domingo, 16 de agosto de 2015

Alecrim Futebol Clube

Fundado pelo ex-presidente da República João Augusto Fernandes Campos Café Filho, em 15 de agosto de 1915, no bairro do Alecrim, próximo da atual Igreja São Pedro, o Alecrim Futebol Clube  comemorou, neste sábado, seu centenário.
Café Filho assumiu a presidência da República com o suicídio de Getúlio Vargas. Ele ficou no poder entre 24 de agosto de 1954 e 8 de novembro de 1955, quando foi afastado por motivos de saúde.
Mas não foi só Café Filho uma das estrelas deste centenário do Alecrim. O clube potiguar ainda viu o eterno Garrincha vestir a camisa alviverde em uma oportunidade. O anjo das pernas tortas defendeu o Alecrim em 4 de fevereiro de 1968, no Juvenal Lamartine, em um amistoso contra o Sport Recife. Os pernambucanos venceram, por 1 a 0.
Se Café Filho chegou ao poder e Mané Garrincha conquistou o mundo em 1958 e 1962 com a Seleção Brasileira, o Alecrim dominou o Rio Grande do Norte em sete oportunidades. O Periquito, mascote do clube, foi campeão do Campeonato Potiguar em 1924, 1925, 1963, 1964, 1968 (invicto), 1985 e 1986.
No cenário nacional, o Alecrim conquistou seu último acesso, em 2009, na então recém-criada Série D do Brasileirão. O problema é que, na temporada seguinte, o clube potiguar foi rebaixado na Série C. Nas divisões do Brasileirão, a última participação do Alecrim foi na Série D de 2011. Já em 2015, o Alecrim foi eliminado ainda na Primeira Fase da Copa do Brasil pelo Tupi.
Na temporada 2015, outros três clubes nordestinos também comemoraram o centenário. O Campinense fez festa em 12 de abril. Enquanto isso, o ABC completou 100 anos em 29 de junho e o rival América de Natal em 14 de julho.
FONTE: www.carlosferreirajf.blogspot.com

Literatura

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Sr Miguel, Sr Didi e Sr Niquinha

Três homens que dedicaram suas vidas em prol do bairro Floresta

por Carlos Ferreira

Estou falando, ou melhor, escrevendo sobre três amigos que aqui viveram, dedicaram suas vidas ao tradicional bairro Floresta. Miguel Priamo Carbogim, Edson Maini (o Sr Didi) e Antonio Bassoli (o Sr Niquinha). O primeiro, Flamenguista, muita das vezes para me agradar, tecia elogios ao Fluminense e os dois últimos, Botafoguenses. Minha relação com os três era distinta. Com o Sr Miguel, desde quando o conheci, em março de 2001, era uma relação bem próxima, até mesmo pela localização de nossas residências, pautada pelo respeito mútuo. Com o Sr Didi, era norteada pela afinidade política, já que na época que o conheci, éramos simpatizantes da administração do prefeito Custódio Matos, com a qual, Sr Didi presidente da Associação de Moradores, conseguiu muitas melhorias, inclusive o tão esperado asfalto das ruas do bairro. Com o Sr Niquinha, o qual eu chamava de Sr Bassoli, era uma relação marcada pela dedicação ao rádio e ao futebol. Eu militava no rádio esportivo de Juiz de Fora e ele ia ao estádio torcer para o Tupi. No estádio, com o radinho ligado na emissora para a qual eu trabalhava, e acompanhado de amigos e parentes, incluindo seu neto, o então garoto Hugo, hoje o bem-sucedido advogado Hugo Bassoli, Sr Niquinha comentava com orgulho: "Está vendo aquele repórter lá no campo? - é nosso vizinho, é meu amigo!

O tempo passou, eles partiram e o bairro poderá perfeitamente prestar a eles uma eterna homenagem. A comunidade já, com justiça, prestou uma homenagem a Sebastião Lucindo Severino, antigo morador do bairro, que substituiu o nome da rua Mulungu, uma árvore frutífera da região Amazônica e Júlio Álvares de Assis, da tradicional família Assis, na antiga estrada velha ou rua do Bambuzal. Na região do "Mundo Novo" a rua Bela Vista foi alterada para rua Maria Conceição Rezende, homenageada que os moradores desconhecem. A Alameda Mundo Novo também já teve seu nome alterado. No bairro Retiro, Dr Saulo Vilela recebeu uma merecida homenagem, emprestando seu nome a uma das vias do bairro. No Jardim Esperança, João Pires de Almeida, Sebastião José Roque, Alberto Guedes e Guido Bassoli, pessoas da comunidade, estão com seus nomes perpetuados com nomes nas ruas do bairro. Tudo isso dito, quero aqui sugerir que a Alameda do Cedro, cuja árvore já não existe mais, tenha seu nome alterado para AVENIDA MIGUEL CARBOGIM, até porque é comum as pessoas perguntarem: em qual lado você mora? do lado da fábrica ou na avenida? A rua do Ipê, passe a ser denominada RUA EDSON MAINI e que a rua das Laranjeiras tenha seu nome alterado para RUA ANTONIO BASSOLI. No passado a Alameda do Cedro teve seu nome alterado, mas os moradores, cobertos de razão, não aceitaram, já que o homenageado era desconhecido de todos. Já os nomes aqui sugeridos dispensam apresentação e não acredito que haverá posicionamento contrário. O argumento de que "terei que trocar os nomes na CEMIG e na CESAMA", é frágil, já que basta um simples telefonema, envio de e-mail, ou talvez, nem isso. 
Com a palavra a comunidade!

Literatura

"Atletas Olímpicos Brasileiros"

A história brasileira em Jogos Olímpicos completou, no início do mês, 95 anos. Desde 1920, na edição da Antuérpia, na Bélgica, 1796 atletas do país já disputaram o maior evento poliesportivo do mundo, e a professora da USP (Universidade de São Paulo) Kátia Rubio juntou todas essas histórias em um livro só livro.

São 1796 verbetes em um livro de 648 páginas, que traz uma pequena biografia de cada um dos esportistas que representaram o país nos Jogos Olímpicos. Destes, 314 já faleceram, mas neste caso, a autora foi atrás dos familiares para entender a história de vida dos atletas.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Viola Minha Viola

Ariclenes Venâncio Martins, o Lima Duarte, deve ser o novo apresentador do programa Viola Minha Viola, da TV Cultura de Sãon Paulo. Com a morte de Inezita Barroso, ocorrida em março, foi cogitada a possibilidade de extinção dio programa. Lima Duarte, 85 anos, mineiro de Sacramento e morador de Indaiatuba, na região de Campinas, além de ator, acumula a experiência de apresentador, por ter substituído Rolando Boldrin, no antigo programa Som Brasil, da TV Globo.
Sérgio Reis, de 75 anos, Renato Teixeira, de 70 e Léo Canhoto, da dupla Leo Canhoto e Robertinho, também tiveram seus nomes cogitados.

Literatura

"Festas de Carros de Boi"
Muitos pensavam que, com os meios de transportes modernos e evolução tecnológica, os carros de boi e as suas cantigas peculiares iriam desaparecer, e só os encontrariam em museus, telas de pinturas ou esquecidos em fazendas antigas. Contudo, ocorreu uma reinvenção para o uso dos carros de boi, saíram do labutar para o festejar. Neste trabalho o autor, Rogério Correa - nascido em Vazante-MG e radicado no Distrito Federal, mergulha na sua história, na cultura de um povo, e com riqueza de detalhes e fotografias, mostra o porquê das Festas de Carros de Boi fazerem parte do calendário cívico de algumas cidades Brasileiras. Especialmente, por encantar todos os participantes e visitantes de vários lugares do Brasil e do exterior, independente do sexo e idade. É paixão a primeira vista, seja pela cultura, pela tradição, por curiosidade, pelo festar e por ter se tornado um acontecimento histórico.

sábado, 18 de julho de 2015

Morre Dirceu Pereira

Morreu na madrugada de sexta feira, 18/07, , em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, o jornalista e radialista Dirceu Pereira de Araújo. Dirceu Pereira estava internado no Hospital Biocor, em decorrência de complicações do quadro de diabetes.

O radialista tinha 74 anos, (nasceu no dia 28 de abril de 1941, em Belo Horizonte), e ficou conhecido por sua longa carreira na rádio Itatiaia, com o programa "Dirceu Pereira 20 horas". Ele também trabalhou na TV Alterosa, onde apresentou o programa "O Povo na TV", sucesso década de 1980. Ingressou na política como deputado estadual, entre os anos de 1989 a 1991, e foi prefeito de Ribeirão das Neves de 2001 a 2004.

Dirceu Pereira esteve diretamente ligado com o esporte mineiro, sendo presidente da Associação Mineira dos Cronistas Esportivos (AMCE) por três mandatos, e também foi vice-presidente em anos anteriores. Ele também foi diretor operacional e chefe de gabinete da Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais (Ademg).

O corpo foi velado no salão nobre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e sepultado na manhã deste sábado, no Cemitério da Saudade, na Região Leste da capital mineira.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Literatura

"Ditadura À Brasileira - 1964-1985 A Democracia Golpeada À Esquerda e À Direita"

Um livro fundamental para quem quer entender as peculiaridades da ditadura brasileira. Com seu estilo coloquial, direto e despojado, e após polemizar em torno do comportamento do Poder Judiciário e do escândalo político no livro Mensalão, Marco Antonio Villa agora desmistifica a ditadura brasileira, tanto em sua duração como em seus efeitos. Narra aqui a história desse período de maneira simples e objetiva, com o intuito de ser claro e transparente.

domingo, 12 de julho de 2015

Corrida da Fogueira -

68ª edição - Resultados
Masculino:
01º - Marcos Vinícius Coelho, de 24 anos, percorreu 07km no tempo recorde de 22min11s,
02º - Eberth Silvério, com 22min30s,
03º - Flávio Carvalho Stumpf, com 22min34s.

Feminino:
01º - Amanda Aparecida de Oliveira, de 18 anos, com 28min42s,
02º - Aline Barbosa dos Santos, com 30min06s,
03º - Talita de Oliveira Antunes, com 30min38s.

Literatura

"1964 - História do Regime Militar Brasileiro"
Marcos Napolitano, conhecido historiador da USP, discute neste livro sólido e bem escrito as principais questões desses “anos de chumbo” e faz um um balanço histórico do regime militar.
A ditadura durou muito graças ao apoio da sociedade civil, anestesiada pelo “milagre” econômico? Foi Geisel, com a ajuda de Golbery, o pai da abertura, ou foi a sociedade quem derrubou os militares do poder? Como era o dia a dia das pessoas durante o regime militar? Como a cultura aflorou naquele momento? O que aconteceu com a oposição e como ela se reergueu? Qual a reação da sociedade (e do governo) à tortura e ao “desaparecimento” de presos políticos?

sábado, 4 de julho de 2015

Tocha Olímpica

Rio 2016
Tocha Olímpica passará por 300 cidades brasileiras
O símbolo dos Jogos Olímpicos vai passar por todos os estados brasileiros até chegar ao Rio de Janeiro, onde será usada para acender a pira Olímpica na cerimônia de abertura, no Maracanã

Principal símbolo das Olimpíadas, a Tocha Olímpica vai percorrer cerca de 300 cidades brasileiras, entre elas todas as capitais estaduais, até agosto de 2016, quando chegará ao Rio de Janeiro para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. O anúncio oficial do modelo da Tocha Olímpica e da Rota de Revezamento foi feito nesta sexta-feira, dia 03 de julho, em Brasília, durante cerimônia com a participação da presidente Dilma Rousseff.

A jornada da tocha começa em maio de 2016, na Grécia, onde será acesa em Olímpia, cidade-berço das Olimpíadas. Depois, viaja uma semana por cidades gregas até chegar à capital Atenas. De lá, a tocha segue, de avião, direto para o Brasil.

Durante a rota do revezamento no Brasil, a tocha será carregada por cerca de 12 mil condutores, movendo-se por 19,7 mil km de rota terrestre e 8,8 mil km de rota aérea, em até 04 cidades por dia. O objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas, aumentar a participação do povo brasileiro em torno dos jogos, contar histórias do Brasil e promover celebrações diárias.

Foram escolhidos, inicialmente, 82 municípios do Brasil onde a Tocha Olímpica deverá pernoitar. Além de fazer parte da Rota, cada um desses municípios vai receber um grande evento, que inclui show musical nacional e outras atrações. No processo de indicação dos condutores da tocha, a população será chamada a indicar os escolhidos em cada cidade do roteiro. Isso será feito em parceria com os patrocinadores oficiais do revezamento. O circuito básico da tocha foi definido baseado em critérios logísticos, turísticos e culturais.

As lendas dos povos antigos afirmam que o fogo foi enviado dos céus como dádiva divina. Na mitologia grega, Prometeu roubou o fogo dos deuses no monte Olimpo e o ofereceu aos humanos. O fogo era tão importante que, em algumas sociedades, mantinha-se acesa uma chama perpétua. Na Grécia, muitas casas tinham uma lareira sagrada, que representava a vida ou o espírito das pessoas.

Na Grécia Antiga, uma tocha viajava para anunciar que os Jogos estavam chegando e as guerras deveriam cessar. Os Jogos Olímpicos originais destinavam-se a atiçar as chamas da adoração. Surgiram como festividades religiosas em honra a Zeus, supremo entre os deuses do Olimpo. Foram realizados a cada quatro anos, de 776 a.C. a 394 d.C., quando o imperador romano Teodósio decretou que “as festividades pagãs deviam cessar". A Grécia, que na época fazia parte do Império Romano, obedeceu.

Tocha olímpica na era moderna
A prática moderna de mover a tocha olímpica por meio de um sistema de revezamento desde Olímpia, na Grécia, até o local dos Jogos começou na edição de Berlim, em 1936. Embora na maior parte do tempo a tocha seja levada por alguém correndo, ela tem sido transportada de várias formas. Viajou de barco em 1948 para cruzar o Canal da Macha e foi levada de avião pela primeira vez em 1952, quando chegou a Helsinque. Acender a pira olímpica depois do revezamento da tocha tem sido um dos eventos mais emocionantes dos Jogos Olímpicos.

A cada edição, tenta-se acender a pira olímpica de maneiras mais belas e originais. Na cerimônia de abertura dos Jogos de 1992, em Barcelona, os espanhóis resolveram inovar. Um arqueiro disparou uma flecha com o fogo olímpico para acender a pira. Mas a filmagem de um cinegrafista amador revelou a farsa: a flecha passou por cima da pira, que foi acesa por um dispositivo automático.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

"Júlio Mesquita e Seu Tempo em quatro volumes"
No livro o autor narra a trajetória do filho de imigrantes portugueses analfabetos, nascido em Campinas em 1862. Júlio Mesquita aprendeu a ler por acaso, meteu-se na luta abolicionista na adolescência, estudou direito e, com 26 anos, em 1888, empregou-se em um jornal com 904 assinantes. Fez a empresa dar lucro e acabou comprando O Estado de S. Paulo. Em 1927, ano de sua morte, o jornal tinha 48,6 mil assinantes. Um crescimento de 10,5% ao longo de 40 anos. Júlio Mesquita dividiu as carreiras de jornalista e político. Foi vereador, deputado, líder de bancada e dirigente partidário. Esteve metido em todas as grandes tramas políticas do tempo, ganhando e perdendo batalhas pela democracia. A narrativa empolgante dá conta das múltiplas dimensões de uma figura excepcional e do jornal que ajudou a transformar o Brasil em um país moderno. Títulos dos volumes: Volume 1: O jornal de prelo; Volume 2: O jornal de rotativa; Volume 3: O jornal moderno; Volume 4: O tempo econômico.
Fonte: www.livrariacultura.com.br

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Futebol nacional

Série D 2015 terá três clubes que já foram campeões em outras divisões do Brasileirão
Gama e Villa Nova faturaram o título da Série B, enquanto o Remo deu a volta olímpica na Série C
A Série D do Campeonato Brasileiro 2015 não terá nenhum dos seus campeões. Em compensação, a competição contará com três clubes que já venceram outras divisões do Brasileirão. Gama e Villa Nova faturaram o título da Série B, enquanto o Remo deu a volta olímpica na Série C.

O Villa Nova foi o primeiro campeão da Série B. O clube mineiro, em 1971, superou o Remo em uma melhor de três partidas. O Leão, como o clube é conhecido por seus torcedores, não disputa a Série C desde 2007. Na Série D, o Villa Nova está no Grupo A6 ao lado de Botafogo-SP, CRAC-GO, Duque de Caxias-RJ e Gama-DF. A estreia será contra os goianos em 12 de julho, às 16 horas, em Catalão.
O Gama, no mesmo grupo do que os mineiros, estreará na última divisão nacional no mesmo dia e horário contra o Botafogo, em casa. Atual campeão estadual, o Periquito não disputa a Série C desde 2010. O Gama foi campeão da Série B, em 1998, em um quadrangular com Botafogo-SP, Desportiva Ferroviária-ES e Londrina-PR.

Enquanto isso, o Remo foi campeão da Série C em 2005. O clube paraense levou a melhor em um quadrangular com América de Natal-RN, Ipatinga-MG e Novo Hamburgo-RS. O Leão está fora da Série C desde 2008. Atual campeão paraense, o Remo está no Grupo A1 da Série D ao lado do Nacional-AM - campeão estadual -, Náutico-RR - campeão estadual -, Vilhena-RO e do representante acreano que ainda será definido. A estreia será diante do VEC, fora de casa, em 12 de julho, às 17 horas.

Mais da Série D...
Nesta temporada, nenhum dos seis campeões da divisão irá disputar a Série D. Vencedor do torneio em 2014, o Tombense jogará a Série C, assim como Botafogo, campeão em 2013, e Tupi, vencedor de 2011. O Sampaio Corrêa, campeão em 2012, está na Série B. Já Guarany, vencedor de 2010, e São Raimundo, campeão em 2009, não terão calendário no segundo semestre.

Treze, CRAC, São Caetano e Duque de Caxias disputarão a última divisão nacional após o rebaixamento na Série C 2014. São Caetano e Duque de Caxias, assim como o Serrano são os únicos clubes que estarão na Série D, mas não disputam a elite dos seus Estaduais. A Primeira Fase da Série D, com início marcado para 12 de julho, contará com grupos regionalizados para diminuir a distância das viagens e os gastos dos clubes.

Os Estados de Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo terão o maior número de representantes - três cada. Bahia, Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul contarão com dois clubes cada, enquanto os outros Estados terão apenas um representante na última divisão nacional.

Regulamento:
Os 40 clubes serão divididos em oito grupos com cinco representantes cada. Dentro dos seus próprios grupos, os clubes jogarão em partidas de ida e volta. Os dois melhores colocados de cada grupo se classificarão às oitavas de final. O mata-mata será definido em jogos de ida e volta. Os quatro melhores colocados conquistarão o acesso à Série C. Os finalistas ainda brigarão pelo título da Série D.
Fonte: www.srgol.com.br

Literatura

Protestantismo e Ditadura - Os Presbiterianos e o Governo Militar No Brasil (1964-1985)
Em tempos de relembrar o passado e de fato expor os fatos ocorridos há 50 anos e aquilo que a CNV (comissão nacional da verdade) propôs como parte de sua tarefa geral: identificar e investigar “as ações repressivas praticadas pelas igrejas que reproduziram, interna e paralelamente, perseguições que o Estado realizava no âmbito da sociedade'. O rigor e a originalidade do autor como pesquisador trouxeram à luz o debate acerca de um grupo presbiteriano na região de Campinas- SP e de sua publicação independente (o Jornal Presbiteriano), que podem ser tomados como resistência ao governo eclesiástico que chegou ao poder em 1966 na Igreja Presbiteriana do Brasil e, por conseguinte, ao regime militar e ditatorial estabelecido no país pelo golpe de 1964. Na terminologia político-teológica de Robinson Cavalcanti, o grupo presbiteriano oposicionista da região de Campinas, que não foi o único no país, pode ser tomado como o remanescente fiel que se recusou a subir no trem da ditadura militar ou dele desceu muito rapidamente.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Futebol

Copa América 2015
Começou na quinta-feira, 11/06, no Chile a 99ª edição da Copa América, principal competição entre seleções sul-americanas, que existe desde 1916.

É um dos torneios entre seleções mais antigos do mundo, perdendo apenas para o "British Home Championship", competição realizada entre Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte de 1883 a 1984, e para os Jogos Olímpicos, iniciados em 1908.

A primeira Copa América (chamada no início de Campeonato Sul-Americano) foi realizada em 1916 para celebrar o centenário da independência da Argentina.

O torneio, disputado no estádio do Club de Gimnasia y Esgrima de Buenos Aires (G.E.B.A), contou com somente quatro equipes: Argentina, Brasil, Chile e Uruguai.

Aproveitando o encontro, os países fundaram a Conmebol, a Confederação Sul-Americana de Futebol.

Foi a primeira das seis confederações que hoje fazem parte da Fifa.

Mas, apesar de sua importância histórica, a Copa América também tem colecionado momentos marcantes do futebol.

O jornalista argentino Luciano Wernicke é um historiador de futebol que se encarregou de reunir os fatos mais curiosos e inusitados que já aconteceram nesse e em outros torneios.

O autor de Histórias insólitas do futebol (2014) escreveu uma série de livros sob o nome "histórias insólitas" que compilam os momentos mais inusitados de Copas do Mundo, dos Jogos Olímpicos e até da Libertadores.

Seu trabalho mais recente, que foi distribuído pelo Ministério da Educação da Argentina nas escolas do país, é sobre a Copa América.

Werneck selecionou para a BBC o seu "Top 5" dos feitos mais incríveis do torneio.

01- O país anfitrião que quase foi eliminado por falta de jogadores

O primeiro torneio, realizado em 1916, quase fica na história não só por ser a primeira Copa América (ou Campeonato Sul-Americano, como diziam naquele tempo), mas também por uma eliminação inesperada do próprio país anfitrião.

A Argentina, sede do torneio, quase foi desclassificada por não ter jogadores suficientes.

 Os argentinos precisaram recorrer às grades do estádio G.E.B.A. para encontrar um jogador e completar a equipe

Na época, o futebol era um esporte amador, e o país havia selecionado 11 representantes, mas um precisou se ausentar no último minuto por conta de uma viagem de trabalho inadiável e não pode jogar a segunda partida do campeonato.

Nessa época, não havia substituições. Todos os jogadores deveriam disputar o jogo todo e não havia cartões amarelos ou vermelhos. Por isso, não se convocavam reservas.

Com somente 10 jogadores, e faltando pouco para o início da partida justamente contra o Brasil – o primeiro, contra o Chile, a Argentina havia vencido por 6 a 1 -, os "hermanos" ficaram bem perto de serem eliminados em sua própria casa por falta de jogadores.

A seleção argentina só escapou por uma fatalidade. Um dos jogadores argentinos reconheceu na arquibancada do G.E.B.A., José Laguna, um jogador do Huracán.

Convocado por urgência, Laguna aceitou jogar e a participação dele foi providencial, já que marcou o único gol argentino da partida, que terminou em 1 a 1.

02 – A seleção que demorou 40 dias para voltar da Copa América

Depois dos dois primeiros torneios – o primeiro em Buenos Aires e o segundo em Montevidéu –, ambos conquistados pelo Uruguai, era a vez do Rio de Janeiro ser o anfitrião.

Mas uma epidemia de gripe adiou a competição de 1918 para 1919.

O Rio foi um desafio especialmente grande para os chilenos, que vinham de longe.

Eles teriam que viajar até a Argentina, depois de Buenos Aires pegariam um navio com a seleção argentina até a cidade carioca.

Mas um problema aconteceu na volta do torneio – o primeiro conquistado pela seleção brasileira.

Uma tempestade de neve fechou a passagem pelos Andes, deixando os jogadores chilenos presos na cidade argentina de Mendoza, na fronteira com o país.

Sem dinheiro para se alojarem ali – os jogadores custeavam a viagem do próprio bolso – tomaram a decisão de cruzar a fronteira de mula.

Eles demoraram semanas.

Depois de 40 dias da saída do Rio, os chilenos finalmente chegaram sãos e salvos a Santiago. E não tiveram nenhum motivo para comemorar nessa viagem infernal – ficaram em último no campeonato.

03 – Brasil proíbe jogadores negros entre 1919 e 1922

Às vezes, a paixão pelo futebol gera mudanças sociais e até políticas.

Isso aconteceu em 1922, quando o Brasil foi sede da Copa América pela segunda vez. Um decreto do presidente Epitácio Pessoa (1919 a 1922) havia proibido que os homens negros jogassem a liga local de futebol ou integrassem a seleção.

 Friedenreich só pode jogar a Copa América após pressão popular

Isso deixaria de fora da equipe o então craque brasileiro Arthur Friedenreich, um negro de pai alemão e mãe brasileira que era considerado o melhor jogador do país.

Friendenreich havia sido o artilheiro da Copa em 1919, antes que a proibição fosse imposta.

Mas após desempenhos apáticos da seleção nos torneios de 1920 e 1921, o povo brasileiro fez campanha pelo retorno de Friedenreich à seleção, e ele voltou a jogar na edição de 1922, novamente no Rio de Janeiro.

O Brasil ganhou novamente a Copa América, e Pessoa revogou seu decreto.

Arthur Friedenreich – apelidado como "El Tigre", "Mulato de olhos verdes" ou "Rei do futebol" – ainda é lembrado como um dos maiores jogadores do futebol brasileiro.

Alguns inclusive argumentam que ele fez mais gols que Pelé – mas não há registros oficiais sobre isso.

04 – Recorde de pênaltis errados

A Copa América também teve fatos notórios que seus protagonistas preferiam esquecer – como é o caso do jogador argentino Martín Palermo, que na edição de 1999 conseguiu a façanha de perder três pênaltis em um só jogo.

 O grito de Palermo depois de errar o segundo dos três pênaltis ecoou no estádio

A façanha, que nunca se repetiu na história do futebol profissional, ocorreu num jogo contra a Colômbia.

A Argentina perdeu o jogo de 3 a 0.

Como prêmio de consolo, Palermo terminou o torneio como o artilheiro argentino, com três gols – dois a menos que os artilheiros da competição, Ronaldo e Rivaldo – o Brasil também sagrou-se campeão dessa edição.

05 – Paraguai chega a final sem vencer

A última edição da Copa América (2011) também ficou na história por outro fato curioso. O torneio, disputado na Argentina, teve um finalista que chegou à grande decisão sem ter vencido uma partida sequer.

O Paraguai conseguiu esse feito inusitado empatando os três jogos que disputou na fase de grupos – conseguiu a classificação como o segundo melhor terceiro colocado.

Nas quartas de final, também empatou com o Brasil, naquele fatídico jogo que foi para os pênaltis e nenhum jogador brasileiro conseguiu converter sua cobrança.

Na semifinal, também venceu a Venezuela nos pênaltis.

E assim chegou à final contra o Uruguai sem ter vencido nenhum jogo, algo que nunca havia acontecido antes.

Isso levou os organizadores (a Conmebol) a fazer mudanças na competição – que terá 16 equipes em vez das 12 atuais.

As alterações no formato do torneio serão feitas na edição especial do centenário da Copa América no ano que vem, que ocorrerá nos Estados Unidos.
Fonte: www.uol.com.br

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Literatura

"Protestantismo e Ditadura Militar"

O livro procura identificar o que motivou a sombria relação entre os púlpitos evangélicos e os porões do regime militar. A proposta do autor, Daniel Augusto Schmidt, é que a defesa de uma tradição herdada dos missionários e assumida como o ethos do protestantismo nacional - o Pietismo - teve neste processo um importante papel. Foi ela a motivadora da adesão de setores deste grupo religioso ao sistema instalado pelos militares em 01º de Abril de 1964. E também das atitudes de perseguição àqueles grupos que desejavam uma igreja mais encarnada na realidade social do país. Perseguição que começou nos púlpitos e terminou nos órgãos de repressão política do regime.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Almir de Oliveira (1917/2015)

Morreu nesta terça-feira, 02/06, e Juiz de Fora-MG, aos 97 anos, o escritor, advogado, professor e jornalista Almir de Oliveira. Natural de Espera Feliz, região de Carangola, Almir de Oliveira na imprensa trabalhou nos jornais “Estado de Minas”, “Diário Mercantil” e “Folha Mineira”.
O corpo está sendo velado no cemitério Parque da Saudade e o sepultamento esá marcado para esta quarta-feira, no cemitério da Comunidade Luterana, no morro da Glória.

Literatura

 ”A ditadura militar e a longa noite dos generais: 1970 – 1985”
Escrito pelo jornalista Carlos Chagas, que relembra os governos de Emílio Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo, época em que trabalhava no jornal "Estado de S. Paulo". Personagens que até hoje figuram na política brasileira, como José Sarney, Francisco Dornelles, Paulo Maluf e a presidente Dilma Rousseff tem suas histórias contadas no livro.

Como jornalista político, Carlos Chagas foi responsável por diversos furos, que são citados no livro, como o erro do departamento de espionagem que fez com que o profissional ouvisse por razoável período conversas do general Filinto Müller ou mesmo a vez que, em 1972, Juscelino Kubischek burlou a proibição de pisar em Brasília e, emocionado, viu pela primeira vez em oito anos o progresso da cidade que ele mesmo fundou.

Placar

A Revista Placar foi vendida pelo Grupo Abril para a Editora Caras. A negociação envolve, além da Placar, outros dois títulos da editora Abril, dando sequência a um processo iniciado no ano passado, quando dez publicações da Abril já haviam tomado o rumo da Caras.
A venda da Placar é feita após 45 anos que o Grupo Abril edita a revista, que foi a primeira no país a tratar exclusivamente de futebol. Desde o ano passado, após a Copa do Mundo, que a editora tentava encontrar compradores para o título.

Com dificuldade em manter a operação, a Abril já havia descontinuado a publicação da revista algumas vezes no passado. Atualmente, a periodicidade da Placar é mensal.

Além da publicação da revista, todo o acervo da Placar deverá migrar para a Caras. Isso significa um dos maiores bancos de dados de imagens do futebol no Brasil.

Ao se desfazer da Placar, a Abril praticamente encerra com o núcleo de revistas esportivas que existia na empresa. No início do ano, a Runner's World, focada na corrida de rua, não teve o contrato de licenciamento renovado, e a publicação migrou para a editora Rocky Mountain.
Fonte: www.maquinadoesporte.uol.com.br


Literatura

"Os golpes dentro do golpe: 1964-1969"

Divergências, diferenças, traições e disputas pelo poder dentro do regime militar. Esses são os temas revelados pelo jornalista Carlos Chagas no livro que traz a história contada por jornais da época e relatos baseados em pesquisas.


Com base no testemunho de quem viu de dentro os mecanismos usados pelos militares, o autor destrincha o noticiário da época sem deixar de levar em conta a censura que jornais e repórteres sofriam.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O MENINO DA PORTEIRA

Em Ouro Fino um monumento gigantesco no trevo principal de acesso à cidade, no Sul de Minas.
por José Benedito Pereira
Na superestrutura esculpida em concreto, com dez metros de altura, feita pelo escultor cearense Genésio Gomes Moura está o sorridente menino acenando a todos que passam pelo local. A escultura ficou tão famosa que as pessoas passaram a referenciar Ouro Fino como “A terra do Menino da Porteira”.
O estrondoso sucesso da música “O Menino da Porteira” foi o grande marco para consolidar o potencial turístico da cidade. A canção foi regravada por Sérgio Reis no início dos anos 70 e se transformou num dos maiores clássicos da música sertaneja raiz.
O cantor esteve presente na inauguração do monumento, em 24 de março de 2001, e recebeu homenagem pelo sucesso da música e por tudo que ela passou a representar para a cidade mineira. Sérgio Reis chegou montado a cavalo numa tropa, com muitos cavaleiros. Bastante emocionado, Sérgio cantou com Limeira e tocou berrante. Também foram homenageados: Limeira, Tedinho  (filho de Teddy Vieira)  e  a filha do Luizinho.
– Junto à porteira foi colocada uma placa de bronze onde está imortalizada a mão direita do cantor e seu autógrafo no concreto.

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA MÚSICA E SUA REAL LIGAÇÃO COM A CIDADE 
– Já se falava muito sobre Ouro Fino e o menino da porteira, mas foi após a inauguração do monumento, com a figura do menino à beira da estrada, que a cidade foi transformada em celebridade nacional.
Foi uma grande jogada de marketing dos idealizadores da obra.
O monumento causa impacto e curiosidade nas pessoas que passam pelo local onde diariamente é registrada uma imensa quantidade de material fotográfico e vídeos, que são mostrados em todo o Brasil e no exterior através de amostras pessoais, jornais, revistas e, principalmente, internet. A construção do monumento foi um passo importante para o desenvolvimento turístico do município, um verdadeiro cartão de visita.

EU E A CIDADE
– Minha família radicou-se em Ouro Fino em 1960, e no início dos anos 70 saí para trabalhar e estudar fora, justamente quando a canção alcançou o primeiro lugar nas paradas de sucesso de todo o país. A partir de então, tornou-se comum as pessoas perguntarem sobre a real ligação da música com a história da cidade, se sua origem está realmente fundamentada em suas raizes. Muitas pessoas até questionam que a verdadeira história do menino pertence a Ouro Fino de Goiás.

Então é preciso explicar:
Quando Teddy Vieira namorava América Rizzo, que residia em Andradas (cidade localizada na região de Ouro Fino), com quem se casaria depois, costumava se encontrar em Ouro Fino com seu amigo Palmeira (da dupla Palmeira & Biá) e que familiares e amigos mais próximos de Teddy Vieira, Luizinho e Palmeira (que foi de muita importância para os ourofinenses, e continua sendo, tanto que na cidade tem uma rua com seu nome verdadeiro: Rua Diogo Mulero, confirmaram a verdadeira origem da obra que teve sua primeira gravação em 1955, com Luizinho & Limeira e em seguida Tonico & Tinoco em 1956.
Eu mesmo, quando garoto, presenciei muitas vezes meu pai coversando com o Palmeira, que possuía uma propriedade na zona rural de Ouro Fino. Naquela época, década de 60, era comum os agricultores levarem grãos de arroz em casca para serem beneficiados nas beneficiadoras da região, e meu pai era proprietário de uma delas. Com isso eu acabava escutando muito desses relatos sobre música sertaneja raiz.
Lembro-me de algumas coisas que eles conversavam, das evidências de que a melodia fora inspirada num dos encontros de Teddy Vieira com o Palmeira na cidade de Ouro Fino, assim como os primeiros versos da canção, e que o Luizinho terminou a música, mais tarde, num hotel na avenida da Liberdade, no bairro da Liberdade, em São Paulo.
A história da música não é real, porém Teddy Vieira dispunha de uma inspiração e sensibilidade acima da média. Era um grande observador do universo rural e transformava em belas e importantes canções seu cenário imaginário de coisas simples do sertão.
O menino da porteira representa o imaginário da criança do interior, além de ter sido tema de música, foi tema de filme. A primeira história, que teve como papel principal o próprio Sergio Reis, e a segunda, com o cantor Daniel, ambas com sucesso total de bilheteria.
Fonte: www.eutambemqueroir.com.br

Literatura

"Dos Barões ao Extermínio: uma história da violência da Baixada Fluminense"
Escrita por José Cláudio Souza Alves, a obra busca explicar as origens sociais da violência que produz um dos maiores índices de homicídios do mundo, que supera, inclusive, os de guerras convencionais. A raiz deste padrão de execuções sumárias é encontrada na formação social e política da região, com destaque para o processo de criação dos Esquadrões da Morte, na ditadura civil-militar e, posteriormente, no surgimento dos grupos de extermínios que, na década de 90, passam a ter vários de seus membros ocupando cargos políticos como vereadores, prefeitos e deputados. É nesta articulação política que se processa a transformação do assassino em “herói”, sua mistificação e sua relação com demais esferas e grupos políticos, ávidos por terem acesso a 25% do eleitorado do estado, composto por uma população encurralada pelos mais degradantes índices de pobreza, educação, saúde e segurança.
Fonte: www.nucleopiratininga.org.br


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Taça Libertadores da América

O triunfo sobre o River Plate em pleno estádio Monumental de Núñez, na capital Argentina, garantiu ao Cruzeiro, além da vantagem na disputa das quartas de final, um recorde entre os clubes brasileiros na Taça Libertadores da América. Com o resultado dessa quinta-feira, 21/05, a Raposa se isolou como a equipe Brasileira com maior número de vitórias na competição sul-americana: 86 em 147 jogos e 15 participações.
O recordista brasileiro em vitórias na Libertadores era o São Paulo. No entanto, o Tricolor Paulista foi alcançado na derrota contra o Cruzeiro, nas oitavas de final, por 1 a 0, no Mineirão. Tricampeões da competição, os paulistas disputaram 20 jogos e duas edições a mais que os mineiros para atingirem a marca de 85 triunfos no principal torneio da América.

O terceiro brasileiro com mais vitórias é o Palmeiras, que venceu 76 dos 148 duelos que disputou, média parecida com a do Grêmio, que conquistou 74 triunfos em 147 partidas. O Santos é o quinto colocado, com 61 vitórias em 110 jogos disputados.

Em busca do terceiro título da Libertadores, o Cruzeiro volta a encarar o River Plate na próxima quarta-feira, no Mineirão. O time mineiro tem a vantagem do empate para garantir classificação à semifinal, contra o vencedor do confronto entre Guaraní (Paraguai) e Racing (Argentina), desde que o Internacional não elimine o Santa Fé, da Colômbia. Pelo regulamento da Conmebol, a final não pode ser entre times do mesmo país.

Ranking
01º - Cruzeiro: 86 vitórias – 147 jogos
02º - São Paulo: 85 vitórias – 167 jogos
03º - Palmeiras: 76 vitórias – 148 jogos
04º - Grêmio: 74 vitórias – 147 jogos
05º - Santos: 61 vitórias – 110 jogos
06º - Corinthians: 55 vitórias – 104 jogos
07º - Flamengo: 54 vitórias – 101 jogos
08º - Internacional: 51 vitórias – 106 jogos
09º - Fluminense: 26 vitórias – 54 jogos
10º - Atlético: 26 vitórias – 63 jogos
11º - Vasco: 26 vitórias – 64 jogos.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

“A mulher em Juiz de Fora sob o olhar de Pedro Nava”
Escrito pela professora Rosali Maria Nunes Henriques, a obra é construída com base nas observações do médico e literato Pedro Nava (1903-1984), que nasceu em Juiz de Fora sobre a sua avó materna – Maria Luisa Pinto Coelho Jaguaribe (1847-1913). A personagem é significativa para os estudos sobre a trajetória feminina na cidade. A autora recorre à historiografia sobre o período buscando contextualizar os papéis possíveis para as mulheres de então, que tem como objetivo estudar a mulher, especialmente a burguesa, em Juiz de Fora no fim do século XIX e começo do século XX. O estudo de caso de Maria Luísa é também muito interessante, pois através dele pode-se levantar uma série de questões sobre a submissão feminina, tão discutida atualmente nos estudos de gênero.
Maria Luísa aparece como mulher branca, oriunda de grupos sociais com projeção, de hábitos escravocratas e atuando em espaços permitidos socialmente. As observações sobre a avó materna de Nava ocupam a primeira parte do estudo e a autora informa sobre a educação e os hábitos do cotidiano. Destaca como Maria Luisa viveu os condicionantes e fez o que lhe era possível em determinado contexto histórico.
A segunda parte do livro trata das memórias de Pedro Nava e mostra como o registro da trajetória de um indivíduo é o testemunho de um segmento social. Rosali Henriqus, formada em História, tem experiência profissional com narrativas orais de histórias de vida.
Os livros "Baú de ossos - memórias" (1972) e "Balão cativo memórias 2" (1973) foram usados como documentos para a construção de seu texto. Baú de Ossos e Balão cativo são os dois volumes onde Nava, ao reconstituir a trajetória de seus antepassados, criou documentos sobre a Bélle-Époque.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Série C 2015

. Participações do Tupi no Campeonato Brasileirão da Série C:
. 146 jogos: 51 vitórias, 40 empates e 55 derrotas.
. 164 gols marcados e 165 gols sofridos.
. Maior artilheiro: Wesley Tanque (Wesley Tagliati Rodrigues) (08 gols). 
. Técnico com mais partidas: Jair Bala (26 jogos).
. Melhor participação: 1997 (04º lugar).

Literatura

"Cova 312"
Escrito em forma de romance pela jornalista Daniela Arbex, o livro relata a a história real de como as Forças Armadas mataram pela tortura um jovem militante político, sumiram com seu corpo e forjaram um suicídio. A autora reconstitui o calvário deste jovem, de seus companheiros e de sua família até sua morte e desaparecimento. E continua investigando até descobrir seu corpo, na anônima "Cova 312" que dá título ao livro e ainda apresenta uma revelação bombástica para mudar um capítulo da história do Brasil. Uma história cheia de mistério, poesia, tragédia e sofrimento. O prefácio da obra é assinado pelo escritor Laurentino Gomes, da trilogia "1808", "1822" e "1889".

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Geraldo Magela Tavares (24/05/1927-08/05/2015)

Morreu no final da manhã desta sexta-feira, 08/05, aos 87 anos, o radialista e  desportista Geraldo Magela Tavares. Magela, que ocupava o cargo de vice-presidente do Tupi, estava internado na Santa Casa, deixa esposa, irmãos, um filho, três filhas, netos e bisnetos.

O corpo está sendo velado na capela 2 do Cemitério Parque da Saudade e o sepultamento está marcado para às 10 horas deste sábado, 09/05.

Literatura

       “Casimiro de Abreu através de seus manuscritos”
Escrito por Mário Alves de Oliveira, a obra é o quarto livro que o autor dedica ao grande "poeta da saudade", Casimiro de Abreu. Grande nome do romantismo brasileiro, Casimiro de Abreu deixou alguns manuscritos que retratam aspectos biográficos e de época.

Como o título indica, traz comentários do ponto de vista biográfico e linguístico aos únicos 27 manuscritos literários que se conhecem de Casimiro, 25 dos quais encontram-se desaparecidos há quase 60 anos. O livro é uma coedição de Joséphine Edições com a Academia Brasileira de Letras.

Obs:
Casimiro José Marques de Abreu nasceu em Silva Jardim-RJ, em 04 de janeiro de 1839 e morreu em Nova Friburgo-RJ, em 18 de outubro de 1860. Filho do fazendeiro português José Joaquim Marques de Abreu e de Luísa Joaquina das Neves.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Futebol Mineiro


Literatura

 “Viver o amor aos cães”
Escrito pela fotógrafa Belohorizontina, Ana Regina Nogueira, a obra conta a história com o auxílio de fotos do Parque Francisco de Assis. Construído em Lavras, em 2010, Parque Francisco de Assis era o matadouro municipal, que foi transformado em um canil e que hoje abriga 450 cães.
Narrativas poéticas, relatos e vivências entusiastas dão a chave de como os homens se curam enquanto curam os animais. São 42 histórias reais e surpreendentes, que instruem, ampliam e abrem corações de leitores de todas as idades.

Futebol Mineiro

Levir Culpi pode enriquecer seu currículo de treinador como recordista em Minas Gerais. Isso porque o técnico acumula quatro títulos mineiros (dois pelo Galo e dois pela Raposa), e pode chegar ao quinto troféu se o Alvinegro vencer a Caldense no próximo domingo. Na era profissional do futebol, a partir de 1933, a façanha será inédita entre os trinadores que passaram pelo estado.

Se a glória vem com a vitória sobre a Veterana, a derrota causará uma decepção: a perda do título estadual pode ser a segunda de Levir diante de um clube do interior. A primeira vez ocorreu em 2005, quando o Ipatinga surpreendeu o Cruzeiro em pleno Mineirão e ficou com o título.

Outros técnicos históricos somam quatro títulos de Campeonato Mineiro: Yustrich, Ílton Chaves e Airton Moreira conseguiram há décadas. Yustrich ainda carrega o feito de ter sido campeão com quatro clubes diferentes: América (1948), Atlético (1952), Siderúrgica (1964) e Cruzeiro (1977). Já Hilton Chaves ganhou três vezes com a Raposa (1972,1973 e 1974) e uma com o Galo (1986). Com o título compartilhado entre Atlético e Cruzeiro em 1956, Aiton Moreira somou quatro taças.

Para o jogo da decisão de 2015, em Varginha, Levir só deixará o estádio campeão se o Atlético vencer a Caldense. Por ter feito a melhor campanha da primeira fase, a Veterana tem a vantagem do empate, depois de ter conseguido a igualdade no jogo de ida, no Mineirão. O técnico Léo Condé busca a sua primeira taça no Estadual.
Fonte: www.uai.com.br

Literatura

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Cultura...

8 palavras impossíveis de se traduzir de 8 idiomas diferentes

Existem mais de 6.000 idiomas falados no mundo e todos eles descrevem a amplitude e a profundidade da vida humana. Visto que esses idiomas proporcionam formas distintas de contemplar o mundo, cada um possui palavras que não existem em qualquer outro idioma. Essas jóias linguísticas podem ser explicadas, mas não podem ser traduzidas.

Estas palavras impossíveis de traduzir realçam a rica diversidade da etnosfera humana. Geografia, clima, culinária, religião, história e humor são apenas alguns dos fatores que levam os idiomas a inventar estas palavras tão únicas e específicas. Elas são a expressão da experiência humana.

A lista de palavras impossíveis de traduzir é tão rica e extensa que nós decidimos transformá-la em uma série. Aqui nós apresentamos as oito primeiras e aqui o nosso primeiro vídeo sobre as palavras “intraduzíveis”.

desenrascanço (português)

Substantivo: Capacidade de improvisar, com uma solução rápida e simples

Para ambos os proteladores e safos, que estão acostumados a soluções rápidas e simples, quase sempre de forma improvisada, a palavra portuguesa (Portugal) “desenrascanço” oferece a definição perfeita. O personagem MacGyver, da série de TV Profissão: Perigo, utilizava essa habilidade sempre que se deparava com uma situação de perigo para se livrar usando apenas um clipe dobrado e um papel de chiclete.

abbiocco (italiano)

Substantivo: sonolência após comer uma refeição grande

Todo mundo já sofreu em algum momento aquela lombeira, mistura entre cansaço e preguiça, após uma refeição. Mas apenas os italianos puderam definir este fenômeno em uma única palavra. Portanto, quando você está com aquela vontade de tirar uma soneca depois de comer, você está com o “abbiocco” (avere l’abbiocco).

hyggelig (dinamarquês)

Adjetivo: Confortável, acolhedor, íntimo e contentamento

Alguma vez você já desejou que uma palavra combine tudo o que é cômodo, carinhoso, amigável e cuidadoso? Os dinamarqueses têm a solução para você! A palavra “hyggelig” é usada tão frequentemente no dia a dia deles, que muitos a consideram parte da identidade nacional.

sobremesa (espanhol)

Substantivo: A conversa à mesa após uma refeição (principalmente após o almoço)

Os espanhóis são conhecidos por aproveitar juntos refeições longas. Mas o ato de comer não está limitado à comida! Quando você fica à mesa depois do almoço, para saborear uma conversa com a família e os amigos, você está desfrutando a “sobremesa”.

utepils (norueguês)

Substantivo: Uma cerveja que se bebe ao ar livre (quando faz sol)

Os noruegueses têm que enfrentar um inverno longo e escuro antes de poderem aproveitar o brilhante, porém breve verão. Portanto, a cerveja que pode ser bebida do lado de fora de bares e cafés, enquanto se aproveita os gloriosos raios do sol, não é uma cerveja qualquer, mas sim uma “utepils”.

verschlimmbessern (alemão)

Verbo: Piorar algo quando se tenta melhorar

Todos nós já passamos por isso: ao tentar resolver um problema, nós acabamos por criar um problema ainda maior. Talvez, ao aventurar-se no conserto de um pneu furado da bicicleta, a roda passou a não girar? Ou então, após re-instalar o Windows o seu computador trava a cada vez que você tenta reiniciá-lo? Portanto, se você se deu conta que o cabelereiro não acertou no corte, não tente dar um jeito você mesmo, ou você poderá “verschlimmbessern” o seu cabelo.

yakamoz (turco) e mångata (sueco)

Substantivo: O reflexo da luz da lua na água

Não importa qual o idioma você fala, de vez em quando você provavelmente admira o reflexo da luz da lua em um corpo d`água. A não ser que você seja turco ou sueco é impossível descrever essa beleza da natureza com uma única palavra. A palavra sueca “mångata” traduz literalmente para “a rua da lua” - uma descrição poética e bem apropriada.

O idioma turco também possui uma palavra muito específica, “gümüşservi”, mas que não é utilizada diariamente. É muito mais comum chamar a reflexo da luz da lua na água de “yakamoz”, palavra que pode ser usada para descrever qualquer luz refletida na água, ou mesmo o brilho fosforescente dos peixes.

Você conhece uma palavra que existe apenas no seu idioma materno, e que é impossível de ser traduzida? Compartilhe-a conosco e nós a incluiremos na nossa série de palavras “intraduzíveis”.
Fonte: www.uol.com.br

Literatura

quinta-feira, 9 de abril de 2015

TUPIS – NHEENGATU

A LÍNGUA TUPI OU MELHOR, O TRONCO LIGUÍSTICO DOS TUPIS – NHEENGATU...

Por : Rogério Alvarenga

Falado pelos primeiros Habitantes do Brasil, até o Século XVIII, a língua Nheengatu não era escrita.

O padre e santo, José de Anchieta, (1534 – 1595) foi quem teve o cuidado de estudar e de aprender a língua dos habitantes da colônia do Brasil, quando aportou em 1554, aos 19 anos de idade, para poder exercer as suas atividades missionárias. Por isso mesmo, estudou, pesquisou e até mesmo, publicou a primeira gramática da língua Tupi, informando as suas características. Todas as línguas do mundo, 1612, segundo o Compêndio Ethnologue, têm a sua gramática, mesmo que seja informal e rudimentarmente resumida.

O professor Salvador Pires Pontes (1891 – 1982), graduado em Farmácia pela Universidade de Ouro Preto, Minas Gerais, em 1912, dedicou-se, também, ao estudo dos idiomas falados pelos povos Tupis: Tupinambás, Tupiniquins, Caetés e outras tribos que habitavam as terras do Brasil, antes mesmo do seu descobrimento. Escreveu “Noções da gramática Tupi”, editado pela Imprensa Oficial de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1981.

Os brasileiros estariam falando a língua Nheengatu ainda hoje, se não fosse a interferência do Marquês de Pombal, (1699 – 1782), então governante de Portugal. Por seu decreto, em 1758, proibiu o seu uso no território da colônia ultramarina do Brasil. Essa língua Nheengatu era, para ele, uma “invenção diabólica”. Até essa época, era falada por aproximadamente, 75% da população dessa colônia. E hoje, como teria sido?

Mesmo com esse decreto, a gramática e o vocabulário da língua portuguesa foram enriquecidos pela influência das tribos primitivas. Principalmente, o vocabulário. Hoje, há palavras de uso comum, que nem se imaginam as suas origens tupis. Os topônimos são os principais baluartes das línguas indígenas. Também as plantas e os animais. Guarapari, Ibituruna, Itabira, Itaúna, Itacolomi.

Assim, considera-se enriquecido o vocabulário da língua portuguesa no Brasil, mesmo que esses termos introduzidos passem desapercebidos em Portugal, e em outras nações lusófonas. Os missionários que aqui aportassem deveriam estudar e falar o Nheengatu, para o exercício religioso.

A maior parte dos substantivos do Nheengatu eram palavras oxítonas, isto é, tinham o acento caindo na última sílaba.

Alguns sons comuns na língua portuguesa eram desconhecidos para os tupis. Assim, eram omitidos os sons das letras “l, r, f, v, z” – deixando vestígios no linguajar de algumas regiões brasileiras. Essa dificuldade fonética aparece ainda hoje, como nas pronúncias de “melhor – mió”, “família – famia”,  “mulher - muié”, “carta – caita”, “porta – poita”. Daí também a resistência dos brasileiros no uso do pronome “lhe”, difícil de se pronunciar.

Outra característica do idioma Nheengatu é a inexistências dos artigos definidos e indefinidos, e dos gêneros masculino e feminino.

A nasalação era um fenômeno inexplicável pela sua frequência. Assim, o verbo “nheengá – falar. Até o nhenhenhém – lengalenga, falação. E o próprio deus Tupã, foneticamente nasalado. Kurumin ou kunumin: criança.

Outro fato interessante é a composição das palavras, ajuntadas formando um ideograma. Aglutinantes. As palavras adquiriam ideias em continuidade. “muriaé – fruta que envenena”, ipanema – água muito ruim para se beber. Há ainda os sufixos determinantes de tamanho – mirim e açu. Ou os formadores de macho e fêmea.  

Y – água, curso, rio;

Ty – água. Tietê: água que corre, fundo    

Cy – mãe, fonte, origem

uba – pai

abá – macho (pessoas, animais)

oca – casa

Pirá – peixe.


Os números?

YEPÊ – um... sozinho. MOCOIN – par, dois. ETÊ – muitos. Assim: PIRA  ETÊ, muitos peixes. Ou PIRAETÁ.-

Masculino/Feminino – Não há os gêneros nem números. Para distinguir sexos, basta antepor ou pospor aos substantivos: CUNHÃ, feminino, mulher, índia ou APIABA, que significa, macho homem ou animal.

JAGUARA – APIABA – cão macho

JAGUARA – CUNHÃ – cadela, fêmea

Algumas palavras do Nheengatu, hoje, de cidadania brasileira:

Capenga, catapora, cupim, curumim, gambá, guará, guri, lengalenga, mandioca, perereca, pipoca, pitanga, saúva, xará, tiririca, mutirão, macuco, oi (saudação tupi), oca, maloca, mameluco, Mantiqueira, maracanã, maracujá, maritaca, mirim, mingau, moranga, muriçoca, abacate, abacaxi, arapuca, araponga, piranha, pindorama, pindaíba, tocaia, capinar, socar, pereba, toró, jururu, cutucar – Jurandir, Iara, Jacira, Iraci, Moema, Ubirajara, Potiguar, Potira, Ubiratã.

As línguas primitivas têm as suas características dirigidas para as necessidades imediatas e básicas do meio grupal, na vida cotidiana, na alimentação e na subsistência. Os fenômenos da natureza, as intempéries, a caça e a pesca. E as relações com os animais que disputavam formas de convivência em constante luta. Assim, o vocabulário não poderia ir além desses limites.

Contato: rogeralvar@uol.com.br

Fonte: www.abdic.org.br

Literatura

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Jaime Gomide
Morreu nesta segunda-feira, 06/04, em Belo Horizonte, o jornalista Jaime Alvarenga Gomide, de 73 anos. Mineiro de Lavras, no Sul de Minas, ele estava internado para tratando de um câncer de intestino no Hospital Socor, na capital mineira. 

Jaime trabalhou Jaime na TV Itacolomi (de 1964 e ficou até emissora fechar, em 1979), TV Alterosa, nas Rádios Guarani e Itatiaia, , Rádio Guarani e assessorias de imprensa. O corpo será sepultado às 17h no Cemitério Parque Renascer, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
FONTE: www.carlosferreirajf.blogspot.com

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Literatura

segunda-feira, 30 de março de 2015

Beatriz Helena Monteiro da Silva Thielmann

Morreu no domingo, 29/03, em São Paulo, aos 63 anos, a jornalista Beatriz Thielmann. O corpo será cremado no cemitério do Caju, no Rio de Janeiro. Em 2003 ela escreveu o  livro “De mulheres para mulheres”, com a médica Odilza Vidal. Nascida em Juiz de Fora-MG, Beatriz deixa dois filhos Diogo e Rafael, de seu casamento com Henrique Thielmann e duas netas.

Literatura

terça-feira, 24 de março de 2015

Villa Nova Atlético Clube

VILLA NOVA FARA CONTRA O ATLÉTICO O JOGO 3.000 DE SUA HISTÓRIA
por Wagner Augusto*
Ao pisar o gramado do Estádio Independência no próximo domingo para enfrentar o Atlético, o Villa Nova estará prestes de completar uma importante marca em sua mais que centenária trajetória. Será o jogo de número 3.000 na história do Leão do Bonfim.
                            Fundado em 28 de junho de 1908, o clube alvirrubro de Nova Lima-MG insiste em sobreviver, apesar das imposições e exclusões midiáticas e das incontáveis crises administrativas. O futebol moderno, mercantilista e globalizado, oferece pouco espaço para agremiações desse porte. O Villa Nova, no entanto, é teimoso e prossegue, a trancos e barrancos, sua jornada pelos estádios da vida.
                            Quiseram os deuses do futebol que a partida 3.000 do Leão acontecesse no Estádio Independência, palco de duas das mais expressivas conquistas do Villa: o Supercampeonato Mineiro de 1951, vencido exatamente contra o Galo, e o Campeonato Brasileiro da Série B de 1971, faturado numa épica decisão com o Remo-PA.
                            Também o adversário é emblemático na caminhada do Leão pelos gramados. Villa Nova x Atlético é o confronto mais antigo do futebol mineiro. Ocorre desde 14 de julho de 1912.
                            Por fim, devo dizer que sinto-me imensamente feliz por ter conseguido, após quase seis anos de pesquisa e sob a proteção de Deus, levantar os dados que possibilitaram chegar a todo o cipoal de estatística que segue abaixo.
                            Vida longa ao Villa Nova, a caminho do jogo 4.000!
*Wagner Augusto é jornalista e historiador

Literatura

 "Dicionário da TV Globo - vol. 1"


segunda-feira, 9 de março de 2015

Inezita Barroso - 1925/2015

Ignez Magdalena Aranha de Lima (Inezita Barroso) 
A cantora e apresentadora Inezita Barroso morreu na noite deste domingo, 08/03, aos 90 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Inezita estava internada desde 19 fevereiro e completou 90 anos no último dia 04 de março. Ela deixa uma filha, Marta Barroso, três netas e cinco bisnetos.

Ignez Magdalena Aranha de Lima (Inezita Barroso) nasceu em 04 de março de 1925 em São Paulo-SP. Além de cantora, apresentadora, professora de folclore, Inezita foi atriz nos filmes:
- "Angela", de Tom Payne e Abílio Pereira de Almeida;
- "Destino em apuros", de Ernesto Remani;
- "Mulher de verdade", de Alberto Cavalcanti Esteves;
- "É proibido beijar", de Ugo Lombardi;
- "O craque", de José Carlos Burle;
- "Carnaval em lá maior", de Adhemar Gonzaga.

Em 1956, publicou o livro "Roteiro de um violão".

Literatura

"Dicionário da Televisão Brasileira"

Reunidos pelo jornalista Thell de Castro, editora In House, o livro reúne mais de três mil verbetes e o  leitor pode encontrar na obra um compilado prático dos principais elementos que marcaram a história da mídia no Brasil até os dias atuais como, por exemplo, datas de estreia e término de atrações, equipes que trabalharam nas novelas, jornalísticos e atrações, além de autores, jornalistas, diretores e personalidades que estiveram em cada canal. Esta primeira versão destaca a história da TV em âmbito nacional. Os próximos volumes vão trazer informações sobre as novas produções e pessoas que surgirem, além de verbetes para a televisão por assinatura e emissoras locais.


“O Dicionário será o primeiro de vários livros que estou preparando sobre o passado, o presente e o futuro deste fascinante veículo de comunicação. É também um sonho que se torna realidade após anos de pesquisas e estudos. Desde que comecei a cursar jornalismo, em 2001, levei esta paixão para os campos acadêmico e profissional, produzindo materiais e sites sobre o tema. Isso tudo resulta, agora, neste primeiro livro”, destacou o autor.

terça-feira, 3 de março de 2015

José Rico

Morreu nesta terça-feira, 03/03, aos 68 anos, o cantor sertanejo José Rico, da dupla com Milionário. Ele estava internado desde a última segunda-feira no hospital Unimed, de Americana (SP), cidade onde morava. Segundo o boletim médico, ele teve insuficiência do miocárdio, seguida de parada cardíaca.

O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de Americana e será sepultado no Cemitério da Saudade, às 15h30 da quarta-feira, 04/03.

Biografia
Nascido em São José do Belmonte (PE) e criado na cidade de Terra Rica, Paraná, o cantor adotou o nome artístico de José Rico em referência à cidade. Participou de outras duplas até mudar-se para a capital de São Paulo, em 1968. Lá, conheceu Romeu Januário de Matos, o Milionário, no hotel em que estavam hospedados e depois do início em São Paulo, a dupla mudou-se para Londrina (PR).

Entre os sucessos de Milionário e José Rico estão músicas como "Jogo de Amor", "De Longe Também se Ama", "O Tropeiro", "Amor Dividido" e especialmente a canção rancheira "Estrada da Vida", que vendeu mais de dois milhões de cópias e deu origem ao roteiro do filme homônimo, dirigido por Nelson Pereira dos Santos.

Em 2014, José Rico se candidatou a deputado federal em Goiás, pelo PMDB, mas não foi eleito. Ele era casado com Berenice Martins Alves dos Santos, e era pai dos gêmeos, Samy e Sara.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Literatura

"Um tempo que nem passou"
Escrito pelo médico Carlos Adolpho de Carvalho Pereira, o livro mescla retratos históricos de uma Juiz de Fora longínqua com lembranças do autor, além de importantes fatos vivenciados por ele.

Relatos sobre a Rua Halfeld e vias onde o médico viveu nos anos de 1960 misturam-se a capítulos sobre a repressão do período ditatorial e registros da evolução da medicina na cidade. Carlos Adolpho relembra as pressões políticas que sofreu durante a ditadura no exercício do seu trabalho, bem como à frente de instituições médicas.

Em contraposição a essas lembranças desagradáveis, o autor apresenta alguns momentos de esplendor, como o dia em que conheceu pessoalmente uma das maiores atrizes do mundo, Elizabeth Taylor, conta a jornalista e editora da publicação, Jacyra Sant’Anna, destacando algumas passagens que surpreendem os leitores, revelando conhecimentos sobre as artes plásticas do autor e mesmo seu talento como pintor, que já foi  dono de uma galeria de artes.

Para a escritora Rachel Jardim, que assina o prefácio da obra, narrativas como a de Carlos Adolpho são a melhor maneira de se conhecer a vida de uma cidade em um determinado período. Através de um olhar pessoal, ele consegue inserir no texto fatos da história de Juiz de Fora, com uma escrita livre de didatismo e de preconceitos. É um olhar individual que capta o que acontecia no âmbito público com naturalidade, opina a juiz-forana, que considera o livro, antes de tudo, uma grata surpresa. É admirável que um médico tenha uma ligação tão forte com a cultura e uma vocação para a literatura.

O último capítulo da publicação une o profissional da saúde ao escritor, em um depoimento sobre a participação de Carlos Adolpho na equipe que realizou a exumação de Aleijadinho, em 1998, para verificar se o artista mineiro foi vítima de porfiria, uma doença cutânea.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Itaquerão

por Paulo Cézar da Costa Martins Filho*
O Corinthians inaugurou o Itaquerão, em maio do ano passado, com derrota para o Figueirense, mas de lá para cá está invicto no seu novo estádio.
A torcida já brada: "Caiu em Itaquera, já era!".

Após a derrota por 1 a 0 para o Figueirense na inauguração do estádio, o Corinthians disputou 22 jogos, com 17 vitórias e 05 empates.
Confiram abaixo a lista com todos os 22 jogos do Corinthians no Itaquerão até hoje:
18/05/2014 - Corinthians 0 x 1 Figueirense (Campeonato Brasileiro)
01/06/2014 - Corinthians 1 x 1 Botafogo (Campeonato Brasileiro)
17/07/2014 - Corinthians 2 x 1 Internacional (Campeonato Brasileiro)
23/07/2014 - Corinthians 3 x 0 Bahia (Copa do Brasil)
27/07/2014 - Corinthians 2 x 0 Palmeiras (Campeonato Brasileiro)
16/08/2014 - Corinthians 1 x 1 Bahia (Campeonato Brasileiro)
21/08/2014 - Corinthians 5 x 2 Goiás (Campeonato Brasileiro)
31/08/2014 - Corinthians 1 x 1 Fluminense (Campeonato Brasileiro)
03/09/2014 - Corinthians 3 x 1 Bragantino (Copa do Brasil)
11/09/2014 - Corinthians 1 x 0 Atlético Mineiro (Campeonato Brasileiro)
18/09/2014 - Corinthians 1 x 1 Chapecoense (Campeonato Brasileiro)
21/09/2014 - Corinthians 3 x 2 São Paulo (Campeonato Brasileiro)
01/10/2014 - Corinthians 2 x 0 Atlético Mineiro (Copa do Brasil)
04/10/2014 - Corinthians 3 x 0 Sport Recife (Campeonato Brasileiro)
01/11/2014 - Corinthians 2 x 2 Coritiba (Campeonato Brasileiro)
09/11/2014 - Corinthians 1 x 0 Santos (Campeonato Brasileiro)
23/11/2014 - Corinthians 1 x 0 Grêmio (Campeonato Brasileiro)
06/12/2014 - Corinthians 2 x 1 Criciúma (Campeonato Brasileiro)
24/01/2015 - Corinthians 3 x 0 Corinthian-Casuals (Amistoso)
01/02/2015 - Corinthians 3 x 0 Marília (Campeonato Paulista)
04/02/2015 - Corinthians 4 x 0 Once Caldas (Copa Libertadores)
14/02/2015 - Corinthians 2 x 1 Botafogo de Ribeirão Preto (Campeonato Paulista)
18/02/2015 - Corinthians 2 x 0 São Paulo (Taça Libertadores).
*Paulo Cézar da Costa Martins Filho é Engenheiro
Colaboração: Alexandre Magno Barreto Berwanger
Fonte: www.jornalheiros.blogspot.com.br

Literatura

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carnaval 2015

Beija-Flor é a campeã do carnaval do Rio pela 13ª vez na história

Enredo mostrou as belezas e a cultura da Guiné Equatorial.
Apoio do país africano, que vive uma ditadura, gerou polêmica.


A escola mostrou o enredo: "Um Griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade". 
A exaltação da cultura e da alma africana já havia dado à escola azul e branca da Baixada Fluminense vários campeonatos, que no total faturou 13 títulos no carnaval carioca (1963, 1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004 , 2005, 2007, 2008, 2011 e 2015). 
Beija-Flor, Salgueiro, Grande Rio, Unidos da Tijuca, Portela e Imperatriz Leopoldinense voltam a Marqu~es de Sapucaí para o desfile das campeãs.

A Viradouro foi rebaixada para o Grupo de Acesso - Série A.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Literatura

“As Primas Sapecas do Samba – Alegria, crítica e irreverência na avenida” 

O livro é o terceiro da série “Família do Carnaval” e conta em 36 crônicas sobre três importantes agremiações da folia carioca: Caprichosos de Pilares, São Clemente e União da Ilha do Governador. Os autores são os jornalistas Anderson Baltar, Eugênio Leal e Vicente Dattoli. A organização do projeto é do também jornalista Fábio Fabato.

“As Primas Sapecas” fala sobre as escolas que sem muito dinheiro, mas com muita criatividade criaram desfiles que entraram para a história do carnaval e ganharam o respeito do público e dos amantes do carnaval.

Um fato curioso é que o prefácio do livro é assinado por Luiz Fernando Reis, único carnavalesco que assinou carnavais em todas as três agremiações que deram origem ao livro. Todas as ilustrações do livro são de autoria do professor e artista plástico Leonardo Bora.

A série “Família do Carnaval” iniciou em 2012 com o livro “As três Irmãs: como um trio de penetras arrombou a festa”, que conta a trajetória da Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor de Nilópolis, e Mocidade Independente de Padre Miguel. Em 2014, foi lançado o segundo livro “As Titias da Folia – O brilho maduro de escolas de samba de alta idade”, resgata a história da Vila Isabel, Viradouro Unidos da Tijuca, e Estácio; o livro foi vencedor do Prêmio Edison Carneiro de melhor livro de não-ficção sobre carnaval.