houve lesões que abriram espaços para novos heróis, como Goycochea, Márcio Santos e Materazzi. Veja abaixo uma lista de jogadores lesionados durante os Mundiais.

Pelé
A frustração de Neymar já foi sentida por grandes craques das Copas do Mundo e por desconhecidos, que entraram na vaga de atletas lesionados e se consagraram. Há também os casos de contusões que chamaram atenção pela gravidade, não pelo personagem envolvido. Porém, a maior inspiração para a sequência da Seleção Brasileira está em Pelé, aclamado como o melhor jogador de todos os tempos. Em 1962, no Chile, o “rei do futebol” teve uma lesão muscular no segundo jogo do Mundial, contra a Tchecoslováquia, e viu a conquista do título fora das quatro linhas. Amarildo, seu substituto, se destacou em campo e foi peça importante na celebração da segunda conquista mundial da Seleção. Quatro anos mais tarde, em 66, na Inglaterra, Pelé se machucou novamente, mas o roteiro foi diferente, com o time canarinho eliminado e os donos da casa campeões. Será que Felipão encontrará um Amarildo para substituir sua principal estrela? Manifestações em redes sociais pedem que um "novo Amarildo" entre para ajudar a Seleção.

Puskas
A Hungria de 1954 perdeu a final para a Alemanha e o time que era a sensação da Copa da Suíça terminou sem o título. Ferenc Puskas era o grande craque da equipe e, durante a fase de grupos, ajudou os húngaros na vitória por 8 a 3 sobre os germânicos. Depois de se lesionar na goleada, ele só voltou para a final, mas viu os alemães ganharem por 3 a 2 e serem campeões.

Beckenbauer
Considerado o maior jogador da Alemanha de todos os tempos, Franz Beckenbauer se machucou numa semifinal de Copa, em 1970, no México. Como o técnico Helmut Schon já havia feito as substituições permitidas, o Kaiser foi para o sacrifício com uma tipoia improvisada para continuar em campo contra os italianos. Em jogo frenético, a Azzurra venceu e foi para a final contra o Brasil.

Reposição
Há casos de lesões que são minimizadas pela reposição ocorrida. Pumpido (1990), Ricardo Rocha (1994) e Nesta (2006) sofreram contusões que os fizeram perder o Mundial. Mas, em todos os casos, os substitutos deram conta do recado. Na Copa da Itália, Goycochea entrou no gol da Argentina para não sair mais, e ajudou o time a ficar com o segundo lugar, se destacando pelos pênaltis defendidos. Quatro anos depois, nos Estados Unidos, o zagueiro brasileiro deu lugar a Márcio Santos, peça eficiente no tetra.

Por fim, o italiano Nesta cedeu espaço para Materazzi, autor do gol que permitiu à Itália levar a decisão contra a França, em 2006, para os pênaltis. O título ficou com a Azzurra e o defensor foi celebrado. Outro lance curioso vivido por ele foi a cabeçada disparada por Zinedine Zidane, que teve repercussão mundial.

Outros dois grandes defensores se lesionaram em Copas:Baresi e Gamarra. O italiano perdeu grande parte da competição nos Estados Unidos, e só voltou a campo na decisão contra a Seleção Brasileira. O líbero ainda desperdiçou um pênalti. Já o paraguaio se machucou em 1998, contra a França, e se despediu da Copa no “Gol de Ouro” marcado por Lauren Blanc, único da história dos Mundiais. Gamarra carrega o símbolo de ter sido eficiente na marcação sem cometer nenhuma falta na competição.

Lances violentos
O francês Patrick Battiston passou por um susto em 1982, na Espanha. Em uma dividida com o goleiro alemão, Schumacher, ele quebrou três dentes e foi cortado. Os Bleus foram às quartas daquele torneio, mas saíram para a Alemanha. Outra ausência durante o Mundial aconteceu em 1994, no jogo entre Estados Unidos e Brasil. Leonardo acertou cotovelada em Tab Ramos, que fraturou o rosto. O jogador brasileiro pegou quatro jogos de gancho e também ficou fora da disputa, com Branco assumindo a titularidade.
Fonte: www.superesportes.com.br